Blog dedicado à unidade curricular de Jornalismo Televisivo da Universidade Lusófona do Porto

Terça-feira, 27 de Maio de 2014

Texto pivô:

O dia Internacional das Crianças Desaparecidas é assinalado a 25 de Maio. O objetivo é sensibilizar a comunidade e os pais para este problema grave da sociedade. 2014 marca os 10 anos deste dia em Portugal.

 

 

 

 

Voz off 1: Muito mais do que um aviso. Os pais vivem em alerta constante, para os perigos a que as crianças possam estar sujeitas.

 

Entrevistado 1: É as pessoas que andam aí, nas ruas, querem levar as crianças para o tráfico e assim.

 

Voz off 2: De acordo com o Instituto de Apoio à Criança, os números mais elevados de desaparecimentos registaram-se em, Lisboa, Setúbal e Porto.                                                                                                                     

 

Entrevistado 2: A prevenção começa nos pais e na atenção que os pais transmitem aos filhos, para estarem na sociedade.

 

Voz off 3: É preciso olhar para trás e seguir em frente. O número de crianças desaparecidas tem vindo a aumentar cada vez mais.

 

Entrevistado 3: É um dia que pouca gente sabe que existe, acho que deveria ter mais divulgação, mais divulgação sobre o que os pais podem fazer para poder prevenir estas situações e o que os educadores também poderão fazer, em conjunto com a família, também com a comunidade, para ter sempre uma criança protegida.

 

Voz off 4: Não nos podemos esquecer que as crianças não são números, são pessoas. A quem é devido, não só proteção especial, mas respeito e dignidade.

 

 

 

Texto: Hugo Ramos e Tânia Durães

Imagem e som: Vítor Pinto

publicado por taniaduraes às 08:16

Texto pivô :
Pelo segundo ano consecutivo, Elsa Cruz, natural de Vila Nova de Famalicão, consagra-se bicampeã nacional de lançamento do peso, com um recorde pessoal de 12,68 metros.





Voz Off :
Com apenas dezassete anos, Elsa Cruz ganhou pela segunda vez consecutiva o campeonato nacional de lançamento do peso.

Entrevistado 1:
O ano passado o meu recorde era de 12,05 metros, o que consegui ir ao Brasil representar Portugal nos mundiais do desporto escolar. Este ano, bati esse recorde para 12,68.

Voz Off :
Para a jovem, natural de Famalicão tudo começou por ser uma brincadeira.

Entrevistado 1:
Neste momento treino quatro dias por semana com competições ao sábado e ao domingo.

Entrevistado 2:
Considero que a Elsa poderá ter um futuro risonho, tudo depende dela. Ela quer inclusivamente, e sonha com os jogos olímpicos, quem sabe se poderá ser já em 2016. Acho que para ela é muito importante tentar conciliar sempre os estudos com o atletismo e tem tido o nosso apoio mas não pode descurar uma coisa da outra.

Voz Off :
Considerada pelos amigos como uma inspiração, a jovem atleta promete dar que falar.

Entrevistado 3:
É uma atleta muito eclética, quer isto dizer que tem capacidades para as provas de corrida, como para as provas de lançamentos, como para os saltos. É extremamente empenhada e motivada para treinar, isso é um factor muito importante para conseguir dia após dia treinar com regularidade.

Entrevistado 4:
É uma atleta super dedicada, tem um espírito de entre ajuda fantástico, é uma ótima colega de treino e está a merecer tudo pelo que está a passar.

Voz Off :
Apesar de algum trabalho técnico a desenvolver, Elsa acredita que o seu futuro está no desporto.


Jornalistas: Claudia Pereira , Daniela Laranja e Ricardo Cruz
Imagem e Som: Claudia Pereira , Daniela Laranja e Ricardo Cruz
publicado por culturaulp às 01:23

Texto Pivôt:

Después de las elecciones, los portugueses hacen balance de los resultados. La alta tasa de abstención, de un 66%, ha sido la nota dominante de la jornada, así como el mensaje que los votantes le han mandado a Passos Coelho.

