Blog dedicado à unidade curricular de Jornalismo Televisivo da Universidade Lusófona do Porto

Quarta-feira, 18 de Abril de 2018

Texto Pivô: A televisão é, por excelência, um meio de comunicação das massas. Estará preparada para todos os telespectadores?

 

 Entrevistado 1:  Eu continuo a ter esta paixão pela televisão. Foi uma coisa que sempre me fascinou. Gostava, digamos assim, de ser o pivô, no fundo.

Voz off 1: Diogo estuda ciências da comunicação na Universidade Lusófona do Porto. Aos 2 anos perdeu a visão. Ainda assim, elege a televisão como meio de comunicação favorito. Acredita, no entanto, que ainda há muito a ser feito.

Entrevistado 1: As estações televisivas privilegiam, no fundo, apenas aquilo que dá lucro. Não se preocupam muito com as minorias. Eu sei que normalmente as televisões, e quando digo televisões é estacções televisivas, não acham muita piada ao facto da tradução em simultâneo devido ao facto da perda de identidade. Mas eu acho que seria muito mais benéfico essa perda de identidade, mas em detrimento de um maior esclarecimento e adquirir a totalidade do discurso desse interlocutor, do que estar a privilegiar a identidade e depois descurando o facto das pessoas cegas, por exemplo, que ficassem privadas do conteúdo desse discurso.

Voz off 2: Para não perder informação, vê-se obrigado a recorrer a outros meios.

Entrevistado 1: No meu caso, faz com que eu, por vezes, opte pela rádio, que privilegia muito mais, digamos assim, o sentido da audição em detrimento da televisão.

Voz off 3: Joana Cabral, psicóloga clínica, reforça a importância da televisão ser mais inclusiva.

Entrevistado 2: A televisão, não incluindo estas pessoas, o que pode estar a fazer é precisamente isso - dizer “não és importante, não pertences”. Uma parte desta mensagem é interiorizada pelas pessoas. Porque só porque não temos aquelas características conseguimos desligar-nos das necessidades dessa pessoa? Isso é terrível, como é evidente.

Voz off 4: O Diogo não acha que pensar numa televisão para todos seja utópico. Sonha que um dia poderá ser ele a fazer a diferença.

 

 

publicado por Bárbara Dixe Ramos às 15:25

Texto- Pivô: As rádios comunitárias são uma oportunidade para dar voz ao público. Em Ermesinde, um grupo de jovens criou a RadioActive. O desafio tem sido manter este projeto.

 

 

 Voz-off: Sintozinar novas ideias. Às sextas, a RadioActive muda-se para a zona Z. Como é o caso de Rita e Fábio.

Entrevistado 1: Estou mais atrás da câmaras, a ajudar a subir ou a descer as vozes. Às vezes ajudo também a fazer edições ou as pessoas que editam.

Entrevistado 2: Fazemos entrevistas, às vezes fazemos reportagens das atividades. Como é a rádio às vezes temos dificuldade em transmitir isso, mas damos o nosso melhor.

Entrevistado 1: Falamos de temas específicos e damos a oportunidade de as pessoas poderem dar a sua opinião e falar na rádio.

Entrevistado 3: Gosto muito de estar dentro desta área que é a comunicação e que também possa aproveitar para implementar na apicultura que é uma área também do meu  interesse.

Voz-off: A internet é um dos meios para sobreviver.

Entrevistado 4: Temos financiamento próprio que serve para o funcionamento básico para ter o acompanhamento dos técnicos aos jovens, ter espaços, material. Estamos aqui no espaço do Centro Social de Ermesinde com uma rádio que não foi criada nesse enquadramento. O essencial é haver pessoas que façam rádio.

Entrevistado 3: Agora está mais divulgado e também muito mais acessível em termos económicos.

Voz-off: A todo o vapor, procuram-se novas vozes.

publicado por Leonor Ferraz às 15:25

Texto-pivot: O goalball é uma modalidade praticada por pessoas cegas. O Clube Desportivo de Fiães decidiu apostar no desporto adaptado.

