Blog dedicado à unidade curricular de Jornalismo Televisivo da Universidade Lusófona do Porto

Terça-feira, 05 de Janeiro de 2016

Texto pivô: Carmen Miranda partiu com os pais para o Brasil com apenas 1 ano e nunca mais voltou à sua terra natal, Marco de Canaveses. A sua terra não a esqueceu e homenageou-a dando o seu nome ao museu municipal.

 

Voz off 1: Tem brinco de ouro, tem saia engomada, tem sandália enfeitada e tem graça como ninguém. Carmen Miranda tem também um museu na terra em que nasceu, Marco de Canaveses. Venha conhecer a artista bahiana que nasceu nesta cidade.

Vivo entrevistado 1: Portuguesa, nascida aqui neste concelho, a 9 de fevereiro de 1909, emigrou muito cedo para o Brasil, ainda bebé, aí tornou-se famosa, primeiro como cantora de rádio, depois no cinema brasileiro e depois já com um percurso mais assente na América, em Hollywood, com uma longa carreira artística que viria a terminar abruptamente aos 45 anos de idade com o seu desaparecimento.

Voz off 2: A pequena notável, foi criadora de um género até hoje imitado que mistura música, estilo e dança. A alegria estampada no seu sorriso era uma das suas imagens de marca. As roupas cheias de brilho eram criadas pela própria e com apenas 1,52m Carmen Miranda resolveu o problema da sua altura e inventou os saltos plataforma. A Câmara Municipal do Marco de Canaveses continua a promover eventos para homenagear a cantora.

Vivo entrevistado 1: A Câmara Municipal em 2009 aquando das comemorações do centenário do nascimento de Carmen Miranda, desenvolveu algumas atividades, fez um circulo de cinema relativo a Carmen Miranda, peças de teatro, lançou também o prémio Carmen Miranda e tem vindo a manter esse prémio ao longo dos anos.

Voz off 3: Carmen Miranda morreu há 60 anos vitima de um ataque cardíaco mas a marca da pequena notável permanece até hoje nos corações de todos os portugueses.

publicado por Tiago Ribeiro às 23:29

Entrevistado: Eu fui para a Guerra porque fui chamado, fui mobilizado em 1965.

Pivot: As fotografias mostram Joaquim Ferreira na Guerra do Ultramar em Moçambique. Quarenta anos depois faz uma viagem no tempo e recorda os momentos mais difíceis.

Entrevistado: Quando sofremos a primeira emboscada em 17 de outubro de 1965, em que conseguimos desbaratar o inimigo e apanhar uma arma de guerra.

Off 1: Moçambique era palco de vários ambientes. Em Lourenço Marques, a capital, agora Maputo vivia-se com calma e tranquilidade. Mas a Guerra disputava-se no interior do país e o clima era bem diferente.

Entrevistado: Em clima de Guerra é uma ansiedade muito grande, a ver os dias a passar, que a gente queria que passassem o mais depressa possível, para vir embora outra vez.

Off 2: Mas não era só combater, também havia momentos de descontração.

Entrevistado: Fazíamos teatro, tínhamos jogos de futebol, futebol de salão, voleibol com os nativos.

Off 3: setembro de 1967 marca o regresso de Joaquim Ferreira a Portugal, que voltou com …

Entrevistado: Sensação de dever cumprido e viajar vinte e nove dias de barco niaça para chegar cá a Portugal.

Off 4: A 14 de maio de 2015, em Espinho, Joaquim Ferreira e outros ex-combatentes foram distinguidos com uma medalha de Campanhas de África.

Entrevistado: Todo o militar que lá esteve e andou em zona de Guerra tem direito.

Off 5: Mas regressar a Moçambique não seria opção, até porque:

Entrevistado: Acho que ninguém gosta de voltar ao sítio onde sofreu.

Off 6: Apesar de ter passado 40 anos, Joaquim Ferreira ainda mantem contacto com outros ex-combatentes. Todos os anos realizam um almoço, afinal há muitas histórias para relembrar.

publicado por Maria Ferreira às 21:55

Pivô: Nos segundos e últimos sábados do mês realiza-se no Porto o Mercadinho dos Clérigos. Um local onde vários artesãos da cidade aproveitam a oportunidade para vender algumas criações. 

 

Off 1: É o último sábado do ano. E a Rua Cândido dos Reis, no centro do Porto, enche-se de cores, e muito movimento. Está reunido o mercadinho dos Clérigos, onde artesãos da cidade põe à venda as peças que criaram. Aqui, os clientes caminham, escutam e vêm, o que de melhor as mãos conseguem elaborar.

Entrevistado 1: As pessoas gostam muito dos mercadinhos. Permite-lhes ter um à vontade diferente. Nos estabelecimentos, o senhor ao entrar, parece que se sente logo condicionado, quase forçado a ter que comprar alguma coisinha.

Off 2: E numa cidade tão visitada por outras culturas,neste mercado canta-se em várias linguas.   

Entrevistado 2: Esta feirinha aqui é muito boa porque tem muito movimento, tem muitos turistas: tem espanhóis, tem brasileiros, ingleses, alemães, franceses, as pessoas que vêm passar férias, nem que seja uma semana ou duas...

Entrevistado 1: Eu tenho desde o bom cliente português, ao estrangeiro. De todos eles, é gratificante sentir que eles gostam do artigo.

Off 3:A seguir ao natal, as carteiras ficam vazias.E a época de saldos está mesmo aí à porta.

Entrevistado 1:   O artesatano, ao fazermos os saldos, temos de abdicar de muitas horas do que as mãos estiveram alí a dar, e tudo mais. Eu penso que é um campo muito diferente. No entanto, não me escandaliza que façam saldos do artesanato.

Off 4:É hora de embarcar nesta viagem, e trazer a família aos Clérigos nos segundos e últimos sábados de cada mês.

publicado por Daniel Gonçalves às 18:41

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