Blog dedicado à unidade curricular de Jornalismo Televisivo da Universidade Lusófona do Porto

Terça-feira, 28 de Fevereiro de 2017

 

Texto-pivô: A cidade do Porto recebe novas hamburguerias e conceitos inovadores. Mais de 20 espaços abriram num período de 5 anos. Os consumidores optam pelo atendimento personalizado e espaços acolhedores. 

 
 
VO: A chama portuense uniu-se à inovação e são poucas as ruas do Porto que não têm uma hamburgueria. Tradições afastadas para receber o conceito que conquistou a cidade.  
 
Vivo Entrevistado 1: "Cada vez mais têm vindo a ser abertas este tipo de casas e isto traz benefícios para o comércio da cidade. E mesmo para as pessoas que gostam aqui de gozar a vida, também vale a pena."
 
VO: As hamburguerias portuenses atravessam um período positivo. Num período de 5 anos, foram mais de 20 os espaços abertos. Números que tendem a aumentar. 
 
Vivo Entrevistado 2: "Gosto que haja muita concorrência deste tipo de espaços, pelo menos temos forma de escolher."
 
Vivo Entrevistado 3: "Parece que a cada rua que passamos, há uma hamburgueria."
 
VO: Os consumidores procuram conforto e ingredientes frescos. Tudo pronto para criar uma receita gastronómica, que só o Porto tem. 
 
Vivo Entrevistado 4: "O Porto é uma cidade que está em efervescência, uma cidade moderna, uma cidade que tem uma boa receptividade a inovações."
 
Vivo Entrevistado 5: "Começamos aqui com pouquíssimos restaurantes. E neste momento, só esta rua, tem cerca de 15-16 restaurantes."; "Temos algumas hamburguerias em que considero que, de facto, são boas hamburguerias. Outras nem tanto. Como é óbvio, como em tudo. Mas vejo como muito positivo o facto de haver mais hamburguerias e mais restaurantes. Convinha era haver um pouco mais de regulamentação." 
 
VO: As empresas de fast-food deixaram de ser a típica opção. Uma oferta variada para uma cidade em crescimento.
 
 
 
Maria Inês Moreira e Maria Inês Pinho
publicado por Maria Inês Moreira às 23:36

Texto-Pivô: O Porto tem-se preocupado com a renovação da cidade. Para isso é preciso investir em novos espaços dinâmicos. Foi o caso do District Offices and Lifestyle. No mesmo local aliaram a área do comércio com os escritórios.

 

 

 

Voz Off 1: O District Offices and Lifestyle criou novas oportunidades para algumas marcas expandirem o negócio. Este espaço empresarial está situado no Porto. Foi inaugurado no dia 9 de fevereiro. Maria João é uma das proprietárias da loja Geada. Dá enfâse a marcas e pequenos criadores portugueses.

Vivo Entrevistado 1: “A ideia cresceu de vários amigos se juntarem e terem um espaço em que tinham vários projetos num espaço só. Decidimos que era um sítio novo, em expansão e que seria muito mais interessante do que o sítio que já está em decadência como a Rua de Miguel Bombarda, por exemplo.”

Voz Off 2: Outra das lojas presente no District é a Barraquinha. Mónica Mota viu neste espaço um novo meio de divulgação para o negócio.

Vivo Entrevistado 2: “A comunidade do District faz parte de um conceito novo. Sabíamos já desde a altura que ia ser uma novidade para a cidade e sabíamos que iam ter aqui muitos escritórios, que íamos ter a possibilidade de conviver com outras pessoas e queríamos partir para uma experiência nova.”

Voz Off 3: Elisa Andresen faz parte do departamento de marketing. A responsável pelo espaço explica o que esteve na origem do projeto.

Vivo Entrevistado 3: “O projeto surgiu quando o imóvel ficou à venda. Na altura, portanto, foi comprado o edifício e como já era um edifício de serviços, nós aproveitamos então para implementar a ideia que estava em carteira.”

Voz Off 4: A localização é um ponto de referência. Deste modo os comerciantes apostam num espaço alternativo. Para Elisa esta é uma forma de fazer crescer as marcas.

Vivo Entrevistado 3: “Há empresas que já estavam no mercado a algum tempo, portanto, precisavam de um espaço maior e nós pudemos, portanto, disponibilizar este espaço.”

Voz Off 5: O District mostra interesse no comércio alternativo. Por isso pretendem investirem cada vez mais neste negócio.

 

Andreia Resende e Sara Oliveira

publicado por Andreia Resende às 19:51

Texto Pivô : Numa cidade onde circulam cada vez mais turistas, é necessário cativá-los.

O aparecimento dos tuktuk no Porto tem gerado grande polémica.

 

 

Voz Off 1 : A chegada dos Tukuk à Invicta tem motivado diversas opiniões.

Os taxistas são os principais afetados.

Vivo 1 : Eles têm praças próprias…Nos Clérigos, têm aqui em baixo, mas eles, param à porta dos hotéis. Não é legal, mas eles param. (E isso prejudica o vosso trabalho?) Prejudica e bastante!

Voz Off 2: Os portuenses mostram-se satisfeitos com estes veículos turísticos.

Vivo 2: Não tira a vez ao táxis nem nada, enquanto o tuktuk pode parar e mostrar a cidade, os táxis não, tem de andar depressa porque senão pagasse muito dinheiro.

Vivo 3: O Porto antes de haver outros meios, o Porto estava um bocadinho morto. Portanto, haver essa interatividade com o povo do Porto e mesmo os turistas, melhorou imenso.

Voz off 3: Contrariamente ao que acontece em Lisboa, estes veículos são utilizados apenas para fins turísticos.

Vivo 4 : Agora andarem a fazer os chamados transferes, que nós cá no Porto, optamos muitas vezes por não os fazer sendo que os tuktuk é um veículo turístico e então os transferes são destinados aos taxistas. Eles reclamam na perspetiva deles e muito bem, porque eles pagam as taxas e nós não. Nós aqui optamos por elevar os preços para as pessoas não quererem fazer esses transferes connosco porque é um serviço destinado aos taxistas.

Voz off4: Cada um vê a cidade de forma diferente. Aqui, há espaço para todos.

 

Rita Silva e Filipa Coelho

publicado por Filipa Coelho às 18:27

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