Blog dedicado à unidade curricular de Jornalismo Televisivo da Universidade Lusófona do Porto

Terça-feira, 13 de Maio de 2014

 PIVÔ:

Grafitis, pinturas e instalações, é assim que o AXA se vai apresentar até ao final do mês de Maio.

O edifício nos Aliados volta a ser pólo de atividades culturais e desta vez, é a maior exposição de arte urbana alguma vez realizada na cidade que toma lugar.

 

 

 

Vivo- Durante o mês de maio, o edifício AXA, bem no centro do Porto, vai ser invadido por arte urbana e nós viemos ver os preparativos.

 

  • Entrevista1

«Este edifício no ano passado esteve já também a ser dinamizado, não desta forma, agora é um edifício de sete andares, cinco dos quais estão a ser ocupados com este evento de street art mas no ano anterior já começou com o projeto 1ª avenida, começou também alguma dinamização deste espaço por parte da câmara e da Porto Lazer.»

 

VO1 - Aquela que é maior exposição de street art alguma fez feita na cidade reuniu 22 artistas nacionais e internacionais, que intervencionaram 5 pisos deste famoso edifício.

 

Fra Biancoshock foi um dos artistas convidados e voltou a Portugal para construir  instalações com mensagens fortes. 

 

  • Entrevista2

«Nesta divisão fiz uma intervenção sobre os sem-abrigo. Este tema relaciona-se com várias ocasiões que acontecem na rua e este é um dos principais conceitos que tenho vindo a desenvolver este ano. A frase “You can change your live, you can change your dream” é uma frase que é comum a muita gente em diferentes países da Europa.»

 

VO2 - O criador italiano considera que Portugal - também é a montra da Europa - no que diz respeito à street art

 

  • Entrevista2

«Neste evento há muitos artistas e eu vejo que há muita gente que consegue comunicar através das suas obras de arte. Há também artistas de rua em Portugal que eu acho que são muito importantes, eu penso que em Portugal há artistas tão bons como em outros países da Europa.»

 

VO3 - Dados os últimos retoques, está  tudo preparado para a  inauguração.

 

  • Entrevista1

«Espero que a inauguração seja incrível, que venha muita gente e que a cidade tenha a possibilidade de conhecer os artistas do Porto, outros artistas internacionais e que possam livremente aceder a este espaço porque o acesso será gratuito, portanto será muito bom que todas as pessoas possam ter acesso a este espaço.»

 

VO4 - E assim foi, a cidade aderiu e agora  até ao dia 1 de Junho a arte de rua vai estar dentro de portas. 

 

Reportagem: António Pedro Pinto

Imagem: Vitor Tavares

publicado por t0pas às 15:43

Texto Pivôt: Cambia la sociedad y cambian las tradiciones. La lamprea de Entre-os-Rios, famosa a nivel nacional e internacional, está pasando de ser un producto de la tierra a ser importada de otros países, por problemas de cantidad y de coste. 

 

 

Voz Off 1: Entre-os-rios es una aldea pintoresca de la ladera del Duero, situada entre el propio río, el Támega y sus puentes. Ganó notoriedad internacional con la caída del puente Hintze Ribeiro, pero no solo de las tragedias reza la historia. Es de Entre-os-Rios el origen de su famosa lamprea.

 

Entre-os-rios é uma aldeia pitoresca das encostas do douro, situada entre os rios Douro e Tâmega e as suas pontes. Ganhou notoriedade internacional aquando da queda da ponte Hintze Ribeiro. Mas não é só das tragédias que reza a história, é de Entre-os-Rios que é famosa a Lampreia.

 

Entrevistado 1: A Lampreia é uma coisa muito turística em entre os rios, é o mais bonito que temos... ah, também temos aqui a marina que é muito bonita. E esta altura da lampreia, vêm muitas pessoas de fora mesmo, vêm de qualquer lado comer a lampreia de entre os rios.

 

Voz Off 2: Fuimos hasta la Casa das Lampreias, para intentar desvelar el secreto de este fenómeno gastronómico. 

 

Fomos até á Casa das Lampreias, tentar desvendar o segredo deste fenómeno gastronómico.

 

Entrevistado 2: O segredo da Lampreia de Entre os Rios é que tem uma maneira de confeccionar lampreia que é apenas com arroz à bordalesa. Se fosse confeccionar a Lampreia para o Algarve, confeccionava a Lampreia de forma igual. O pessoal procurava, mas lá está nos temos um segredo que está no segredo dos Deuses.

 

Voz Off 3: Pero entonces, la lamprea es propiamente de Entre-os-Rios?

