Blog dedicado à unidade curricular de Jornalismo Televisivo da Universidade Lusófona do Porto

Quarta-feira, 17 de Junho de 2020

Texto-pivô: Passaram três anos desde que, o incêndio de Pedrógão Grande provocou a morte de 66 pessoas.

Voz-off 1: Ao início da tarde , as primeiras cinzas não anteviam a maior tragédia humana provocada por incêndios florestais. 

Vivo  1 (Marcelo Rebelo de Sousa ): “Tantas dezenas de mortes representam uma tragédia quase intercedente na história do Portugal democrático”

Voz-off 2: Cerca de 75 campos de futebol de território foram atingidos. O que falhou?

Vivo 2 (Adelaide Silva):“Queimou a parte que não tinha sido limpa, como podem ver. Eu encostei a mão a estes vidros ferviam”

Voz- off 3: A limpeza florestal tornou-se a preocupação. As medidas apertaram e todos puseram as mãos à obra .

Vivo 3 (António Costa): Houve um esforço tão grande por todo o país para termos uma floresta mais limpa, mais segura e que diminua o risco de incêndio florestal”

Voz-off 4: Os municípios de Pedrógão Grande, Castanheira de Pera e Figueiró dos Vinhos  foram os mais afetados. A coesão territorial ainda está aquém dos objetivos.

Vivo 4 (Margarida Guedes) : “Há imenso pinhal caído e ninguém lá vai cortar. E portanto aí é que devia haver algum tipo de intervenção”  

Voz- off 5: 3 anos depois, as marcas ainda são visíveis. As mortes provocadas levaram a abertura de um inquérito pelo Departamento de Investigação e Ação Penal de Coimbra.

Vivo 5 (Marcelo Rebelo de Sousa): “Ainda há dor em muitas famílias. Ainda há o facto de se esperar um conjunto de investigações"

Voz-off 6: O presidente da república esteve esta manhã em Figueiró dos Vinhos para assistir à missa de homenagem pelas vítimas dos incêndios.

Vivo 6 (Marcelo Rebelo de Sousa) : “Ano após anos é uma forma de testemunhar, aquilo que as populações sentiram em particular as famílias, mas que todos os portugueses sentiram”

Vivo: Hoje celebra-se, pelo segundo ano consecutivo,  o Dia Nacional em Memória das vítimas dos incêndios florestais. O dia 17 de junho de 2017 ficará para sempre marcado na memória dos portugueses.

Reportagem de: Eduardo Santiago Vinuesa, Gabriela Marques da Silva, María Peciña León

 

publicado por Gabriela Silva |Eduardo Vinuesa |María León às 15:30

O impacto da Covid-19 na economia portuguesa

Voz off 1:O país esteve paralizado durante semanas.
A pandemia causou uma enorme quebra na economia portuguesa. Assim como nas restantes economias europeias.

Vera Gouveia Barros (Entrevistada 1): É uma crise severa, pior do que aquela que conhecemos em 2008 e até porque esta crise tem a particularidade de ser tanto do lado da oferta como do lado da procura, portanto, nós temos uma economia que subitamente parou.

Voz off 2: 
A Comissão Europeia prevê que no segundo trimestre do ano a queda do PIB português seja 11,8%, face aos três meses imediatamente anteriores.

Vera Gouveia Barros: E isso não pode deixar de trazer consequências graves como desemprego, falências provavelmente.

Voz off 3: A economia caiu 2,4% no primeiro trimestre deste ano. As exportações caíram mais do que as importações. 

Fernando Alexandre (Entrevistado 2):As previsões para a maior parte dos paises europeus nos dão, incluindo organizações internacionais, é que ,cada mês de quarentena, com o tipo de paralização que estamos a ter nas economias terá uma implicação de perda no produto interno de 3% em termos anuais.

Voz off 4: No trimestre passado chegou quase aos 4%, a maior descida económica dos últimos 25 anos.

