Blog dedicado à unidade curricular de Jornalismo Televisivo da Universidade Lusófona do Porto

Quarta-feira, 04 de Março de 2020

Voz off: Situado no shopping Via Catarina, o “Hey Mate!” é a mais recente explosão de sabores do Porto. Os gelados de rolinho são feitos à frente do cliente, no meio de brincadeiras e muitos sorrisos.

Voz entrevistado: Esta loja, nós abrimos aqui há cerca de 2 meses. O Porto sempre foi um dos destinos que nós mais quisemos abrir uma loja. Desde há 3 anos atrás, quando abrimos a primeira loja, que sempre tivemos muitos clientes constantemente a dizer-nos, principalmente do Porto, “deviam abrir uma loja no Porto, venham para o Porto” (risos). E, finalmente, conseguimos esta etapa!

Voz-off- Ricardo Paulos é o responsável pela loja do Porto e explica como surgiu a criação do “Hey Mate!” e o porquê de ter aberto a mais recente e única loja na Invicta.

Voz entrevistado: Passamos pela Ásia, pelo sudeste asiático, em que tivemos a sorte de calhar de estar a dormir na casa de uns locais em que eles tinham um negócio de ice rolls, que é como eles chamam lá na Tailândia. Pronto, e entretanto já estamos há 3 anos, estamos neste momento com 4 lojas abertas o ano todo. A maior parte é tudo lojas em Lisboa. Temos no Chiado, Alvalade, Cascais Shopping e na Casa da Guia, que é onde nós iniciamos e estamos abertos apenas no verão e agora abrimos aqui no Porto. Temos combinações como Oreo Nutella, Kinder Bueno com Nutella ou suspiros com morango e usamos sempre frutas mais frescas, tudo natural.

Voz- Off – São mais as mulheres a visitar a “Hey Mate!” do que homens, segundo a rede social Instagram da loja. A faixa etária das pessoas que procuram os gelados de rolinho rodam os 18 aos 26 anos. A “Hey Mate!” também faz workshops e giveaways, de maneira a transmitir aos clientes a aventura e dedicação que depositam em cada gelado que é feito.

 

publicado por Renata Andrade às 18:20

Texto Pivô: O Metro do Porto tem sido alvo de críticas por parte dos utilizadores devido à falta de metros e à sobrelotação

Voz Off 1: O Metro do Porto é uma das maiores redes de metropolitano ligeiro da Europa. Transporta mais de 250 mil pessoas por dia e atualmente os utilizadores diários deste meio de transporte apresentam críticas e reclamações constantes.

Vivo : Devia haver mais organização, pelo menos no que toca às saidas do metro e às entradas, sendo que não nos deixam entrar. Nao dao muita margem quando ha muita gente a sair.

(Repórter - Exatamente. E acha que os serviços melhoraram relativamente, este ano como foi prometido?)

Não. Pelo contrário.

Voz Off 2: Situações como a vinda de uma única carruagem em horas de ponta, a falta de lugares para as pessoas e os atrasos constantes são as queixas maioritárias. 

Entrevistada 2: Eu penso que o metro tem boas condições, contudo deveria haver mais metros ou o próprio comprimento dos metros deveria ser aumentado.

(Repórter - A senhora costuma andar em horas de ponta no metro ?)

Sim, por vezes e é complicado. É aquela hora caótica.

(Repórter - E acha que por exemplo desde o ínicio deste ano foram feitas algumas mudanças ou melhorias como o Metro do Porto prometeu ?)

Eu não tenho notado diferenças, contudo, talvez tenham sido feitas.

Voz Off 3: 

O Metro do Porto comunicou que todos estes problemas seriam resolvidos até ao fim de janeiro, mas ainda no fim do mês de fevereiro, tudo se mantém igual, existindo até casos onde os passageiros são obrigados esperar pelo metro seguinte devido à sobrelotação. Os utilizadores diários deste transporte, mostram ainda mais preocupação com o anúncio do novo passe família que entrará em vigor a 1 de Maio.

