Blog dedicado à unidade curricular de Jornalismo Televisivo da Universidade Lusófona do Porto

Terça-feira, 02 de Junho de 2015

Pivô: O Ruaria é um projeto dos estudantes da Universidade Lusófona do Porto. Todos os interessados puderam descobrir histórias sobre o comércio da cidade.

 

 

publicado por Joana Oliveira às 20:55

Terça-feira, 28 de Abril de 2015

Pivô: Benfica e Porto defrontam-se na Luz. O clássico pode encontrar o vencedor da Liga Portuguesa de Futebol.

 

 

Off: Três pontos separam Benfica e Porto na tabela classificativa. Será que o jogo do Futebol Clube do Porto frente ao Bayner de Munique, afetará a exibição da equipa?

Vivo: O Porto é uma equipa com alguma experiência, embora seja composta por elementos novos, jovens, não me parece que, portanto tenha uma influência por aí fora. Considero que o Benfica tenha algum favoritismo.

Off: Quem vencerá a partida?

Vivo: Porto. (Por quanto?) 3-0 (E golos de quem?) Jackson, Quaresma e Evandro.

Vivo: Benfica. (Por quanto?) 2-0 (Golos de quem?) Do Lima. Os dois.

Vivo: Obviamente, o Porto. (Por quanto?) 2-1 (Golos?) Dois do Quaresma.

Vivo: Benfica. (Benfica por quanto?) 2-1

Vivo: O Porto ganha. Não haja dúvida que vamos ganhar 3-0. Vamos ser campeões.

Off: As águias venceram os dragões em casa por duas bolas a zero. O jogo será transmitido em direto da Benfica TV, domingo às cinco da tarde, no Estádio da Luz.

 

publicado por Joana Oliveira às 21:52

Terça-feira, 21 de Abril de 2015

 

Pivô: A Casa do Evaristo é um café tipicamente português. Conheça agora este espaço.

 

Ó Evaristo, tens cá disto?

Off: Na Rua Fernandes Tomás nº 535, a Casa do Evaristo convida-o a entrar num agradável recanto.

Vivo: Gosto imenso do sítio, gosto imenso das pessoas, são quase uns vizinhos meus e, sempre que posso venho cá. Eles têm sandes de pernil também, pode funcionar como lanche. Provei alguma doçaria regional também que têm sempre. E É tudo muito bom, tudo caseiro e costuma ser tudo delicioso.

Off: Este não é um café igual a tanto outros. Algumas das nossas tradições estão bem presentes.

Vivo: Quando pensamos no projeto e queríamos um café, não queríamos que fosse mais do mesmo. E portanto, tentamos criar um conceito que fosse diferente e apelativo. Daí levou-nos às nossas raízes, das nossas raízes ao cinema português dos anos 40, ao Pátio das Cantigas, ao “Evaristo, tens cá disto?” e à Casa do Evaristo.

Um café como o nosso, acho que não existe em mais lado nenhum, portanto… A trazer um bocadinho o sonho ao dia a dia.

O princípio de todos é sermos um café, portanto, tudo aquilo que um café pode oferecer de frios, quentes, doces, salgado, nós basicamente temos. Depois fazemos pequenas derivações que fazem toda a diferença: em vez de termos bolos como toda a gente tem, só temos doçaria regional; em vez de, por exemplo, termos sobremesas feitas em grandes produções, fazemos as sobremesas cá.

Nós só temos 7 meses de existência. Cada dia que passa, é o nosso primeiro dia.

publicado por Joana Oliveira às 22:25

Quarta-feira, 18 de Março de 2015

Pivô: Em tempo de crise, as pessoas continuam apostar. As raspadinhas são as mais procuradas.

 

 

 

Off: Ainda que o valor da aposta seja baixo, as pessoas não deixam de jogar.

Entrevistado 1: Aposto nas raspadinhas de 1€. Uma por semana, às vezes nem isso. E euromilhões, faço, sei lá, de vez em quando. Mas 2€.

Entrevistado 2: De vez em quando uma raspadinha e no euromilhões 2€, fixo.

Off: O entra e sai é diário. Os clientes esperam pela sorte.

Entrevistado 3: Continua-se a registar bastante a nível de euromilhões, totoloto apesar de ter havia um decréscimo nos últimos cinco anos. O resto tem crescido com muito mais… O que tem tido um aumento maior tem sido a lotaria instantânea, portanto, a raspadinha porque estamos também num período de crise, as pessoas preferem o jogo que podem ver se tem o prémio imendiáto.