 

Então e a lampreia, é mesmo de Entre-os-Rios ?

 

Entrevistado 3: É do Douro, do Douro pouca porque agora a barragem não deixa passar, mas temos o rio Lima, Bouga, o Mondego também tem muito boa Lampreia, pois a Lampreia do Norte do país é uma excelente Lampreia, mas também muita de fora, de França do Canadá, dizem e eu acredito, se não a nossa Lampreia não chegava.

 

Voz Off 4: Mantiene la fama pero dejó de ser accesible para todos los bolsillos. Irónicamente, la lamprea de Entre-os-Rios con la construcción de los embalses, es ahora como los turistas, que vienen de todos los rincones del mundo, así asegura la Saozinha das Lampreias. Venga de donde venga, es y será siempre la lamprea de Entre-os-Rios.

 

Mantém a fama mas deixou de ser acessível a todos os bolsos. Ironicamente, a Lampreia de Entre-os-rios com a construção das barragens, é agora como os turistas que aqui vêm oriunda de vários cantos do mundo. Assim testemunha a Sãozinha das Lampreias. Venha de onde vier, é, e será sempre, a Lampreia de Entre-os-Rios.

publicado por guillealonsof às 15:09

Texto pivô:

O Dia Mundial do Comércio Justo foi celebrado no dia 10 de Maio, no Parque da Cidade, no Porto. O objetivo foi dar a conhecer os princípios desta nova forma de venda de produtos.

 

 

 

 

 

 

 

 

Voz off 1: São diversas as razões que levam a população às lojas de comércio justo.

 

Entrevistado 1: Porque estamos a apoiar uma causa que é muito válida, que apoia pessoas, que de outra forma, se calhar, seriam exploradas. É uma nova forma de pensar o comércio, que foge ao sistema, ao qual, infelizmente, estamos todos agarrados. E acho que é uma boa alternativa.

 

Entrevistado 2: Acho que é uma forma de ajudar. Isto no fundo são cooperativas que existem e é para ver se acabamos um bocadinho com o capitalismo e ajudamos estas pessoas que mais precisam.

 

Entrevistado 3: Um dia termos um Mundo mais equilibrado, onde não haja tantos pobres e que os recursos sejam mais bem distribuídos, por todos.

 

Voz off 2: O fator inovação caracteriza os produtos.

 

Entrevistado 4: O que eu já experimentei, são bons produtos em termos de sabor e relação qualidade/preço também.

 

Entrevistado 5: Principalmente a parte da alimentação, os produtos são ótimos, são mesmo muito bons.

 

Entrevistado 6:  O produto que comprei era bastante bom, claro que é mais caro do que se eu o tivesse comprado numa superfície comercial, mas também não sei o que estou a comprar aí.

 

Voz off 3: A associação reviravolta tem como objetivo celebrar a existência do comércio justo e a sua ideologia.

 

Entrevistado 7: Como o próprio nome indica, uma forma de comércio mais justo, mais transparente e mais equilibrada, em que protege mais os direitos dos produtores. Uma das bases mais importantes do comércio justo está baseada em pequenos produtores, por exemplo, da América do Sul, da Ásia e para trazer os produtos para cá, é necessário intermediários. Mas um dos princípios não é só esse encurtamento, um dos princípios é dar também alguma estabilidade e pagar um preço mais justo pelos produtos. Nós temos de nos centrar naquilo que as pessoas podem trazer de bom para os processos e não nos centrar, naquilo que nós podemos retirar, explorando as pessoas.

 

Voz off 4: Igualdade, desenvolvimento sustentável e direitos humanos, são os princípios destacados pela Associação, como base do seu projeto.

 

 

 

 

 

Texto: Tânia Durães e Hugo Ramos

Imagem e Som: Vítor Pinto

 

publicado por taniaduraes às 10:44

Texto pivô:

Este ano assinalaram-se os quarenta anos da “Revolução dos Cravos”, que pôs fim ao Estado Novo. Mas abriu caminho à instauração do regime democrático, em Portugal.

 

 

 

 

 

Voz off1: Depois da Revolução dos Cravos, a população sentiu a necessidade, de garantir que tinha uma opinião e que a podia mostrar em público sem medo.

 

Entrevistado 1: Só depois do 25 de Abril, é que a gente pôde ver o que não havia antes, a nível de saúde, a educação, quer dizer, isto foi assim uma coisa, estonteante.