Vivo: A pandemia da COVID-19 continua a afetar a economia portuguesa, os dados mostram uma descida na economia que está a afetar a vida dos portugueses.
A pandemia deve ser contida mas a economia tambem deve continuar, para tal o governo iniciou novas medidas de apoio na economia portuguesa.
O objetivo destas medidas de apoio é de manter o emprego dos cidadaos e ajudar as empresas portuguesas.
Pedro Faria, Rodrigo Matos, Valdmiro Quitamba para o Jornal Lusófona do Porto

 

Pedro Faria, Valdmiro Quitamba e Rodrigo Matos

 

 

publicado por Pedro Faria às 15:22

 

Texto pivô: Este ano a celebração do S.João, no Porto, vai ser diferente. A população e os comerciantes já se mentalizaram que só para o ano podem festejar como era habitual.

 

Voz off1: O programa oficial para os festejos de São João, no Porto, já tinha sido cancelado em abril devido ao surto do novo coronavírus. Este ano, sem a habitual animação nas ruas, será um momento difícil para os portuenses e os amantes desta grande festa. 

 

Vivo1: " É uma tristeza. Houve 25 de abril, houve 1ºde maio. Porquê que eles não deixam fazer o S.João?"

Vivo2: " Há muita gente que estava à espera do S.João para governar a vida"

 

Voz off2: Também muitos comerciantes irão sentir falta da enchente do costume.

 

Vivo 3: "Muito mau. Só tenho praticamente uma reserva, muito, muito mau. Por esta altura já tinha tudo reservado. O fogo era magnífico, muita gente vinha por causa do fogo"

Vivo4: "Reservas aqui não há nenhumas porque em princípio na noite de S.João não vamos poder trabalhar, segundo indicações que temos"

Vivo5: "A falta de clientela afeta de modo geral. Aqui e do lado de Gaia"

 

Voz off3: O centro histórico do Porto vai estar despido de pessoas. Mas mesmo assim, o espírito da festa é para manter. 

 

Vivo6: " É assim, se houver algum restaurante aberto ainda vou. Se não houver, como em casa"

Vivo7: "Se estiver bom tempo faz-se as sardinhas no quintal e come-se no quintal"

 

Vivo Bárbara: Importa ainda referir que a fiscalização e o policiamento vão ser reforçados e não haverá transportes públicos a circular na noite de 23 para 24.

 

Realizado por Bárbara Couto, David Soares e Fábio Costa.

publicado por Barbara Couto, David Soares e Fábio Costa às 15:06

Texto Pivô: Há uma nova esperança para os infetados com a Covid-19. Os especialistas do Reino Unido testaram com sucesso um medicamento corticoide que diminui a mortalidade em doentes internados.

Voz off 1: Um grupo de investigadores da Universidade de Oxford divulgaram esta terça-feira, a Dexametasona. Um fármaco que reduz a probabilidade de morte dos pacientes hospitalizados com o novo coronavírus. O medicamento tem um baixo custo e já existe no mercado há seis décadas, para o tratamento de outras patologias.

Vivo 1: O que constatámos foi notável. Em doentes com covid-19 que requerem ventilação, o medicamento Dexametasona… Dez dias de tratamento, seja através de comprimidos ou injeções, reduzem o risco de morte em cerca de 35%. Em doentes internados com covid que requerem oxigenação, reduz o risco de morte em cerca de 20%. É muito importante porque o medicamento é muito acessível, está disponível em todas as farmácias de todos os hospitais, está disponível em todo o mundo e é muito barato.

Voz off  2: O governo britânico já se congratulou pela descoberta científica. Boris Johnson elogiou o esforço dos investigadores e agradeceu aos doentes que se voluntariaram para esta investigação.

Vivo 2: O esforço global para encontrar uma solução a longo prazo continua, seja através de uma vacina ou de um tratamento. Estou orgulhoso que estes cientistas, apoiados com fundos do governo do Reino Unido, tenham liderado o primeiro ensaio clínico robusto no mundo para encontrar um tratamento para o coronavírus, que está provado que reduz o risco de morte.

Voz off 3: O estudo mostra que o risco de morte nos pacientes que estão ligados a ventiladores baixou para um terço. Em Portugal, a utilização de corticoides tem sido utilizada nos casos mais graves da doença, mesmo contra as indicações iniciais da Organização Mundial de Saúde.

