Blog dedicado à unidade curricular de Jornalismo Televisivo da Universidade Lusófona do Porto

Quarta-feira, 05 de Junho de 2019

A explosão do turismo está a tornar o Porto uma cidade mais global e menos tradicional, mas há negócios que resistem.

Voz Off: José Fernando Marques tem mais de meio seculo de vida. Cresceu na ribeira e na ribeira pretende viver ate aos seus ultimos dias. Diz já ter visto o douro de embarque e desembarque. Hoje contempla pela janela toda a vida da invicta.

Entrevistado 1: Isto agora está tudo modificado a gente vai daqui até à ponte e se ouvir um português falar já é uma sorte é raro ouvir, as vendedeiras é que se ouve lá na ribeira.

Voz Off: O portuense de gema vem de uma familia de 22 irmaos. A construção de barcos de madeira é ja tradição de sangue.

Entrevistado1: Aprendi a fazer barquinhos com o meu pai e o meu avô já fazia.

Voz off: Diz não saber o que o futuro da arte.

Entrevistado 1: É uma coisa que se vende quando se vende de inverno não se vende quase nada. É preciso ter pachorra para isto e depois não é isso, fazer o trabalho de um barco não compensa e os novos não estão interessados nisso.

Voz off: Das docas ao alto mar, da fábrica ao artesanato contra todas as adversidades de um porto turístico, este homem, resiste.

Entrevistado1: Não olho ao tempo nem nada porque isto é uma coisa que se tem de ter vontade de fazer, se não tiver vontade não sai nada em condições e gostar do que se está a fazer.

Voz off: A porta da fábrica nunca se fecha e o coração há de ser sempre do Douro.

publicado por Patrícia Sofia Pereira às 16:34

Texto pivô : No dia 31 de Maio decorreu a sétima edição do Ruaria. Um evento que é realizado todos os anos pelos finalistas de ciências de comunicação da universidade Lusófona do Porto.

Entrevistado 1: Este é o sétimo ano em que organizamos o Ruaria. Para mim é incrivel porque passou muito depressa. Estes sete anos foram incriveis, são sete anos de experiências aqui na universidade. O Ruaria surgiu numa disciplina que vocês têm no segundo ano, que é comunicação e assessoria. Nem sequer nasceu no 3º ano. Foi uma experiência que foi feita na altura pelo professor Sérgio Denicoli.

Entrevistado 2: O evento é extremamente importante para os alunos que o organizam. Acho que de facto conseguem através da organização deste evento pôr em prática todas aquelas valências que são explicadas no curso. Isso hoje é extremamente importante. Não é só falarmos na teoria, explicarmos como é que se faz, mas depois também fazer.

Entrevistado 3: Muito mais importante que os números é a qualidade. Acho que interessa muito mais ao Ruaria dar saldos qualitativos, fazer um trabalho notável em termos de qualidade do que ter muitos participantes.

Voz off 2 : Joana Neves e Beatriz Mota participam pela primeira vez e mostram-nos a importância deste tipo de eventos.

Entrevistadas 4: Acho que é muito interessante, principalmente para mim que não conheço muito do Porto. Deu para perceber alguns cantos que me faem falta, culturalmente.

Voz off 3 :  Chegou ao fim com uma hora de antecedência mais uma edição do Ruaria, visto pelos professores como algo positivo.

 

publicado por Catarina Almeida às 15:43

Texto-Pivô: Coffee House é uma ideia inovadora e baseia-se em vender vários tipos de cafés e bolos. O Pão de Dó adotou este conceito e juntou a captação de jovens trabalhadores.

 

Voz off 1: O conceito de Coffee House surgiu nos anos 70 com o Starbucks. Baseia-se em vender vários tipos de cafés e bolos. A ideia chegou a Espinho através de Marta Santos, com a fundação do Pão de Dó.

Vivo 1: Aquilo que nos distingue é sem dúvida uma oferta muito vasta que nós temos na carta. Um grupo de 10 pessoas consegue vir aqui comer uma torrada, um bagel de ovos mexidos, uma omelete, salada, panquecas, depois acho que também nos distingue o café porque temos um plano criado para nós, nós é que escolhemos os grãos e a forma do café em si, e não só... pode ser consumido aqui mas também com a possibilidade de take-away.