 

Entrevistado 2: Para mim foi o mudar de toda uma geração, foi a partir daí que conseguimos liberdade e que agora podemos ter, tudo o que temos hoje em dia, liberdade de expressão, direito ao voto das mulheres, esse tipo de coisas.

 

Entrevistado 3: Primeiro foi de liberdade e democracia, primeiro, depois, hoje, os portugueses, aos milhares, vivem na precariedade e não têm um cêntimo para ir a um café.

 

Voz off 2: A liberdade, tem vindo a ser destacada por muitos, como a melhor, maior e mais duradoura conquista.

 

Entrevistado 4: Isso foi muito bom, as pessoas virem que realmente, têm de ter mais exigências. Temos que pronto, pedir mais e ter mais.

 

Entrevistado 5: Essa questão da liberdade mudou, mas neste momento, o nosso governo, com as políticas que está a tomar, parece que voltamos um bocadinho ao tempo do pré-25 de Abril.

 

Entrevistado 6: Portanto, a liberdade propagandista desta república, do 25 de Abril, é mentirosa, não há democracia e não há liberdade.

 

Voz off 3: Hoje, Portugal ainda vive de forma intensa, as grandes transformações provocadas pela revolução.

 

 

 

Texto: Tânia Durães e Hugo Ramos

Imagem e Som: Vítor Pinto

publicado por taniaduraes às 10:04

Texto pivô:
Famalicão celebra hoje o Dia Mundial da Dança.
A data foi assinalada com um “Urban Playground”, conceito derivado de “Flash Mob”, que mobiliza pessoas através das redes sociais a propósito de uma ação num determinado local e hora.










Voz off: No Dia Mundial da Dança, o município de Famalicão pôs toda a gente a dançar, no Parque da Devesa. Sem idade mínima nem máxima todas as pessoas puderam mostrar os dotes na dança.

Entrevistado 1: Como participante, acho que estas iniciativas são muito úteis, são muito boas, principalmente, para o pessoal sénior que muitas vezes está isolado em casa.

Entrevistado 2:A iniciativa nasce no âmbito do Dia Internacional da Dança e por isso mesmo quisemos criar um evento único, pelo menos em Famalicão.

Voz off: O evento, de entrada livre, contou com a participação de várias academias e escolas de dança do município, criando o movimento Urban Playground.

Entrevistado 2: A ideia será juntar o máximo numero de pessoas no mesmo local a mesma hora apenas publicitando através de redes sociais.

Entrevistado 3: Fizeram esta atividade diferente de juntar pessoas dos 0 aos 80 e dançarem cada um à sua maneira.

Voz off: Zumba, Salsa e Kizomba foram alguns dos estilos que puderam ser experimentados pelos participantes, num final de tarde chuvoso, mas animado.

Entrevistado 4 : E o objectivo é trazer a dança para a nossa academia e desmistificar a ideia de que a dança não pode ser praticada por todas as idades.


Entrevistado 5: Trás publicidade à cidade, trás publicidade a todas as modalidades. As pessoas aqui de Famalicão gostam muito de dançar.Estes eventos haviam de acontecer mais vezes para divulgar realmente a dança que o nosso pais poucas vezes é falado.

Voz off final: É de relembrar que o Dia Mundial da Dança foi criado em 1982, pelo Comité Internacional da Dança da UNESCO. Este dia surgiu como uma homenagem ao criador do ballet moderno, Jean Georges Noverre.


Jornalistas: Claudia Pereira , Daniela Laranja e Ricardo Cruz

Imagem e Som: Claudia Pereira , Daniela Laranja e Ricardo Cruz
publicado por culturaulp às 09:00

Segunda-feira, 12 de Maio de 2014
Texto Pivô
O cortejo académico, uma das atividades mais emblemáticas da semana da Queima das Fitas, encheu esta terça-feira, as ruas da Cidade do Porto.
Por entre a euforia, também se viram sinais de preocupação, tanto de pais como estudantes.







Voz off 1
Mudam-se as formas dos carros, os estudantes mas todos os anos o cortejo do Porto enche as ruas da cidade.
Uns de bengala e cartola, outros com a caricata e típica vestimenta de caloiro.

Entrevistado I – Finalista
Esta a ser incrível, tipo, esta a ser um orgulho enorme ver a malta com quem eu entrei na universidade, e os em cima a cartolar e acabar o curso, opa não sei dizer mais nada. Quem esta sabe o que isto é, e o que nos sentimos.

Entrevistado II – Finalista
Este ritual terei que o cumprir, no meio representante desta juventude. Estou aqui por eles e por mim.

Entrevistado III - Caloiro
O cortejo para já, está a ser fantástico, acho que vale a pena passar um ano na praxe.

