Pivô: Em tempo de crise, as pessoas continuam apostar. As raspadinhas são as mais procuradas.
Off: Ainda que o valor da aposta seja baixo, as pessoas não deixam de jogar.
Entrevistado 1: Aposto nas raspadinhas de 1€. Uma por semana, às vezes nem isso. E euromilhões, faço, sei lá, de vez em quando. Mas 2€.
Entrevistado 2: De vez em quando uma raspadinha e no euromilhões 2€, fixo.
Off: O entra e sai é diário. Os clientes esperam pela sorte.
Entrevistado 3: Continua-se a registar bastante a nível de euromilhões, totoloto apesar de ter havia um decréscimo nos últimos cinco anos. O resto tem crescido com muito mais… O que tem tido um aumento maior tem sido a lotaria instantânea, portanto, a raspadinha porque estamos também num período de crise, as pessoas preferem o jogo que podem ver se tem o prémio imendiáto.
Off: Os jogos abrangem todo o tipo de pessoas.
Entrevistado 3: Ultimamente também têm aparecido mais jovens a jogar. A faixa etária é uma faixa etária média entre 35 a 60 anos. As senhoras jogam mais em raspadinha. Os homens jogam mais nas lotarias clássicas, portanto clássica e popular, e no euromilhões e no totoloto. Mas o número de apostas, de apostadores não diminui. Gastam menos um bocadinho mas não deixam de jogar.
Off: É tudo uma questão de sorte ou azar.