Vivo 3: O que nós não tínhamos certeza absoluta era da sua eficácia. Era razoável que fosse eficaz e aqui vem-se demonstrar que é. Curiosamente no início, a organização mundial da saúde chamou a atenção que não se devia utilizar corticoides, foi um dos erros que a organização mundial da saúde fez, de boa fé naturalmente, mas fez. O grande mérito deste trabalho é que o fizeram de uma maneira sistemática e, portanto, pode-se afirmar como uma evidência científica.

Vivo 4: A organização mundial da saúde já veio admitir que esta nova descoberta é um grande avanço para o tratamento da Covid-19. Mas, a vacina para uma cura 100% eficaz ainda é uma miragem. José Mendonça, Gabi Araújo, Sara Alves, Universidade Lusófona do Porto.

publicado por Sara Alves às 14:25

Texto pivô: Desde 2004 que Portugal é a casa de um dos maiores eventos do Jiu-Jitsu, organizado em parceria entre a Federação Portuguesa de jiu-jitsu Brasileiro e a International Brazilian jiu-jitsu Federation.

 

 

 

Voz off 1: O jiu-jitsu é a arte marcial que mais tem crescido em Portugal, e cada vez mais se pratica.

Testemunho 1: Comecei a treinar porque um amigo meu começou a fazer e, estava-me sempre a chatear para vir treinar, só que eu não queria vir e, até vi o quê que era, e eram homens agarrados a outros homens então não gostava muito. Mas depois, uma vez que ele insistiu tanto que acabei por experimentar e desde aí nunca mais parei de treinar.

Voz off 2: A “arte suave” ganhou nos últimos anos muitos admiradores, e é hoje um dos desportos de combate em maior expansão em todo o mundo.

Testemunho 2: Temos vários atletas com diferentes objetivos. Uns são de perder peso. Atletas que queriam deixar de fumar, hoje em dia já não fumam. Atletas que tinham a auto-estima em baixo, hoje em dia têm muito mais confiança, mais vontade de vencer na vida.

Voz off 3: A arte envolve uma luta corpo a corpo, que pode ser no chão e, termina quando o atleta é finalizado ou acaba o tempo.

Testemunho 3: Gostam de se pôr à prova. Eu acho que a competição é sempre benéfica porque vai ensinar as pessoas a lidar com os seus medos. A lidar com as frustrações porque, na nossa vida, vamos passar por muitas frustrações, muitos medos, e nós temos de ter essa capacidade de saber ultrapassar. Então a competição é isso.

Vivo: Com o crescimento desta arte, Portugal passou a atrair muitos mais estrangeiros amantes da modalidade.

 

Andreia Araújo, Beatriz Palmieri e Esperança Joaquim

publicado por Andreia Araújo às 14:20

Texto pivô: Um ciclone agravou a vida dos indianos. À Pandemia da covid-19, juntaram-se os destroços da cidade.

Voz off 1: O ciclone Amphan chegou à India Oriental e ao Bangladesh.

Três milhões de pessoas fugiram e estão reportadas, para já, 106 mortes.

As Rajadas de vento, as chuvas torrenciais e o aumento repentino das águas devastaram as áreas costeiras de Bengala.

Sabe-se ainda que o Ciclone pode agravar o Impacto que a Covid-19 já tem causado.

Entrevistado 1: “Tenho 60 anos. O que vou fazer agora? Não me resta mais nada. Não tenho outra opção senão morrer.”

Voz off 2: De acordo com o departamento de meteorologia da India, o vento soprou em rajadas superiores aos 190km/h.

Entrevistado 2: “Não há mais vegetais. As árvores e as plantas morreram por causa da água salgada. Da maneira que os peixes estão a morrer, vai ser muito difícil para as famílias porem comida na mesa. A corona vírus já teve impacto nos rendimentos. Nós temos que começar a planear as ajudas do governo em breve.”

Voz off 3: As autoridades garantem que as equipas de resgate estão a fazer o seu melhor.

Têm distribuído, de forma maciça máscaras e desinfetante para as mãos.

Esperam, assim, minimizar o impacto da Pandemia.

