Blog dedicado à unidade curricular de Jornalismo Televisivo da Universidade Lusófona do Porto

Quarta-feira, 30 de Março de 2016

Pivot: A rede social Instagram vai mudar o sistema de publicação das imagens. A ordem cronológica será substituída por um algorítmo. Quem usa o serviço está descontente com as alterações.

 

Off 1:As notícias acumulam-se  pela internet, e alguns utilizadores estão indignados. De cartazes a petições online, tentam de tudo para impedir as  novas alterações.

Ent 1:Já ouvi dizer que a página oficial do Instagram publicou no Twitter a dizer que realmente iria acontecer uma mudança, mas que não iria ser para já. Não acho bem ate porque grande parte das fotografias que eu posto tem uma ordem cronológica, ou seja, faz sentido estarem assim e pelo o que eu percebi isso vai deixar de acontecer.

Off 2: Pelo meio, já há quem invente formas de contornar a situação,enquanto outros, pensam deixar o serviço.

Ent 1:Acho que é importante para captar alguns dos momentos com os meus amigos e grande parte do meu dia a dia e por isso dou grande utilidade ao Instagram. Mas realmente como não me agrada o novo mecanismo, se calhar vai fazer com que deixe de ser tão assídua.

Off3:Os apelos no facebook e no twitter levaram a empresa a reconsiderar as mudanças. Aos utilizadores inconformados, resta esperar pelas próximas semanas 

publicado por Daniel Gonçalves às 08:00

Pivô: A Casa Hortícola é uma loja dedicada a sementes de frutos e plantas, que resiste às marcas do tempo. Um espaço de comércio tradicional, que se mistura com a modernidade da cidade do Porto.

 

Off 1: Os clientes, são a prova de que este tipo de comércio continua a atrair compradores apesar da forte concorrência das grandes superfícies comerciais. Maria Saraiva conheceu a Casa há 36 anos, e garante que os produtos são de qualidade.

Vivo Entrevistado 1: Em aspeto de flores, de couves, as alfaces. É tudo bom.T enho lá um quintalzinho e até num vaso eu consigo pôr.

Off 2: A Casa Hortícola foi inaugurada em 1921, mas em 95 anos de história as mudanças são inevitáveis. António Ferreira de Sousa, proprietário há mais de cinquenta anos fala sobre o assunto.

Vivo Entrevistado 2: Quando começaram o forte eram plantas, árvores de fruto e portanto tinham roseiras, arbustos, flores de cortar, corveiros, ramos e tudo tinham. Depois evoluiu mais para sementes e agora é sementes de hortas e jardins, bolbos, flores e plantas também.

Off 3: A loja tem apenas dois funcionários: o proprietário e Isidro José, que trabalha há 63 anos no local. O que seria o primeiro emprego de um rapaz de 11 anos, tornou-se a profissão de toda uma vida.

Vivo Entrevistado 3: Está inserido na natureza, é muito gratificante trabalhar neste ramo. Antigamente as pessoas saíam dos seus trabalhos e vinham buscar sementezinhas para fazer as suas hortinhas, nos seus bocadinhos de terra. Hoje em dia não, hoje em dia é praticamente por carolice vão ao supermercado e compram tudo feito.

Off 4: Por ser uma loja antiga e diferente, atrai visitantes, curiosos para ver o interior do estabelecimento e conhecer a história. Cátia visitou o espaço pela primeira vez e quando questionada sobre a impressão que teve do espaço, a resposta é rápida.

Vivo Entrevistado 4: É antiga acima de tudo, e é muito bonita esta loja. Tem muitas variedades de plantas, sementes, leguminosas, é muito interessante esta loja. São este tipo de lojas que dão vida à cidade e que fazem a cidade do Porto ser única. Atrai também muitos turistas que gostam sempre de ver estas lojas de rua, por assim dizer, que gostam de tirar muitas fotografias e é bom ver que gostam do que temos cá em Portugal.

publicado por Guilherme Cardoso às 07:34

TEXTO PIVÔ: Agnès Varda foi condecorada com o título mais alto atribuído por académicos. A cineasta belga, de 87 anos, recebeu o doutoramento honoris causa pela Universidade Lusófona do Porto. 

 

 OFF 1: O coro estava afinado mas a cantiga desta vez foi diferente. As atenções concentraram-se na cineasta belga, Agnés Varda, durante uma cerimónia única da Universidade Lusófona do Porto. O preto não era de luto, mas sim de homenagem ao trabalho da convidada, a quem foi entregue o doutoramento honoris causa.