Off: Os jogos abrangem todo o tipo de pessoas.

Entrevistado 3: Ultimamente também têm aparecido mais jovens a jogar. A faixa etária é uma faixa etária média entre 35 a 60 anos. As senhoras jogam mais em raspadinha. Os homens jogam mais nas lotarias clássicas, portanto clássica e popular, e no euromilhões e no totoloto. Mas o número de apostas, de apostadores não diminui. Gastam menos um bocadinho mas não deixam de jogar.

Off: É tudo uma questão de sorte ou azar.

publicado por Joana Oliveira às 10:17

Terça-feira, 10 de Março de 2015

Texto Pivô: O fabrico artesanal de gelados já chegou ao Porto. A gelataria na Praça da Batalha é prova disso.

 

 

 

Off: A Gelataria Italiana Monalisa abriu em julho do ano passado. Os turistas são os principais clientes.

Vivo 1: Ah eu passei, olhei e achei com cara boa e resolvi comprar para experimentar.

Off: Os produtos são importados. E os gelados são confecionados na própria gelataria.

Vivo 2: Temos produção artesanal, fazemos tudo aqui do início ao fim. Os produtos são encomendados, vêm de Itália. Usamos fruta para os gelados de fruta. É tudo feito artesanalmente.

Off: Todos os gelados são diferentes e ao gosto de cada um.

Vivo 2 : Os sabores com mais saída é Kinder Bueno, Ferrero Rocher, Rafaello, o Kit Kat…

Off: A loja situa-se na Praça da Batalha, na cidade do Porto.

Vivo 2 : Depois escolhemos o Porto porque é uma zona muito muito movimentada e foi a loja que conseguimos arranjar no melhor sítio possível.

 Off: “Completa cada traço da vida com um pedaço de açúcar.”

 

Trabalho realizado por Joana Oliveira CCC e Sara Gomes CAM

publicado por Joana Oliveira às 23:37

Quarta-feira, 04 de Março de 2015

Pivô: O Porto foi eleito o “Melhor Destino Europeu 2014”. Os turistas procuram conhecer um pouco da história desta cidade.

 

 Off: Nem Roma, Barcelona, Londres ou Paris derrotaram o Porto. Pelo segundo ano consecutivo, a cidade vence a competição “European Best Destinations” (EBD). Será que os prémios atraíram mais turistas?

Vivo entrevistado: Acho que sim, mas muito maior, muito muito muito maior.

Off: A Baixa do Porto e a zona da Ribeira são os lugares mais procurados pelos turistas e visitantes. O Prémio de “Melhor Destino 2014” trouxe mais visibilidade à cidade.

Vivo entrevistado: O Ex-libris, aqui a zona da Ribeira, a Ribeira de Gaia também, o centro do Porto também, ali a Torre dos Clérigos por exemplo e a Livraria Lello.

Off: O turismo no Porto é constante todo o ano. O “Magic Train” leva-o a vários pontos de referência da cidade que pode contemplar e visitar.

Vivo entrevistado: Olhe, o comboio passa desde aqui a Ponte D. Infante vai ao lado de lá de Gaia para deixar os clientes na Real Companhia Velha, percebe? Que é uma cave, não é? Como vocês conhecem. E depois voltamos outra vez aqui ao centro do Porto e fazemos um circuito pela parte velha da cidade.

Off: Além da cidade do Porto, em 2014 a Ilha da Madeira conquistou o sexto lugar. O “Melhor Destino 2015” é Bordéus, uma cidade no sudoeste de França. Lisboa ficou com o honroso segundo lugar. Na cidade Invicta, para além dos comboios turísticos existem também autocarros, Funicular dos Guindaes e metro que nos levam a várias zonas da cidade.

publicado por Joana Oliveira às 10:17

Terça-feira, 20 de Maio de 2014

Texto pivô:

O centro islâmico do Porto, situado na rua do Heroísmo, é visitado diariamente, por vários fiéis muçulmanos. É um local de culto, de integração social e cultural que acolhe uma das comunidades da região.

 

 

 

 

Voz off 1: A Mesquita tem ganho um papel, cada vez mais importante, devido à grande diversidade de culturas e religiões na cidade do Porto.

 

Entrevistado 1: Primeiro faz parte da nossa religião e obriga-nos, temos de rezar, aqui nas mesquitas.