 

 

Voz 1: Este fin de semana Europa ha vivido día de elecciones. Millones de europeos votaron este domingo para elegir a los más de 700 diputados que conforman el Europarlamento. Salimos a la calle para ver la opinión de los portugueses, que en su mayoría se abstuvieron de ir a votar. 

 

Entrevistado 1: Sí, voté ayer

 

Entrevistado 2: No, no voté

 

Entrevistado 3: No

 

Voz 2: Dos de cada tres portugueses no participaron en las elecciones, principalmente por desconocimiento o desinterés

 

Entrevistado 2: No son decisivas las elecciones. Quien manda son los países como Alemania, Francia, no interesaba Portugal.

 

Entrevistado 3: No tengo la menor idea de lo que están haciendo. Están siempre hablando de ellos pero no los veo haciendo nada. 

 

 

Voz 3: Los que votaron, creen que la abstención es pésima para el país e intentar buscar las razones. 

 

Entrevistado 4: Una de las cosas fue la final de fútbol, que las personas solo hablaban de fútbol y en la televisión solo se hablaba de fútbol, estoy seguro que gran parte de ellos no sabían que había elecciones, pero claro, una pequeña parte. El resto, por aquello que vamos a ver pasar, parece que el voto no es importante porque cuando se va a votar no ves que pase nada de lo que han hablado. 

 

Entrevistado 1: Es una pena, que un tercio de los portugueses no votaron, por el amor de Dios. Creo que es una pena, sobre todo para los que tienen hijos y nietos, una camada joven como vosotros, que estamos luchando todos para que esto mejore y así no. 

 

Voz 4: Para algunos, las elecciones no sirvieron para nada, pero para otros, los resultados son una clara advertencia para el gobierno de Passos Coelho

 

Entrevistado 5: El recado, muy bien dado con acuse de recibo y carta de recepción. Ahora, ya tienen una tarjeta amarilla y en mayo del año que viene, la tarjeta roja. 

 

 

 

 

 

publicado por guillealonsof às 00:49

Texto Pivo
A exposição de Domingos da Silva, intitulada por “Pinturas do subsolo”, é um dos projetos que ocupa a Galeria Vieira Portuense, no Porto.



Voz off 1
Não é uma simples galeria de arte, nem sequer uma leiloeira.

Entrevistado1
aqui na galeria costumamos colocar de tudo um pouco, tentamos sempre variar de exposição para exposição, para causar impato e chegarmos a todos os gostos.

Voz off 2
A pintura de domingos da silva é em torno de uma memória, as paisagens são tão reais. Domingos flutua entre a realidade real e as fabulas.

Entrevistado2
Estes são os últimos trabalhos que eu realizei, eu chamaria-lhes pintura sonora, uma vez tem a música, são leitores de mp3 ou rádio. Juntei a parte audivisual à auditiva

Entrevistado3
Temos colunas em mp3, radio .. nos espomos e o unico objetivo tambem é vender. Neste momento as vendas estão complicadas mas tentamos sempre divulgar a arte da melhor maneira.

Voz off 3
Domingos revitaliza casas, pontes, pessoas. Uma exposição diversificada que vai desde a parte audiovisual à auditiva.

Reportagem
Vanessa Cunha
Vanessa Nogueira

Imagem e Edição
João Cravo
publicado por vanessasanogueira às 00:23

Segunda-feira, 26 de Maio de 2014

Pivot:

Dançar o chá chá chá, a rumba ou tango aos Domingos é já um habito para muito no Porto. São cada vez mais as pessoas que não perdem a oportunidade de mostrar os seus dotes na pista de dança do Orfeão do Porto. 

 

 

Vivo entrevistado, José Dias

“Venho sozinho, mas depois por continuação, até posso sair acompanhado.”

 

Off Jornalista I

São três da tarde e o Sr. José chega à pista de dança do Orfeão do Porto

 

Vivo entrevistado, José Dias

“ Ora bem, o que me trás aqui é uma fisioterapia que venho cá fazer. É para me divertir e estar a sassaricar, como dizem os brasileiros.”

