Blog dedicado à unidade curricular de Jornalismo Televisivo da Universidade Lusófona do Porto

Quarta-feira, 27 de Maio de 2020

Texto Pivot: O Algarve, foi a região do país que mais sofreu com a pandemia.Na região, os níveis de desemprego dobraram, que foi um aumento bem maior, quando comparado com o resto do país.

Voz off 1: Os dados foram divulgados no Instituto Nacional de Estatística, em Março, o Algarve e o Alentejo foram as regiões com mais desempregados por mil habitantes.

Entrevistado 1:Foi onde o desemprego mais cresceu, o desemprego disparou. Os dados de Março, comparando com o mesmo periodo do ano passado, indicam que houve mais de seis mil trabalhadores que ficaram sem emprego.

Voz off 2:Há quem não perdeu o emprego,mas, não está a receber salário. Os trabalhadores,falam como é viver nesta situação.

Entrevistado 2:Há espera do dinheiro e não vinha, depois lá no fim de Abril veio o de Março, houve alguns colegas que ainda não receberam. Uma ajuda de aqui e de lá, a gente vai sobrevivendo mas que é dificil é.

Voz off 2: A média nacional de novos desempregados, entre os 15 e 64 anos, por mil habitantes, situou-se nos 8,2 por cento, mas, no Algarve, a média foi quase o dobro.

Trabalho Realizado por: Valdmiro Quitamba, Pedro Faria, Rodrigo do Carmo

 

publicado por Pedro Faria às 16:31

Texto pivô: Já há fumo branco para a abertura dos ginásios. A Direção-Geral da Saúde em coordenação com a Associação de Ginásios e Academias de Portugal, estudam novas regras para o regresso a este setor de atividade.

Voz off 1: Entretanto, as academias já reabriram na Madeira e nos Açores. Regiões que não foram tão fustigadas pela covid-19 como Portugal Continental.

Vivo: O objetivo é ter um terço da lotação, ou seja, se temos 30 máquinas só podemos ter 10 pessoas a trabalhar. Podemos ter uma pessoa a cada cinco metros quadrados.

Vivo: Durante o treino os alunos não fazem com máscara. Os treinadores que dão o treino, no caso dos personal trainers ou em algum tipo de aulas são dadas com máscara. Nas aulas onde o treino é difícil de executar também tem a opção de fazer sem máscara, porque é muito desconfortável e complicado.

Voz off 2: A proximidade e o número elevado das turmas é agora uma visão distante. Mas se há coisa que a pandemia mostrou ser possível, são as novas formas de se dar aulas.

Vivo: Equipa, só uma questão, antes de começarmos a nossa aula, vou-me apresentar. Equipa mais quatro, três, dois e um.

Voz off 3: Apesar das novas orientações das autoridades ainda não serem públicas, as medidas estão a ser discutidas para uma maior segurança dos utilizadores.

Vivo: Estamos apenas a fazer o trabalho técnico com as associações do setor e com outros parceiros, nomeadamente a nível dos ministérios para que essas regras estejam prontas quando for decidido a retoma da atividade. Não há mais nada a acrescentar em relação a esta questão dos ginásios.

Vivo: Por agora, resta-lhes esperar por novas indicações. Com menos pessoas, com mais regras de higienização, é certo que a realidade dos ginásios não será mais a mesma. Universidade Lusófona do Porto, José Mendonça, Gabi Araújo, Sara Alves.

 

publicado por Sara Alves às 14:22

Texto pivô: A feira de Espinho, uma das maiores da região norte, esteve esta segunda-feira aberta ao público pela primeira vez desde o desconfinamento.

 

Vivo1: "Não era as saudades de vender, era as saudades de ganhar algum tostão".

 

Voz off1: Depois de dois meses fechada, a maior feira ao ar livre da península Ibérica voltou a abrir, mas desta vez, com restrições.

 

Vivo2: "Dentro da feira só podem estar 250 pessoas. Foram implementadas o control de entradas e saídas e foram respeitadas as intruções da direção geral de saúde, nomeadamente o uso de máscara, gel. Cada feirante tem de ter o gel e luvas para fornecer aos clientes".

 

Voz off2: Os lamentos multiplicam-se entre comerciantes e produtores na feira de espinho.

 

Vivo 3: "Só acho mal ter aberto só a fruta e legumes e não ter aberto mais alguma coisinha para chamar mais clientes à feira. Mais alguma coisinha".

 

Vivo 4: "Não foi fácil, foi muito díficil, sim. Uma pessoa está habituada a vir vender aos clientes. Foi muito díficil". 

 

Voz off3: Mas outros vendedores, já estão mais otimistas.

 

Vivo 4: "O negócio está bonzinho, para mim está porque trago muita coisa minha".

