Blog dedicado à unidade curricular de Jornalismo Televisivo da Universidade Lusófona do Porto

Terça-feira, 26 de Maio de 2015

Pivô: A atividade física é cada vez mais importante nas pessoas com mais de 50 anos. Conheça agora alguns casos.

 

Off: Chegar aos 50 anos começa a pesar. Seja pela saúde ou pelo divertimento da companhia, é cada vez mais frequente, vermos pessoas de idade média a mexer.

 

Vivo: Normalmente praticamos caminhada diariamente, portanto. E ao fim de semana, a caminhada é de alguma forma mais extensiva. Fazemos porque isso proporciona um bem-estar (porque gostamos) e criamos a possibilidade de rotina saudável, não é?

Vivo: Praticava ginásio mas não posso fazer agora. Faço a caminhada porque o médico me aconselhou porque tenho um problema no joelho. Só faço ao fim de semana porque à semana tenho o trabalho.

Vivo: Caminhada, porque gosto, sinto-me bem e é assim: eu andava com muito formigueiro nas pernas e o médico mandou-me experimentar 3 meses, se não continuasse a melhor tinha que me dar uns comprimidos. eu já faço há 4 anos e nunca precisei.

Vivo: Sinto-me bem com a caminhada. Faço 4 dias por semana. 

Off: Para além da caminhada exitemoutros interesses.

Vivo: Normalmente BTT uma vez por semana. Porque gosto destas melgas que estão aqui à minha beira. 

Vivo: BTT uma vez por semana. Para acompanhar os amigos todos.

Vivo: Pratico BTT, jogo futebol e trabalho nos tempos livres. Pratico BTT uma ou duas vezes por semana e jogo futebol uma vez por semana. Faz bem à saúde e alivia o stress. Por essas razões e pelo convívio com os amigos também.

Off: E há também quem tenha deixado...

Vivo: Agora não mas já pratiquei. hidroginástica e natação. Não tinha tempo para isso.

Off: Seja desporto ou atividade física existem cada vez mas, adeptos de uma vida menos sedentária.

publicado por Joana Oliveira às 20:38

Terça-feira, 14 de Abril de 2015

Pivô: A Pastelaria Confeitaria Moura, em Santo Tirso, é conhecida por confecionar jesuítas. A matéria-prima é essencial.

 

Off: Do exterior para o interior, aqui se produz um negócio de família desde 1892. O fabrico é artesanal na Confeitaria Moura. Para o jesuíta: primeiro barra-se o creme e dobra-se a massa. Depois espalha-se o glass, corta-se em triângulos e vai ao forno.

Vivo: Já era dos meus bisavós que começou com os chamados “doces de gaveta” que se usam na Páscoa que é os pivetes, as raivas, os fartos de coco e essas coisas todas. Os ingredientes são todos de boa qualidade, não tentamos mudar para ficar mais barato é sempre o produto, aí é que está a diferença no pastel. Tem depois, tudo ainda muito artesanal, o que conserva muito mais o sabor e a tradição. A especialidade é jesuítas, limonetes e estas bolas de pão de ló cobertas, não é? Nunca faço menos de mil jesuítas e depois tem o resto dos limonetes, que como viram é feito das aparas que se cortam.

Off: Os colaboradores são essenciais para a confeção dos doces e salgados.

Vivo: Ora bem: faço cremes, cubro estas bolas, faço pivetes, arrumo a pastelaria…

Off: Os clientes são habituais e não gostam apenas da especialidade da casa.

Vivo: Qualquer coisa é bom aqui. Limonetes, jesuítas, ecleres é tudo bom.

Vivo: Há mais de 50. Normalmente jesuítas mas qualquer coisa é bom.

Off: Os jesuítas estão prontos, é hora de os provar.

publicado por Joana Oliveira às 23:02

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