 

Off Jornalista II

Aos Domingos, o salão do orfeão enche. Uns procuram companhia, outros só querem passar uma tarde diferente

 

Vivo entrevistado, Manuela Leite

“É divertimento. Aliviar o stress da semana, divertir-me um bocadinho, dançar um bocadinho, faz bem. É uma ginástica.”

 

Vivo entrevistado, Manuel 

“Gosto de vir bem vestido para dançar para me sentir bem.”

 

Vivo entrevistado, Albertina Araujo, “Tininha”

“Porque é que gosto? Para ganhar amizades. E eu sou viúva, não devo a cabeça a cabeça a ninguém por isso venho para aqui para me distrair.”

 

Off Jornalista III

A funcionar desde Outubro do ano passado, os Domingos dançantes têm tido cada vez mais público. Muito por causa do fecho de outras danceterias.

 

Vivo entrevistado, Isabel de Jesus

“Eu estou cá desde o primeiro domingo que isto começou a funcionar porque eu já conhecia o orfeão. Isto é aqui uma colectividade muito optima da cidade do Porto.”

 

Off Jornalista

Para os que aqui vêm, o importante parece não ser tanto se saem sozinhos ou acompanhados, o importante é conviver, sair e dançar.

 

Jornalistas:

Bárbara Rodrigues

Catarina Rocha

 

Imagem e Som:

André Mota

 

publicado por sessaomeianoite às 22:25

Terça-feira, 20 de Maio de 2014

PIVOT:

World of Discoveries. É esse o nome do museu interativo que tomou lugar na zona ribeirinha do Porto. Com um  investimento que ronda os oito milhões de euros, este parque temático espera receber mais de 300 mil visitas só este ano. 

 

 

 

 

VO1: Aberto apenas há três semanas, o World of Discoveries é uma nova forma de contar história. 

 

Maria Teresa Carvalho:

«De facto está uma coisa muito bem feita, gostamos imenso. Vim também com a minha família e a opinião foi de facto unânime. »

 

Joel Teixeira:

«Normalmente as pessoas são um pouco relutantes em se interessarem pelas histórias quer de Portugal quer Mundial. A exposição é importante no sentido de haver um maior interesse.»

 

Ana Torres (Diretora do Museu):

«Este é um projeto transversal. É um projeto que vai buscar tanto as novas gerações como as gerações mais seniores. é um projeto que vai buscar as escolas, vai buscar turistas, vai buscar outro tipo de grupos e vai buscar também a pessoa que procura  um espaço para se divertir, para ter uma experiência diferenciadora. Para misturar o conhecimento com o lazer e entretenimento e portanto nos acreditamos que somos uma espaço de edutainment. »

 

VO2: A bordo de replicas de pequenas embarcações portuguesas, a visita ao  world of Discoveries é uma verdadeira viagem pelo tempo da epopeia dos descobrimentos. 

 

Ana Torres: 

«Começando na conquista de Ceuta, passando pela experiência da dobragem do cabo das tormentas, passagem pelas florestas equatoriais, a chegada à Índia e depois novos territórios que viemos a descobrir e que nunca tínhamos visto, como Timor, China, Macau, Japão e obviamente o Brasil como não podia deixar de ser.»

 

VO3:Ao longo do percurso as histórias vão-se fazendo sentir e as mais explícitas por vezes não são as mais conhecidas. 

 

Ana Torres:

«Francisco Zermoto, considerado o primeiro navegador a desembarcar na costa do Japão, entrega o ser mosquete governador local e foi a primeira vez que os japoneses tiveram contacto com  uma arma de fogo»

 

A viagem termina na loja sphera mundi  onde as mais de 300 mil pessoas esperadas para este ano, podem encontrar artigos dos mundos que acabarão de conhecer. 

 

 

Reportagem: António Pedro Pinto

Imagem: Vítor Tavares

 

publicado por t0pas às 10:22

Texto pivô:

O centro islâmico do Porto, situado na rua do Heroísmo, é visitado diariamente, por vários fiéis muçulmanos. É um local de culto, de integração social e cultural que acolhe uma das comunidades da região.

 

 

 

 

Voz off 1: A Mesquita tem ganho um papel, cada vez mais importante, devido à grande diversidade de culturas e religiões na cidade do Porto.