Voz off 2: A música é algo estrutural no Pão de Dó. Desde o nome à decoração, e toca em todos os clientes.

Vivo 2: Acho que a música está em todo o lado do café, nas paredes, nas mesas e começa logo por aí. E na comida em si porque acho que as pessoas acabam por ter uma associação a uma musicalidade com a própria comida.

Voz off 3: A singularidade do Pão de Dó, é um fator que atrai clientes como David Tavares.

Vivo 3: Eu gosto de ver o Pão de Dó por causa do ambiente que tem, ambiente descontraído, relaxado, para além de ser um sítio com um conceito diferente dos cafés aqui à volta. Todo o design do Pão de Dó, os produtos que oferece e assim, torna diferente do que existia em Espinho.

Voz off 4: A idade do staff do Pão de Dó está entre os 18 e os 25 anos. O facto de serem jovens beneficia o espírito de equipa, e a relação funcionário/cliente.  

Vivo 1: Sim, acho que também já é uma imagem de marca e um negócio de atendimento ao público, entendo que só funciona bem se quem cá está trabalhar e esteja bem e passar isso para os outros. E como são pessoas mais novas é mais fácil que elas sejam bem-dispostas e tenham outro tipo de atributos para ajudar no negócio.

Vivo 2: É mesmo um grupo de amigos, nós podemos sair daqui para ir tomar café, para ir a um aniversário, para ir jantar e tudo está bem. Acho que se criou uma ligação que ajuda no trabalho em si porque não custa vir trabalhar.

Vivo 3: A ligação acaba por ser de mais confiança e as pessoas falam de coisas, até acabam por ter uma conversa às vezes com os funcionários que não têm em cafés tradicionais.

Voz off 5: Um café nunca será só um café. É a união e o convívio entre amigos, e é essa a mensagem que o Pão de Dó pretende transmitir.

publicado por Eduardo Costa às 15:34

TEXTO-PIVÔ: Este domingo celebrou-se em Freamunde, Paços de Ferreira o Dia Municipal do Bombeiro. Para assinalar a data, os Bombeiros Voluntários de Freamunde recriaram situações de acidente. 

 

VOZ-OFF 1: O cenário está pronto. À confusão juntam-se as sirenes, carros de bombeiros e equipamento de resgate.

ENTREVISTADO 1: Achei um evento que nós devíamos participar para entender a importância do tempo que às vezes demoram a chegar às ocorrências acho que é importante a população, nós, vermos a dinâmica que tem tudo o que envolve para nos socorrer da melhor forma.

VOZ OFF 2: Um simulacro tem como objetivo testar as operacionalidades do plano de emergência.

ENTREVISTADO 2: Estes simulacros são essenciais. Ninguém nasce ensinado. É preciso treinar para conseguir obter, atingir um objetivo com um êxito 100% penso que eles fizeram aqui uma demonstração utilizando todos os meios.

VOZ OFF 3: Os exercícios realizaram-se durante toda a tarde por várias ruas da cidade.

ENTREVISTADO 3: Nós temos procurado neste dia ter sempre uma atividade que possa demonstrar à população a forma como damos equipados e a forma como estamos formados para intervir em diversos cenários de emergência ou catástrofe.

VOZ OFF 4: Os objetivos foram cumpridos e testados todos os equipamentos. O próximo dia do bombeiro está marcado para o próximo ano.

publicado por Rosária Gonçalves às 15:30

Não só os mais novos gostam de desenhos animados e figuras de ação. E se os adultos tambem tivessem um sitio onde podem retornar à infancia?

 

publicado por Bernardo Monteiro às 15:30

TEXTO-PIVÔ: O zoo de Lourosa é o único parque ornitológico no país. Tem-se afirmado pelas mensagens de sensibilização ambiental.

VOZ OFF 1: Uma vez que o zoo apela à educação ambiental e à conservação da biodiversidade, o programa pedagógico é forte.