ENTREVISTADO 1: É muito bizarro porque, dois anos depois, recebo este fato e esta medalha, oficialmente. Posso dizer que é mais agradável do que há dois anos, porque na altura vim em trabalho, para a conversa, o diálogo, a palestra. Hoje, é uma pompa. Bom, não podia recusar esta honra. É uma honra.

OFF 2: Foi o primeiro título do género atribuído pela universidade. A ocasião significa um privilégio.

ENTREVISTADO 2: O título de doutor honoris causa é um título que dignifica a academia. E é o mais importante título que a academia pode atribuir a alguma personalidade. Neste caso, o facto da madame Agnès Varda estar aqui presente a receber este grau, para nós é uma honra que nos liga às artes e ao cinema, e à obra dela para todo o futuro. 

OFF 3: Cumpridas as formalidades, o convívio escorregou bem entre os presentes. Rodeada por pares e admiradores do seu trabalho, a cineasta trocou impressões e agradecimentos. E se da Bélgica trouxe-nos os filmes. Do Porto levou os sabores.

Nádia Santos & Ricardo Marques

publicado por Ricardo Marques às 03:45

Texto pivô: A Feira do Fumeiro em Baião, realizou-se pela 11ª vez. Foram vários os restaurantes e os produtores a promover os produtos.

Voz off 1: Baião recebeu mais uma vez a feira do fumeiro. Este ano estiveram representados perto de 45 produtores locais.

Vivo entrevistado 1: A procura do nosso vinho verde tem vindo a crescer e daí também os nossos produtores têm vindo a crescer a sua produção também, porque há mercado efetivamente para o nosso tipo de vinho e para o nosso tipo de produtos.

Voz off 2: Desde doces regionais ao famosos cozido à portuguesa os produtos encontrados nesta feira são típicos da região.

Vivo entrevistado 2: Praticamente são todos de origem de Baião, principalmente o porco, o fumeiro em si, é feito cá na casa, começa tudo desde boa apresentação das carnes, tentarmos ter o melhor fumeiro possível e arranjar os melhores legumes, também temos cá em Baião os melhores legumes, temos uma boa cenoura, temos um bom repolho, uma boa batata.

Voz off 3: Esta feira realizou-se numa tenda que tinha perto de 2000 metros quadrados e o vinho verde foi um dos destaques apresentados.

Vivo entrevistado 1: Estamos na 11ª edição da feira do fumeiro, este anos também estamos a puxar aqui mais ainda pelos vinho. Os vinhos que como todos sabemos, o aumento da procura de vinho verde tem sido constante ao longo dos últimos anos e Baião também está a crescer nessa vertente.

Voz off 4: Este ano pela feira passaram perto de 10 mil visitantes, sendo vendidas 13 mil toneladas de fumeiro.

Tiago Ribeiro e Ana Sofia Silva

publicado por Tiago Ribeiro às 00:48

Texto pivô

Agnès Varda, uma conceituada cineasta recebeu no dia 29 de Março o Doutor Honorius Causa na Universidade Lusófona do Porto.

 

Voz off 1

Cineasta e fotografa residente em França, mas de origem Belga.

Agnes Varda, realizadora de vários filmes e instalações que abordam questões referentes ao feminismo e ao comentario social.

Foi na Lusófona do Porto que recebeu pela Reitora Isabel Babo o Honorius Causa.

 

Voz off 2

Individualidades como Manuel Damasio e Manuel Prieto homenagearam a cineasta.

 

Voz off 3

Agnès Varda arrecada este titulo não só pela Lusófona do Porto, mas também pela Universidade de Gotemburgo e Liége.

Ex. membro do júri no Festival de Canes e no Festival de Veneza, com 87 anos é considerada uma das melhoras cineastas do nosso tempo.

publicado por Joana Vieira às 00:03

Terça-feira, 29 de Março de 2016

Texto Pivô: Durante a semana da Páscoa o Cais de Gaia recebeu uma pequena feira de artesanato que atraiu não só portugueses, mas também muitos turistas ao local.

 

 

 

Voz off 1: No Cais de Gaia está a decorrer o Mercado da Páscoa, uma pequena feira que tem atraído muitas pessoas ao local, não só portugueses mas também muitos turistas.

Voz off 2: Fernanda Bastos é uma das vendedoras que decidiu participar neste mercado, onde tenta vender várias peças feitas pelo seu marido artesão. 

