Blog dedicado à unidade curricular de Jornalismo Televisivo da Universidade Lusófona do Porto

Quarta-feira, 11 de Janeiro de 2017

Texto -pivo

 

El clima templado y las olas de todos los tamaños, hacen de Portugal, el país óptimo para practicar surf todo el año. Este deporte se puede entrenar en los más de 900 kilómetros de costa portuguesa, incluyendo las Azores y Madeira.

 

Voz off 1

 

El norte y en concreto Porto, es una de las regiones más frecuentadas, acogiendo también multitud de campeonatos y competiciones nacionales como el circuito regional de surf del norte.

 

Entrevistado1

 

“La razón es que yo estoy aquí, soy de Bélgica, no hay olas en Bélgica, los vuelos son muy baratos, En Porto es uno de los destinos, puedes venir por la mañana y hacer surf todo el día”

 

Voz off 2

 

La playa de Matosinhos es una de las más destacadas para este deporte, aunque solo la mitad pertenece propiamente al concejo de Porto. Es muy extensa y se encuentra protegida por los paredes de Leixoes. Estas características geográficas hacen de esta playa bastante tranquila, por eso se concentra allí muchas de las escuelas como Godzilla surf school o onda surf school

 

Entrevistado 2

 

“Escogí Oporto para abrir mi escuela de surf , porque 20 años atrás yo vine para Porto a estudiar en mi escuela, monté en Lisboa y cuando vine a Porto, traje la escuela tambien para Porto y por tanto inicié aquí también esta actividad del surf. Fue de ahí donde surgio los primeros pasos de Onda Pura en Porto”



Voz off 3


Este conjunto de razones hacen de Porto un destino óptimo para los amantes del surf.

publicado por Esther Egea às 15:59

Texto Pivôt – Há um “novo” desporto na moda. Ouve-se cada vez mais falar em Padel mas em que consiste verdadeiramente o desporto? Visitamos a Quinta de Monserrate, no Porto, para ficar a saber um pouco mais da modalidade.

 

VO 1 - Surgiu em Portugal na década de 90 mas só nos últimos anos teve grande evolução. O Padel é um dos desportos em maior crescimento no nosso país. Com muitas semelhanças ao ténis, existem, claro, algumas diferenças.

Entrevistado 1 – Bem a grande diferença julgo que é: primeiro as raquetes, tem raquetes próprias e as bolas também são próprias, depois temos a ajuda dos vidros, porque o campo é rodeado de vidros e de redes, o que faz com que o jogo seja um bocadinho mais fácil de jogar e também mais divertido, com as tabelas.

VO 2 – Trata-se de um desporto bastante acessível e existem já pacotes de aulas para quem se quer iniciar na prática da modalidade.

Entrevistado 1 – Sim, hoje em dia os clubes já têm horas em que os preços já é 3 euros durante a semana, mas, normalmente, é 5 euros por semana, 5 euros por dia, por isso, acho que é minimamente acessível.

VO 3 – Sendo um desporto com pouca visibilidade em Portugal, torna-se difícil a sua profissionalização e, como tal, não existe ainda alguém que viva dele.

Entrevistado 2 – Como jogador não. Como empresário e treinador sim.

VO 4 – No entanto, existe já a Federação Portuguesa de Padel que tem vindo a trabalhar e investir no desenvolvimento da modalidade, criando um conjunto de competições e medidas.

Entrevistado 2 – O ranking da Federação Portuguesa de Padel e tem torneios quase todos os fins de semanas e tem, uma vez por ano, o campeonato nacional.

VO 5 – Com a conquista do segundo lugar no último Campeonato do Mundo, realizado em Novembro de 2016, a Federação acredita que Portugal tem muito talento e possibilidades para evoluir e ganhar mais participantes.

Entrevistado 2 – Acho que o Padel pode crescer muito, a nível nacional, porque era muito desconhecido, agora com os resultados obtidos no Campeonato do Mundo, as pessoas ficaram a falar mais de Padel, mais pessoas a ouvirem, mais pessoas a experimentarem e, cada vez mais, pessoas a jogar regularmente.