ENTREVISTADA 1 (ELSA TAVARES): O nosso programa pedagógico é muito vasto a nível de atividades. Elas estão direcionadas para os vários ciclos de escolaridade. Depois temos atividades que são transversais a todas as idades. As atividades podem ser dinamizadas aqui no parque ou então fazemos nas escolas.

VOZ OFF 2: Fábio Justino veio fazer uma das actividades promovidas pelo zoo: ser tratador por um dia.

ENTREVISTADO 2 (FÁBIO JUSTINO): É uma percepção diferente visitar o outro lado. Não é só o que é bonito de se ver mas também é muito engraçado tratar deles, dar-lhes alimento, ver a outra parte de todos os cuidados que o parque requer.

VOZ OFF 3: O que ele não sabia era que o parque participa em campanhas de conservação e proteção animal.

ENTREVISTADO 2 (FÁBIO JUSTINO): Só fiquei a saber agora, não tinha conhecimento anteriormente. Acho que é importante, dado que cada vez mais temos tantos animais a serem extintos. É importante haver este trabalho de preservação.

VOZ OFF 4: Mas não é o único.

ENTREVISTADO 3 (KEVY DOS SANTOS): Desconhecia. É importante essa proteção porque estas aves também são importantes para o próprio ecossistema.

VOZ OFF 5: Pouco a pouco, a mensagem vai sendo alcançada.

Daniel Dias e Susana Oliveira.

publicado por Daniel Dias | Eduardo Costa | João Rocha às 15:13

TEXTO PIVÔ: "Aproveitar para Alimentar" é o lema da Refood. Com a ajuda de voluntários de todo o país são recolhidos excedentes de alimentos para serem entregues a famílias carenciadas.

 

VOZ OFF 1: A Refood é uma organização independente, orientada por cidadãos para os cidadãos. É suportada 100% por voluntários, com a missão de eliminar a fome e o desperdício de alimentos.

 

ENTREVISTADO 1: Eu tive conhecimento da Refood através de uma associação que me falou nisso e que me perguntou se eu queria e que me trouxe aqui. Eu posso dizer que sou a primeira família da Refood. Eu a nível financeiro nem se pode comentar porque é um alívio nas despesas, nas faturas do mês, a nível de luz e de gás, é uma coisa impressionante.

 

ENTREVISTADO 2: Eu também é a mesma situação porque derivado ao ordenado, não dá para tudo, para rendas, com filhos, despesas, e chegava muitas vezes a meio do mês, a gente tinha de correr.

 

VOZ OFF 2: Neste momento, a Refood já se encontra em vários pontos não só do país como do mundo. A sede em Vila Nova de Gaia surgiu há 5 anos estando já a dar suporte a várias famílias.

 

ENTREVISTADO 3: O conceito Refood surgiu através de um senhor que se chama Hunter? Provavelmente já terão ouvido falar. Então começaram a pensar num pequeno circuito a fazer, percebendo o que? Percebendo que aqui à excedentes, ali à pessoas que precisam, nós temos excedentes, como é que podemos fazer este circuito. E estamos a falar de um projeto que neste momento é além-fronteiras.

 

ENTREVISTADO 4:  Nós não precisamos só da comida, nós temos que pagar contas, água, a luz, por isso também contactamos empresas que nos possam ajudar como mecenas da nossa instituição, que nos doam material, frigoríficos, as mesas, tudo o que precisamos, as embalagens, o papel de escritório. Nós estamos aqui e podemos ser a primeira ajuda para isso, para ser menos um problema que as famílias têm que lidar quando já têm tantos problemas à volta.

 

publicado por Gabriela Bernard, Inês Fernandes e Rafael Moreira às 15:00

Texto-pivô – Depois de várias ameaças, o Mercado do Bolhão fechou para restauro. Um ano depois de ser inaugurado o Mercado Temporário, os comerciantes ainda sentem algumas necessidades.

Voz-off - É um dos mercados mais característicos e com mais história da cidade do Porto. Passados 104 anos, o Mercado do Bolhão fechou e está, desde maio do ano passado, em obras de restauro e modernização. De forma a não afetar os comerciantes, foi construído um mercado temporário que fica apenas a duzentos passos de distância do antigo mercado. Ainda assim, os comerciantes sentem várias necessidades.

