Blog dedicado à unidade curricular de Jornalismo Televisivo da Universidade Lusófona do Porto

Quarta-feira, 07 de Março de 2018

Texto pivot: É a passos largos que a macrobiótica caminha em Portugal. Numa época em que o cuidado com a alimentação é crescente, esta opção tem cada vez mais adeptos.

 

 

Entrevistado 1: Tornei-me macrobiótico como forma de combater uma doença. Diabetes.

Entrevistado 2: Ser macrobiótico é manter o equilíbrio entre o corpo e a mente. Segue uma filosofia chinesa ying e yang. Claro que nem todas as pessoas são macrobióticas pela filosofia, mas eu sim. Há dois anos.

Entrevistado 1: Na minha alimentação passei a incluir alimentos maioritariamente energéticos. Cereais integrais, legumes, grão, tofu, massas e arroz integral.

Entrevistado 3: A alimentação macrobiótica é dos regimes alimentares mais completos, porque não impede de comer nada. Não há restrições alimentares, desde que os alimentos sejam naturais. Ou seja, não podem sofrer alterações. Por opção, há quem evite as carnes vermelhas, os produtos açucarados e as bebidas alcoólicas. Por outro lado, o elevado consumo de carboidratos e cereais desta alimentação pode proporcionar um emagrecimento acelerado.

Entrevistado 1: Apesar de hoje os supermercados já terem muitos produtos naturais, quando vamos a ver, a maior parte dos produtos já sofreu alterações.

Entrevistado 2: Por isso tive que encontrar uma loja da minha confiança que vendesse produtos 100% naturais. O problema é que para além de haver poucas, as poucas são caras. Os problemas que passei a ter foi encontrar produtos que eu quero.

Entrevistado 1: Jantar fora para mim é muito complicado, porque a diversidade deste tipo de pratos ainda é muito pouca.

Entrevistado 2: Com a minha família não tive grandes problemas. Os meus avós, como é normal, acham que me alimento mal mas a minha mãe, felizmente, aceitou facilmente, porque também ela tem muito cuidado com a sua alimentação. Para além da alimentação, também tenho cuidado com o meu corpo. Pratico natação e Yoga.

Entrevistado 1: Tenho pena que a macrobiótica não seja reconhecida como uma medicina, porque foi a melhor alternativa que eu consegui arranjar.

publicado por Ana Miranda às 14:48

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