 

Entrevistado 1: Primeiro faz parte da nossa religião e obriga-nos, temos de rezar, aqui nas mesquitas.

 

Entrevistado 2: A importância é que, primeiro é um dever de um muçulmano, para onde vai, fazer as suas orações e preparar o lugar de culto. E é também voltar às raízes, porque para muitos isto é Portugal, mas para mim isto é Alá na Luz.

 

Voz off 2: Uma das funções da Mesquita é apoiar a integração social, tornando-se mais do que um local de culto e oração.

 

Entrevistado 3: Este é o local de reunião dos muçulmanos, onde nós nos podemos encontrar, não só para as orações, mas também para os acontecimentos, como palestras e outros eventos, às vezes alguns fóruns de discussão, também existem, aulas de árabe. Portanto, é um espaço, digamos assim, de comunhão de todos os muçulmanos e é importantíssimo para a comunidade.

 

Entrevistado 4: A comunidade cresceu muito, quatro ou cinco famílias, hoje em dia graças a deus, já somos, cerca de cinco mil muçulmanos a viver aqui no Porto e nos arredores. Nós, por exemplo, aqui, damos aulas às crianças, ensinámos às crianças a religião. Também temos reuniões regulares com as pessoas, fazemos reuniões para explicação da religião, dos conceitos básicos da religião, fazemos a ligação das outras entidades.

 

Voz off 3: Aberto diariamente para toda a população, a Mesquita é um local de união dos muçulmanos desta região.

 

 

 

 

 

Texto: Hugo Ramos e Tânia Durães

 

Imagem e Som: Vítor Pinto

publicado por taniaduraes às 04:09

Texto Pivô:
Casas abandonadas, fábricas desativadas e ruínas são sugestivos objetos fotográficos para as INVASões. Um grupo do Porto que se propõe a organizar saídas para fotografar em vários lugares, como forma de preservar e contar histórias através da fotografia. 

Off Jornalista

Um grupo de entusiastas da fotografia, junta-se uma vez por mês para documentar e recuperar as memórias da indústria portuguesa.

Chamam-se, Invasões.

 

 

Vivo Entrevistado I

Sérgio Pereira

No inicio as primeiras invasões, até a terceira quarta invasão a ideia era o pessoal fotografar para se divertir. Só que entretanto começou a vir à tona a questão da preservação do espaço, o quanto é artistico o espaço em si. Mesmo o espaço maior pode-se tornar numa coisa artistica, o quanto de história tem nesse espaço, que podia ser resgatado através da fotografia e não era feito.

 

 

Vivo Entrevistado III

Manuela Matos Monteiro

Como é que teria sido aquele passado? quantas pessoas ali estiveram? Quantas viveram? e depois uma coisa que me chocou imenso, foi não haver uma atitude de preservação.

 

 

Off Jornalista

Preservar, é esse o objectivo do grupo.

 

 

Vivo Entrevistado III

Sérgio Pereira

Por causa da crise e os tempos que nós atravessamos, as pessoas possam ser mais individualistas e esquecem-se de muita coisa em relação ao passado.

 

 

Vivo Entrevistado IV

Manuela Matos Monteiro

Nós um ano depois de fazermos a Invasão da cerâmica do Fojo, dia quatro de Janeiro deste ano voltamos lá... e a degradação era brutal! 

 

 

Off Jornalista

Um movimento que cresce cada vez mais.

 

 

Vivo Entrevistado V

Manuela Matos Pereira

Porque tinhamos aqui muita gente e cada vez mais gente a fazer perguntas e a querer saber mais sobre isto e a reflectir sobre isto.

 

 

Off Jornalista

Usar a fotografia para resgatar vidas passadas.

 

 

Jornalistas:

Bárbara Rodrigues

Catarina Rocha

 

Imagem e Som:

André Mota

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por catarinarocha às 03:47

Texto pivô: Três jovens, na casa dos vinte anos, criaram um jornal na freguesia de Fradelos, em Vila Nova de Famalicão. Com poucos recursos financeiros, mas com muita força de vontade, o jornal tem vindo a melhorar ao longo do tempo.