 

Vivo Entrevistado 1: Eu acho que o desporto faz bem a tudo. Principalmente esta modalidade faz bem a nós cegos na nossa orientação no dia a dia.

Voz off1: O campeonato do goalball realiza-se desde 1994 em Portugal.

Vivo Entrevistado 2: Basicamente é um campo de vólei em que estão três jogadores de cada lado, tendo uma baliza para cada equipa. Essa baliza ocupa a linha final, ou seja uma baliza de 9 metros, em que três jogadores terão que a defender e o objetivo é marcar golo na baliza adversária.

Voz off2: A bola é lançada e o som que produz permite aos jogadores identificar a trajetória.

Vivo Entrevistado 3: Eu pratiquei durante 10 anos desporto federado, atletismo normal e deixei o atletismo. Conheci o goalball e o espírito de equipa, o próprio desporto é algo que atrai e que muita gente, que como não conhece o goalball, ficaria interessada.

Voz off3: Em 2017, a seleção nacional conquistou a medalha de prata nos jogos Paraolímpicos.

Vivo Entrevistado 3: Uma pessoa quando tapa os olhos fica perdida e vemos jogadores no campo que andam como se estivessem dentro de casa. É um desporto como qualquer outro, como o futebol, como o andebol, o futsal... é um desporto apaixonante, temos é de aprender a gostar.

Vivo Entrevistado 4: Acho que é extremamente benéfico em vários aspetos. Tal como a nós, em primeiro lugar em termos de saúde e depois em termos da própria mobilidade deles, porque ajuda-os a começar a ter mais autonomia, a ter uma autoestima diferente porque percebem que se os outros são capazes, eles também acabam por ser capazes e é mais neste sentido que acho que pode ser benéfico para este tipo de atletas.

Vivo Entrevistado 1: Somos úteis como as outras pessoas são. Se as outras pessoas podem, nós podemos demonstrar à sociedade que também somos capazes de... não é? 

publicado por Rafael Oliveira às 15:15

Texto Pivot: Há tradições que estão a ser recuperadas pelo turismo. Os barcos moliceiros perderam a sua função de origem, e são poucos os que ainda podem contar a história.

 

 

Voz off 1: A tarefa não é fácil. Exige rigor e o Mestre Esteves é dos poucos que ainda o faz no concelho da Murtosa.

 

Entrevistado 1: Ora bem, eu comecei com dez anos de idade. Acabei a escola e depois, por acaso, vinha a vir da escola no último dia, e entrei no estaleiro do Henrique Lavoura, que foi onde eu aprendi. Ele disse-me: Epá, não queres vir aprender a arte de carpiteiro naval?; Eu disse: Eu queria mas o meu pai se calhar não me deixa.

 

Voz off 2: O pai deixou e desde então que já perdeu a conta aos barcos que construiu. Perderam-se as contas e as tradições.

 

Entrevistado 1: O moliceiro, antigamente, era para apanhar moliço. Umas ervas que as apanhavam e aquilo era muito bom para as terras, para fazer a vez do adubo. 

 

Voz off 3: Agora, da ria, extrai-se apenas a ameijoa. As pequenas bateiras ocuparam o lugar dos moliceiros onde hoje, as pessoar preferem passear.

 

Entrevistado 1: Hoje é mais para turismo. Não se vê nenhum ao moliçio, que também a ria nao tem moliço. Em Aveiro fazem dizem que fazem muito dinheiro, pois eu acredito, senão eles não eles não andavam com tanta freima em fazer barcos.

 

Voz off 4: Nem os mais antigos da terra procuram manter o gosto pelo moliceiro. Os poucos que ainda existem estão velhos e ancorados.

 

Entrevistado 1: Está difícil ter um barcos agora. Exigem coisas que são quase impossiveis. Exigem uma carta que diz que tem que ir quatro anos para o mar, para tirar essa carta.

 

Voz off 5: Quem sabe nunca esquece e seja qual for o rumo, a dedicação do mestre Esteves, trabalha à velocidade do ar que passa.

