Blog dedicado à unidade curricular de Jornalismo Televisivo da Universidade Lusófona do Porto

Quarta-feira, 25 de Fevereiro de 2015

Texto Pivô: Todos os anos, centenas de visitantes querem conhecer a "Aldeia Presépio". Piódão é assim conhecido devido à disposição em cascata das casas.

Off: Localizada no Centro de Portugal, a aldeia serrana Piódão é considerada Imóvel de Interesse Público. A viagem para chegar a esta localidade é feita por estradas com curvas acentuadas. Mas, as típicas casas de xisto e lousa, com janelas e portas de azul pintadas, encantam visitantes de todo o País.

Jornalista: É a primeira vez que está em Piódão?

Entrevistado 1: É a primeira vez. Já tinha ouvido falar e vir aqui hoje foi uma oportunidade muito gira. 

Jornalista: O que é que está a gostar mais?

Entrevistado 1: De tudo! Das montanhas, dos arredores, das casinhas, dos pormenores delas, das escadinhas, das janelas, muito giro, em miniatura.

Entrevistado 2: Viemos de autocarro, ainda fica muito longe de Vila Nova de Gaia até aqui. Estamos a gostar muito disto, tem uma paisagem muito bonita. É curioso pela paisagem que se vê, por estas casinhas feitas com pedrinhas, faz me lembrar dos tempos antigos. 

Off: Para manter a tradição da aldeia, muito faz o senhor Lourenço que está encarregue de uma loja com mais de 

80 anos. 

Entrevistado 3: Os antigos, os avós e pais da malta que ainda está viva é que trabalhavam muito e sobreviveram. Os jovens não fazem nada, abandonaram tudo.

Jornalista: O que é que vende aqui na loja?

Entrevistado 3: Vendo o que está à vista, já vendi mercearia, agora não.

Jornalista: É o senhor que faz estas coisinhas todas?

Entrevistado 3: Grande parte, grande parte!

Off: A beleza da aldeia que muito encantam os visitantes não é suficiente para impedir a emigração dos jovens.

 

Reportagem: Diana Pinto Alves

publicado por Diana Alves às 14:31

 

 

Texto pivô: A quarta-feira de cinzas marca o início dos quarenta dias até à Páscoa. Todas as sextas-feiras alguns cristãos não comem carne.

 

Voz off 1: A Quaresma começou na quarta-feira de cinzas. Este é um perídio de reflexão e preparação até à Páscoa.

Jornalista: Acha que os alunos da Lusófona do Porto respeitam esta altura de jejum e abstinência na Quaresma?

Entrevistado 1: Acho que não.

Entrevistado 2: Muito poucos.

Jornalista: E aqueles que respeitam, pedem menus alternativos?

Entrevistado 2: Peixe. Mesmo mas são poucos.

Off 2: Qual será a opinião dos alunos? Respeitam ou comem carne?

Entrevistado 3: Quarta-feira de cinzas e sexta-feira Santa, só. Não como carne, basicamente.

Entrevistado 4: Respeito quem faz mas não ligo a isso.

Jornalista: E tu?

Entrevistado 5: eu respeito, tenho de respeitar por causa que a minha família também age como tal, também não comem carne durante o período suposto.

Entrevistado 6: Eu respeito mas não sou cristã, por isso…

Off 3: As opiniões dividem-se, mas o bar da Universidade Lusófona do Porto oferece várias opções. Os alunos que não queiram comer carne às sextas-feiras têm outras opções: sopa, saladas, sandes, peixe, etc.

Off 4: Apesar da oferta ser variada pelo bar da universidade, os alunos tanto durante a Quaresma como no restante ano letivo, almoçam o que mais lhes agrada.

Off 5: A Páscoa é uma celebração religiosa que comemora a ressurreição de Jesus Cristo. Este ano celebra-se 5 de abril.

publicado por Joana Oliveira às 13:15

 

 Pivô: O skate apesar de ser um desporto arriscado e sem apoios continua a ter muitos praticantes. 