 

Repórter: Inês Silva 

Imagem e Edição: Vânia Maio, Catarina Aires e Inês Silva

Voz Off: Vânia Maio

publicado por Catarina, Inês e Vânia às 17:45

Texto-pivô: O bairro do Bonfim, no Porto, é considerado o quarto melhor da Europa pelo The Guardian. Os principais motivos desta eleição devem-se à criatividade das galerias de artes, lojas independentes e aos novos conceitos gastronómicos.

 

Voz off 1: É o único bairro português a fazer parte desta lista. Para o jornal britânico The Guardian, o bairro do Bonfim é eleito um dos dez melhores da Europa. O artigo teve em conta os preços baixos do imobiliário na zona que se diferenciam com os do centro da cidade. O espírito dedicado dos jovens que faz surgir novos negócios pelas lojas independentes da Rua de Santo Ildefonso, como as lojas vintage, as galerias e até mesmo a Queijaria Amaral, que aberta há 92 anos, tem vindo a receber cada vez mais pessoas de todo o mundo.

Entrevistado 1: Agora com a afluência turista mudamos um bocado a filosofia da loja e pusemos mais queijos importados, da Europa, todos. Pusemos, aqui, uma mesa para degustação de queijo e provas de vinhos. Viramos a loja nas duas vertentes: a vertente do cliente tradicional e o turista.

Voz off 2: O The Guardian destaca também um novo conceito gastronómico, a icónica sandes de pernil da Casa Guedes, agora com uma segunda casa a dois passos da tasca original que já conta com mais de 30 anos de existência.

Entrevistado 2: Come-se bem, come-se bem. Come-se umas boas sandes, ali, está sempre tudo cheio. Está sempre cheio a comer, a gente ali a comer.

Voz off 3: O melhor do Bonfim encontra-se neste bairro, por isso, não faltam motivos para sair à rua. Além da criatividade dos jovens, o jornal destaca ainda os restaurantes e mercearias que encorajam os estrangeiros a visitar e a degustar de uma ótima qualidade deste bairro. A ligação de comboio e de metro de Campanhã completam a lista de mais valias, o que faz com que qualquer um o possa visitar.

 

João Pimenta, Miguel Oliveira, Raquel Moura e Sara Mesquita

publicado por João Pimenta às 17:20

 

Texto pivô:

O Nó de Fráfdegas renasceu a 11 de fevereiro, após requalificação.

Voz off 1:

O Nó de Frádegas, em Santo Tirso, renasceu a 11 de fevereiro após requalificação, permitindo assim, a reformulação de uma das principais entradas da cidade e proporcionando mais qualidade e segurança a esta zona.

A obra contemplou a implantação de uma rotunda de nível com duas vias de entrada e saída de Santo Tirso.

A intervenção numa das principais entradas da cidade teve uma comparticipação de 600 mil euros da IP (Infraestruturas de Portugal), mas no total foram investidos 1 milhão e 700 mil euros.

De acordo com dados, cerca de 22 mil viaturas, entre veículos pesados e ligeiros, atravessam o Nó de Frádegas diariamente.

De modo a saber a opinião acerca da intervenção realizada, entrevistamos uma habitante.

Madalena Barroca, natural de Rebordões, expõe agrado perante as obras que foram feitas, afirmando (...)

Entrevistada:

"Foram umas obras muito bem feitas, foi beneficiar bastante a cidade de Santo Tirso, que ficaram cinco estrelas, para aquilo ficar em condições, se não, não ficava. Não tenho carta não sei, mas ficou muito melhor."

Voz off 2:

A obra inaugurada por Alberto Costa, o Presidente da Câmara Municipal de Santo Tirso, ficará para sempre na história do município.

 

 

publicado por Bárbara Dias, Luana Teixeira, Sofia Coelho às 17:13

Texto pivô: Segundo dados do Serviço Nacional de Saúde (SNS), entre 2011 e 2017 o número de portugueses com depressão aumentou cerca de 3%. A depressão é um dos principais problemas de saúde no mundo desenvolvido.

