Blog dedicado à unidade curricular de Jornalismo Televisivo da Universidade Lusófona do Porto

Quarta-feira, 04 de Abril de 2018

Texto-Pivot: De acordo com a Federação Portuguesa de Futebol, o número de inscritos em competições de futsal duplicou nos últimos 15 anos. Na modalidade, surgem agora novas atletas.

 

 

 

Entrevistado 1: Para mim o futsal é uma paixão… É a modalidade que eu prefiro. Já jogo há muitos anos e não consigo viver sem o futsal porque é o meu hobbie preferido.


Voz-off 1: Tal como Corina são várias as atletas que veem no futsal uma verdadeira paixão e dentro do campo… é para vencer.


Voz-off 2: Fora do campo, a atitude muda.


Entrevistado 2: É assim, eu tento parecer quase equivalente como jogadora e como profissional, tento ser o mais picuinhas possível em tudo o que faço, mas existem sempre algumas diferenças porque o futsal engloba muita emoção e às vezes o sistema nervoso faz com que às vezes uma pessoa não tenha bem o discernimento do que é o mais correto.


Voz-Off 3: Mas há quem veja no futsal, um descanso dos estudos.


Entrevistado 3: Às vezes estudante, bato um bocadinho com a cabeça e assim, e acho que o facto de ser atleta dá um bocadinho para libertar esse stress.


Voz-Off 4: Pelo desporto feminino, há ainda muita coisa a fazer.


Entrevistado 4: Mesmo a nossa própria associação, a Associação de Futebol do Porto, não mostra muito interesse… Há muitos debates, tem-se falado muito para ver se se consegue criar… A própria associação acho que devia, através do Ministério da Educação, e ao nível da nossa associação nas escolas, tentar criar a modalidade do futsal, não só para o feminino mas também para o masculino, mas tentar incentivar o feminino.


Voz-Off 5: Depois do apito, regressa-se ao meio campo e luta-se por um novo futsal.

 

Reportagem realizada por: Maria João Silva e Ivânia Cardoso

publicado por Maria João Silva às 14:00

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