 

Entrevistado 2: A importância é que, primeiro é um dever de um muçulmano, para onde vai, fazer as suas orações e preparar o lugar de culto. E é também voltar às raízes, porque para muitos isto é Portugal, mas para mim isto é Alá na Luz.

 

Voz off 2: Uma das funções da Mesquita é apoiar a integração social, tornando-se mais do que um local de culto e oração.

 

Entrevistado 3: Este é o local de reunião dos muçulmanos, onde nós nos podemos encontrar, não só para as orações, mas também para os acontecimentos, como palestras e outros eventos, às vezes alguns fóruns de discussão, também existem, aulas de árabe. Portanto, é um espaço, digamos assim, de comunhão de todos os muçulmanos e é importantíssimo para a comunidade.

 

Entrevistado 4: A comunidade cresceu muito, quatro ou cinco famílias, hoje em dia graças a deus, já somos, cerca de cinco mil muçulmanos a viver aqui no Porto e nos arredores. Nós, por exemplo, aqui, damos aulas às crianças, ensinámos às crianças a religião. Também temos reuniões regulares com as pessoas, fazemos reuniões para explicação da religião, dos conceitos básicos da religião, fazemos a ligação das outras entidades.

 

Voz off 3: Aberto diariamente para toda a população, a Mesquita é um local de união dos muçulmanos desta região.

 

 

 

 

 

Texto: Hugo Ramos e Tânia Durães

 

Imagem e Som: Vítor Pinto

publicado por taniaduraes às 04:09

Terça-feira, 13 de Maio de 2014

Texto pivô:

O Dia Mundial do Comércio Justo foi celebrado no dia 10 de Maio, no Parque da Cidade, no Porto. O objetivo foi dar a conhecer os princípios desta nova forma de venda de produtos.

 

 

 

 

 

 

 

 

Voz off 1: São diversas as razões que levam a população às lojas de comércio justo.

 

Entrevistado 1: Porque estamos a apoiar uma causa que é muito válida, que apoia pessoas, que de outra forma, se calhar, seriam exploradas. É uma nova forma de pensar o comércio, que foge ao sistema, ao qual, infelizmente, estamos todos agarrados. E acho que é uma boa alternativa.

 

Entrevistado 2: Acho que é uma forma de ajudar. Isto no fundo são cooperativas que existem e é para ver se acabamos um bocadinho com o capitalismo e ajudamos estas pessoas que mais precisam.

 

Entrevistado 3: Um dia termos um Mundo mais equilibrado, onde não haja tantos pobres e que os recursos sejam mais bem distribuídos, por todos.

 

Voz off 2: O fator inovação caracteriza os produtos.

 

Entrevistado 4: O que eu já experimentei, são bons produtos em termos de sabor e relação qualidade/preço também.

 

Entrevistado 5: Principalmente a parte da alimentação, os produtos são ótimos, são mesmo muito bons.

 

Entrevistado 6:  O produto que comprei era bastante bom, claro que é mais caro do que se eu o tivesse comprado numa superfície comercial, mas também não sei o que estou a comprar aí.

 

Voz off 3: A associação reviravolta tem como objetivo celebrar a existência do comércio justo e a sua ideologia.

 

Entrevistado 7: Como o próprio nome indica, uma forma de comércio mais justo, mais transparente e mais equilibrada, em que protege mais os direitos dos produtores. Uma das bases mais importantes do comércio justo está baseada em pequenos produtores, por exemplo, da América do Sul, da Ásia e para trazer os produtos para cá, é necessário intermediários. Mas um dos princípios não é só esse encurtamento, um dos princípios é dar também alguma estabilidade e pagar um preço mais justo pelos produtos. Nós temos de nos centrar naquilo que as pessoas podem trazer de bom para os processos e não nos centrar, naquilo que nós podemos retirar, explorando as pessoas.

 

Voz off 4: Igualdade, desenvolvimento sustentável e direitos humanos, são os princípios destacados pela Associação, como base do seu projeto.

 

 

 

 

 

Texto: Tânia Durães e Hugo Ramos

Imagem e Som: Vítor Pinto

 

publicado por taniaduraes às 10:44

Terça-feira, 29 de Abril de 2014

Texto pivô:

A Biblioteca Pública Municipal do Porto tem sofrido, nos últimos anos, um aumento do número de utilizadores.

 

 

 

 

 

Voz off 1: Podem ser muito diversas as razões, que estão na origem do aumento do número de utilizadores.