 

 

Voz Off 1: O skate é um desporto radical que surgiu nos Estados Unidos. As manobras perigosas deste desporto conquistam muitos jovens.

Voz Off 2:Os “skaters” reúnem-se em parques apropriados e que lhes permitam as manobras arriscadas.

Entrevistado 1: É quando da tempo, sempre que da tempo, sempre que o pessoal pode vimos para aqui ou para o "spot" que for e vamos aproveitando.

Entrevistado 2: É mesmo só por diversão e estar com os amigos.

Voz Off 3: Na praça da Batalha no porto encontramos alguns jovens que praticam essa modalidade. Adeptos da liberdade e da adrenalina não há nada que os demovam desta prática.

Entrevistado 3: Sei lá liberdade e poder desfrutar criativamente de um desporto que não tem limites.

publicado por Juliana Neves às 13:00

Texto pivô: No passado dia 15 de fevereiro os sacos de plástico vão passar a custar 10 cêntimos em todas as pequenas e grandes superficies comerciais. 

 

 

 

Voz off 1: A nova taxa sobre os sacos de plástico entrou em vigor no passado dia 15 de fevereiro. O consumidor vai passar a pagar 10 cêntimos, oito de taxa e dois de IVA. 

 

Entrevistado 1: Acho da nova lei que o nosso presidente com certeza compra poucos sacos. 10 cêntimos, 5 que seja, porque eles já levam. Quando se abre uma casa seja como for, tem que ter sacos para a gente meter, não vai com a roupa e com a comido ao dependuro. Por isso, o presidente se mandou por as sacas, ele que vá também a supermercado sem sacas.

 

Entrevistado 2: Se são compras que vou trazer já tenho aqueles do pingo doce que são a cinquenta cêntimos,se são coisas pequenas meto um saco no bolso um saquinho de pano, chego lá e faço as compras.

 

Entrevistado 3: Este sistema foi bem pensado, porque os sacos de plástico são prejudiciais, e foi bom para a saúde pública. Foi bem pensado. Aliás um saco de plástico demora muitos anos a destruir

 

Voz off2: Jorge Moreira da Silva, Ministro do Ambiente, afirmou que estava optimista relativamente à reacção dos portugueses, para reduzir o consumo dos sacos de plástico. Esperando arrecadar 40 milhões de euros com esta taxa.

 

Marília Gonçalves  

publicado por MaríliaGonçalves às 11:04

Texto Pivô: Faltam poucos meses para a licenciatura acabar. Os finalistas de CAM e CCC pensam no seu futuro.

 

 

 

VOZ OFF 1: CAM, Comunicação Audiovisual e Multimédia e CCC, Ciências da Comunicação e da Cultura, são as siglas dos cursos de comunicação da Universidade Lusófona do Porto.

Para CAM o foco está por detrás das câmaras enquanto para CCC está à frente da câmara.

Focados ou não o que acham os finalistas destes cursos em relação à parte prática dos mesmos? Será que a Universidade dá as bases necessárias para a ingressão no mercado de trabalho? Ou as câmaras terão que ficar pelo caminho?

JORNALISTA: Acha que a ULP, a nível prático, investe nos cursos de Comunicação?

ENTREVISTADO 1: Eu acho que, como eu sou de CAM, eu acho que sim. Desde o primeiro ano aliás, acho que o que nos falta é cadeiras mais teóricas porque nós temos muita prática e se calhar há coisas que aprendemos melhor na teoria. Mas a nível geral, desde o primeiro ano, acho que sim.

ENTREVISTADO 2: Sim, penso que está bem estruturado e acho que podia ter mais disciplinas práticas nos primeiros anos mas de resto acho que está tudo ok.

JORNALISTA: É finalista. Sente-se preparado para entrar no mundo do trabalho?

