Blog dedicado à unidade curricular de Jornalismo Televisivo da Universidade Lusófona do Porto

Quinta-feira, 11 de Janeiro de 2018

 

 

Texto pivô: Nem todas as mesas de natal têm bacalhau. Fomos até castelo branco conhecer uma família santomense e cabo-verdiana que no natal relembra a sua terra através de um prato tradicional, o Calulu.

Vivo jornalista: feitas as malas vamos então agora partir para castelo branco.

Off jornalista: No dia 25 de dezembro em castelo branco a tarefas começam logo pela manhã.

Voz off entrevistado: muito difícil, aqui em Portugal é muito difícil porque não temos as folhas e coisas e os condimentos os legumes todos que nos pomos no calulu em são Tomé, aqui é muito difícil, mas lá calulu é um prato para os pobres, qualquer pessoa faz calulu porque tem horta, vai buscar tudo na horta, tem óleo de palma, o peixe lá é barato aqui não, aqui não temos peixe fumado, não temos folhas, não temos nada aqui para fazer um prato de calulu como deve ser.

Vivo entrevistado: aqui? É folha de makequê, pau pimenta ossame, folha mesquito, folha de múçua, óleo de palma, frita pão, é tudo difícil de encontrar. Aqui nos temos quiabo, encontra-se quiabo, beringela, mas o resto das coisas não. Mandar vir de são Tomé ou em Lisboa por exemplo procurar uma das casas africanas onde podes encontrar as coisas, mas é muito caro.

Voz-off jornalista: o único ingrediente que pode ser facilmente encontrado em Portugal é as couves. Depois de preparadas leva-se ao lume por mais algumas horas. Depois é so aproveitar o prato em família.

Sorraia 

publicado por Soraya Évora às 18:14

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