Voz-off 1: De acordo com o estudo “Retratos da Saúde”, elaborado pelo SNS, Portugal é o país da Europa com maior prevalência de doenças mentais.

Entrevistado 1: Então, a depressão é considerada uma das perturbações mais comuns na população em geral. A nível nacional e internacional é considerada pela Organização Mundial de saúde um problema de saúde pública e tem efetivamente mais incidência no sexo feminino.

Voz off 2: Apesar do elevado número de casos, a depressão ainda é um tabo na sociedade portuguesa. O preconceito em torno desta doença, dificulta a procura de ajuda.

Entrevistado 2:  Algumas amizades não acreditaram muito naquilo e acharam que era frescura. O meu namorado, na altura, achou que não era um quadro depressivo e que todo o meu auto cuidado e todas as coisas que eu precisava fazer para me tratar eram egoísmo, era só eu querendo me afastar de tudo e de todos.

Entrevistado 3: 2017, o meu problema de doença, de artrite reumatoide, na altura perdi o emprego e o problema de saúde: pus uma prótese no joelho, tirei a vesícula, tudo isso contribuiu para que eu entrasse nesse estado depressivo.

Entrevistado 1: Muitas vezes, nós utilizamos dois tipos de intervenção, que é a psico-farmacológica e a intervenção ao nível do acompanhamento psicológico. Antes de fazermos o plano de intervenção é crucial a fase inicial que é a avaliação psicológica.

Voz-off 4: A Organização Mundial de Saúde estima que em 2020 a depressão será a doença mais incapacitante do mundo.

publicado por Cláudia Carvalho, Soraya Évora, Diogo Rodrigues às 17:10

Texto Pivô- A Universidade Lusófona do Porto encontra-se em obras, o que tem gerado algum transtorno na comunidade académica.

Voz off1- O ano letivo na Universidade Lusófona do Porto começou atribulado.

Em fase de requalificação, a Universidade encontra-se em obras de modo a proporcionar melhores condições para a comunidade académica.

Implicando limitações aos estudantes, estas estão a ser ultrapassadas com pavilhões provisórios e com a utilização de algumas salas no ISLA Gaia, integrante do Grupo Lusófona.

Muitos estudantes queixam-se da deslocação até as instalações do ISLA.

Maria Almeida de 23 anos, frequenta o curso de Marketing na Lusófona, ocupa o cargo de secretaria da Associação de Estudantes e tem uma opinião contrária.

Maria Almeida- Eu percebo o transtorno de alguns alunos que não têm passe de metro, mas literalmente, o ISLA é só atravessar a ponte, ou seja, é logo ali. Para mim não houve transtorno nenhum, eu fui a pé muitas vezes, também cheguei a ir de metro mas não é assim tão longe nem um transtorno tão grande quanto os alunos pintavam.

Voz off2- A aluna acrescenta que as obras irão trazer benefícios para os estudantes.

MA- As obras são um bocado chatas porque ficamos sem uma parte exterior, o aquário e, os alunos têm sempre aquela revolta, onde irão fumar…era o nosso espaço de ar livre, mas o que temos de pensar é que no fundo é por uma lusófona melhor.

Voz off3- A direção da Universidade prevê que as obras estejam concluídas até ao final do ano letivo.

Allan Almeida, João Vieira e João Pinto

publicado por joaovieiraallan às 16:41

 

 

Texto Pivô: Até o início de 2018 os donos de cães e gatos estavam acostumados a terem de manter o lugar cativo nas esplanadas ou deixarem os animais a espera do lado de fora dos restaurantes.

Voz-off: Com a aprovação da lei que permite a entrada de animais de estimação em ambientes comerciais e de restauração, ver os animais ao pé das mesas durante a refeição ou até mesmo dentro de centro comerciais como é o caso do Mar Shopping, ficou cada vez mais normal.

