Blog dedicado à unidade curricular de Jornalismo Televisivo da Universidade Lusófona do Porto

Quarta-feira, 18 de Março de 2015

Pivô: Em tempo de crise, as pessoas continuam apostar. As raspadinhas são as mais procuradas.

 

 

 

Off: Ainda que o valor da aposta seja baixo, as pessoas não deixam de jogar.

Entrevistado 1: Aposto nas raspadinhas de 1€. Uma por semana, às vezes nem isso. E euromilhões, faço, sei lá, de vez em quando. Mas 2€.

Entrevistado 2: De vez em quando uma raspadinha e no euromilhões 2€, fixo.

Off: O entra e sai é diário. Os clientes esperam pela sorte.

Entrevistado 3: Continua-se a registar bastante a nível de euromilhões, totoloto apesar de ter havia um decréscimo nos últimos cinco anos. O resto tem crescido com muito mais… O que tem tido um aumento maior tem sido a lotaria instantânea, portanto, a raspadinha porque estamos também num período de crise, as pessoas preferem o jogo que podem ver se tem o prémio imendiáto.

Off: Os jogos abrangem todo o tipo de pessoas.

Entrevistado 3: Ultimamente também têm aparecido mais jovens a jogar. A faixa etária é uma faixa etária média entre 35 a 60 anos. As senhoras jogam mais em raspadinha. Os homens jogam mais nas lotarias clássicas, portanto clássica e popular, e no euromilhões e no totoloto. Mas o número de apostas, de apostadores não diminui. Gastam menos um bocadinho mas não deixam de jogar.

Off: É tudo uma questão de sorte ou azar.

publicado por Joana Oliveira às 10:17

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