Blog dedicado à unidade curricular de Jornalismo Televisivo da Universidade Lusófona do Porto

Terça-feira, 20 de Maio de 2014

PIVOT:

World of Discoveries. É esse o nome do museu interativo que tomou lugar na zona ribeirinha do Porto. Com um  investimento que ronda os oito milhões de euros, este parque temático espera receber mais de 300 mil visitas só este ano. 

 

 

 

 

VO1: Aberto apenas há três semanas, o World of Discoveries é uma nova forma de contar história. 

 

Maria Teresa Carvalho:

«De facto está uma coisa muito bem feita, gostamos imenso. Vim também com a minha família e a opinião foi de facto unânime. »

 

Joel Teixeira:

«Normalmente as pessoas são um pouco relutantes em se interessarem pelas histórias quer de Portugal quer Mundial. A exposição é importante no sentido de haver um maior interesse.»

 

Ana Torres (Diretora do Museu):

«Este é um projeto transversal. É um projeto que vai buscar tanto as novas gerações como as gerações mais seniores. é um projeto que vai buscar as escolas, vai buscar turistas, vai buscar outro tipo de grupos e vai buscar também a pessoa que procura  um espaço para se divertir, para ter uma experiência diferenciadora. Para misturar o conhecimento com o lazer e entretenimento e portanto nos acreditamos que somos uma espaço de edutainment. »

 

VO2: A bordo de replicas de pequenas embarcações portuguesas, a visita ao  world of Discoveries é uma verdadeira viagem pelo tempo da epopeia dos descobrimentos. 

 

Ana Torres: 

«Começando na conquista de Ceuta, passando pela experiência da dobragem do cabo das tormentas, passagem pelas florestas equatoriais, a chegada à Índia e depois novos territórios que viemos a descobrir e que nunca tínhamos visto, como Timor, China, Macau, Japão e obviamente o Brasil como não podia deixar de ser.»

 

VO3:Ao longo do percurso as histórias vão-se fazendo sentir e as mais explícitas por vezes não são as mais conhecidas. 

 

Ana Torres:

«Francisco Zermoto, considerado o primeiro navegador a desembarcar na costa do Japão, entrega o ser mosquete governador local e foi a primeira vez que os japoneses tiveram contacto com  uma arma de fogo»

 

A viagem termina na loja sphera mundi  onde as mais de 300 mil pessoas esperadas para este ano, podem encontrar artigos dos mundos que acabarão de conhecer. 

 

 

Reportagem: António Pedro Pinto

Imagem: Vítor Tavares

 

publicado por t0pas às 10:22

Texto pivô:

O centro islâmico do Porto, situado na rua do Heroísmo, é visitado diariamente, por vários fiéis muçulmanos. É um local de culto, de integração social e cultural que acolhe uma das comunidades da região.

 

 

 

 

Voz off 1: A Mesquita tem ganho um papel, cada vez mais importante, devido à grande diversidade de culturas e religiões na cidade do Porto.

 

Entrevistado 1: Primeiro faz parte da nossa religião e obriga-nos, temos de rezar, aqui nas mesquitas.

 

Entrevistado 2: A importância é que, primeiro é um dever de um muçulmano, para onde vai, fazer as suas orações e preparar o lugar de culto. E é também voltar às raízes, porque para muitos isto é Portugal, mas para mim isto é Alá na Luz.

 

Voz off 2: Uma das funções da Mesquita é apoiar a integração social, tornando-se mais do que um local de culto e oração.

 

Entrevistado 3: Este é o local de reunião dos muçulmanos, onde nós nos podemos encontrar, não só para as orações, mas também para os acontecimentos, como palestras e outros eventos, às vezes alguns fóruns de discussão, também existem, aulas de árabe. Portanto, é um espaço, digamos assim, de comunhão de todos os muçulmanos e é importantíssimo para a comunidade.

 

Entrevistado 4: A comunidade cresceu muito, quatro ou cinco famílias, hoje em dia graças a deus, já somos, cerca de cinco mil muçulmanos a viver aqui no Porto e nos arredores. Nós, por exemplo, aqui, damos aulas às crianças, ensinámos às crianças a religião. Também temos reuniões regulares com as pessoas, fazemos reuniões para explicação da religião, dos conceitos básicos da religião, fazemos a ligação das outras entidades.

 

Voz off 3: Aberto diariamente para toda a população, a Mesquita é um local de união dos muçulmanos desta região.

