Blog dedicado à unidade curricular de Jornalismo Televisivo da Universidade Lusófona do Porto

Quarta-feira, 07 de Janeiro de 2015

 

 

Texto de pivô: Na Rua de Santa Catarina no Porto os mais diversos sons misturam-se. Os artistas de rua são uma constante e com eles o som dos deus instrumentos e das suas vozes

Off Jornalista 1: A rua de Santa Catarina tem uma dinâmica própria. Além de ser uma das ruas comerciais mais famosas do porto, reúne também um basto leque de artistas que nos mostram os seus diversos talentos.

Off Jornalista 2: Muitos destes artistas aproveitam a rua como um palco para mostrar os seus talentos. E claro em tempo de crise também aproveitam para ganhar algum dinheiro.

Entrevistado 1: Comecei a ser musico de rua apenas por uma brincadeira mas depois tornou-se um trabalho basicamente. Começou tudo por uma brincadeira mas depois evoluiu, e pronto acabei por ficar aqui. A rua de Santa Catarina é provavelmente a rua com mais movimento e a rua mais propícia não só para ganhar dinheiro mas também para os músicos demonstrarem o que sabem fazer melhor, músicos etc. Passam aí pessoas conhecidas e até me cumprimentam as vezes e isso não quer dizer nada.

Off Jornalista 3: Para além de artistas com diferentes estilos encontramos artistas de diferentes idades, e muitos deles conseguem mostrar o seu talento em conjunto fazendo da rua uma verdadeira festa.

Entrevistado 2: Nós começamos na rua, e já agora o nosso grupo chama-se O que vocês quiserem. Nós começamos mesmo a tocar na rua, foi o nosso intuito desde sempre..exatamente, a nossa razão de ser. Entretanto saímos da rua e já fizemos concertos em lados XPTO se assim se é assim que se pode dizer, mas podemos ir tocar em fevereiro na casa da música mas no dia a seguir vimos para aqui outra vez na boa tocar. Somos todas de aqui de relativamente perto, e Santa Catarina é o Porto. Nós todas estudamos música, começamos em música clássica. Facebook, aquilo que vocês quiserem e é isso…

Off Jornalista 4: Pode encontrar esta animação na rua de Santa Catarina no Porto.

publicado por Juliana Neves às 03:49

Texto Pivô: Comprar o jornal é ainda um hábito para muitas pessoas.

Fomos até ao Quiosque do Bolhão tentar perceber porquê que os portugueses ainda continuam a comprar os jornais em papel.

 

 Vivo Jornalista: Viemos até ao Quiosque do Bolhão para tentar perceber se os jornais continuam a vender ou se a Internet lhe retirou este espaço.

Entrevistado 1: É uma questão de hábito, já há muitos anos...

Entrevistado 2: Sou uma pessoa que gosto de ler muito e gosto de andar informado. Continuo sempre a ler o jornal. Compro o jornal todos os dias, é uma coisa que me satisfaz, que me diz algo. Há muitos anos...

Entrevistado 3: Porque gosto de ler o jornal em papel, apesar de também o consultar na net. Comprar o jornal? 30 (anos), desde que começou. É sempre o mesmo, sempre que o encontro.

Entrevistado 4: Não muito. Sim, costumo ver mais o telejornal à noite, ao jantar ou assim. Também acho que veem mais pela televisão (referindo-se aos pais) do que pelo jornal em papel. Eu pelo menos não tenho muito o hábito, nem comprámos muitos jornais lá em casa.

Entrevistado 5: Sim, diariamente. Normalmente online, está mais à mão, é mais fácil de aceder e em papel, mais ao fim-de-semana, os jornais semanários.

Vivo Jornalista: Apesar da Internet estar cada vez a ser mais utilizada, os jornais em papel ainda não foram esquecidos.

Voz off: Reportagem: Rui Fernandes, e imagem: Diana Alves. A Lusófona no Quiosque do Bolhão.

publicado por Rui JM Fernandes às 02:15

Terça-feira, 06 de Janeiro de 2015

Texto pivô: As roupas de segunda mão estão em voga. São muitos os seguidores que aderem a esta nova moda.

 

 

Vivo Jornalista: As lojas de segunda mão são uma tendência. Hoje vamos entrar pelo outro lado da moda.