 

Entrevistado 1: Neste momento digitalizar, adquirir material livro, torna-se bastante mais oneroso do que utilizar os fundos públicos.

 

Entrevistado 2: O aumento do número de estudantes no ensino superior e nos cursos, o que faz com que, mais estudantes precisem de frequentar este tipo de espaços.

 

Entrevistado 3: Ultimamente tem vindo a subir o número de leitores, não só por causa da internet, mas também porque sendo uma biblioteca patrimonial, há documentos que só existem aqui.

 

Voz off 2: A Biblioteca Municipal do Porto disponibiliza aos utilizadores recursos e tecnologia informática, para um uso efetivo da informação.

 

Entrevistado 4: A utilização do que está disponível online, nas bibliotecas, não em retira, ou melhor, não me afasta das bibliotecas, pelo contrário, motiva-me.

 

Entrevistado 5: Há uns que, os mais puristas, poderão achar que as novas tecnologias não se coadunam com uma biblioteca municipal, mas há pessoas que preferem trabalhar sem suporte tecnológico. Pode ser um meio de afastamento, como também, por outro lado, de aproximação a estes espaços.

 

Entrevistado 6: Embora se tenha alargado toda a informação que nós temos, na internet, o livro vai continuar, vai continuar a ser importante. Claro que, apesar de tudo, há uma desmaterialização, não é, há uma desmaterialização e as bibliotecas não podem ser vistas como um armazém de livros, mas sim principalmente, como locais, onde aceder a uma informação.

 

Voz off 3: Há uma necessidade de promover, difundir e aumentar os hábitos de leitura, tendo em conta a mudança de práticas de leitura, que conhecem novos hábitos, novos espaços e novas funcionalidades.

 

 

 

Texto: Hugo Ramos e Tânia Durães

Imagem e som: Vítor Pinto

 

 

 

 

 

publicado por taniaduraes às 03:15

Terça-feira, 15 de Abril de 2014

Texto pivô:

A marina de Gaia recebe, pela primeira vez, a Feira Campo. Proporcionada pelo Qualifica, esta tem o objetivo, de apelar ao desenvolvimento de produtos tradicionais portugueses.

 

 

 

 

Voz off 1: O público vê o produto tradicional como o que tem mais qualidade.

 

Entrevistado 1: Eu acho que o produto tradicional tem mais qualidade, muito mais qualidade, pelo menos no sabor.

 

Entrevistado 2: Eu gosto mais das coisas mais tradicionais, do que das coisas mais fabricadas, dos enchidos de fábrica, dos presuntos, etc.

 

Entrevistado 3: O dinheiro conta sempre, mas se o artigo for de qualidade, que a gente saiba que realmente tem valor, também apostamos mais um bocadinho na qualidade.

 

Entrevistado 4: Gosto de produtos tradicionais e à partida, são fabricados com mais pureza.

 

Voz off 2: São muitas as razões que influenciam o público a efetuar a sua compra.

 

Entrevistado 5: É evidente que sim, se eu provar uma carne que é feita no tempo dos nossos avós, feita em salgadeiras e coisas do género, não tem nada a ver com aquilo que a gente compra hoje nos hipermercados.

 

Entrevistado 6: Primeiro são portugueses e eu acho que devo fomentar a economia nacional e em segundo plano acho que devo incentivar as pessoas que fazem.

 

Entrevistado 7: Os produtos são mais frescos, nos hipermercados são comprados em grandes quantidades, são guardados em câmaras frigoríficas e tudo isso vai alterando o paladar e a textura.

 

Voz off 3: Divulgar o produto, implementá-lo no Mercado e fazer com que cada vez mais pessoas o conheçam é o objetivo dos produtores.

 

Entrevistado 8: O mais importante é a divulgação e depois rentabilizar se for possível.

 

Entrevistado 9: Dar a conhecer o que nós temos de bom, no nosso Portugal. Acho que cada vez mais temos uma grande seleção e as pessoas começam-se a aperceber que o produto tradicional, realmente o que é bom e a diferença dos hipermercados para os pequenos produtores.

 

Entrevistado 10: O público, há pessoas que querem só o que é bom, não se importam de comprar o que é tradicional, que é o melhor, nem perguntam o preço.

 

Voz off 4: Mesmo nos tempos que correm, os produtos tradicionais continuam a ser a escolha dos portugueses.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Texto: Hugo Ramos e Tânia Durães

Imagem e Som: Vítor Pinto

 

 

publicado por taniaduraes às 15:43

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