Entrevistado 1: O turismo é que chamou os artesãs e pôs-nos aqui a trabalhar.

Voz off 3: Neste mercado encontram-se artesãos de vários pontos do país, com diferentes artes e trabalhos, que satisfazem os mais variadíssimos gostos.

Entrevistado 2: Este é tradicional da África do Sul, este tipo de trabalho, encontra-se lá, que é a junção do trabalho da misanga com o trabalho em arame, e nós conhecemos o trabalho lá, entretanto quando regressamos a Portugal começamos a trabalhar a arte aqui.

Voz off 4: O Mercado da Páscoa está situado num local muito procurado, principalmente em dias de sol, no entanto são os turistas que se mostram mais interessados pelos artigos de artesanato.

Voz off 5: O Mercado da Páscoa irá decorrer durante toda a semana até ao domingo de Páscoa.

publicado por Ana Ribeiro às 18:31

Quarta-feira, 16 de Março de 2016

Pivô: A qualidade da Internet é um dos principais requisitos para uma pesquisa eficaz e para a realização de projetos académicos. Na Universidade Lusófona do Porto, existem falhas que condicionam o trabalho não só de alunos como de docentes.

 

Off 1: A instabilidade da rede que a universidade dispõe é uma das principais queixas. Clara Gomes, professora de Ciberjornalismo, defende que é uma dificuldade dar aulas nestas condições.

Vivo Entrevistado 1: Para a maioria das disciplinas que eu ensino é muito importante que a internet funcione bem. Utilizo muito vídeo ou é necessário visualizar paginas online, portanto é importante que a internet funcione bem.

Off 2: O assunto não deixa os estudantes indiferentes. Acreditam que pode ser prejudicial na elaboração de trabalhos.

Vivo Entrevistado 2: A FreeULP é muito lenta, a eduroam é mais ou menos.

Vivo Entrevistado 3: Na hora de fazer exames ou algum trabalho temos muita dificuldade por causa da lentidão. Influencia bastante os nossos estudos.

Off 3: Os colaboradores do Gabinete de Informática afirmam que as queixas sobre a internet existem devido a má utilização das pessoas.

Vivo Entrevistado 4: Nós temos várias redes físicas e duas redes WiFi. Uma delas, a FreeULP, é de ligação gratuita para os nossos convidados. O que acontece é que muitas vezes os alunos acabam por utilizar essa rede inadvertidamente. A rede que deviam usar é a eduroam.

Off 4: A solução para este problema pode estar nas mãos dos estudantes, ao utilizarem os operadores adequados.

publicado por Guilherme Cardoso às 01:55

PIVÔ: A feira da pulga invadiu o Porto, inspirada nas vendas de garagem que existem um pouco por toda a Europa. Fomos até lá, conhecê-la melhor.

OFF 1: Livros, brinquedos, sapatos, roupa. Fazer um inventário dos artigos disponíveis no Flea Market iria demorar. A lista é infindável e os objetos em segunda mão. Foi no Porto, o mercado de rua atraiu colecionadores e curiosos.  

VIVO ENTREVISTADO 1: Tem uma variedade, quer a nível de roupa, quer a nível de... Tem música, tem discos, tem bibelots... Tem uma grande variedade de coisas. Eu acho que sim, que é interessante, isto.

OFF 2: Mais barato não podia ser. Quem visita, agradece os preços. 

VIVO ENTREVISTADO 2: Há coisas baratas. Ainda agora a minha filha comprou um casaco lindíssimo a quatro euros. Eu comprei esteve blusão que trago aqui... Custou vinte.

OFF 3: Para os comerciantes é também uma experiência diferente, importada de fora. No chão, na mesa ou na mala do carro, a mercadoria pode ser exibida.   

VIVO ENTREVISTADO 3: Este é um conceito que não é novo, nem começou aqui no Porto, já tem muito tempo. Mas no Porto, que eu saiba, já se pratica há seguramente dois anos. E é bestial. É quase como sair de casa de mala carregada, chegar aqui e vender.

OFF 4: A procura do melhor negócio é feita pelos que querem poupar, mas também pelos que se despedem do material que não usam.

VIVO ENTREVISTADO 4: Há muita gente com coisas vintage, com quinquilharias que tem em casa... Que é o meu caso... não são quinquilharias, mas são roupas que já não uso. Muitas delas, ainda com etiqueta, que eu estou aqui para vender.