ENTREVISTADO 3: Sim, considero que sim. Considero que saímos daqui com uma boa preparação para o mundo do trabalho, em diversas áreas não só no cinema, não só na comunicação como nos audiovisuais, multimédias. Temos uma boa preparação de imagem, vídeo, som. Acho que o curso abrange bastante bem essas áreas e sinto-me minimamente preparado para poder ingressar no mercado de trabalho.

ENTREVISTADO 4: Sinto que tenho que amadurecer mais um bocado, enquanto trabalhador de jornalismo mas sinto que aos poucos vou ganhando a experiência necessária para depois enfrentar o mercado de trabalho.

ENTREVISTADO 1: Sim, acho que sim. Acho que aqui aprendi o essencial. O meu curso engloba várias áreas, felizmente. Não só sobre cinema, não só sobre fotografia mas todo o tipo de coisas e claro que pelo menos as bases nós temos. Depois a prática a gente tem que ter obrigatoriamente lá fora. Estágio não há, né?

VOZ OFF 2: Fica assim a dúvida no ar. Preparados mas com a sensação da falta de algo. Um bom estágio. Sara Calafatinho. Universidade Lusófona do Porto. Jornalismo Televisivo.

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publicado por Sara Calafatinho às 02:34

Texto pivô: A um dia para o Carnaval são muitos os portugueses que ainda andam à procura do disfarce ideal. 

 

Voz off 1: De princesas a capucinhos vermelhos, de piratas a super heróis, viemos tentar perceber o porquê dos portugueses deixarem as compras de carnaval para o último dia.

 

Jornalista: Porque é que decidiste deixar para a última?

 

Entrevistado1: Decidi deixar para último porque o trabalho tem sido bastante recompensador para mim e não tenho podido, ou vir mais cedo como é este caso. 

 

Entrevistado 2: Porque sabia que ainda tinha tempo e estava a planear uma festa e decidi vir agora.

 

Entrevistado 3: Trabalho, estudos não dá tempo em pensar no carnaval só mesmo hoje...folga. 

 

Jornalista: Está a pensar ir de quê este ano?

 

Entrevistado 2: De catwoman. 

 

Entrevistado 1: Este ano vou à pirata. 

 

Jornalista: É trabalhadora aqui na Mascarilha. Pode me dizer porque é que as pessoas decidem à ultima da hora?

 

Entrevistado 4: Primeiro tem a ver com, agora jé nem muito, a partir de janeiro a afluência é sempre maior. Porquê? porque é fim do mês. De resto, acho que, sei lá, toda a gente tenta ver sempre alguma coisa antes ou ir  a muitas lojas antes de decidir ir a algum sitio ou o sitio onde vão mesmo comprar e gostam de ver muitas coisas. E acho que tem a ver um bocado com isso, de tentar encontrar um fato giro a um preço porreiro. 

 

Jornalista: Este ano as mulheres vão mais de quê e os homens?

 

Entrevistado 4:Os mesmos anos são sempre as mesmas coisas. São capuchinhos, brancas de neve. Homens, muitos árabes, muitos piratas também. É há base disso. Basicamente as senhoras é sempre as sexys e os homens é sempre o que for mais divertido. 

 

Vivo Jornalista: Com o fato escolhido é hora de festejar o carnaval. 

publicado por Sara Calafatinho às 01:23

Texto pivô: O carro eléctrico existe na cidade invicta à mais de 100 anos. Apesar dos avanços tecnológicos este meio de transporte ainda sobrevive.

 

 

 

 

 

Voz Off 1: A confusão diária a que actualmente se assiste nas ruas há um século não era assim.

Voz Off 2: O Porto foi a primeira cidade da Península Ibérica a receber o carro eléctrico. No ano de 1895 este meio ligava Maçarelos ao Carmo passando ainda pela Batalha.

Voz Off 3: Apesar das maiores facilidades que existe hoje em dia, para as pessoas se deslocarem, um dos transportes mais antigos continua ainda a ser procurado.

Entrevistado 1: Não tenho autocarro para onde quero ir, não tenho autocarro o eléctrico é mais...é o que me fica mais à mão.