Entrevistado 3: “As autoridades estão a disponibilizar edifícios públicos como escolas para abrigar os desalojados. Uma tentativa de preservar o distânciamento social numa altura em que os gestos de proximidade podem salvar vidas.”

Voz off 4: Aos poucos, os estragos vão sendo reparados.

VIVO: O Amphan é o ciclone mais forte a formar-se no Golfo de Bengala desde 1999.

Nesse ano, morreram 10.000 pessoas.

Uma reportagem de Vânia Maio, Inês Silva e Catarina Aires para Universidade Lusófona do Porto. 

 

publicado por Catarina, Inês e Vânia às 12:40

Texto pivô - O Feirense vai recorrer em tribunal contra o cancelamento da II Liga.

Entrevistado 1 (Rodrigo Nunes) – “Uma decisão de 24 de Abril de 1974, porque é evidente que isto é mais um prego que se prega no caixão da credibilidade do futebol português e de quem o dirige.”

Voz off 1 - A Federação Portuguesa de Futebol decidiu cancelar a II liga e os campeonatos não profissionais. Os jogadores preparam-se para um regresso em forma.

Entrevistado 2 (Caio Seco) – “Fazendo os meus treinos sozinho e ao mesmo tempo com um outro amigo guarda-redes para não perder a forma específica que a minha posição exige.”

Voz off 2 - O Feirense decidiu recorrer aos tribunais devido ao cancelamento da II Liga, os fogaceiros encontravam-se na 3 posição.

Entrevistado 3 (Ricardo Benjamim) – “Daí a nossa insatisfação perante a liga, porque uma decisão não pode ser tomada a três, uma decisão não pode ser tomada sem a maioria dos clubes e foi por aí que nos ficámos um pouco indignados com a decisão.”

Voz off 3 - Os jogadores mostram-se receosos e ansiosos com o regresso aos relvados.

Entrevistado 4 (Feliz Vaz) – “Os treinos também foram cancelados e depois é muito difícil manter a forma física, arranjar motivação para treinar, é mesmo muito difícil. Os estímulos que temos em treino é muito difícil recreá-los individualmente.”

Vivo – Os Clubes terão de cumprir regras relativamente à realização de testes e à higienização dos recintos de jogo. Uma reportagem de sara silva para universidade lusófona do Porto.

publicado por Sara Silva às 12:14

 

 

Texto Pivot: A época é de santos populares e a sardinha é o prato típico. A Covid-19 vai afetar o negócio.

 

Voz off 1- A opinião de quem consome a sardinha é de que está boa. Quem a comercializa afirma que é do Sul que vem a de maior qualidade.

 

Entrevistado 1 (Maria Gomes) “Sendo sardinha assim torneirita ainda dá para nós consumir, mais pequenina já não, grelhada não”.

 

Entrevistado 2 (António Oliveira) – “Aconselho as pessoas neste momento a comer a sardinha que vem de Peniche, mais a sul, a sardinha já está a 80% com capacidade para comer”.

 

Voz off 2 – O cancelamento das festas populares vai afetar os negócios. A falta de turismo é um dos motivos para a diminuição da venda da sardinha.

 

Entrevistada 3 (Maria Monteiro) – “Vamos sentir uma quebra bastante grande, mas os portugueses também estão a ser muito amigáveis e estão a procurar o comércio tradicional e sentimos também que querem-nos ajudar, mas a quebra de turismo de agora até Agosto vamos sentir muita falta”.

 

VIVO - Portugal está na terceira fase de desconfinamento. No Porto a legislação em vigor permite ajuntamentos até 20 pessoas. Para alguns esta norma vai ajudar o negócio.

 

Entrevistado 4 (Rosa Alexandre) – “As pessoas vão se juntar nas suas casas e vão conviver na mesma, não vão perder isso”.

 

Entrevistada 5 (Ana Coutinho) – “São João e São Pedro, quem fazia a sardinhada, faz na mesma”.

 

Voz off 3 – O que interessa ao consumidor é o preço. Segundo a peixeira Ana este está aceitável.