 

Voz off entrevistado 1: Portanto, surgiu há 4 anos em 2010

 

Entrevistado 1: Surgiu a oportunidade de investir no negócio e a roupa de segunda mão era uma coisa que eu já gostava há bastante tempo. Portanto foi um sonho tornado realidade.

 

Voz off entrevistado 1: O preconceito da segunda mão acho que já está finalmente a desaparecer, as pessoas já compram como uma alternativa ao novo e não por necessidade.

 

Entrevistado 2: No início também fazia-me um bocado de confusão usar roupa em segunda mão mas depois também depende um bocado do gosto e da qualidade das coisas. Quando tu escolhes, se tem qualidade, também não é por ai que não vais usar. Tens que ter um bocado em atenção àquilo que compras.

 

Entrevistado 1: Não me posso queixar, não me posso queixar que as pessoas têm vindo.

 

Voz off entrevistado 1: E trazem amigos e pronto, para já fico muito feliz porque realmente têm gostado.

 

Jornalista: Que tipo de pessoas frequentam as lojas?

 

Entrevistado 1: Olha, aqui na loja eu vejo todo o tipo de pessoas, todo o tipo.

 

Voz off entrevistado 1: Nesse aspeto eu fico até muito contente porque não há, não sei. Olha tenho desde velhinhas que procuram uma saia com elástico, tenho desde os jovens por exemplo da escola de moda

 

Entrevistado 1: que procuram coisas um bocadinho mais diferentes, vintage. Tenho os homens que trabalham nas obras que precisam de um par de calças até mesmo para sujar ou de um agasalho quentinho. E acabo por ter mesmo um público muito grande, muito grande mesmo e isso é muito bom.

 

Voz off jornalista: De estranho a tendência, o conceito de segunda mão atrai cada vez mais seguidores. Sara Calafatinho, Técnicas de Expressão Televisiva, Porto.

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publicado por Sara Calafatinho às 22:56

Texto pivô:

Os sem abrigo ocupam cada vez mais as ruas da cidade do Porto. Em plena época natalícia fomos junto dos mais carenciados.

 

 

 

 

Voz Off 1: Viemos à cidade Invicta, saber como os sem abrigo passaram a noite de 25 de Dezembro. Cada vez mais os sem abrigo enchem a cidade do Porto. Em tempos de crise o número de pessoas que vivem nas ruas têm vindo a aumentar.

 

Voz Off 2: Viemos juntos dos mais carenciados para tentar saber o que os levou a viver nas ruas. A maioria nao quis dar a cara nem se mostrar em frente às camaras. 

 

Vof Off 3: Depois de várias tentativas, este sem abrigo sem se identificar, falou connosco. 

 

Entrevistado 1: 

Jornalista: O que é que levou a ser um sem abrigo?

Entrevistado: São situações da vida. Tive que vir para a rua. 

Jornalista: Há quanto tempo vive nas ruas?

Entrevistado: Oito anos.

Jornalista: A semana passada foi o Natal. Como é que passou a sua noite de Natal na rua?

Entrevistado: Foi mais ou menos. 

Jornalista: Teve comida?

Entrevistado: Sim. 

Jornalista: Existem muitos sem abrigo aqui no Porto?

Entrevistado: Sim alguns. 

 

Vivo

E é assim com este depoimento que consegumos retratar os muitos sem abrigo que vivem nas ruas do Porto.

publicado por MaríliaGonçalves às 22:14

 

Texto pivô: Os saldos estão de volta! As ruas do Porto estão repletas de pessoas e a confusão está instalada.

 

Voz-off1: Na Rua de Santa Catarina já se nota azáfama nesta época de saldos. Será que as pessoas notam a diferença de preços na altura de saldos? É isso que vamos descobrir.

 

Entrevistado 1: Eu acho que acabam por ser iguais só que, a palavra “saldos” intitulada na cabeça das pessoas é bastante mais agressivo, porque as pessoas pensam em saldos como uma coisa fantástica quando nem é assim nada de especial.

Entrevistado 2: Sim porque as sapatilhas custavam 139 e levo-as por 100.

Entrevistado 3: Porque a gente quando chega aqui vê o “saldos” que já são aqueles saldos que são mesmo saldos que são coisas já muito ultrapassadas.

Entrevistado 4: Normalmente as lojas durante o ano vão fazendo promoções e depois quando chega os saldos não se nota muita diferença.

