Blog dedicado à unidade curricular de Jornalismo Televisivo da Universidade Lusófona do Porto

Terça-feira, 11 de Junho de 2019

TEXTO PIVÔ: Sábado, dia 22 de junho, as marchas sanjoaninas vão encher Vila Nova de Gaia com um ambiente de festa tipicamente português. O grupo dramático de Vilar do paraíso já está nos seus últimos ensaios para mais uma vez sair à rua nesta ocasião.

VOZ OFF 1: Começou a época dos tradicionais desfiles Sanjoaninos. O grupo dramático de Vilar do paraíso já está nos seus últimos ensaios para mais uma vez sair à rua para celebrar esta comemoração.

ENTREVISTADO 1: Participa nestas marchas há 4 anos. Relativamente aos treinos, não gosto muito... mas sair à rua para mim, é o fundamental, dá outra sensação e outra perspetiva diferente, não tem nada a ver. Fico contente quando sei que o trabalho é bom. 

VOZ OFF 2: O trabalho em equipa é o fator mais importante para o sucesso deste grupo. Hoje, têm o objetivo de manter viva esta tradição para toda a comunidade que continua a não dispensar as típicas marchas de S. João. 

ENTREVISTADO 2: Arcos, adereços, roupa, calçado, maquilhagem... A coreografia ºe uma pequenina parte de todo um trabalho de equipa, que sem essa equipa não funciona.

ENTREVISTADO 3: Eu penso que é assim; as marchas já estão há muitos anos ligadas ao dramático e não podemos de todo deixar que isto morra para a coletividade. Foi o dramático que trouxe as marchas aqui a Vilar do Paraíso.

VOZ OFF 3: É já no sábado dia 22 de junho que as marchas sanjoaninas vão encher Vila Nova de Gaia com muita música, dança e principalmente com um ambiente de festa tipicamente português.

publicado por Gabriela Bernard, Inês Fernandes e Rafael Moreira às 22:30

Texto-pivô – O negócio das feiras faz parte da tradição e da economia portuguesa. Ainda assim, com a crise e as novas regras de faturação, muitos feirantes pensam em desistir do negócio.

Entrevistado 1 – Se tiverem dinheiro para gastar e vontade para comprar, venham cá ver, é tudo do mais barato.

Voz-off – É uma vida dura a dos feirantes que andam de terra em terra com a casa e a loja completamente às costas. São tantas as desvantagens que já não existe a esperança de manter esta tão antiga forma de vida e de comércio.

Entrevistado 2 – A falta de clientes, ter pouca assiduidade. A maior virtude é essa, trabalharmos para nós próprios, não termos quem mande em nós.

Entrevistada 3 – É mais complicado no inverno, está frio, está chuva, está vento, segurar na barraca, segurar os toldes.

Entrevistada 1 – Agora positivas pronto, a gente trabalha ao ar livre, não temos patrões. As grandes superfícies é que vão dar cabo disto tudo e acredito que daqui a 20 / 30 anos que não haja feirantes, pelo menos da nossa raça.

Entrevistada 4 – Mas eu prefiro a feira do que prefiro os mercados, os mercados fechados não gosto.

Voz-off - São muitos os profissionais que fazem a vida nas feiras e lutam contra a crise para conseguir sustentar a família. Há mesmo quem não tenha tido outra opção senão a de criar os filhos neste ambiente.

Entrevistada 4 – Trazia-se uma maquinazita de petróleo, fazia-se uma sopinha e dava-se às crianças, não é assim. E depois quando a sopa ficava grossa punha-se “moletinho” para ficar mais grossinha, mais “cheinha” e era assim.

Voz-off - E disto se faz a feira, que pertence a quem compra, mas também a quem aqui vende.

publicado por Inês Fernandes às 21:23

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