 

Numa breve caminhada pelas ruas da Baixa do Porto já é possível encontrar inúmeros restaurantes que são chamados pet-friendly. As variedades de menus agradam desde os clientes veganos até ao cervejeiro, passando pela comida Tailandesa. Nomes como Bao's, Apuro, Catraio e Selina são apenas uma pequena amostra de opções para um passeio com os amigos de quatro patas.

Realização:

Andreia Patrícia Araújo Pinto 

Beatriz Amaral Palmieri 

Esperança Joaquim

publicado por Palmieri às 16:40

Eduardo Carvalho, Gabi Araújo, José Mendonça, Sara Alves 

Texto pivô: A cidade do Porto acolhe a exposição viva de 100 mil tulipas que dão cor a vários jardins e praças da Invicta. Preparam-se os espaços para a chegada da primavera e alegram-se os dias daqueles que contemplam esta espécie de flores que não deixa ninguém indiferente. 

Voz off 1: É com 100 mil tulipas que a Câmara Municipal do Porto se prepara para dar as boas vindas à Primavera. O processo iniciou-se em dezembro de 2019, com a chegada desta espécie que mereceu um tratamento especial, na Holanda, no país de origem, para uma melhor adaptação ao nosso clima. Apesar da iniciativa, nem todos lhe associam o verdadeiro significado. 

Vivo 1: Penso que é uma questão da Câmara que quer ter os jardins bonitos. Não sei se há uma razão especial para isso. Olhe, eu moro longe e vim aqui tirar fotografias. Se eu não soubesse que o jardim estava bonito não vinha, não é? E muita gente tem vindo porque eu vejo no Facebook.

Voz off 2: Mas as publicações do Facebook não chegam para encher o olhar daqueles que vêem visitar o país. Se para os portugueses as tulipas são apenas mais um tipo de flores, para Honey a história é diferente.

Vivo 2: Na verdade eu sou turista. Estava de passagem e vi as flores e achei-as muito bonitas e decidi tirar umas fotografias.

Voz off 3: Fotografias para recordar as paisagens de um dos belos jardins da cidade do Porto. O que achará sobre o espaço?

Vivo 3: Em primeiro lugar acho o jardim muito diferente e bem organizado. Consigo ver diferentes cores de tulipas. Vermelho, amarelo, misturas de cores. E vejo muitas pessoas a tirar fotografias, é agradável.

Voz off 4: Espaço agradável e inúmeras flores dispostas aos olhos de quem as contempla, o que para Honey, é um privilégio.

Vivo 4: No meu país, na Coreia, as flores são muito caras e é difícil encontrar tulipas, principalmente este tipo de flor.

Voz off 5: Ao contrário da Coreia do Sul, no Porto, são vários os sítios onde se podem
ver e cheirar estas flores. Expostas um pouco por toda a cidade, seja em pequenos ou
grandes canteiros, cativam o olhar de cada um que por lá passa.

 

publicado por Sara Alves às 15:32

Com a aprovação da despenelização da Eutanásia fomos ás ruas do Porto para perguntar a opinião dos Portuenses sobre a Eutanásia.

(Voz Off) Com aprovação da despenalização da Eutanásia, em Portugal é agora permitida o uso da
morte assistida no país, o assunto tem vindo a ser motivo de debate nos últimos anos e
já não é algo novo para os portugueses, para sabermos um pouco da opinião dos
cidadãos Portuenses, fomos até as ruas do Porto, perguntar o que acham da aprovação
da Eutanásia em Portugal?

(Entrevistado 1- Duarte Teixeira) Sobre a eutanásia eu sou a favor, para mim a eutanásia é um conceito importante e devendo que deve ser livre. Para mim, eu acho que a eutanásia deve ser livre da opção da pessoa, porque não tem nada a ver com outros conceitos e sim sobre a própria escolha. Uma pessoa pode estar a sofrer muito e ter a escolha de acabar com a sua própria vida, dependendo sofrimento, os familiares podem estar a sofrer, os colegas podem estar a sofrer e pessoa realmente pode ter a escolha de acabar com a sua própria vida.