Entrevistado 2: eu gosto do percurso, o percurso é histórico passa por sítios lindíssimos na cidade do Porto. Além disso facilita-me bastante porque saíu em frente à universidade.

Voz Off 4: O mecanismo do carro eléctrico mantêm-se até aos dias de hoje. O motorista é o responsável pelo funcionamento deste meio de transporte.

Vivo 1: Bilhete comprado é hora de embarcar nesta descoberta pelo Porto. E para isso o eléctrico é uma óptima alternativa para ir à descoberta e conhecer melhor as ruas da cidade invicta.

publicado por Ana Silva às 01:04

PIVÔ: Há uma escola de patinagem, no concelho de Matosinhos, que ensina os mais novos a andar de patins.
O objetivo passa por formar futuros atletas de hóquei e incentivar a prática desportiva.



VOZ OFF: A Academia Ringo surgiu em 2012. Associada à equipa de hóquei de Lavra, tem no desenvolvimento de novos atletas uma das suas principais metas.

VIVO ENTREVISTADO 1: A Academia Ringo é como se fosse a escola em que nós formamos jogadores, ou seja, é a iniciação deles para o hóquei em patins e para a patinagem essencialmente.

VOZ OFF: Ricardo Garcia é o responsável por ensinar os mais novos a patinar. Todos os Sábados são cada vez mais – e mais novos – os que se aventuram a andar nas quatro rodas.

VIVO ENTREVISTADO 1: Quanto mais cedo melhor, mas aos quatro anos nós temos a certeza que os atletas têm noção essencialmente intelectual para saberem o que é um ringue terem cuidado com algumas situações, por exemplo a baliza ou portas abertas, têm alguma noção disso.

VOZ OFF 3: Num espaço para miúdos, os graúdos destacam a importância que a prática desportiva tem no desenvolvimento de todas as crianças.

VIVO ENTREVISTADO 2: Cada vez mais é mais importante, porque cada vez mais as crianças precisam de ter regras que as vezes, mesmo os pais às vezes, hoje em dia não têm aquela disponibilidade que tinham noutros tempos e o desporto também ajuda a que eles ganhem autoconfiança, regras, tudo isso é importante para eles nestas idades que estão numa fase em que estão a começar a ganhar as bases para crescerem e se tornarem adultos.

VIVO ENTREVISTADO 3: Combate a obesidade e outro tipo de doenças cardiovasculares.

VOZ OFF: Mas não só os pais se mostram satisfeitos com a escolha dos filhos. Para os mais pequenos, os patins e os colegas da Academia já fazem parte da família.

VIVO ENTREVISTADO 4: Gosto de jogar com os meus colegas, porque assim convivo mais e tenho mais amigos também.

VIVO ENTREVISTADO 5: Sim, é fixe. São pouquinhos e dá para fazer assim tudo.

VOZ OFF: E como de pequenino é que se torce o pepino, muitos são os atletas que já dão mostras de que o futuro passa mesmo pelo hóquei em patins.

VIVO ENTREVISTADO 1: Sim, muitos deles querem continuar. Nós sentimos isso porque há muitos deles que são aficionados pelo hóquei, nós vemos aqui ou querem rematar à baliza ou querem fazer jogo ou querem passar a bola, querem fazer tudo o que tenha relacionado com o hóquei. E há muitos deles que acompanham a equipa até para lugares mais longe quando eles vão jogar.

VOZ OFF: Quanto à Academia Ringo as metas passam pela continuação da aposta na formação, construindo uma equipa que seja o futuro do Lavra.

VIVO ENTREVISTADO 1: A curto prazo nós queremos desenvolver os atletas num futuro próximo para poderem integrar os escalões que estão acima. Os objetivos a longo prazo é esse alimentar da equipa sénior com estes atletas e manter a chama do clube viva.

publicado por Jéssica Rocha às 00:30

Terça-feira, 24 de Fevereiro de 2015

Texto Pivô: Estudos compravam que ter uma vida ativa na música faz bem aos jovens. Fomos assistir ao concerto da escola de música de Rio Mau, em Penafiel.