Entrevistado 5: Não sei, não vi sinceramente. Aproveitei agora os saldos só para vir em especial agora, mas não, não acompanho muito.

 

Voz-off 2: Apesar da divergência de opiniões, as pessoas vão aproveitar para comprar algumas coisas.

 

Entrevista 1: Estou a pensar em comprar de prenda de aniversário da minha mãe que vem a calhar depois dos saldos.

Entrevistado 4: Roupa e talvez um computador.

Entrevistado 3: Já comprei camisa… Ou melhor para mim? Para mim só comprei uma leggings e umas camisolas.

Entrevistado 2: Umas sapatilhas ao meu filho.

 

Voz-off 3: Apesar do frio que se faz sentir, as pessoas não perdem o ritmo. A corrida aos saldos termina a 28 de fevereiro, até lá pode aproveitar os descontos.

 

Texto: Joana Oliveira

Imagem: Juliana Neves

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publicado por Joana Oliveira às 21:01

Texto Pivô: Armando Ribeiro é um artista que consegue sobreviver a fazer aquilo que mais gosta. O pintor tem um estabelecimento em Espinho, aberto desde a década de 70. 

 

 

Vivo Jornalista: São poucos os metros que separam o mar de Espinho da loja do Sr. Armando Ribeiro. Esta paisagem inspira o pintor há mais de 40 anos. 

 

Off Jornalista: Armando Ribeiro tem 71 anos e é natural de Sanguedo. Reside em Espinho onde tem uma loja ligada às Artes Plásticas. 

 

Entrevistado:
Sou uma pessoa que tem habilidade para muitas coisas, mas esta profissão preenche-me e é onde me sinto realizado.

Faço todo o tipo de trabalho: retratos, naturezas mortas, flores, todo o tipo de trabalho que me aparece.

O pintor em qualquer coisa se inspira. O pintor olha para uma paisagem: enquanto umas pessoas veem de uma maneira, o pintor vê de outra. A gente inventa, a gente cria.

Ainda há dias, andavam aqui uns caixotes de peças velhas. Comecei a olhar para elas e a colocá-las na bancada e passado um bocado, estava com candeeiros feitos. Comecei a fazer candeeiros e ninguém diz que aquilo foi aproveitamentos de peças que andavam para aí metidas num caixote. 

Nunca estou cansado de trabalhar, nunca estou cheio de fazer nada. Gosto de trabalhar.

Já pintei tantos quadros, já deixei por todos os cantos por onde passei pintura minha que, eu sei que eu não morro. Não é a morte que me vai levar, porque fica aqui o meu trabalho. É isso que me incentiva, é isso que me alegra e é isso que faz com que a minha vida não tenha fim. 

Morre o corpo, mas ficam as obras. 

 

Reportagem realizada por Diana Pinto Alves

 

publicado por Diana Alves às 20:59

TEXTO PIVÔ : Com a chegada do natal começa a correria e a azáfama nas pastelarias portuguesas. O Bolo Rei é o principal doce das mesas da consoada portuguesas.

OFF JORNALÍSTICO 1: As portas da confeitaria senhora do monte abrem-se às 4h00 da manhã. Chegada a altura do natal é hora de fazer o bolo rei, a especialidade da casa.

ENTREVISTADO 1: A massa do bolo rei, já está amassada, já levou o fermento, está pronto, já descansou, está pronta a levar a fruta. como podem ver temos vários tipos de fruta. As frutas secas e as abóboras e o amendoim. Vamos proceder ao processo de mistura. Numa velocidade reduzida que é para misturar as frutas. Todas as frutas têm uma medida exata? um peso exato? sim, nós aqui calculamos para ficar a 100% equivalente à massa, se levar cinquenta quilos de massa, tem de levar cinquenta quilos de fruta, que é para ficar bem recheado

OFF JORNALÍSTICO 2 : Depois de pesada a massa e cortada é chegada a hora de fazer os círculos. A técnica utilizada é o cotovelo, deste modo é mais rápido e o trabalho fica igualmente bem feito.

