Blog dedicado à unidade curricular de Jornalismo Televisivo da Universidade Lusófona do Porto

Terça-feira, 05 de Maio de 2020

Texto pivô:

No fim de semana do dia dois e três de maio, muita gente escolheu passear pelas praias de Vila Nova de Gaia e Matosinhos. Portugal passa de Estado de Emergência para Estado de Calamidade. 

Voz off 1: Portugueses, acabei de decretar o Estado de Emergência. Uma decisão excecional, num tempo excecional. A pandemia do Covid-19 não é uma qualquer epidemia como aquelas que já conhecemos na nossa democracia.

Voz off 2: A 18 de março foi decretado estado de emergência em Portugal. O que obrigou o país a ficar em casa. O aviso foi respeitado por grande parte da população.

Nunca se viu a Invicta tão silenciosa e quieta. O distrito do Porto ficou em casa durante o período de confinamento.

Ao fim de um mês e meio, o governo levanta o Estado de Emergência a 2 de maio. Um fim de semana de sol e de alta temperatura, levou a que muitos portuenses saíssem à rua.  

No dia 3 de maio, segundo imagens registadas pela RTP, as praias de Vila Nova de Gaia e Matosinhos foram os locais escolhidos para o passeio de domingo.

Entrevistado: Logo à tarde de certeza que vai estar gente a mais, por aqui. (Acha que à tarde vai aumentar?) Vai aumentar. As pessoas não estão muito juntas. De qualquer maneira, mais vale proteger. Prevenir do que remediar, como diz o ditado.

Voz off 3: O perigo de contágio ainda não terminou. E a prevenção deve continuar a ser assegurada por cada cidadão.

A situação de calamidade reconhece a necessidade de se adotar medidas que previnam e reponham a normalidade das condições de vida. 

Apesar de alguns estabelecimentos retomarem a atividade, é pedido aos portugueses que respeitem as medidas de desconfinamento aprovados, pelo governo.

Trabalho realizado por: Andreia Oliveira, Gisela Silva e Marta Oliveira

publicado por Andreia Oliveira; Gisela Silva; Marta Oliveira às 23:16

TEXTO PIVOT

Medidas de confinamento devido à pandemia do Covid-19levam cidades ao silêncio.

 

VOZ OFF 1- Um pouco por todo o mundo, o cenário é semelhante. Antes, havia jardins cheios de turistas. Monumentos com filas de perder a vista. Lojas de portas abertas. Estradas cheias de carros e trânsito.

Portugal conta com mais de 20 mil infetados e para responder ao apelo do Governo a população portuguesa tem ficado em casa para juntos conterem a propagação do novo coronavírus.

 

VOZ OFF 2 - Na Póvoa de Varzim, uma das cidades mais movimentadas do distrito do Porto, os cidadãos têm sentido o impacto causado pelo Covid-19.

 

Entrevistado 1 - "Eu tenho uma filha de 7 anos e estou em casa com ela neste momento desde que as escolas acabaram, já estamos em casa há cerca de 51 dias e é muito complicado. É muito complicado entreter uma criança de 7 anos, 24 sobre 24 horas. Nós moramos na Póvoa e a Póvoa é uma zona muito frequentada o ano inteiro e nota-se muita diferença, as ruas estão vazias, de uma maneira geral as pessoas estão a cumprir a quarentena." 

 

VOZ OFF 3 - São cidades diferentes, desertas. Mas para que muitos fiquem em casa, outros têm de trabalhar.

 

Entrevistado 2 - "Desde que entramos em pandemia, várias empresas, trabalhadores pararam, mas eu nunca parei de trabalhar, muito pelo contrário cada vez mais trabalho, mais horas de trabalho, 12/14 horas. Nos transportes, eles vão basicamente vazios, as ruas desertas e de dia para dia cada vez mais cansaço."

 

VOZ OFF 4 - Nas estradas as forças policiais garantem o cumprimento das normas de contenção. Nos autocarros, os motoristas fazem os percursos habituais. Para não falar daqueles que limpam as ruas, recolhem o lixo ou garantem os alimentos nas prateleiras dos supermercados.

 

VOZ OFF 5 - Não se sabe quando se voltará à normalidade, mas a certeza é que já faltou mais.

 

Realizado por Bárbara Oliveira, Débora de Sousa e Viviana Fangueiro.

publicado por Débora de Sousa às 21:44

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