VO 6 – De acordo com o site da Federação, estima-se que cerca de 9000 pessoas pratiquem regularmente este desporto, que abrange idades compreendidas entre os 5 e os 80 anos, existindo, neste momento, mais de 50 campos espalhados pelo país.

publicado por Tiago Sá Pereira às 13:18

 

 Jornalista: Gran parte de los jóvenes europeos de hoy en día, decide irse un año a estudiar en el extranjero, o lo que mejor se conoce, irse de erasmus. Pero con todos los tópicos que hay y la fama que hay siempre a su alrededor, vamos a ver en qué consiste realmente irse de erasmus.

Voz en off 1: La mayoría de estudiantes deciden cursar un año fuera de su país principalmente para enriquecer su formación académica, a pesar de las diferencias que hay entre universidades de dos países distintos.

Entrevistado 1: Pienso que en Italia es mucho más teórico todo lo que se hace, lo unico que importa para superar un examen es estudiar un libro de memoria. Aquí aprecio mucho que se hacen muchos trabajos en grupo, muchas prácticas, hay discusiones en clase... Los alumnos discuten sobre temas.

Entrevistado 2: Al estudiar Biología lo que echo en falta son muchas prácticas de campo. Allí en Vigo lo que hacíamos era salir muchas veces al campo y luego analizar las muestras. Aquí lo que hay son prácticas de laboratorio. Pero una semana prácticas de laboratorio me parecen muy pocas.

Voz en off 2: Aunque no se puede negar que conocer gente nueva de diferentes países es sin duda uno de los mayores atractivos.

Entrevistado 3: En mi ciudad ya tienes un grupo, entonces muchas veces no te abres a conocer gente nueva, y aquí en cambio estás continuamente dispuesto a conocer gente nueva, conocer de donde son, que estudian, etc.

Jornalista: Pero si una experiencia tan completa y compleja como es el erasmus, hubiera que resumirla en una sola palabra, ¿Cuál sería?

Entrevistado 2: Felicidad

Entrevistado 3: Independencia

Entrevistado 1: Madurez

publicado por David Sancho às 11:18

Texto Pivô: A Papabubble abriu há um ano, na cidade do Porto. É artesanal e é essa transformação manual que faz a diferença no comércio nacional.

 

 

https://www.youtube.com/watch?v=lwxa-re_Hpw&t=8s

 

 

 

 

 

Voz Off 1: A Papabubble é uma loja de fabrico de rebuçados artesanais, no centro do Porto. Conceito inovador que leva os visitantes numa viagem intensa de cor e fantasia...

 

Vivo Entrevistado 1: Abriu a primeira loja em Barcelona, foram dois rapazes australianos que abriram a loja, entretanto a loja foi um sucesso e apartir daí começaram a abrir outras lojas.. Em Lisboa abriu para aí dois anos depois de ter aberto em Barcelona, depois abriram mais lojas pelo mundo e nós abrimos há um ano.

 

Voz Off 2: Pode-se encontrar no interior da loja desde doces temáticos, chupas chupas coloridos até aos tradicionais rebuçados da marca. É uma enorme variedade de escolhas coloridas e sabores inesperados.

 

Vivo Entrevistado 2: Conheci através de uma plataforma online, achei bastante interessante e decidi vir experimentar, o espaço é bastante apelativo e acho bastante interessante a ideia o consumidor puder ver o seu produto final..

 

Voz Off 3: Antes do resultado final de todos os produtos existe um processo de confeção bastante curioso...

 

Vivo Entrevistado 3: Isto tem uma construção um bocado estranha porque nós construímos o rebuçado do interior para o exterior.. Peça a peça, fazemos um rolo grande, depois começamos a esticar, aquilo fica tudo pequenino e depois cortamos os rebuçados um a um.. primeiro tirámos umas barrinhas compridas, depois esfriamos e depois cortamos cortamos os rebuçados e eles ficam como estão ali nos pacotes.