 

Vivo Bárbara Couto- A limitação de clientes no campo da feira, aqui em Espinho, não impediu que muitos aproveitassem a reabertura desta que é uma das feiras mais procuradas pelos nortenhos.

 

Vivo 5: "Resolvi vir à feira hoje para ver como isto estava. Não vendem roupas, mas vendem pão e peixe. Adorei vir aqui".

 

Voz off4: Apesar das limitações são vários os motivos que trazem os clientes até espinho.

 

Vivo 6: "Compro sempre aqui o tomate coração, produto nacional. São os nossos produtos".

 

Voz off 5: É um lento reerguer para estes comerciantes, por agora, espera-se o regresso à normalidade, e que a dificuldade da feira em reabrir na totalidade, seja rapidamente ultrapassada.

 

Realizado por Bárbara Couto, David Soares e Fábio Costa.

publicado por Barbara Couto, David Soares e Fábio Costa às 13:50

 

TEXTO PIVOT: Os espaços públicos são agora procurados após o confinamento. Em Vila Nova de Gaia, a polícia tem feito o controlo diário.

 

Voz Off 1: O início do desconfinamento permitiu que os portugueses, lentamente, voltassem à rotina.

 

Entrevistada 1: "Com esta coisa da Covid, uma pessoa esteve em casa. Dois meses fechada em casa sem nada, sem expectativa nenhuma. Depois, graças a Deus, começou-se a poder sair à rua e eu toca a vir logo para a rua".

 

Voz Off 2: As temperaturas altas que se fazem sentir tem levado as pessoas a sair de casa. Segundo a vendedora ambulante, a praia do Senhor da Pedra tem sido muito frequentada.

 

Entrevistada 1: "Mais as famílias juntas. Vê-se nas esplanadas, nas mesas. Eu acho que, de um modo geral, estão a respeitar. Eu acho que sim. Acho que é para o bem de todos que isto melhore".

 

Voz Off 3: O dia-a-dia da polícia municipal é marcado pela vigilância diária. A Covid 19 ainda é uma realidade, mas isso não tem impedido as saídas ao ar livre.

 

Entrevistada 2: "Aqui em espaços públicos, o que eu tento fazer é seguir as diretrizes da DGS. Tentar estar com o mesmo grupo de pessoas e, realmente, perceber que não estar com tanta gente como estávamos antes de acontecer a Covid 19. Sinto-me protegida ao ponto que seguirmos isto. Se conseguirmos seguir as diretrizes, acho que vamos lá".

 

Vivo: Ainda que seja final do dia, é visível que os espaços públicos continuam a atrair muitas pessoas. Bárbara Oliveira, Débora de Sousa e Viviana Fangueiro para a Universidade Lusófona do Porto.

 

Trabalho realizado por Bárbara Oliveira | Débora de Sousa | Viviana Fangueiro

publicado por Débora de Sousa às 13:00

Texto Pivot: Los estudiantes Erasmus necesitan recuperar sus pertenencias. Este deseo se ve afectado por el cierra de las fronteras.

Voz en off 1: Las fronteras de todos los países están cerradas. Eso ha dejado en una situación muy complicada a miles de estudiantes ERASMUS. La mayoría volvió lo más rápido posible y sin pensarlo cuando se desató la alarma, dejando todas sus cosas allí.

Andrea sigue por videollamada su mudanza. Volvió a España de manera precipitada y no ha podido regresar a Ferrara para recuperar sus cosas.

Entrevistado 1 (Andrea Domínguez): Directamente nos fuimos a España, sin volver a pasar por Italia porque teníamos miedo de que cerraran las fronteras o cancelaran trenes o vuelos. Y tenemos todas nuestras pertenencias allí en Italia. Tengo mi ordenador, los apuntes, toda la ropa. Tengo prácticamente todo.

Voz en off 2: Se quejan de las pocas ayudas que están recibiendo, ya que siguen cubriendo todos los gastos

Entrevistado 2 (Begoña Orcaray): Yo tuve que pagar el alquiler entero de todo el año de mi residencia. Aún me quedaban cuatro meses de alquiler y nadie me ha devuelto el dinero. La universidad tampoco ha puesto ayudas para devolverme lo que ya he pagado.

Voz en off 3: Los pocos estudiantes que se quedaron están siendo los mudanceros oficiales.

Raquel, no se marchó de Lisboa y lleva 9 mudanzas a cuestas de compañeras como Mercedes, que también volvió con un equipaje muy ligero

Entrevistado 3 (Mercedes Morales): Estamos intentando ponernos en contacto con gente que todavía sigue allí para poder recuperar nuestras pertenencias

Voz en off 4: Saben que lo suyo no es prioritario, pero hay miles de estudiantes que se sienten desamparados y seguirán esperando respuestas

Reportagem de: Eduardo Santiago Vinuesa, Gabriela Marques da Silva, María Peciña León

publicado por Gabriela Silva |Eduardo Vinuesa |María León às 12:59

TEXTO PIVÔ: O fabrico de máscaras tornou-se o negócio mais rentável dos últimos tempos. Mas há dúvidas que todos os tipos de máscaras sejam eficazes.

