Blog dedicado à unidade curricular de Jornalismo Televisivo da Universidade Lusófona do Porto

Quarta-feira, 28 de Fevereiro de 2018

Texto pivot

A época dos saldos está a chegar ao Fim. Fomos até à U.R, uma loja de roupa Vintage, entrevistar a Dona Serra que nos conta como foram as vendas nesta época de descontos.

Voz off 1  A Época dos Saldos está a chegar ao fim

                 Saimos às ruas do Porto à procura de saber o balanço deste período no Comércio Nortenho

Fomos até à U.R, uma loja de roupa vintage, descobrir junto da Dona Serra como correram as vendas nesta época que agora chega ao fim

Resposta: Os clientes da casa não vêm cá de propósito só na altura de saldos. Nós trabalhamos com slow fashion e edições limitadas. Quando um cliente gosta, regra geral leva logo. Porque nós não produzimos de propósito só para ter nas épocas de saldo. Nós não vamos comprar peças de outros fornecedores para termos nos saldos. O que nos resta é mesmo tudo diminuto e acaba por esgotar quando são peças icónicas, são peças que as pessoas querem mesmo. Ou esgotam antes dos saldos, ou então são peças que estão sempre disponíveis na loja.

Voz off 2 Uma loja que inicialmente era de segunda mão, mas que conseguiu encontrar o seu espaço no comércio do Porto

Resposta A U.R já em formato de loja, já existia online há já algum tempo, em formato de loja vai fazer dia 5 de março 4 anos. A loja não era esta, era 20 metros acima e há mais de 1 ano e meio mudamos para esta loja. A U.R começou por ser uma loja de segunda mão, passou a uma loja vintage novo e agora é um mix entre segunda mão selecionada, o vintage novo, de fábricas, de lojas que fecharam e a nossa própria marca

Voz off 3 Os saldos é uma época em que a U:R assim como outras lojas procura vender artigos que passaram de moda.

Resposta: A UR funciona um pouco diferente em relação aos saldos. Como é uma slow fashion e muitas peças são produzidas por nós, nós temos sempre pouca coisa para saldar. Não compramos massivamente, não compramos toneladas e acaba por haver sempre um leque reduzido. Abrimos 1 mês de saldos

Voz off 4 E o que vem ai, é já a coleção primavera-verão. A dona da U.R já tem as suas ideias e já estão prontas para serem postas em prática

Resposta:  A coleção tá a ser feita, já no dia 3 e 4 de Março em Lisboa, dia 5 no Porto. É uma coleção de primavera e verão. Já vamos lançar estas sweets. São sweets que dão para homem e para mulher. Vamos tentar fazer uma coleção especifica para homem e mulher e outra para mulher e vamos lançar uma nova coleção de fatos de banho.

Voz off 5 Um loja que outrora era de segunda mão, mas que deixa dona serra hoje em dia bastante satisfeita com os seus resultados

publicado por Lourenço Lopes às 21:53

Texto Pivô

 O cinema Trindade, que encerrou portas no ano 2000, celebra agora o primeiro aniversário da sua reabertura. Com cerca de 50 mil espectadores nos últimos 12 meses, este espaço tem-se destacado na agenda cultural da Invicta.

 

Voz off 1: O Trindade tem sido local de passagem para os amantes da sétima arte, na cidade do Porto. Américo Santos, o responsável pelo cinema desde a sua reabertura, aproveita a época de celebração para fazer o balanço deste primeiro ano.

Vivo entrevistado 1: É um balanço altamente positivo, que nos surpreendeu bastante a nós, ou seja, superou as nossas melhores expectativas.

Voz off entrevistado 1: Por duas razões, primeiro ultrapassamos bastante o limite estimado de público que tínhamos para este ano; e por uma razão também muito especial, sentimos que esta foi uma sala agarrada pelos portuenses, ou seja, uma sala que veio fazer a diferença nesta cidade em termos de cinema.

Vivo entrevistado 2: Vimos, não semanalmente, mas grande parte das sextas-feiras costumamos vir aqui ao cinema.

Vivo entrevistado 3: O cinema Trindade, já frequentei noutros tempos quando ele existia. É lamentável que deixasse de haver cinemas no centro da cidade, só nos centros comerciais, e, portanto, estou muito contente. Estou a reviver o passado, vindo agora novamente.

Vivo entrevistado 1: Isto de facto é uma sala que mexeu com as pessoas do Porto.

