Em Amarante, o Instituto de Artes Performativas (IAP Amarante) desafia as dificuldades para conseguir manter o ensino de vários instrumentos. Ao longo do último ano, têm realizado workshop para estudantes de música e professores de música a baixo custo.
Entrevistado1
Eu pedi a minha mãe, porque gosto de tocar bateria.
Voz off1
De hobbie de criança à ambição profissional dos mais velhos a música torna-se prioridade na vida de quem quer fazer dela futuro.
Entrevistado2
Desde cedo sempre adorei música. Comecei logo aos 10 anos logo aprender piano e agora recentemente deu-me o vício da bateria, pronto acho que a música não ocupa o lugar e acho que é sempre bom aprender. Para já acho como um hobbie porque sou estudante, não é uma prioridade.
Voz off2
Os pais vêem-se dentro deste sonho como se fosse seu.
Entrevistado3
Começou por um pedido da parte dele e eu também comecei desde novita e adora mesmo. Acho que vale a pena.
Voz off3
Os professores são o primeiro contato com a musica e acabam por ser o exemplo a seguir. Diversas idades e instrumentos as aulas ganham várias melodias.
Entrevistado4
Adolescente, entre os 13 e os 20 anos. Visto que a bateria é um instrumento grande e com varias espécies diferentes atrai também as crianças pequenas entre os 5,7 9 anos por aí.
Voz off4
A crise faz com que alguns alunos desistam ou adiem o investimento na música.
Entrevistado5
As famílias tem de fazer contas e há determinados aspetos da vida onde tem de se tornar a cortar, certamente não será na alimentação, vestiário e nos aqui notamos isso.
Reportagem: Vanessa da Cunha e Vanessa Nogueira
Edição e Imagem: João Cravo

