Blog dedicado à unidade curricular de Jornalismo Televisivo da Universidade Lusófona do Porto

Quarta-feira, 04 de Abril de 2018

Texto-pivô: Sapateado não é só fazer barulho. Das técnicas ao calçado, o sapateado americano é um passatempo para quem procura a originalidade.

 

 

 

Voz-off: Não há chão nem curiosidade que resistam.

 

Entrevistado 1: É uma libertação. Sair da rotina e, pronto, divertir-me acima de tudo. Não é para ser bailarina, é para nos divertirmos.

 

Voz-off: Surgido nos anos 20, o sapateado divide-se em dois estilos: o sapateado irlandês e o americano.

 

Entrevistado 2: É uma dança empolgante que trabalha tanto coordenação, musicalidade, corpo, músculos, tudo e então acho que as pessoas se empolgam bastante, já querem fazer coisas mirabolantes. A receptividade é bem boa.

 

Voz-off: Apesar do sapateado irlandês ser mais “saltitante” que o americano, existem passos em comum.

 

Entrevistado 2: Tem o brush que é literalmente como a tradução. Uma escova que é feita a partir da parte dos dedos e que escova o chão para a frente ou para trás. No shuffle, eles precisam respeitar uma métrica musical, o “e 1”.

 

Entrevistado 3: Não acho que não tive muitas dificuldades, que é difícil é. Tem que se ir andando e avançando conforme se consegue.

 

Voz-off: O sapato com chapas é a referência desta dança.

 

Entrevistado 2: Ele tem uma quantidade de solas de madeira, mais ou menos, conforme você queira um som mais potente. Antes daquela famosa chapinha nos dedos e no calcanhar há um sonorizador que faz com que o som ecoe pelo espaço.

 

Voz-off: Passo a passo, o sapateado vai conquistando o ritmo dos portugueses.

 

 

publicado por Leonor Ferraz às 15:10

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