 

Voz Off 4: Na Papabubble podem ser feitas encomendas personalizadas, por alguma data em particular ou simplesmente um pedido especial e diferente.. Fazendo assim as delícias dos mais miúdos aos mais graúdos...

publicado por Ana Martins às 10:20

 

Texto Pivô: A venda de livros usados é um ofício que ainda não saiu de moda. No interior do mundo dos alfarrabistas é possivel concontrar verdadeiros tesouros da literatura. 

 

Off 1: O interior de uma livraria alfarrabistaé um autêntico báu recheado de tesouros literários. Quem passa diariamente pela rua de Aviz não imagina nos segredos que esta huarda. E, é ao respirar papel velho que Miguel Carneiro nos revela os seus segredos. 

Vivo: A livraria Moreira e Costa foi fundada em 1902 pelo meu trisavô. E como sendo literário o meu avô chamava-se José Moreira da Costa e o outro sócio era o Marinho. E a partir daí de 1908 passou a ser só livraria Moreira da Costa. 

Off 2: No leque de livros que fazem parte da génese desta livraria está uma edição fac-similada da obra de Camilo Castelo Branco "A Infanta Capelista".  

Vivo: Este livro estava associado a esta livraria que é uma edição fac-similiada da "Infanta Capelista" que a minha bisavó fez porque o livro era muito raro. Só existiu 5 existia 5 exemplares, e deu uma pena de prisão não efetiva, pois teve de pafar multa. Mas foi a primeira sentença de prisão que existiu por direitos de autor foi decido a este livro da "Infanta Capelista".  

Off 3: A promoção do livro é a primeira razão para que esta livraria alfarrabista tenha ressistido ao longo dos tempos.

Vivo: Principalmente pelas gerações gostarem muito de livros, e pelo prazer da leitura, pelo prazer do conhecimento. E acima de tudo também pelo prazer de falar com pessoas, ter novas ideias e promover o livro.

Off 4: A paixão pelos livros é o lema principal de alfarrabistas como Miguel que fazem do livro a sua razão de viver.   

 

Diogo Moreira 

publicado por Diogo Moreira às 03:10

 

Texto pivô: Numa época de consumismo de massas, há ainda lojas tradicionais que prevalecem. Uma delas é "A Vida Portuguesa", situada na zona dos Clérigos, no Porto.

Voz Off 1: No cruzamento das ruas Carmelitas e Galeria de Paris é possível encontrar, no 1º andar do edíficio da centenária loja Fernandes Mattos, uma relíquia do comércio tradicional.

Subindo a deslumbrante escadaria interior, entramos numa viagem ao passado num presente tão real. Lá é possível encontrar produtos portugueses antigos e autênticos.
Catarina Portas é a cara deste projeto, nascido em 2004, em Lisboa. No Porto, as portas abriram 5 anos depois.

Vivo Entrevistado 1: "Esta loja é um pouco o conceito dos grandes armazéns que existiam no final do século XIX e início de século XX. Portanto, nós temos desde têxteis até alimentação, livraria, perfumaria, etc. Pode-se encontrar um pouco de tudo...português. Porque nós temos muitas marcas, muita variedade de perfumaria, mercearia como podemos ver aqui atrás de nós, cerâmicas... Portanto estas três áreas talvez sejam as mais fortes que as pessoas vêm mais aqui ao local para comprar, sim."

Voz Off 2: Este espaço único é visitado tanto por portuenses, turistas nacionais e tantas outras pessoas de todos os cantos do mundo.

Vivo Entrevistado 2: (O que é que está a achar do espaço?) "Maravilhoso, diferente, lindo. Coisas antigas maravilhosas que a gente não imaginava que podia haver. Adorei." (Fez muitas comprinhas?) "Poucas, mas fiz."

Voz Off 3: Além de todos os produtos, podemos usufruir duma vista privilegiada para a Torre dos Clérigos.

publicado por Gabriela Ferreira às 01:39

Terça-feira, 10 de Janeiro de 2017

Texto pivô: A "Casa Mizita", situada na Rua das Flores, na cidade do Porto, é uma loja tradicional que tem enfrentado dificuldades para se manter de pé. Sendo esta uma rua cada vez mais moderna e mais visitada pelos turistas, fez com que esta loja tivesse que se adaptar aos novos tempos.