Voz off entrevistado 1: Ou seja, ter uma oferta no centro da cidade com um cinema diariamente, aberto diariamente, com sessões contínuas, portanto, oferecendo diversos filmes diariamente, veio trazer ao Porto algo que não existia nestes últimos tempos.

Vivo entrevistado 4: É um cinema que não tem publicidade, não tem anúncios, é fast-free, as pessoas chegam sentam-se, veem o filme e vão embora. Não há pipocas, não há barulho, não há adolescentes a fazer barulho.

Vivo entrevistado 5: É uma resposta para pessoas que de facto não gostam da deslocação fora do Centro para ver cinema, e é uma forma de encontrar cinema que também não se encontra no circuito comercial dos shoppings, das grandes cadeias de cinema.

Vivo entrevistado 1: Aquilo que nos interessa é lançar mais um convite aberto a todos os portuenses, para virem conhecer a sala, aqueles que não conhecem, porque eu acho que vão ser surpreendidos.

 

publicado por Bárbara Dixe Ramos às 16:18

Texto- Pivô: São cada vez mais os portugueses que trocam as grandes superfícies pelo comércio tradicional. Na Porto de Magia, os carrosséis, as caixas de música e os bibelôs abrem as portas para um novo mundo.

 

 

Voz-off 1: Discreto mas convidativo para quem se atrever a espreitar. É a dar corda que José Reis ocupa um negócio familiar com mais de 70 anos.

 

Entrevistado 1: Começou com o meu pai em 1944 com mobiliário. Em 1994, nós fizemos uma decoração de Natal e colocamos algumas caixas de música.

 

Voz-off 2: Os vitrais e as caixas de música são os mais procurados. Há quem entre não só para comprar.

 

Entrevistado 2: Nós temos clientes que vêm mesmo cá por causa das caixas de música. Já não vêem disso há anos e agora nas grandes superfícies não há a possibilidade de verem estas coisas.

 

Entrevistado 3: É um produto muito peculiar. É muito especial aqui esta casa e ainda bem que está na rua e não no shopping.

 

Voz-off 3: As estratégias são várias para sobreviver a um comércio dominado pelas grandes superfícies.

 

Entrevistado 1: O artigo tem que ser apelativo e que as pessoas gostem dele. Há sempre um toque retro. Neste momento qualquer modelo de caixa de música que surge, a gente quer ter e temos que ter.

 

Voz-off 4: Um baú para os mais velhos e um mundo de fantasia para os jovens.

 

Entrevistado 4: As caixas de música, os carrosséis, os realejos são coisas que eu não estou habituada a ver no meu dia a dia e só encontro mesmo aqui nesta loja… Acho que torna um bocadinho a cidade especial.

 

Entrevistado 3: É um sítio onde nós nos deslumbramos dada pela magia destas caixinhas de música ou dos relógios de cuco.

 

Voz-off 5: É hora de marcar pela originalidade pelo menos enquanto a imaginação não esgotar.

 

Trabalho realizado por Leonor Ferraz e Susana Leão

publicado por Leonor Ferraz às 13:58

Texto-pivot
O uso da cannabis para fins medicinais tem sido uma temática de debate, no entanto o uso recreativo desta planta é ainda pouco desenvolvido e desaconselhado. 

 

 

Voz-Off 1: Cannabis, haxixe... Há quem use para fins recreativos e defenda a legalização. Viemos perceber o porquê.

 

Vivo Entrevistado 1: A partir do momento em que as pessoas são maiores de idade e têm a consciência, ou mesmo não tendo, deveriam ter a possibilidade de comprar sem ter que ir e ver outro tipo de meios. Se fosse legal, tu ias a uma growshop e falavas com uma pessoa que te dava informação sobre o que estás a fumar, sobre o que estás a fazer. Continuo a consumir porque acho que não afeta a minha vida em nada, não afeta o meu desempenho em nada. Acho que, na maior parte das vezes, se for uma substância controlada é igual às outras. É como tomar um comprimido para a dor de cabeça... eu fumo um cannabis. 

 

Vivo Entrevistado 2: É mais pela sensação do prazer, de gostar do sabor e se calhar preferir fumar um charro do que dois, três ou quatro cigarros. Acho que era muito mais benéfico para qualquer consumidor comprar de forma legal e controlada pela própria confiança do consumidor, saber o que vai consumir do que estar a comprar de forma ilegal porque muitas vezes até podemos ser enganados, ou consumirmos certas substâncias que não estámos à espera.
Hoje em dia também se calhar mais gente fuma do que as que não fumam. E fuma gente de toda a classe social, por muito que a gente não queira admitir. As ideias estão ainda um bocado retrógadas porque a própria sociedade acho que já não vêem um consumidor de haxixe, ou de cannabis, como um toxicodependente...