 

 

publicado por Ana Miranda às 15:00

Texto-Pivot: Entre heróis e vilões, a Banda Desenhada cresce no mundo do Entretenimento. À BD, juntam-se novos estilos, sem nunca esquecer as personagens de antigamente.

 

 



Entrevistado 1:
É assim, em Portugal está em crescimento, tem mais aspeto… em termos gerais é muito mais divulgado, também por causa dos filmes, por causa das séries televisivas e acima de tudo, com a Internet, tens outro tipo de cultura geek que dantes não havia.

Voz-Off 1: Com ou sem capa, os super-heróis partilham aventuras através da Banda Desenhada, influenciando a personalidade de quem a lê.

Entrevistado 2:  Mas acho que a Banda Desenhada continua a ter uma importância na formação da personagem até, do caráter de cada um, seja rapaz ou rapariga, independentemente…

Voz-Off 2: Com elas surgem novos jogos como o RPG, ou jogos de interpretação, onde a imaginação é posta à prova e cada jogador pode ser quem quiser.

Entrevistado 3: O RPG de mesa abre uma gama grande de possibilidades para… para as crianças usarem a imaginação.

Voz-Off 3: Neste universo, a oferta vem de  diferentes países e surgem novos públicos.

Entrevistado 1: A manga japonesa, a  banda desenhada japonesa, consegue cativar, por exemplo, um público, que é o público feminino que antigamente não era tão facilmente cativado pela banda desenhada ocidental.

Entrevistado 4: Por exemplo os POP’s… Surgiram outro tipo de Merchandising mais barato e mais acessível ao público alvo. Enquanto que ainda continua a existir aqueles bonecos muito mais caros, de 100, 200, 300 euros… Os POP’s é uma coisa de 15 euros muito mais acessível ao público.

Voz-Off 4: Com mais ou menos ação, a BD continua a contar histórias, onde o fim… é quase sempre vitorioso.

 

Reportagem realizada por: Maria João Silva e Ivânia Cardoso

publicado por Maria João Silva às 14:30

Quarta-feira, 11 de Abril de 2018

 

 

 

 Texto pivot: O Placard tornou-se viral. Há quem procure novas formas de apostar.

Voz off 1: Foi em Setembro de 2015 que foi lançada a primeira plataforma de aposta desportiva em Portugal. A Placard que é gerida pelos Jogos Santa Casa.

V1: Agora com o placard qualquer pessoa faz uma aposta, desde que seja maior de idade, em qualquer casa que tenha jogos santa casa.

Alguns apostadores mantêm duvidas sobre o Placard por apresentar diferenças na odd, ou seja no valor atribuído a uma probabilidade.

V2: antigamente existia a bet365 que antes era legal, com a existência do placard as odds diminuiram muito, as opções de aposta também

V1:É uma diferença abismal, as plataformas online oferecem promoções, quer seja á quarta ou sexta,dependendo da casa, oferecem regalias ao jogador

Voz off 2:Surgem assim novos métodos de aposta, as casas de aposta online.

V1: existem 3 legalmente, mas é conhecido por parte de muitos jogadores portugueses que não são legais, mas conseguem apostar à mesma.

Voz off 3: A facilidade de jogar nas casas de aposta reproduzem também perigos.

V1:Com um bocado de engenho faz-se um negócio rentável em qualquer café em qualquer esquina deste país.

V2: o jogo é um ciclo vicioso, nos ganhamos queremos ganhar mais e se perdermos vamos querer recuperar.

Voz off4: Entre Placard e jogo online, cada jornada do futebol português movimenta cerca 340 milhões de euros em apostas.

 

 

publicado por fabio às 15:25

Texto Pivot: A roupa vintage ainda marca pela diferença. Apesar de ser um conceito cada vez mais presente, há quem ainda seja céptico.

 

Voz off 1: A vontade de fugir ao conceito daquilo que é moda é uma preocupação para um determinado grupo de pessoas. As lojas vintage passaram a ser uma opção.

 

Entrevistado 1: Não é bem pelo preço é mais pelo design das peças, pela qualidade ou materias de diferentes padrões. Coisas que geralmente não se fazem em massa hoje em dia.