ENTREVISTADO 2: Agora pinta-se com ovo, põem-se a casca da laranja, a abóbora vermelha, branca e verde, figo e cereja e está pronto a ir ao forno. E é este o resultado da nossa receita de bolo rei da confeitaria senhora do monte

Reportagem de Ana Rita Azevedo

publicado por Ana Rita Azevedo às 20:57

TEXTO PIVÔ: Foi aprovada a nova lei que põe fim à época oficial de saldos. É já a partir deste ano que as lojas passam a poder gerir os próprios períodos de promoções.

OFF JORNALÍSTICO 1: A correria e azáfama que se viviam em época de saldos têm os dias contados. A partir do primeiro semestre de 2015 entra em vigor a nova lei. Cada negociante passa a ter autonomia para realizar saldos quando entender, desde que não o faça mais de quatro meses por ano. A medida está a gerar alguma discórdia nos consumidores.

OFF JORNALÍSTICO 2: O que é que vocês acham desta alteração nos saldos?

VIVO ENTREVISTADA: É assim, eu acho que esta alteração dos saldos vai gerar confusão, a nível das pessoas saberem quando é que estão saldos e quando é que não estão. Porque as pessoas não vão-se aperceber de quando é que há saldos.

VIVO ENTREVISTADO: Eu acho que vem trazer novos desafios, tanto às empresas como aos consumidores, que ao início podem estar mais confusos, mas acho que também é uma nova forma de empreendedorismo que pode trazer benefícios tanto para consumidores como para as próprias empresas, que vão ter de repensar as estratégias de comunicação e os consumidores vão ter mais oportunidades, novas oportunidades de consumo…acho que se trata apenas de uma questão de adaptação, agora.

OFF JORNALÍSTICO 3: Achas que esta divisão dos saldos pelas lojas vai fazer com que a confusão que se vivia no Natal e noutras épocas diminua?

VIVO ENTREVISTADA: Sim…sim…sim. Acho que sim. Porque as pessoas não vão andar tão ansiosas pelos saldos e não vai tudo estar à espera daquele momento. As pessoas vão…se os saldos andarem mais divididos durante o ano, as pessoas também.

VIVO ENTREVISTADO: É possível que sim, uma vez que agora os saldos estão repartidos, as pessoas vão-se juntar através dos próprios interesses, quando uma marca que lhe interessa está em saldos, a pessoa dirige-se à loja e uma vez que agora os saldos agora são todos na mesma altura, eu acho que vai haver uma maior repartição das pessoas pelas diferentes espaços-tempo.

VIVO DE FECHO: Esta lei permite maior liberdade ao comércio, através da gestão eficaz do stock que vai assim de encontro com as necessidades do consumidor. Jéssica Rocha e Ana Silva, Técnicas de Expressão Televisiva. Porto. 2014.

publicado por Jéssica Rocha às 18:50

 

 

Texto pivô:

Diariamente as ruas do país acollhem várias pessoas que nelas encontram uma oportunidade.

O comércio de rua é uma opção para quem está desempregado ou de alguma maneira sem rendimentos.

Voz off 1:

O Porto é um belo exemplo quando se fala de comércio de rua. Ao longo da Rua de Santa Catarina são vários os vendedores que fazem do local público a própria loja.

Desde as castanhas, ás pipocas ao artesanato todos procuram uma boa forma para ganhar o sustento.

Entrevistado 1:

Fiquei desempregado. Depois conheci um amigo que já fazia umas coisinhas, juntámo-nos e começamos a trabalhar.

Mais tarde depois cada qual seguiu outros rumos. Habituei-me à rua, e já... e já antigamente vendia para lojas mas hoje em dia  é mais complicado.

Off 2:

Neste tipo de comércio a diversidade também está presente.

São vários os tipos de peças que podem estar expostas. Contudo o objectivo comum mantém-se apesar da motivação, essa poder ser diferente.

Entrevistado 2:

A ideia foi da minha esposa. Antigamente a minha esposa era tricotadeira. Portanto com a abertura das fronteiras, digamos assim, a invasão, invasão das malhas provenientes da Ásia, ou China que é a mesma coisa, pronto a minha esposa viu-se obrigada a mudar de profissão. No início tirou curso de pintura. Loja física tem custos e nós não podemos.

Vivo:

O comércio de rua continua a ser uma forma de subsistência para muitas pessoas. Ainda assim é a única alternativa de ultrapassar as dificuldades de vida. Ana Silva . Jéssica Rocha. Técnicas de Expressão Televisiva. Porto. 2014.

publicado por Ana Silva às 17:19

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