 

Vivo Entrevistado 1: É normal uma mãe a uma Sexta-Feira estar a ligar para o filho e ele estar todo bêbado e não é normal a pessoa estar consciente e a falar com alguém a fumar? 

publicado por Rafael Oliveira às 13:08

Texto Pivô

O número de pessoas que procura o Porto para viver e trabalhar, é crescente. Contudo, há pequeno comércio, como livrarias, que lutam por manter o lugar na cidade.

 

 

Voz off 1

Procura um livro? A diversidade é grande.

Na livraria do alfarrabista João Soares, quase se pode descobrir o mundo.

Mas como subsistem as pequenas livrarias na cidade do Porto?

Vivo entrevistado 1

«As livrarias a mim não me apoquentam porque eu não estou a vender nada de novo. Interessa-me é vender coisas que as livrarias não têm.»

Voz off entrevistado 1

«Vêm aqui, isto é quase o senhor dos impossíveis»

Voz off 2

Carla Henriques, também proprietária de uma pequena livraria, sente o negócio ameaçado.

Vivo entrevistado 2

«A concorrência que mais nos afeta são as vendas online de sites, de particulares diretamente.»

Voz off 3

Num local onde tudo é antigo, há práticas que continuam firmes e atraem clientes.

Vivo Entrevistado 1

«É a simpatia, os preços e ter o máximo possível de livros que tenham interesse.»

Voz off entrevistado 2

«Por os livros dentro de um saco de cetim com uma fita toda bonita, não. Não é essa a estratégia.»

Vivo entrevistado 2

«Os clientes que gostam de livros, procuram os livros porque têm interesse neles.»

Voz off 4

Como em toda a cidade portuense, também aqui a presença do turismo é fundamental.

Vivo entrevistado 3

«Q: Então, como turista, o que você acha que livrarias como esta trazem para a cidade?

R: Para mim muito, não sei, mas penso que é lá que está muito conhecimento sobre a pastelaria tradicional local, posso encontrar aqui. É o que eu penso.»

Voz off 5

No final de cada dia, a satisfação é algo simples.

Vivo entrevistado 2

«É um cliente entrar e dizer que procura há muito tempo um determinado livro, está desesperado que precisa desse livro e eu tê-lo assim ao alcance da minha mão e dizer: ‘Tá aqui. E ver o sorris das pessoas nesse momento, é muito bom mesmo.»

publicado por Ana Miranda às 11:55

 

Texto-Pivô: O grupo Sgate é uma das maiores marcas portuguesas da Indústria têxtil. Entre maquinaria e trabalhadores, ficamos a conhecer como a empresa ultrapassa a crise do setor.

 

 

 

 

Voz-Off 1: Não é uma escola. Nem uma corporação de bombeiros. O som da sirene marca o início de mais um dia de trabalho.

 

Voz-Off 2: Na Sgate trabalha-se a entretela, conjuga-se o tradicional com a inovação. A máquina com a agulha. Sem nunca esquecer os principais objetivos da marca: globalizar e sustentar.

 

Voz-Off 3: A crise da indústria têxtil não passa despercebida. No entanto, esta pode também ser vista como uma forma de renovação do setor.

 

Entrevistado 1: Nós trabalhamos com os melhores clientes a nível nacional e mesmo a nível nacional. Portanto houve… É facto que houve uma limpeza, vamos dizer assim, das empresas menos…das empresas que passavam mais dificuldades, portanto agora digo que o que restou são empresas sérias e que nós conseguimos confiar plenamente e vamos dizer que o ramo têxtil está a crescer.

 

Voz-Off 4:O processo de produção é complicado e minucioso. Na produção de colarinhos e punhos para camisas…cada milímetro conta e no corte, nada pode falhar.

 

Entrevistado 2: Estendemos os rolos, têm números ímpares. Depois tem o corte de colarinhos, cortamos o colarinho, que é composto pela base e pelo cós e, depois tem o punho. Depois disso embala-se tudo e vai para o cliente.

 

Voz-Off 5: O tempo vai passando e preparam-se as últimas entregas do dia. Nesta indústria trabalha-se à velocidade da máquina e aceita-se um novo desafio: fazer a economia crescer.

 

Trabalho desenvolvido por: Maria João Silva e Ivânia Cardoso

publicado por Maria João Silva às 10:30

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