Blog dedicado à unidade curricular de Jornalismo Televisivo da Universidade Lusófona do Porto

Segunda-feira, 19 de Março de 2012

Texto-Pivô: É com um travo da pronuncia portuense que a gastronomia tipica encara os tempos dificeis.

    A casa balsas é o exemplo da lotação esgotada.

 

 

 

 

 

Voz-Off 1 (Inês Sousa): Fundado em 1950, a Casa Balsas caracteriza-se pela cozinha tradicional do Porto e os preços apelativos.

 Desde estudantes universitários a idosos, o antigo tasco, agora remodelado, encontra-se diariamente com lotação esgotada.

 José Santos, proprietário do restaurante, enfrenta a crise de forma positiva, não influenciando a qualidade dos seus produtos.

 

Vivo-Entrevistado (José Santos): Eu mantenho a qualidade e os preços económicos porque é gente a mais e compensa-me trabalhar com os preços que tenho, a qualidade da comida caseira e bem servida.

 

Voz-Off 1: Qual é a relação que tem com os seus clientes?

 

Vivo-Entrevistado (José Santos): A relação que tenho com os clientes é que trato os clientes como uma família. Fazemos música ao vivo ao sábado à noite, karaoke. As pessoas aderiram muito bem a esta nova maneira de trabalhar aqui no restaurante.

 

Voz-Off 1: Vem aqui diariamente?

 

Vivo-Entrevistado (Rita Bastos): Todos os dias.

 

Voz-Off 1: Há quanto tempo?

 

Vivo-Entrevistado (Rita Bastos): Desde que abriu.

 

Voz-Off 1: Achas que a qualidade justifica o preço?

 

Vivo-Entrevistado (José Azevedo): Na zona em que nos localizamos, acho que é o sítio mais barato, com boa qualidade e em grande quantidade.

   Noutros sítios pagamos mais.

 

Vivo-Entrevistado (Rita Bastos): Preço muito mínimo, qualidade formidável.

 

Voz-Off 1: Nesta altura, os proprietários arranjam alternativas para obter o sucesso. Neste caso o objectivo final é ter casa cheia.

 

publicado por inesousalmeida às 19:52

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