OFF 5: Muitos venderam, e muitos compraram. O mercado da pulga, como também é conhecido, atraiu curiosos numa tarde ao sabor de música. A comida, de sentinela, estava lá para os mais gulosos.  

Nádia Santos & Ricardo Marques

 

publicado por Ricardo Marques às 01:44

Terça-feira, 15 de Março de 2016

Pivô: No dia da Universidade Lusófona do Porto a instituição homenageou os alunos que concluiram os estudos no ano anterior. Alguns dos recém-licenciados quiseram estar presentes na cerimónia de entrega dos diplomas.

Off 1: Este foi um gesto que se repetiu dezenas de vezes. No papel levam o reconhecimento do esforço e dedicação. Para os ex-alunos da lusófona que estiveram na cerimónia, receber o diploma foi um momento especial.

Entrevistado 1: Acima de tudo acho que é muito gratificante, porque é uma recompensa no fundo de todo o esforço ao longo destes três anos e estou feliz, simplesmente tenho as pessoas de quem eu gosto junto de mim.

Entrevistado 2: O dia de hoje é assim o culminar de três anos intensos, de muitas emoções. Hoje é um misto de alegria, nostalgia porque acho que é o último dia que cá estou e felicidade.

Off 2: Vestidos a rigor, os  professores da instituição estiveram presentes, num dia marcado pela celebração da academia, na longa caminhada para o sucesso profissional.

Entrevistado 3: Foi um momento que me tocou. Quando andamos aqui todos os dias pensamos que somos um pouco fantasmas em relação ao corpo docente, mas quando temos aqueles momentos em que somos reconhecidos acho extremamente importante, dá-nos um grande busto em termos de confiança.

Off 3:Para alguns dos recem-licenciados fica a memória de um local, onde se espera que o conhecimento seja a palavra.chave.

publicado por Daniel Gonçalves às 23:58

Texto Pivô: A Universidade Lusófona do Porto tem um vasto programa de Erasmus e são muitos os alunos que escolhem o Porto para estudar.

Espanha, Alemanha, Eslovénia e República Checa são apenas alguns dos países que têm parcerias de Erasmus com a Universidade Lusófona.

Apesar da integração dos alunos estrangeiros ser positiva, ainda existem alguns obstáculos a ultrapassar.

 

 

Voz off 1: A Universidade Lusófona tem várias parcerias com universidades fora do país e são muitos os alunos inscritos no programa Erasmus. Existem parcerias com a Espanha, França, Alemanha, República Checa, Turquia, Eslovénia, Itália, entre muitos outros. Os alunos estrangeiros que escolhem a Lusófona no programa Erasmus dizem se integrar muito bem na universidade e desde alunos, professores e funcionários, todos tentam apoiá-los para que a sua passagem pela Lusófona seja o mais produtiva possível.

 

Entrevistado 1: O meu nome é Lucy e sou da República Checa. No início do meu processo de Erasmus tive de passar a alguns testes de inglês, depois disso ofereceram-me alguns países onde poderia estudar. Preenchi alguns documentos e enviei-os para a universidade e foram aceites. É por isso que estou aqui.

 

Voz off 2: Também alunos portugueses optam por outros destinos e recorrem ao programa Erasmus escolhendo uma das parcerias existentes.

 

Entrevistado 2: Eu fui ao site deles e vi o que era preciso para me candidatar lá. Recolhi os papéis todas aqui na universidade, apesar de eles não terem protocolo, a faculdade apoiou-me nessas coisas e passou os papéis que eu precisava e tudo isso, planos de estudo, tudo direitinho e eu entreguei. 

 

Voz off 3: Um dos grandes obstáculos para os alunos de Erasmus é o facto de as aulas não serem dadas em inglês mas sim em português. Segundo professores e alunos grande parte das universidades não estão preparadas para receber alunos de outros países.

 

Entrevistado 3: Porque no início eu não sabia que não iria ter aulas em inglês, por isso, é algo que eu sinto falta aqui.

 

Entrevistado 4: Os docentes têm de rapidamente aprender a ultrapassar esse problema e o inglês tem de passar a ser uma língua falada como o português, tem de ser uma segunda língua falada com fluência. E cada vez mais temos de nos mentalizar para isso porque as universidades têm de estar abertas ao mundo, e têm de estar preparadas para receber todos os alunos da melhor forma.

publicado por Ana Ribeiro às 23:42

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