Blog dedicado à unidade curricular de Jornalismo Televisivo da Universidade Lusófona do Porto

Quarta-feira, 22 de Maio de 2019

Pivô: Com a industrialização muitas profissões  são substituídas pelas máquinas.

No Vale do Sousa, apenas dois moleiros sobrevivem.

 

 

Voz-off 1: Grão a grão, a profissão de moleiro tem os dias contados.

Vivo 1: Há sempre trabalho, o que agora há um moleiro ou dois aqui no rio sousa, praticamente, antigamente eram às centenas por aí fora.

Voz-off 2: As moagens industriais vieram substituir os moinhos de água.

Vivo 1: Os moinhos era dia e noite e o elétrico as vezes moia dias seguidos, todos os dias. Antigamente eram três mil ou quatro mil quilos por semana, ou mais. Agora mil quilos por semana.

Vivo 2: De quatro clientes você tinha o escoamento todo, e agora, hoje em dia, não é assim. Você tem de ter mais clientes para escoar.

 Voz-off 3: É a água do rio que faz rodar as mós- as pedras- que moem o milho e o transformam em farinha.

Vivo 1: Mas não era tão trabalhoso como agora.  Por lei é peneirada, saco de papel, com etiqueta, com datas e tudo.

Voz-off 4: Uma atividade que nasceu no seculo XX e foi passando de geração em geração.

Vivo 2: Quando morrer, não sei se alguém fica com isto.

Voz-off 5: Movidos pela força da água, mas é uma tradição que pode não resistir.

Realizado por: Ana Patrício, Luisa Vale e Patrícia Dias.

publicado por Patrícia Dias às 11:25

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