(Entrevistado 2- Álvaro Ferreira) Deve morrer na hora em que tiver para morrer, pronto, é o sentimento da pessoa que está doente que chega ao fim da vida. O fim da vida, toda a gente tem um fim de vida e é preciso vir agora uma eutanásia? Isso não se justifica, está a dar uma injeção para matar, eu não concordo plenamente com isso. Portanto, a pessoa deve morrer quando acontecer o próprio dia, o próprio dia aconteceu pronto.

(Entrevistado 3- Nikita Kínnin) Sinceramente não tenho uma opinião fixa ou opinião concreta, ainda, realmente estou a ponderar o assunto. Há várias questões como o significado da vida humana, quem pode tirar e quem não pode, a declaração universal dos direitos do homem que faz parte da nossa constituição, por isso é tudo que posso dizer realmente. Acho que deveríamos ponderar isto. 

 

Rodrigo Matos, Valdmiro Quitamba, Pedro Faria.

publicado por Pedro Faria às 15:27

Texto Pivô - O interesse pelo analógico tem vindo a aumentar. A procura pelo preto e branco, pelo momento e pelo mostrar não tem ficado indiferente a quem visita a loja Máquinas de Outros Tempos.

Voz off 1- Situada na rua dos Mártires da Liberdade, no Porto, esta loja de antiguidades tem como proprietário Pedro Viterbo. Criada em 2011, a mesma, surge de uma forma inesperada.

Entrevistado - Inicialmente, eu abri a loja pelo seguinte, primeiro, porque eu comecei a vender este tipo de material para pagar a faculdade e, pronto, na altura, foi em plena crise e não havia assim nada especializado em fotografia analógica. Na altura, quando eu abri, não eram só câmaras. Tinha um bocadinho de tudo, ou seja, com mais antiguidades, e então, comecei só a dedicar-me ao artigo fotográfico.

Voz off 2- No início, quem por aqui passava, estranhava o porquê da venda deste tipo de artigos, mas a prática tornou-se hábito e o interesse do público comecou a crescer. Embora se possa pensar na dificuldade das vendas, em contrapartida ao desenvolvimento das tecnologias, Pedro afirma o contrário.

Entrevistado - Estamos a falar de um nicho de mercado e aquilo que pode mais afetar não é tanto a tecnologia mas é tanto o quererem acabar com ela, acabar com os rolos ou com certos químicos. Neste momento, o interesse cresceu.

 

Voz off 3- Aqui, as máquinas vão dos cinco aos 20 mil euros, com destaque para as décadas de 70 e 80. Pela loja passam pessoas dos 12 aos 80 anos. Hoje em dia, os clientes, procuram o flash, o momento e o mostrar.

 

Por Bárbara Oliveira, Débora de Sousa e Viviana Fangueiro

publicado por Débora de Sousa às 15:22

Por Ana Chaira e Sara Silva

https://www.youtube.com/watch?v=hnySR4HKpZA&feature=youtu.be

Voz off1- O mercado do bom sucesso, foi inaugurado no ano 2013 no Porto. Fica a 5minutos a pé da estação de metro casa da música. São cerca de 44 as bancas que nos oferecem as mais variadas experiências gastronómicas.

Entrevistado1-O mercado do bom sucesso está aberto à 7 anos, faz 7 anos em junho Durante esses sete anos sofreu uma evolução muito grande...

Voz off 2- As ofertas são varias desde salgados a queijos, a bolos originais e chocolate artesanal, ...

Entrevistado2- Há pessoas que vêm aqui tomar um copo depois do trabalho…

Voz off3 - A modernização deste espaço para um meio mais alternativo, um pouco fora do habitual que proporciona um ambiente descontraído ao público mais diverso.

publicado por Sara Silva às 13:49

 Texto-pivot: Os programas de mobilidade e de intercâmbio como o Erasmus+ e o Overseas são cada vez mais populares entre os estudantes.

 

 

Voz-off1: O programa Erasmus + da União Europeia (UE) permite aos estudantes, professores e funcionários das Instituições de Ensino Superior a mobilidade e o intercâmbio. A vertente dos estudantes permite ao jovem fazer as malas e estudar num estabelecimento de ensino superior noutro país.

