Blog dedicado à unidade curricular de Jornalismo Televisivo da Universidade Lusófona do Porto

Quarta-feira, 11 de Abril de 2018

Texto- pivô: Há um negócio de família desde 1927. Manter a tradição é um desafio. Crinas de cavalo, pêlos de boi e de cabra são alguns dos materiais utilizados.

 

 

 

Entrevistado 1: Sou escoveira quase há quarenta anos. Comecei como empregada de balcão numa drogaria e como aqui ganhava mais fiquei até hoje."

Entrevistado 2: Não é fácil encontrar na cidade do Porto uma loja tão antiga e que continue a fazer as coisas à mão."

Voz-off: Há 91 anos que a Escovaria do Belomonte produz escovas para vários fins. As matérias usadas são a madeira e o pêlo.

Entrevistado 3: Corta-se a madeira. Dá-se a forma. Fura-se a madeira. Cose-se o pêlo. Por vezes, chamamos-lhe assim uma tampa, por cima, a tapar o cosido e outras vezes fica o cosido à mostra.

Entrevistado 2: Uma escova desta dura muito mais tempo do que as outras, porque é feita à mão, quer dizer, é diferente.

Entrevistado 1: Ao dia depende da furação que a escova tem, o tamanho. Depende muito de escova para escova. Depende o tempo, há umas que podem durar vinte minutos e outras um dia.

Voz-off: A mecanização tem sido importante para o negócio, mas não se cruzam os braços.

Entrevistado 1: As máquinas novas não vieram alterar o meu trabalho, fizeram com que o trabalho fosse mais rápido.

Entrevistado 3: A nossa sobrevivência tem sido um bocadinho assim a saltar daqui para ali. Temos que ir nos adaptando aos tempos.

Entrevistado 2: As pessoas entram, vêem e realmente estão ali a fazer, acho que torna o negócio muito mais autêntico e é isso que nós precisamos

publicado por Leonor Ferraz às 15:02

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