 

 

Voz off 1: É na Rua das Flores que encontramos esta loja, a "Casa Mizita". Uma loja com 74 anos de existência, que teve de mudar alguns dos seus produtos para chamar a atenção do turismo e manter o negócio de pé.

Vivo entrevistado 1: "Ora bem...há coisas em que se tinha de comprar muita quantidade e vendia-se mal. Especialmente slips de homem, boxers de homem, substituimos por uns outros da qual nós vendiamos mais ou menos e continuamos a ter."

Voz off 2: O proprietário da loja afirma que as mudanças foram positivas, e que o "turismo de verão" é aquele que mais consome.

Vivo entrevistado 1: "Bem...o turismo para ser realmente bom, é aquele que vem em Junho, Julho e Agosto. Porque o outro é um turismo um pouco mais pobre, como se pode dizer e que não tem tantas possibilidades como tem o turismo dessa altura."

Voz off 3: Nem mesmo os clientes mais antigos abandonaram a loja. Apesar das mudanças nos produtos continuam a sentir-se satisfeitos e a encontrar o que precisam.

Vivo entrevistado 2: "Sou cliente da loja já há bastante tempo...50, 50 e tal anos. Os meus pais já eram clientes, os meus avós já eram clientes e eu continuei porque estou satisfeita com o artigo que me fornecem."

publicado por Filipa Coelho às 19:54

Texto-Pivô: “Mãos Divinas” de Marcos Muge é um projeto inovador e marcante na cidade de Ovar. São poucos os habitantes que não conhecem a escultura.

 

 

Voz Off 1: Marcos Muge tem formação artística e técnica de conversação e restauro. Em 2013 começou a trabalhar no projeto de raiz “Mãos Divinas”. O artista explica como surgiu a ideia para fazer esta escultura.

Vivo Entrevistado 1: “Eu quando estaciono o carro aqui perto e subo as escadas. A primeira coisa que eu deteto foi aquela árvore que existia acolá tombada, completamente, e vi montes de “rancos” por aqui assim espalhados que eram destas duas árvores e tive a visão das esculturas feitas nas árvores. Acho que foi qualquer coisa de divino que surgiu, é que eu nunca esculpi uma árvore, cheguei a fazer uns pequenos trabalhos em madeira, em pedra, com esta dimensão não fiz, nem nunca tinha trabalhado nenhuma escultura a motosserra.”

Voz Off 2: Madeira é o único elemento e base das quatro esculturas. Marcos Muge nunca fez um trabalho de raiz e pouco trabalhou com o material em questão.

Vivo Entrevistado 1: “Isto são árvores de cedro e a madeira de cedro é uma madeira bíblica.”

Voz Off 3: Devido às circunstâncias e ao espaço, Marcos Muge intitulou o conjunto de esculturas por “Mãos Divinas”. Cada tronco de madeira tem uma mão diferente e um significado próprio.

Vivo Entrevistado 1: “São temas bíblicos que estão a ser trabalhados nas árvores. E eu aqui não estou a trabalhar cabeças, nem mãos, ou seja, corpos integrais, como habitualmente é uma escultura normal.  É a interpretação dos temas bíblicos apenas com mãos que é uma coisa completamente diferente. Então estamos aqui a fazer uma nova linguagem plástica.”

Voz Off 6: A dimensão e a beleza das “Mãos Divinas” de Marcos Muge ficam na memória e no olhar dos habitantes e visitantes de Ovar. A obra ficará concluída, se tudo correr bem, ainda este ano.

 

Andreia Resende

publicado por Andreia Resende às 18:52

 

 

Texto pivô: 

O grupo de vegetarianos está a ser prejudicado por uma escolha e está a limitar a sua relação na sociedade, porque tem hábitos alimentares distintos do que é considerado padrão. Desigualdade no acesso à alimentação é um problema grave, que num país desenvolvido como é Portugal, deve ser urgentemente repensado.