Entrevistada 1 – O antigo é o coração da cidade, a gente gosta muito. Temos sol, temos chuva, temos tudo e aqui não temos nada disso. Mas arranjaram-nos um sítio bom, para a gente remediar, foi um sítio muito bom. O que nos chateia mais é o ar condicionado.

Entrevistada 2 – Gosto, está muito bonito, muito limpinho e muito agradável, sim senhora. Mas, primeiro falta-me o céu, que eu adoro o céu. Depois detesto estar aqui 12 horas debaixo do ar condicionado, das oito da manhã às oito da noite.

Entrevistada 3 – Aqui não apanho ar, aqui a gente só apanha problemas de saúde. Estraga mais as coisas, estraga-nos a nós, estraga-nos tudo. Eu na minha vida nunca tive tantos problemas de saúde como tenho tido agora. Com 39 anos de loja lá em baixo, ao frio e à chuva e agora aqui, isto aqui para mim não me diz nada. É lógico que tem umas regalias boas, não vamos dizer o contrário, puseram-nos num bom estado, mas aqui no forno, no buraco? Estamos no buraco.

Voz-off – Alguns comerciantes acreditam que a identidade cultural do Mercado irá se perder um pouco após o restauro.

Entrevistada 4 – Nunca vai ser igual porque eles agora querem coisas modernas.

Entrevistada 2 – O que está a ser feito é aquilo que eles nos prometerem e espero, é que a parte debaixo vai ficar, pronto, um mercado na mesma tradicional, o peixe, os legumes. A parte de cima vai ficar mais restauração, a gente também tem de se adaptar às novas… mais moderno, uma coisa mais moderna não é. A gente também tem que ver que não podemos parar no tempo, é só aquilo.

Entrevistada 3 – Para o Bolhão vai ser na mesma o Bolhão. É assim, vai restaurar, vai pôr as lojas, cada qual vai ter o seu espaço na mesma, quem for para lá. Porque senão eu pegava no meu dinheirinho e ia-me embora, mas eu fui criada no Bolhão.

Entrevistada 1 – Estão a fazer uma obra, mas não vai ficar igual. Aquelas barraquinhas lá dentro e assim, deitaram tudo abaixo. É, vai ficar mais ou menos como isto. Mas vai ficar bonito, e é outra coisa, é outro Mercado, é o Bolhão.

Voz-off - Nos últimos anos, foram dezenas os que desistiram. Dos 140 comerciantes que o Bolhão tinha antes do início das obras, apenas 84 foram para o Mercado Temporário. Existem 16 lojistas a exercer a atividade noutros locais e os restantes 40 optaram por terminar a atividade com o encerramento do Mercado.

publicado por Inês Fernandes às 11:41

Texto-Pivô:

Uma cafetaria para gatos. Esta foi a ideia das criadoras do Porto dos Gatos.

 

 

 

Vivo jornalista:

Já imaginaste algum sítio onde os gatos fossem os donos do lugar?

Bem-vindo ao Porto dos gatos.

 

Vivo entrevistadas 1: Gil, Josefa, Estefânia, Estevão, Anacleto, Eça...

 

Voz-off 1: Um café 100% vegetariano situado no centro da cidade do Porto, que oferece a companhia de 13 gatos.

 

Vivo entrevistado 2: Não, está interessante sim. Mas tendo em conta que gatos são um animal limpo e mais asseado do que propriamente cães. Porque se fosse com cães acho que já não seria assim tão calmo.

 

Vivo entrevistadas 3: Eu adoro gatos e é dos poucos sítios onde há a parte onde a comida é vegetariana e vegan.

 

Vivo entrevistadas 4: Começamos a achar necessário também ao ajudar os animais, divulgar esta causa porque há muitos animais a serem mal tratados ainda no país.

 

Vivo entrevistadas 5: Essa é a melhor parte é poderes adotar os gatos. E estes gatos são daqueles que precisam de ajuda.