OFF 1: A Orquestra juvenil de Rio Mau surgiu no ano de 2003 e já passou por quatro maestros, Marcelo Marques, Hugo Vieira, Bruno Moreira e o atual Vitor Vieira.

OFF 2: Atualmente o grupo encontra-se com jovens entre os 10 e os 20 anos, perfazendo um total de cerca de 20 músicos.

Entrevistado 1: Como é que se dedicam os jovens músicos a este tipo de atividades?
Eles empenham-se 100% neste tipo de atividade. Faz-lhe muito bem, é muito importante para eles, ajuda-os a desenvolver, e eles estão com muita vontade neste tipo de projetos.

O que é que sente quando vê um concerto desta envergadura e o público a gostar tanto?

É muito bom, é espetacular ver o nosso trabalho, quando digo nosso, meu e deles reconhecido e não mais que nos concertos. Aí é onde realmente temos o nosso teste de fogo.

Entrevistado 2: Gostas de tocar neste género de orquestra como a orquestra juvenil de Rio Mau? Gosto, gosto, porque é um bom local para se aprender música e para se conviver com, conhecer novos amigos, acho que é uma mais valia para a comunidade da região.

 

OFF 3: A orquestra continua a crescer e espera num futuro próximo conquistar novos músicos.

publicado por Ana Rita Azevedo às 20:06

Quarta-feira, 18 de Fevereiro de 2015

Texto pivô: Em muitas Universidades do país o 2º semestre já começou. Fomos à Universidade Lusófona do Porto descobrir o estado de espírito dos alunos e as suas expectativas.

 

 Voz off: Com o início do segundo semestre, viemos descobrir quais os objetivos e planos, dos estudantes da Universidade Lusófona do Porto, para o futuro.

Jornalista: Satisfeito com o teu percurso académico até agora?
Entrevistado 1: Sim, está a correr bem.
Jornalista: Achas-te mais preparado para exercer a tua profissão?
Entrevistado 1:  Sim, pelo menos até agora, está a corresponder às expectativas. Não estou muito confiante que consiga logo arranjar trabalho, estou com esperança de que com o estágio no terceiro ano tenha sorte e a empresa me queira lá a trabalhar, caso corra bem. Caso não arranje emprego na empresa, faço uma pós-graduação ou um mestrado ou talvez vá para outra zona do país trabalhar.

Jornalista: Estás satisfeito com o teu percurso até agora na Universidade?
Entrevistado 2: Estou satisfeito com o curso, acho que é um bom curso, tem muitos bons professores, uma qualidade de ensino excelente.
Jornalista: Quais são as expectativas para este semestre e para o futuro a nível profissional?
Entrevistado 2: Para o nível profissional, acho que é um bocado difícil sem fazer o mestrado em Gestão, por causa do nível económico e financeiro do país, mas acho que tendo boas notas, uma boa média, depois arranjar um bom estágio, sou capaz de ter um futuro melhor por ter um curso superior.

Jornalista: Estás satisfeita com o teu percurso académico até agora?
Entrevistado 3: Sim, estou bastante satisfeita
Jornalista: Achas que o curso te tem acrescentado...
Entrevistado 3: Sim, o curso é uma mais-valia, gosto muito, tem várias saídas profissionais.
Jornalista: Quais são as expectativas para este segundo semestre e depois a nível profissional?
Entrevistado 3: Durante todos os semestres, o meu objetivo é ter o máximo de melhores notas possíveis, a nível profissional, como Direito oferece várias saídas, estou a pensar optar só no final do curso.

Vivo: O ínicio do segundo semestre, marca a etapa final de mais um ano letivo. Rui Fernandes para Jornalismo Televisivo na Lusófona do Porto.

 

 

publicado por Rui JM Fernandes às 10:36

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