VOZ OFF 1: O uso de máscaras passou a ser obrigatório em transportes e espaços públicos fechados. O não cumprimento desta norma, pode resultar numa multa.

ENTREVISTADA 1: Eu pessoalmente a trabalhar com máscara não me sinto muito bem. Com as máscaras cirúrgicas consigo aguentar mais tempo, agora com aquelas de pano que se estão a fazer agora tenho mais dificuldade.

VOZ OFF 2: Inicialmente, a sua utilização criou dúvidas, nem os especialistas sabiam bem qual a sua eficácia.

Vídeo da OMS: (em inglês) Para usá-la corretamente, encontre o arame no topo da máscara, coloque-o sobre o nariz, prenda os elásticos atrás das orelhas ou amarre as tiras atrás da cabeça. Assegure-se que cobre o nariz, a boca e o queixo.

VOZ OFF 3: Nem todas as máscaras são aconselhadas. Algumas reutilizáveis e personalizadas, vendidas na internet podem não cumprir as normas da Organização Mundial de Saúde.

ENTREVISTADO 2: As máscaras cirúrgicas e sociais, são as mais vulgares e que estamos todos habituados a ver. Portanto, ao colocarmos este tipo de máscaras estamos a evitar que as pessoas e as superfícies à nossa volta sejam atingidas por estas gotículas. As máscaras cirúrgicas não são reutilizáveis, as máscaras sociais já o são. Esta, mais conhecida como bico de pato e esta que tem dois tipos de… um duplo efeito de proteção. Primeiro pela sua forma, permitem uma melhor adaptação e selagem ao rosto, como puderam ver na imagem e a estrutura pela qual são constituídas permite uma filtração do ar superior a 98%. Estas máscaras também são de uso único.

VOZ OFF 4: O aumento da procura e a escassez de recursos levou algumas marcas e empresas a readaptarem as suas fábricas para produção de máscaras.

publicado por Cláudia Carvalho, Soraya Évora, Diogo Rodrigues às 12:39

Texto pivô: Após a primeira fase de desconfinamento, o exercício físico ao ar livre aumentou.

Voz off 1: A prática de exercício físico desde o início da Pandemia tem aumentado. Segundo um estudo feito por cinco universidades para o Instituto Português do Desporto e Juventude, 45% das pessoas que não praticavam desporto, passaram agora a fazê-lo. Após o desconfinamento, este número tem vindo a aumentar.

Entrevistado 1: "Desde o fim do confinamento que me sinto mais segura a andar na rua. Eu era um bocadinho sedentária então tenho aproveitado agora, depois do trabalho, para dar assim uma horinha de caminhada."

 Voz off 2: As caminhadas e o desporto ao ar livre, permitidos nesta fase, têm sido os preferidos dos portugueses. Durante o confinamento, a indústria fitness motivou ainda com treinos online através do Instagram ou do Facebook. Agora, realizam-nos, ao ar livre com todas as precauções.

Entrevistado 2: "Após a primeira fase de desconfinamento, eu iniciei os treinos outdoor e é incrível aperceber-me do número, do aumento de pessoas a praticar exercício físico. Estou bastante feliz, por de uma forma geral ver que as pessoas tomaram um rumo novo e veem a prática de exercício físico, com outros olhos."

Voz off 3: A vida retoma, aos poucos, uma aparente liberdade.

Vivo: As marginais estão cada vez mais cheias de desportistas e de famílias. O desconfinamento aliado ao aumento das temperaturas, são as principais razões para tal acontecer. Uma reportagem de Vânia Maio, Inês Silva e Catarina Aires para Universidade Lusófona do Porto. 

 

Reportagem realizada por Catarina Aires, Inês Silva e Vânia Maio

 

publicado por Catarina, Inês e Vânia às 11:38

Texto pivô: Os casamentos estão adiados até setembro. Esta situação já prejudicou inúmeros negócios deste setor.

Voz-off 1: Aquele que seria um ano repleto de celebrações matrimoniais vê-se agora parado.  A queda do negócio do vestuário cerimonial começa a refletir-se após dois meses com as portas fechadas.

Entrevistada 1: Houve uma queda muito grande.  Eu acho que as noivas vão comprar marcas mais baratas ou vão comprar o que temos em stock na loja para ter desconto.

Voz-off 2: O mês de maio marcava o início da época alta dos casamentos. Agora na loja ficam empatados dezenas de vestidos de noiva e vestuário de cerimónia.