 

Vivo entrevistadas 6: Quase todos eles são resgatados da rua, de famílias que os abandonam.

 

Voz off 2: À semelhança do Porto dos Gatos existe um café em Coimbra com o mesmo conceito. No Porto está há um 1 ano e meio.

publicado por Agustina Uhrig Raquel Batista às 10:18

Texto pivô: Dia 16 de Junho celebra-se o Dia Nacional de Luta contra a Paramiloidose. A doença está identificada em mais de 600 famílias em Portugal.

Entrevistada 1: Eu sou portadora da doença da paramiloidose.

 

Voz off 1: A paramiloidose é uma doença rara que afeta a função neurológica e também o normal funcionamento dos órgãos. O importante será conhecer os sintomas e diagnosticar o mais cedo possível.

 

Entrevistada 1: O meu pai é portador da doença de paramiloidose, eu esperei até aos 18 anos para saber se realmente tinha a doença.

 

Voz off 2:É por volta dos 30/40 anos que a doença se manifesta e normalmente exige o transplante de fígado. 

 

Entrevistada 2: Até chegar aos 30 anos e ter muitas infeções urinárias, ficar com pouco peso, fiquei ainda mais sem peso e meti-me a caminho. Fui para Lisboa inscrever-me, fui para o Porto e fui para Coimbra. Tentar saber qual dos três era mais rápido. Em Lisboa fui chamada e com 30 anos fiz o transplante.

 

Voz off 3: Em Vila da Conde situa-se a sede da Associação Portuguesa de Paramiloidose que apoia e informa os doentes sobre esta patologia.  

 

Entrevistado 3: A paramiloidose é uma doença genética, transmite-se de pais para filhos. Por conseguinte, um dos pais tem que ter a doença, outro pode ter, se tiver os dois o ser que vai nascer desses dois indivíduos tem 75% de possibilidades de ser paramiloidotico. Se for só o pai ou a mãe, tem 50%.

 

Voz off 4: A paramiloidose é também conhecida como a doença dos pezinhos. Segundo esta Associação, o mais importante é que a doença não tenha pés para andar.

 

 

 

 

publicado por Mara Craveiro às 10:10

 

Pivô: Já se preparam as coreografias, que vão marcar os 12 dias da Viagem medieval, em Santa Maria da Feira. Esperam-se mais de 1400 performances de animação e 170 espetáculos.

 

 

 

Voz off 1: Os ensaios já começaram. É uma corrida contra o tempo para recriar uma viagem ao passado.

 

Vivo 1: Começo com os novos em meados de abril e depois em junho começo a juntar os mais velhos para relembrar esquemas antigos e para dar esquemas novos.

 

Voz off 2: O grupo participou pela primeira vez em 2013 e desde então, marca sempre presença no maior evento de recriação histórica do país.

 

Vivo 1:Tentamos transparecer as pessoas…que é muito da alegria que se vivia no antigamente. Vivia-se mais a alegria. A união. A diversão entre amigos, famílias… e é isso que nós tentamos passar.

 

Voz off 3: O palco são as ruas da cidade. Inicialmente realizava-se entre as muralhas do castelo, mas atualmente todo o centro histórico se veste a rigor.

 

Vivo 2: Fazer feiras medievais implica dançar sobre condições climatéricas adversas, por vezes está muito calor. Principalmente, porque nós fazemos em agosto e nos meses de maior calor, depois temos quatro atuações por dia e também dançamos sobre pisos irregulares.

 

Voz off 4:  Este ano recria-se o reinado de D. Fernando. Das coreografias ao vestuário, tudo é pensado consoante o século XIV.

 

Vivo 1: Primeiro tentamos saber o contexto histórico que passa em cada ano, tentamos criar da forma mais inovadora possível conteúdos novos. A nível de guarda roupa tentamos todos os anos surpreender o público. É tentar sempre superar as nossas expectativas.

 

Voz off 5: A próxima edição irá decorrer de 31 de julho a 11 de agosto.

 

Trabalho realizado por: Ana Patrício, Luisa Vale e Patrícia Dias.

publicado por Patrícia Dias às 08:09

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