Blog dedicado à unidade curricular de Jornalismo Televisivo da Universidade Lusófona do Porto

Quarta-feira, 22 de Maio de 2019

TEXTO-PIVÔ: No negócio onde tudo é raro, são muitas as lojas de antiguidades que podemos encontrar no Porto. O público que por aqui passa é cada vez mais diversificado. Estes objetos do passado têm vindo a resistir ao tempo e ao espaço.

VOZ OFF 1: Entre pratas e porcelanas, arte sacra e pintura, o que não pode faltar é o amor por esta profissão.

ENTREVISTADO 1: Ser antiquário é ser alguém que gosta muito disso.  De peças antigas, que têm uma sensibilidade um bocadinho especial para a arte de uma maneira geral e que abraça isto com muito carinho e paixão.

ENTREVISTADO 2: [Ser antiquário] É partilhar histórias. É partilhar histórias com as peças, partilhar histórias com as pessoas que vendem as peças. Partilhar histórias com o destino que as mesmas peças possam ter.

VOZ OFF 2: Ser antiquário já não é o que era. Com lojas vazias de clientes, procuram novas formas de sobreviver

ENTREVISTADO 1: Nós não podemos encomendar antiguidades. As antiguidades são peças que foram fabricadas há muitos anos e, portanto, não há de nós arranjarmos aquilo que o cliente quer. Temos de nos sujeitar aquilo que nos aparece no mercado.

VOZ OFF 3: Apesar da quebra no negócio a concorrência acaba por ter um papel fundamental.

ENTREVISTADO 3: É a rua ter muitas lojas deste género, entendemos-nos todos muitíssimo bem, portanto as pessoas vêm aqui, se não for numa loja é noutra. Se fosse só numa loja é mais complicado.

VOZ OFF 4: Nem só de lojas vivem as antiguidades, são também muitas as feiras que se realizam por todo o país.

 

 

publicado por Rosária Gonçalves às 16:34

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