 

Entrevistado 2: É uma questão de identidade porque são peças únicas e que são dificeis de encontrar semelhantes. Portanto, o caracter identitário acho que é muito importante. Depois também tem a ver com a qualidade porque que eram utilizados... são peças que estão aqui há decadas e continuam com bom ar.

 

Voz off 2:Para os proprietários destas lojas, há preconceitos a ser extintos.

 

Entrevistado 2: O principal problema de um negócio como este é exatamente esse. É tentar tornar nobre algo que foi usado.As vezes é dificil explicar que o facto de ser usado não quer dizer que tenha menos qualidade ou que seja menos precioso.

 

Voz off 3: A sensação de dever cumprido é quase diária.

 

Entevistado 2: No quotidiano é bom sair à rua e ver. Acho que essa é a nossa maior recompensa. É ver as pessoas felizes. O momento de sair de um provador e dizer 'é isto!' acho que é a nossa grande recompensa.

publicado por Ana Miranda às 15:20

Texto- pivô: Há um negócio de família desde 1927. Manter a tradição é um desafio. Crinas de cavalo, pêlos de boi e de cabra são alguns dos materiais utilizados.

 

 

 

Entrevistado 1: Sou escoveira quase há quarenta anos. Comecei como empregada de balcão numa drogaria e como aqui ganhava mais fiquei até hoje."

Entrevistado 2: Não é fácil encontrar na cidade do Porto uma loja tão antiga e que continue a fazer as coisas à mão."

Voz-off: Há 91 anos que a Escovaria do Belomonte produz escovas para vários fins. As matérias usadas são a madeira e o pêlo.

Entrevistado 3: Corta-se a madeira. Dá-se a forma. Fura-se a madeira. Cose-se o pêlo. Por vezes, chamamos-lhe assim uma tampa, por cima, a tapar o cosido e outras vezes fica o cosido à mostra.

Entrevistado 2: Uma escova desta dura muito mais tempo do que as outras, porque é feita à mão, quer dizer, é diferente.

Entrevistado 1: Ao dia depende da furação que a escova tem, o tamanho. Depende muito de escova para escova. Depende o tempo, há umas que podem durar vinte minutos e outras um dia.

Voz-off: A mecanização tem sido importante para o negócio, mas não se cruzam os braços.

Entrevistado 1: As máquinas novas não vieram alterar o meu trabalho, fizeram com que o trabalho fosse mais rápido.

Entrevistado 3: A nossa sobrevivência tem sido um bocadinho assim a saltar daqui para ali. Temos que ir nos adaptando aos tempos.

Entrevistado 2: As pessoas entram, vêem e realmente estão ali a fazer, acho que torna o negócio muito mais autêntico e é isso que nós precisamos

publicado por Leonor Ferraz às 15:02

Texto Pivô - Enfrentar o mundo do trabalho é, em alguns casos, uma realidade dura para jovens finalistas. Seguir para mestrado surge como opção.

 

Voz off 1- Com mais um ano letivo a chegar ao fim, mais uma remessa de finalistas. Quais serão as expectativas destes estudantes para o futuro?

Entrevistado 1- Eu estou um bocado indecisa. Ou seja, se faço cadeiras de CA para completar um bocadinho o marketing ou se vou para um mestrado em marketing. Ou seja, não estou a pensar ainda muito no mercado de trabalho.

Entrevistado 2- Sempre, o meu primeiro plano é o mestrado. Em resumo é o mestrado o meu primeiro plano e depois, se tiver que trabalhar, trabalho; se não tiver que trabalhar, não trabalho, mas essa é a minha primeira opção.

Entrevistado 3- Sempre foi muito importante ter uma licenciatura e agora que estou a acabar, sinto este nervosinho na pele de “o que é que eu vou fazer a seguir?”, “será que vou ter emprego?”, “será que não vou ter emprego?”.

Voz off 2- Mas estarão os jovens conscientes da atual realidade do mercado de trabalho?