Off1: É por os animais e pela agricultura biológica que Idalina Guedes optou por ser vegetariana. Há cinco anos que mudou os seus hábitos alimentares e desde então não se satisfaz com as ementas que encontra na restauração.

Vivo  entrevistado 1: O maior problema dos vegetarianos é quando temos de ir a um restaurante com a família ou com os amigos ... é um grande problema, porque a restauração não está preparada para os vegetarianos. E depois então, é assim: por norma, comemos muito mal.

Off 2: o Restaurante Alcaide tem apenas um prato aos almoços para vegetarianos. Cristina, proprietária do estabelecimento associa o facto de ser vegetariano a certos tipos de profissões.

Vivo entrevistado 2: As pessoas que mais procuram o prato vegetariano, são pessoas por exemplo: juízes, procuradores porque são os que têm profissões que não precisam de tanto esforço físico, não é...! Hmm, pessoas que trabalham em prontos-a-vestir,pessoas que têm a profissão mais leves, acabam por procurar um prato que seja mais saudável e mais leve.

Off3: Existem vários tipos de vegetarianos. Estes são os principais.

Vivo entrevistado 3: O ser vegan ou vegetariano não é ser extraterrestre. As pessoas vão para muitos restaurantes dizer que são vegetarianas e então, vamos dar uma salada e um pouquinho de arroz e resolvemos o problema. Não! é muito mais que isso. Este é um mercado que é hibrído, digamos. Nós temos aqui, entre aspas, duas tribos que elas convivem em simultâneo.Num simbiose de pessoas que optaram pelo vegetarianismo e veganismo, perdão, como uma pessoa de vida, uma opção saudável outras fizeram isso ligadas á defesa dos animais.

 

publicado por Rita Silva às 18:32

 

 

 

Texto pivô - Numa época em que o Porto está a sofrer alterações, o comércio tradicional não é exceção. Foi o caso da “Casa Oriental” que teve de adaptar o espaço aos tempos modernos.

Voz off 1 - Situada junto à Torre dos Clérigos, a “Casa Oriental” não passa despercebida. O bacalhau seco pendurado à entrada da mercearia passa a ser a imagem de marca.

Vivo entrevistado 1 - “Na maior parte dos casos há uma série de produtos de referências que as pessoas preferem continuar a vir à baixa, às lojas, ao comércio tradicional, porque são pessoas que estão mais ligadas com as especialidades das suas referências, dos seus produtos.”

Voz off 2 - A qualidade da produção leva os consumidores a irem em busca da mercearia tradicional e há um especial destaque para determinados produtos.

Vivo entrevistado 1 - “Os produtos principais é o bacalhau, os vinhos do Porto Taylor’s, temos quase a gama completa, e temos o queijo Serra da Estrela, que é um queijo de ovelha Dop que é de denominação de origem protegida e depois temos também as conservas da Comur, que é uma das melhores conservas que temos cá no país. Maior parte é para exportação mas também temos muitas pessoas aqui a comprarem essas conservas e depois temos alguns produtos assim como as compotas, temos o café do Delta barco, temos uma marca de chocolates muito antiga que é a Avianense, que é a única marca que temos em chocolate, também trabalhamos unicamente com essa marca e depois temos alguns chás, temos alguma parte da garrafeira, algumas referências de vinhos das melhores marcas."

Voz off 3 - A tradição de um atendimento personalizado ganha força na hora de escolher o produto e dessa forma resistir à crise do comércio tradicional.

Vivo entrevistado 1 - "Isso é o ponto número um quando o cliente vem ao comércio tradicional. É ter um ligação com o funcionário, não é… e depois quando nós estamos a vender um produto diretamente ao cliente que é ele que o vai consumir é o mesmo cliente que depois nos vem dizer que tem estas características ou tem aquelas para a gente poder manter essas qualidades."

Voz off 4 - Para além da “Casa Oriental” ter sido renovada há cerca de um ano, Miguel  aconselha a todos os que pela cidade passam a visitar a “Casa Portuguesa do Pastel de Bacalhau” com queijo da Serra da Estrela, que pertence ao negócio centenário.

 

publicado por Sara oliveira às 17:43

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