Voz entrevistado 1(Inglês) : Hello, my name is Maria. I´m a student from Croatia in Zagreb and I studied at Faculty of Economics and Business in Zagreb and here in Porto I’m at Católica University.

Voz entrevistado 1 (Português): Olá, o meu nome é Maria. Sou uma estudante da Croácia. Vivo em Zagreb. Eu estudo  na Faculdade de Economia e Negócios em Zagreb. Aqui no Porto, estou na Universidade Católica.

Voz-off2- O Programa Overseas permite estudar em qualquer destino fora do Espaço Europeu.

Voz entrevistado 2- O meu nome é Pedro. Sou do Rio de Janeiro, Brasil. Estou estudando Adminstração aqui no ISCAP (Instituto Superior de Contabilidade e Administração do Porto).

Voz- Off 3 – O programa Erasmus+ já mobilizou  mais de 10 milhões de pessoas.

Voz entrevistado 1(Inglês) - For now, the biggest difficulty was that I got sick at the first days and I was here but everything else was really fine. It was really actually great because there are a lot of us in our apartment, so were like all friends, right now so it’s kind of easier you know. We go out together, meet new people together so for now its really great, I didn’t have any other difficulties.

Voz entrevistado 1 (Português) - Por agora, a maior dificuldade foi que fiquei doente nos primeiros dias.Estava cá mas tudo o resto estava muito bem. Foi realmente ótimo porque somos muitos no nosso apartamento, então somos todos amigos, agora. É mais fácil, você sabe. Vamos sair juntos, conhecemos novas pessoas juntos. Até agora, é realmente ótimo, eu não tive outras dificuldades.

Voz-off 4 – Os estudantes abrem as malas num país diferente. Entrámos em contacto com o Gabinete de Relações Internacionais da Universidade Lusófona do Porto, mas não obtivemos nenhuma resposta.

Voz entrevistado 2- Teve um atrasozinho em questões de inscrição de matéria na faculdade, mas tirando isso deu tudo certo. Acho que para todo o mundo que está estudando. As aulas também mesmo chegando no período, no meio do período deles, consegui me adaptar bem tanto com os alunos como os professores.

Voz Off 5-  Estes estudantes partem à aventura, não só de uma nova cidade, mas de uma formação mais completa.

 

Por: Eduardo Santiago Vinuesa, Gabriela Marques da Silva, María Peciña León

 

 

publicado por Gabriela Silva |Eduardo Vinuesa |María León às 13:03

Texto Pivô Dos jogos aos animes, os cosplay de personagens estão mais elaborados e com eventos cada vez maiores e mais frequentes. O Palácio de Cristal recebeu mais uma edição do PortoShoot num convívio entre cosplayers de todo o país. Voz off 1: Nos jardins do Porto personagens de filmes, jogos e animes interagem num dos encontros de cosplay que a cidade proporciona. Com idades entre os 15 e os 40 não faltaram personagens a preencher o Palácio de Cristal neste que é o objetivo do evento Entrevistado 1: Que seja o primeiro evento do Norte, para convívio e para simplesmente o pessoal se encontrar, divertir, antes que venha tipo a azáfama dos eventos grandes e de toda a gente a querer acabar os fatos e assim, é um evento tipo assim para descontrair, para entrar devagarinho no ano do Cosplay Voz off 2: O Portoshoot reúne cosplayers há mais de sete anos e realizou mais um de seus concursos. Durante o dia os cosplayers são convidados a tirarem diversas fotografias para posteriormente enviarem à organização do evento numa disputa de duas categoras: melhor fotografia individual e melhor fotografia de grupo Apesar de algumas das roupas encontrarem-se online para compra, muitos dos cosplayers dedicam-se à costumização dos seus trajes Entrevistado 2: Eu acho que sinceramente o mais difícil foi mesmo a parte da carapaça, porque o fato, eu comprei porque não sou assim tão boa em termos de coser. Mas, sinceramente foi a carapaça, por causa de arranjar forma dela ficar redonda, mas não ao ponto de ficar pesada e ao mesmo tempo ficar maleável para poder mexer basicamente” Voz off 3: O Portoshoot cresceu principalmente nos últimos dois anos e esse crescimento tem se refletido também pelos grandes eventos como o Iberanime ou a Comic Con, que mudam a visão das outras pessoas sobre o cosplay Entrevistado 3: Toda a gente reconhece-me quando estou com o Mário, toda a gente me reconhece em todo o lado, desde que eu vim para aqui, toda a gente na rua desde pequenos, adultos, reconhecem, até mesmo estrangeiros Entrevistado 4: Acho que agora as pessoas tipo já sabem “Ah aquela coisa de vocês vestirem-se como umas personagens... ah sim já sei”. Não sabem tipo o fundamento, tipo concreto, mas têm uma ideia que têm um fato, é um evento.

