Blog dedicado à unidade curricular de Jornalismo Televisivo da Universidade Lusófona do Porto

Quarta-feira, 12 de Junho de 2019

Há mar e mar, há ir e voltar. Entre ventos e marés, os pescadores continuam a enfrentar problemas. A
tecnologia melhorou mas a pesca é ainda a arte da incerteza. 

"É o meu caso o barco é do meu pai, senão não sei se estava aqui (…) O ir botar redes ao mar diz-se largar (...) Aquilo que eu ouço antigamente havia mais peixe (...) Tem haver muito com o tempo e com as águas (…) Há dois anos tivemos 28 dias sem ir ao mar (…) É quando o peixe desova mas a gente coisa apanha a desovar e é muita cria que se perde (…)"

VOZ OFF: Há peixe a ser descarregado, redes a serem limpas, barcos a partir e outros a chegar. A pesca já lhes estava no sangue para nunca mais sair. Nasceram na praia, cresceram no mar foram criados nos barcos e nas redes de pesca brincaram.

Entrevistado 1 (Júlio Pereira): Há dias de muito, há dias de pouco tem dias, as vezes vai-se e não se faz nenhum e outros dias compensa.

Entrevistado 2(Fernando Brito): A modernice ajudou muito, aparelhagem, modernice melhorou em base de físico, fisicamente no nosso esforço, agora sobre o trabalho o que era antigamente também é agora

Entrevista 3 (Maria de Belém): Há artes em que fazemos o defeso. Há meses que não podemos ir às navalheiras, há meses que não se pode apanhar raia. (E porque acha que não há nova geração?) E porque acha? Porque isto é uma vida muito ingrata. 

Entrevista 1(Júlio Pereira): Aqui antes, aqui nesta praia já teve 120 barcos (e agora tem quantos faz ideia) agora profissionais tem dezassete.

Entrevista 2 (Fernando Brito): O ir sei que vou, pra já, agora o vir só deus sabe.

 

 

publicado por Patrícia Sofia Pereira às 12:40

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