 

 

 

 

 

Texto: Hugo Ramos e Tânia Durães

 

Imagem e Som: Vítor Pinto

publicado por taniaduraes às 04:09

Texto Pivô:
Casas abandonadas, fábricas desativadas e ruínas são sugestivos objetos fotográficos para as INVASões. Um grupo do Porto que se propõe a organizar saídas para fotografar em vários lugares, como forma de preservar e contar histórias através da fotografia. 

Off Jornalista

Um grupo de entusiastas da fotografia, junta-se uma vez por mês para documentar e recuperar as memórias da indústria portuguesa.

Chamam-se, Invasões.

 

 

Vivo Entrevistado I

Sérgio Pereira

No inicio as primeiras invasões, até a terceira quarta invasão a ideia era o pessoal fotografar para se divertir. Só que entretanto começou a vir à tona a questão da preservação do espaço, o quanto é artistico o espaço em si. Mesmo o espaço maior pode-se tornar numa coisa artistica, o quanto de história tem nesse espaço, que podia ser resgatado através da fotografia e não era feito.

 

 

Vivo Entrevistado III

Manuela Matos Monteiro

Como é que teria sido aquele passado? quantas pessoas ali estiveram? Quantas viveram? e depois uma coisa que me chocou imenso, foi não haver uma atitude de preservação.

 

 

Off Jornalista

Preservar, é esse o objectivo do grupo.

 

 

Vivo Entrevistado III

Sérgio Pereira

Por causa da crise e os tempos que nós atravessamos, as pessoas possam ser mais individualistas e esquecem-se de muita coisa em relação ao passado.

 

 

Vivo Entrevistado IV

Manuela Matos Monteiro

Nós um ano depois de fazermos a Invasão da cerâmica do Fojo, dia quatro de Janeiro deste ano voltamos lá... e a degradação era brutal! 

 

 

Off Jornalista

Um movimento que cresce cada vez mais.

 

 

Vivo Entrevistado V

Manuela Matos Pereira

Porque tinhamos aqui muita gente e cada vez mais gente a fazer perguntas e a querer saber mais sobre isto e a reflectir sobre isto.

 

 

Off Jornalista

Usar a fotografia para resgatar vidas passadas.

 

 

Jornalistas:

Bárbara Rodrigues

Catarina Rocha

 

Imagem e Som:

André Mota

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por catarinarocha às 03:47

Texto pivô: Três jovens, na casa dos vinte anos, criaram um jornal na freguesia de Fradelos, em Vila Nova de Famalicão. Com poucos recursos financeiros, mas com muita força de vontade, o jornal tem vindo a melhorar ao longo do tempo.




Voz off:
O Jornal Fradelos é um jornal independente gratuito e desde a sua origem em 2011 é bem aceite pela população fradelense.
O jornal bimestral, agora com edição a cores, contém informações da freguesia para toda a população


Entrevistado 1:
Na minha opinião o jornal de Fradelos foi um trabalho bem conseguido porque aborda várias temáticas da nossa freguesia. Gostei muito desse trabalho e espero que continue assim, porque aborda nomeadamente vários temas em todas as edições: como um pouco da história de Fradelos, o que se passa aqui na nossa freguesia, coisas que vão acontecer ...


Entrevistado 2:
Para além de divulgarem o que se passa na freguesia, para nós patrocinadores será ótimo, aproveitamos o jornal para divulgar mais um pouco a nossa casa, aquilo que temos, o que fazemos e que estamos cá.

Voz off:
São estudantes universitários mas nenhum de jornalismo. Cada um com o seu talento têm conseguido manter informada toda a população e também aqueles que já a deixaram através das edições on-line.


Entrevistado 3:
Sempre apostamos na cultura, na informação, mas também numa parte mais formativa. Com uma edição bimestral, apresentamos noticias, entrevistas, aspectos positivos e negativos que consideramos na nossa freguesia.

Entrevistado 4:
Verificamos que o jornal tinha outra potencialidade que era online, via facebook, a partir daí verificamos que os emigrantes eram os principais visitantes da nossa página.

Voz off: Estes jornalistas amadores não se deixaram ficar só pelas notícias, os jovens também dão o seu contributo à população de uma outra forma.

Entrevistado 5:
Chegamos também ajudar várias famílias carenciadas por Fradelos com apoio da conferencia vicentina, também é verdade que tivemos ajuda da junta de freguesia de Fradelos e da câmara municipal de Vila Nova de Famalicão.

Voz off:
Com visíveis melhoras em cada edição , este projeto é uma aposta na cultura e na informação que promete durar.



Jornalistas: Claudia Pereira , Daniela Laranja e Ricardo Cruz

Imagem e Som: Claudia Pereira , Daniela Laranja e Ricardo Cruz
publicado por culturaulp às 01:32

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