Entrevistado IV - Caloira
Eu acho que o cortejo é melhor momento da nossa vida, espero acabar o curso e que para o ano seja melhor. Vamos divertir todos.

Voz off 2
Da reitoria até à Tribuna nos Aliados dois longínquos quilómetros, percorridos ao passo de 1 quilómetro por hora.
O cortejo avança em duas velocidades, ora em passo acelerado com os caloiros, ora em passo lento com os doutores e num dia tão especial a família não podia deixar de estar presente.

Entrevistado V - Familiar
Esta a ser muito bonito, é a primeira vez que estou assistir porque a minha filha é a primeira e estou a gostar.

Entrevistado VI - Familiar
Eu, naturalmente que me sinto orgulhosa, estou a reviver de certo modo tempos passados porque já passei por isto, não era o mesmo curso mas de facto são dias memoráveis, e que ficam registados na memória naturalmente dos garotos, porque efetivamente faz parte do curso académico.

Entrevistado VII - Finalista
A experiência esta a ser ótima, estou adorar em relação ao cortejo esta a ser demorado mas vou ficar ate ao final.

Voz off 3
Entre abraços e bengaladas energéticas, assim seguiu o cortejo da queima das fitas do Porto.

Jornalistas:
Vanessa Nogueira
Vanessa da Cunha

Imagem e Som:
João Cravo
publicado por vanessasanogueira às 23:00

Texto Pivô:

Depois de Lisboa, é agora a vez do Porto receber “A Noite” peça escrita por José Saramago.  A peça conta com a participação de Paulo Pires, Joana Lima e Vitor Norte e ficará no teatro Rivoli até 25 de Maio.

 

 

 

 

 

 

 

Off Jornalista

A noite,

A peça escrita por José Saramago entrou esta semana em cena no Rivoli do Porto, depois de uma estadia muito bem sucedida em Lisboa.

 

Vivo Entrevistado I

Ana Paula, espectadora

“Foi surpreendente, gostei imenso. Adorei ver o Vítor Norte, que realmente é uma referência do nosso teatro e que teve um papel fundamental nesta peça. E todos os outros atores, o Paulo Pires, o Pedro Lima, a Joana, todos estiveram muito bem. O próprio “Faustino”, que agora não me recordo do nome dele.”

 

 

Vivo Entrevistado II

Maria Manuela, espectadora

“É uma honra para mim estar hoje aqui, nesta altura do ano, com o 25 de Abril há tão pouco tempo a ser festejado. Com uma estreia do José Saramago, de uma peça que eu não conhecia, e foi realmente excepcional, excepcional. Brilhante.”

 

Off Jornalista

A peça retrata a noite de 24 para 25 de abril na redação de um jornal da capital e foi adaptada por Paulo Sousa Costa, dando-lhe um cunho mais cómico

 

Vivo entrevistado III

Paulo Sousa Costa

“O texto original tem 18 personagens, e fazer teatro hoje em dia com 18 atores é muito complicado. Adaptei para 9, sem que perdesse o cunho que a peça tem, que o texto original tem, no fundo uma mensagem do que é a liberdade.”

 

Vivo Entrevistado IV

Paulo Pires, ator

“Tivemos um apoio grande também do Diário de Notícias. Estivemos na redação do jornal e estivemos em conversa durante um bocado do dia. Com desde diretores, desde chefes de redação, redatores de província, que hoje já não se chamam redatores de província, têm outro nome. Mas estivemos a fazer digamos, laboratório no Diário de Notícias que foi quem nos apoiou.

 

 

Vivo Entrevistado V

Vitor Norte, ator

“Acho que estão numa fase em que querem saber de coisas. O que é que se passou. Mesmo os mais novos que não têm nada a ver com o 25 de Abril, são filhos do 25 de Abril.”

 

Off Jornalista

Com atores já conhecidos do público português, “A Noite” promete encher o Teatro Municipal Rivoli.

 

Vivo Entrevistado VI

Paulo Sousa Costa,

“A peça é muito boa. Os atores são muito conhecidos e bons e o tema é muito bom também e atual. Estamos a comemorar 40 anos do dia 24 para 25, ou seja, d’A Noite."

 

Off Jornalista

"A Noite" ficará em cena até 25 de Maio. Três fins de semana onde poderá assistir a uma das obras de uma faceta menos conhecida, do nosso Nobel da literatura.

 

Jornalistas:

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Catarina Rocha

 

Imagem e Som:

André Mota

 

publicado por sessaomeianoite às 21:53

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