Texto Pivô: Com a pandemia o setor da restauração foi afetado. O café Calhambeque na Sé do Porto não foi exceção.
Voz off1: Com a pandemia há falta de turistas. Elizabete admite que houve uma queda no negócio.
Elizabete: Entretanto ao decorrer dos anos, começou a haver muito turista. Uma influência grande de turismo, o que ajudou no crescimento a nível monetário. Não vou ser mentirosa. Porque ajudou bastante.
Voz Off2: As ruas da Sé não parecem as mesmas de há uns anos atrás. O movimento é pouco. Os sons que sobressaem são os sinos da catedral, as gaivotas e os gatos de rua.
Elizabete: Isto com a pandemia, neste momento estamos outra vez como o inico. A trabalhar só com trabalhadores daqui da volta e com os morados que ainda restam, que são muito poucos.
Voz off3: Os moradores e trabalhadores são os clientes mais assíduos. São eles que dão uso aos mealheiros do Calhambeque.
Elisabete: Dentro do café nós temos uns mealheiros, em que são, umas caixas que estão divididas. Onde poem o que querem, 1 euro, 2 euros, 5 euros, o que acharem vão pondo para lá. Em vez de terem um mealheiro em casa tem um mealheiro aqui no café.
Voz Off4: Os mealheiros são abertos duas vezes ao ano. No Natal e no São João.
Reportagem de: Ana Pascoal e Maria Bessa