publicado por Diana Ferreira às 12:04

Texto Pivô: Ser cauteleiro desde sempre foi essencial para dar a conhecer a lotaria nacional. Apesar de serem cada vez menos, ainda se veem alguns. Nos dias de hoje, existem cada vez mais casas de apostas, mesmo assim os cauteleiros exercem a sua função sem receio.

Voz off 1: A sorte anda à roda, e nos últimos anos o número de apostadores nos jogos como o Totoloto, Euromilhões e Placard tem vindo a aumentar. Já não podemos dizer o mesmo do trabalho dos cauteleiros. Sentem-se ultrapassados por estas novas apostas e já não vendem lotaria como antigamente.

O senhor Flávio, como é conhecido, é dos cauteleiros que ainda restam nas ruas do Porto.

Entrevistado 1: Isto vai com o tempo, os cauteleiros quando vinham para a praça tinham uma certa idade entre os 70 e os 80 anos. Eu era o único chavalo no meio deles. Claro que eles não me queriam aqui porque eu era mais rato do que eles. Já me estavam a especializar com uma certa idade e não me interessava que estivesse aqui, por causa de não lhes tirar os clientes. Eles próprios é que me davam a lotaria para eu vender, o que eles não queriam era que eu me metesse à frente.

Voz off 2: Na rua Santa Catarina encontramos Abílio Fernandes, que diariamente vende na sua loja boletins de jogo. Sobre os cauteleiros apenas tende a elogiar, afirmando que estes foram os grandes impulsionadores da lotaria.

Entrevistado 2: Os cauteleiros foram fundamentais na lotaria nacional. A lotaria clássica viveu muito à custa dos cauteleiros. Hoje já não existem muitos e é pena, porque foram as pessoas que, como acabei de dizer, impulsionaram muito a lotaria nacional no nosso país.

Voz off 3: Explica que nos últimos anos os apostadores têm aumentado e que as raspadinhas, como são prémios imediatos, é o que mais vende. Se para as casas de apostas o negócio é mais fácil, para os cauteleiros já não é igual.

Entrevistado 1: A lotaria clássica anda à segunda feira. Por exemplo, eu começo a vender a partir de quinta feira à tarde e começo a vender para segunda feira. Chega a segunda feira e andou a roda à clássica. Na terça feira de manhã, continuo o mesmo serviço, mas a vender lotaria popular.

Voz off 4: Já não se vê quase nenhum, mas sabemos sempre por onde andam. Os tempos são outros e o negócio também, mas a sorte anda sempre à roda, a sorte que não é tão grande para esta profissão.

publicado por Andreia Oliveira; Gisela Silva; Marta Oliveira às 11:15

Texto-pivô: Apesar de não existir nenhum caso confirmado de Coronavírus em Portugal, algumas lojas e restaurantes chineses estão a enfrentar uma quebra de clientes no distrito do Porto.

Voz-off 1: E tudo o que é asiático parece ser um receio, ainda que inconsciente, associado ao Coronavírus.

No Supermercado Chen, no Porto, ainda não se sente uma quebra no negócio, mas em conversa com a proprietária, que pretende não revelar a sua identidade, a preocupação começa a ser visível.