Entrevistado 1- É uma área que agora está muito mais desenvolvida, é certo, mas não me imagino a sair diretamente daqui para exercer um cargo em relações públicas.

Entrevistado 3- Daquilo que eu fui vendo ao longo dos anos, a minha área tem várias saídas profissionais, sendo que os departamentos de marketing e de comunicação precisam sempre de mais pessoas, principalmente a nível de marketing digital.

Entrevistado 2- Eu tenho noção que engenharia informática está a dar mesmo no mundo do trabalho, e sei que as oportunidades podem não vir a faltar. Não quer dizer que não vão faltar porque não gosto de ter também essa expectativa mas tenho noção que é uma área em que facilmente se consegue trabalho.

Voz off 3- Os dados estatísticos de 2016 revelam que Medicina é o curso com menor taxa de desemprego, ocupando assim as sete primeiras posições da listagem. Engenharia Informática vem apenas em 13º lugar, com uma taxa inferior a 0,5%.

Voz off 4- Apesar das estatísticas, Mónica, mestrada em enfermagem e agora finalista de medicina, não vê este processo de uma forma tão linear.

Entrevistado 4- As pessoas não têm noção e eu não tinha. Medicina é estudar seis anos, fazer um exame que resume todos esses seis anos e mediante a nota desse exame entramos numa especialidade que pode ir de quatro a seis anos e que, para eu ter emprego, pode implicar eu ter que ir para o Alentejo, para o Algarve, para Lisboa, para Bragança, e ter que lá ficar esses quatro, cinco, seis anos. Ou seja, no fundo, são quase 12 anos a estudar para ter um emprego. Tu não acabas o curso de medicina e és médica; tu acabas o curso de medicina e não és nada. Não há um diploma que te dê acesso a emprego nenhum, não posso exercer sequer. Eu não posso pegar no meu diploma e ir ali ao hospital da Arrábida e pedir para trabalhar. Se calhar podem-me pôr a trabalhar, mas pôr-me a fazer cuidados indiferenciados, o que não é o objetivo de alguém que estuda 6 anos, não é ficar com o nome de tarefeiro.

Voz off 5 - Os palnos são muitos, mas o futuro ainda é incerto.

publicado por Bárbara Dixe Ramos às 10:12

Quarta-feira, 04 de Abril de 2018

Texto-Pivô: A arte é um elemento fundamental na comunicação das pessoas com deficiência. A música é cada vez mais valorizada neste meio.

 

Voz off 1- A música é um veiculo de expressão e de comunicação muito poderoso para toda a gente. Quando falamos de pessoas com deficiências esta arte assume um papel ainda mais importante.

 

Vivo entrevistado 1- Quando entro aqui na sala normalmente eles estão sempre muito apaticos, muito parados, ás vezes por causa da medicação e o que eu tento é através da música combater essa apatia. Outra coisa que eu me apercebo é a dificuldade que eles têm em interagir uns com os outros e através da música procuro combater essas dificuldades e limitações que têm. Eles tem alguma dificuldade em comunicar. Aqui a música não é só, com cuidados estéticos, não interessa que cantem bem. Interessa, sim, que libertem estas emoções e acontece muitas vezes, eu deteto logo se está tudo bem lá em casa e até desabafam coisas comigo

 

VOZ OFF 2- Fábio tem 41 anos e era campeão de natação e um afogamento aos 17 anos mudou a sua vida para sempre. As aulas de música são as favoritas pois recorda as bandas da sua adolescência.

 

Vivo Entrevistado 2- Gosto dos AC/DC, gosto dos nirvana, dos GunsN’Roses e sinto-me contente, sinto-me muito mais alegre, sinto-me livre.

 

Voz off3 - A ligação de Fábio à musica é profunda lembra-o do passado e leva-o a recordar, além disso, a relação que estabeleceu com o professor leva-o a ser o último a sair da sala.

  

Vivo entrevistado 2- Ele dá-me apoio, vai-me buscar para as aulas, também me põe tranquilo. A minha companhia ás vezes.

 

 

 

publicado por Pedro Lorador às 15:45

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