Voz off:
O Jornal Fradelos é um jornal independente gratuito e desde a sua origem em 2011 é bem aceite pela população fradelense.
O jornal bimestral, agora com edição a cores, contém informações da freguesia para toda a população


Entrevistado 1:
Na minha opinião o jornal de Fradelos foi um trabalho bem conseguido porque aborda várias temáticas da nossa freguesia. Gostei muito desse trabalho e espero que continue assim, porque aborda nomeadamente vários temas em todas as edições: como um pouco da história de Fradelos, o que se passa aqui na nossa freguesia, coisas que vão acontecer ...


Entrevistado 2:
Para além de divulgarem o que se passa na freguesia, para nós patrocinadores será ótimo, aproveitamos o jornal para divulgar mais um pouco a nossa casa, aquilo que temos, o que fazemos e que estamos cá.

Voz off:
São estudantes universitários mas nenhum de jornalismo. Cada um com o seu talento têm conseguido manter informada toda a população e também aqueles que já a deixaram através das edições on-line.


Entrevistado 3:
Sempre apostamos na cultura, na informação, mas também numa parte mais formativa. Com uma edição bimestral, apresentamos noticias, entrevistas, aspectos positivos e negativos que consideramos na nossa freguesia.

Entrevistado 4:
Verificamos que o jornal tinha outra potencialidade que era online, via facebook, a partir daí verificamos que os emigrantes eram os principais visitantes da nossa página.

Voz off: Estes jornalistas amadores não se deixaram ficar só pelas notícias, os jovens também dão o seu contributo à população de uma outra forma.

Entrevistado 5:
Chegamos também ajudar várias famílias carenciadas por Fradelos com apoio da conferencia vicentina, também é verdade que tivemos ajuda da junta de freguesia de Fradelos e da câmara municipal de Vila Nova de Famalicão.

Voz off:
Com visíveis melhoras em cada edição , este projeto é uma aposta na cultura e na informação que promete durar.



Jornalistas: Claudia Pereira , Daniela Laranja e Ricardo Cruz

Imagem e Som: Claudia Pereira , Daniela Laranja e Ricardo Cruz
publicado por culturaulp às 01:32

Segunda-feira, 19 de Maio de 2014
Texto Pivô
Em Amarante, o Instituto de Artes Performativas (IAP Amarante) desafia as dificuldades para conseguir manter o ensino de vários instrumentos. Ao longo do último ano, têm realizado workshop para estudantes de música e professores de música a baixo custo.



Entrevistado1
Eu pedi a minha mãe, porque gosto de tocar bateria.

Voz off1
De hobbie de criança à ambição profissional dos mais velhos a música torna-se prioridade na vida de quem quer fazer dela futuro.

Entrevistado2
Desde cedo sempre adorei música. Comecei logo aos 10 anos logo aprender piano e agora recentemente deu-me o vício da bateria, pronto acho que a música não ocupa o lugar e acho que é sempre bom aprender. Para já acho como um hobbie porque sou estudante, não é uma prioridade.

Voz off2
Os pais vêem-se dentro deste sonho como se fosse seu.

Entrevistado3
Começou por um pedido da parte dele e eu também comecei desde novita e adora mesmo. Acho que vale a pena.

Voz off3
Os professores são o primeiro contato com a musica e acabam por ser o exemplo a seguir. Diversas idades e instrumentos as aulas ganham várias melodias.

Entrevistado4
Adolescente, entre os 13 e os 20 anos. Visto que a bateria é um instrumento grande e com varias espécies diferentes atrai também as crianças pequenas entre os 5,7 9 anos por aí.

Voz off4
A crise faz com que alguns alunos desistam ou adiem o investimento na música.

Entrevistado5
As famílias tem de fazer contas e há determinados aspetos da vida onde tem de se tornar a cortar, certamente não será na alimentação, vestiário e nos aqui notamos isso.

Reportagem: Vanessa da Cunha e Vanessa Nogueira
Edição e Imagem: João Cravo
publicado por vanessasanogueira às 23:55

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