Entrevistado: Um bocadinho preocupada mas acho que estou num país muito bom, muito aberto. As pessoas têm um pensamento próprio mesmo, e gosto muito da gente e eu acho que não acontece isso, e eu conheço e já estou aqui em Portugal há mais de 10 anos.

Voz-off 2: É nas prateleiras deste supermercado que se encontram diversos produtos chineses, japoneses e vietnamitas, mas não são só chineses que por aqui passam.

Entrevistado: Os nossos clientes não são só chineses, não são só asiáticos. Há portugueses e há muitas pessoas que já estiveram lá fora e já conheceram basicamente as comidas chinesas ou asiáticas e gostaram, e agora voltam para o país deles e começam a procurar e querem conhecer mais, tentam fazer em casa.

Voz-off 3: E o tema Coronavírus parece não ser um receio para os clientes habituais.

Entrevistado: As pessoas entram normal e ninguém me pergunta sobre essa parte. Mesmo que perguntem, também dizem assim: “Eu estou preocupada, será que você tem família na China e está tudo bem?”, e eu digo: “Está tudo ok”.

Voz-off 4: “Aqui não há vírus!” foi a frase que mais ouvimos.

Tentamos dezenas de entrevistas em lojas e restaurantes afetados, e todas recusadas, não fosse pior para o negócio.

Apesar de se recusar a ser filmada, a proprietária do restaurante “Nova China-chu Yen Kun”, no Porto, contou-nos que o número de clientes diminuiu drasticamente, pois existia inúmeras reservas de excursões de chineses que foram canceladas devido ao vírus, e confere que este setor é o mais afetado.

Apesar de em Portugal não existir nenhum caso registado de Coronavírus, as notícias que vão circulando alimentam comentários preconceituosos e prejudicam o negócio chinês em Portugal.

publicado por Daniela Couto, Marta Andrade, Raúl Gaspar às 10:38

Texto pivô: A Bud Temple fica na cidade do Porto. É um espaço destinado a todas as faixas etárias, que promete quebrar tabus. 

Voz off 1:  O número de lojas que vendem exclusivamente  produtos à base de canábis não pára de aumentar em Portugal. Em agosto do ano passado, a Bud Temple deu lugar a um novo estabelecimento, desta vez na praça da batalha.
Com esta indústria em constante crescimento e a afirmar-se cada vez mais em Portugal, é importante percebermos o que leva os consumidores até lá.
Desde o mero lazer a tratamentos dermatológicos.

Entrevistado 1 (Inês Luís): Por exemplo, a parte de bem-estar vai desde o tratamento de psoríase, acne, inflamações na pele, cicatrização de tatuagens… todos eles são benéficos.

Voz off 2: E sim, para que não tenha qualquer dúvida, a venda destes produtos é totalmente legal, uma vez que não contém qualquer substância psicoativa. Grande parte dos produtos que aqui se vendem são compostos por canibidol (uma das 113 substâncias da erva) falamos assim da parte medicinal da planta, que ajuda inúmeras pessoas com diversas patologias.

Entrevistado 2 (Natan Oliveira): O sentimento que me traz o produto do café, a flor de CBD (canibidol) é a tranquilidade, é o prazer. Para mim isso é medicinal, eu sou ansioso.

Voz off 3: E se acha que isto é apenas para os meus jovens, desengane-se.

Entrevistado 1 (Inês Luís): Temos as pessoas mais idosas que adoram tomar o chá, temos as pessoas de idade intermédia que vão desde o chá, que utilizam os cremes, que levam bebidas, batatas fritas… a parte das crianças são os pais que compram os “chupas”, que são apenas aromáticos, não tem qualquer tipo de problema. Ou seja, o público em si, não há um padrão específico.

Voz off 4: Por agora, sabe-se que a aposta no setor vai continuar, para este ano de 2020.  Perspetiva-se a abertura de novos estabelecimentos.

 

publicado por Barbara Couto, David Soares e Fábio Costa às 10:29

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