 

Entrevistada 5 (Ana Coutinho) – “O preço está acessível, mas não está assim fora de preço também. Já no ano passado, há 2/3 anos para cá, mantém-se o mesmo preço da sardinha. Assim entre 7€ o kg 8€”.

 

Voz off 4 – Sem turistas, a esperança é que este ano sejam os portugueses a ajudar o negócio.

 

Realizado por Bárbara Oliveira | Débora de Sousa | Viviana Fangueiro

 

publicado por Débora de Sousa às 12:07

Texto pivô: Os estúdios das tatuagens já reabriram. O setor profissional sentiu-se afetado e esquecido durante a fase de desconfinamento.

Voz off 1: O novo coronavírus fechou-lhes a porta. Os estúdios de tatuagens e de piercings estavam à espera de ser incluídos na primeira fase do desconfinamento.

Graça Freitas: Tem de ser por fases, e chegará a vez: quer dos spas, quer dos ginásios, quer dos estabelecimentos de tatuagens. E em função da sua necessidade social.

Voz off 2: Os tatuadores sentiram-se esquecidos e discriminados. Com a reabertura garantem ter as condições necessárias para tatuar.

Entrevistado 1: Nós sempre trabalhamos com todos os métodos de segurança que são neste momento obrigatórios. Nesse sentido eu acho que fomos não um bocado só esquecidos, mas ainda existe muita falta de informação.

Vivo: Se a quarentena foi difícil para assegurarem as contas, a reabertura implicará uma maior gestão.

Entrevistado 2: As contas já estão para lá de bagunçadas.

Entrevistado 3: A parte mais preocupante é mesmo o impacto económico. Tatuar não é uma necessidade primária. Se as pessoas começam a ver que começa a faltar dinheiro, não vão tatuar.

Voz off 3:  A pandemia está a ser um grande desafio para este setor profissional. Os tatuadores querem continuar a garantir a qualidade e higiene dos espaços.

publicado por Andreia Oliveira; Gisela Silva; Marta Oliveira às 01:10

Texto pivô: Chegou à cidade do Porto a maior exposição de peças de LEGO da Europa. A 3ª edição ocorrerá entre 6 de junho a 23 de agosto na Alfândega e contará com diversas temáticas.

Voz-off 1: Na Alfândega do Porto é recriado um mundo de peças LEGO, distribuídas por uma área de 2000m2. Para os mais curiosos, é possível não só observar como interagir com as peças.

Lukasz Siwiec: Tem duas partes: uma parte da exposição onde temos uns 100 modelos de figuras feitas com legos e, a segunda parte, que é a zona que nós chamamos “fun park” onde as crianças podem brincar, construindo coisas de lego.

Voz-off 2: A exposição já é distinguida em nove países pela dimensão, criatividade e imaginação.

Lukasz Siwiec: Temos aqui no total sete milhões de peças de lego. Tem vários temas. Tem estrelas de desporto, tem vários filmes de super-heróis, tem Star Wars, tem uma zona de corpo humano, tem vários modelos de barcos, de aviões.

Vivo: Desde a abertura da exposição, foram recebidas 2000 pessoas, um número inferior a edições anteriores. Em causa está a situação atual de pandemia.

Cristiane Esquiavo: Muito interessante, muita diversidade. O meu esposo chamou-me para as meninas verem, porque a mais velha principalmente, gosta de montar lego.

Armando Martins: Muito bem organizada, muito bonita.

Voz-off 4: A recriação do Titanic com meio milhão de peças é a principal atração desta exposição. Os visitantes poderão observar desde o casco do navio, até aos pequenos detalhes.

Lukasz Siwiec: O Titanic tem 11 metros de comprimento e 3 de altura. É bom ter uma coisa tão grande na exposição porque é o que atrai a atenção dos meios e das pessoas.

Voz-off 5: É uma perdição para os miúdos, mas também para os graúdos. Afinal, as peças LEGO cruzam gerações. Ainda este ano, a exposição terá lugar em Lisboa, Coimbra e Faro.

Por Daniela Couto, Marta Andrade, Raúl Gaspar

publicado por Daniela Couto, Marta Andrade, Raúl Gaspar às 00:48

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