Entrevistada 1: A nova coleção pela norma recebemos sempre pelo meio de julho, que é para apanhar os emigrantes que vêm em Agosto. Este ano, em principio ainda não cancelamos, é para entregar à mesma.

Vivo do jornalista: Nesta quinta de organização de eventos, os prejuízos são claros. 2020 seria o melhor ano desde a sua abertura.  Em apenas dois meses, ficam 106 casamentos na incerteza.

Entrevistada 2: Está toda a gente a adiar os casamentos, a nivel financeiro as pessoas também podem não ter disponibilidade financeira para pagar a festa, o número de convidados vai reduzir significativamente.

Voz-off 3: A Quinta dos Amores encontra-se encerrada desde 15 de março. Os prejuízos são de tal ordem que a proprietária teve de recorrer aos lay-offs.

Entrevistada 2: Nós não tentamos contornar as dificuldades, porque o nosso trabalho é isto, é fazer casamentos. Acreditamos que ainda este ano será possível realizar algum casamento, com um número de convidados reduzidos. Estamos com todas as normas a serem aplicadas no nosso espaço.

Voz-off 4: Já se começou a preparar a reabertura do espaço, mas quem vive de eventos precisa de respostas. Neste momento, predominam a dúvida e a insegurança quanto ao futuro próximo.

 

publicado por Daniela Couto, Marta Andrade, Raúl Gaspar às 10:00

Texto pivô: A desconfiança e o preconceito da sociedade ainda dificultam a reintegração social de presos já libertos.

Voz off 1: A reincidência é o caminho mais certo para quem sai da prisão. Muitos desses ex-presidiários voltam ao crime por não conseguirem emprego.

Testemunho 1: Sou formado e não consigo arrumar emprego nem de ajudante das empresas.

Voz off 2: Apesar do ambiente violento das cadeias, muitos dos presos ainda estudam. E preparam-se para uma vida profissional quando saírem da prisão. Existem, atualmente, Organizações Não Governamentais voltadas à ajudar a reinserção social. Mas muitas vezes o preconceito é uma grande barreira.

Testemunho 2: Espero ter uma chance com a sociedade, porque nós somos muito discriminados pelo que nós fizemos no passado. Eu fiz curso de pedreiro, de eletricista. Peguei diploma, tudo.

Voz off 3: Mesmo tendo cumprido as penas estabelecidas, ficam marcados pelo es­­tigma de serem ex-presidiários. São pessoas que deixam as prisões. E tentam refazer a vida.

Testemunho 3: Roubei né? Um carro e um posto, e fui preso. Aí, graças a Deus, hoje em dia parei com tudo (impercetível).

Repórter: Como é que foi, arrumar emprego quando você saiu?

Testemunho 3 - continuação: Até hoje ainda não consigo. Consegui agora, de motoboy né, porque é uma profissão que eles não pedem antecedentes.

Voz off 4: O preconceito, a dificuldade de arranjar trabalho, a necessidade de se readaptar. E o medo de cair de novo em erro.

 

Por Andreia Araújo, Beatriz Palmieri e Esperança Joaquim.

publicado por Andreia Araújo às 02:30

Texto pivô: A Covid-19 também afetou a atividade piscatória. Os pescadores da Afurada vivem com a incerteza do futuro e a vontade de regressar ao mar.

Voz Off 1: Nos últimos meses, a freguesia de São Pedro da Afurada tem estado mais calma. Sente-se pouco o cheiro a peixe fresco e conversas só entre vizinhos. Os pescadores e os restaurantes fazem contas ao futuro.

Vivo jornalista: Se a atividade piscatória já estava com dificuldades, com o aparecimento da Covid-19 prejudicou o regresso dos pescadores ao mar. Na Afurada, as pequenas empresas são as mais desfavorecidas, colocando várias famílias com instabilidade financeira.

Entrevistado 1: O único apoio que deram foi o que já estava por imposto, por paragem obrigatória de período de quatro meses que o Governo impôs. Pagou-nos um mês de subsídio, por trabalhador, de 900€ para quatro meses. Depois não deu mais nada.

Voz Off 2: Estes pescadores estão ansiosos de voltar mar. Mas enquanto isso não acontece, agarram-se à devoção de Nossa Senhora de Fátima e ao São Pedro, para que a vida volte ao normal, e as ruas se encham de turistas.

A Casa do Pescador reabriu, mas com menos trabalho e turistas.

Entrevistado 2: Agora tivemos de abrir, abrimos e estamos a trabalhar entre 20 e 50%, mais ou menos. Mas espero que isto daqui a uma semana ou duas semanas esteja tudo a 100%.

Voz Off 3: Por enquanto as mesas ocupam-se por conhecidos. E a data prevista para os pescadores regressarem ao mar, é no dia 1 de junho. Até lá, preparam-se as redes.

publicado por Andreia Oliveira; Gisela Silva; Marta Oliveira às 01:27

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