Blog dedicado à unidade curricular de Jornalismo Televisivo da Universidade Lusófona do Porto

Terça-feira, 13 de Maio de 2014

Texto pivô:

O Dia Mundial do Comércio Justo foi celebrado no dia 10 de Maio, no Parque da Cidade, no Porto. O objetivo foi dar a conhecer os princípios desta nova forma de venda de produtos.

 

 

 

 

 

 

 

 

Voz off 1: São diversas as razões que levam a população às lojas de comércio justo.

 

Entrevistado 1: Porque estamos a apoiar uma causa que é muito válida, que apoia pessoas, que de outra forma, se calhar, seriam exploradas. É uma nova forma de pensar o comércio, que foge ao sistema, ao qual, infelizmente, estamos todos agarrados. E acho que é uma boa alternativa.

 

Entrevistado 2: Acho que é uma forma de ajudar. Isto no fundo são cooperativas que existem e é para ver se acabamos um bocadinho com o capitalismo e ajudamos estas pessoas que mais precisam.

 

Entrevistado 3: Um dia termos um Mundo mais equilibrado, onde não haja tantos pobres e que os recursos sejam mais bem distribuídos, por todos.

 

Voz off 2: O fator inovação caracteriza os produtos.

 

Entrevistado 4: O que eu já experimentei, são bons produtos em termos de sabor e relação qualidade/preço também.

 

Entrevistado 5: Principalmente a parte da alimentação, os produtos são ótimos, são mesmo muito bons.

 

Entrevistado 6:  O produto que comprei era bastante bom, claro que é mais caro do que se eu o tivesse comprado numa superfície comercial, mas também não sei o que estou a comprar aí.

 

Voz off 3: A associação reviravolta tem como objetivo celebrar a existência do comércio justo e a sua ideologia.

 

Entrevistado 7: Como o próprio nome indica, uma forma de comércio mais justo, mais transparente e mais equilibrada, em que protege mais os direitos dos produtores. Uma das bases mais importantes do comércio justo está baseada em pequenos produtores, por exemplo, da América do Sul, da Ásia e para trazer os produtos para cá, é necessário intermediários. Mas um dos princípios não é só esse encurtamento, um dos princípios é dar também alguma estabilidade e pagar um preço mais justo pelos produtos. Nós temos de nos centrar naquilo que as pessoas podem trazer de bom para os processos e não nos centrar, naquilo que nós podemos retirar, explorando as pessoas.

 

Voz off 4: Igualdade, desenvolvimento sustentável e direitos humanos, são os princípios destacados pela Associação, como base do seu projeto.

 

 

 

 

 

Texto: Tânia Durães e Hugo Ramos

Imagem e Som: Vítor Pinto

 

publicado por taniaduraes às 10:44

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