Blog dedicado à unidade curricular de Jornalismo Televisivo da Universidade Lusófona do Porto

Quarta-feira, 08 de Janeiro de 2014
Barbearias resistem ao tempo e mantêm ambientes e serviços à moda antiga


Texto pivô:
Há lojas centenárias que resistem à crise no coração da cidade do Porto.
Mesmo com declínio do número de barbearias tradicionais na Invicta, algumas barbearias como o Salão Veneza mantêm a mesma técnica artesanal de cortar o cabelo.




Entrevistado 1 (Pedro Almeida‐proprietário)
Eu estou aqui á vinte e sete anos. Antigamente estavamos seis a trabalhar aqui, agora é que estamos menos porque também há menos trabalho.

Voz off 1
Visto como uma forma de arte para os seus profissionais, as barbearias são cada vez mais raras.
Situado entre o mítico Guarani e o não menos famoso Hotel Infante de Sagres, o Salão Veneza leva consigo as poltronas bordeaux com quase sete décadas de historia.

Entrevistado 2 (Pedro Almeida‐proprietário)
Trabalhei noutra barbearia mas foi ali em cima na Rua das Lamas. A nossa decoração continua a mesma, não foi alterado nada. As luzes é que não as mesmas porque antigamente eram redondas. Os clientes continuam a ser os mesmo velhos, os mais velhos é que já morreram.

Voz off 2
Mesmo com declínio do número de barbearias tradicionais no centro da cidade do Porto, algumas resistem ao tempo mantendo a mesma técnica artesanal de fazer a barba. O ambiente continua o mesmo de anos atrás, com cadeiras giratórias, salões espelhados, barbeiros de navalha em punho e toalhas quentes.

Entrevistado 3 (Pedro Almeida‐proprietário)
Sim, sentimos a crise, não sentimos tanto porque somos só dois, se fossemos cinco já sentiamos que já não dá para trabalhar aqui cinco.

Voz off 3
A crise bate a todas as portas. Dos cinco sócios do Salão Veneza, já só José e Pedro Almeida circulam por entre o passado de um lugar colado ao presente.

Reportagem: Daniela Laranja CCC
Edição e Imagem: Patrícia Garcia CAM
publicado por danipinojtv às 16:19

Texto pivô: O comercio tradicional do Porto tem cada vez menos lojas abertas. Aqueles que vão resistindo, tentam-se distinguir pela qualidade dos produtos e por um atendimento personalizado, que só se encontra neste tipo de comércio. A Pérola do Bolhão e a Casa Oriental são dois excelentes exemplos de como o comércio tradicional sobrevive as exigências do mercado.

Voz off

A três anos de se tornar uma casa centenária, a Pérola do Bolhão é mais do que uma jóia da cidade do Porto. É a menina dos olhos do sr. Reis, que entre muitos factores, se destaca pela qualidade dos serviços.

 

Vivo entrevistado 1

"Ainda temos muitos clientes antigos, de segunda e terceira geração que nunca nos abandonaram. Atualmente está-se a viver mais do turismo."

 

Voz off

Durante os 97 anos deste negócio de família, já muitas dificuldades foram contornadas e de acordo com o proprietário, a estratégia para o ano novo é manter-se tradicional.

 

Vivo entrevistado 1

"Procurar captar mais clientes, artigos que apareçam novos, novas embalagens e preços bons porque de resto não temos ambições nenhuma para este ano."

 

Voz off

Mas nem todas as histórias são felizes. 2013 foi um ano negro para o comércio tradicional do Porto. Os Anúncios de venda e trespasse inundaram as zonas mais nobres da cidade e cada esquina é um monumento à crise nacional.

Para resistir ao mercado, a Casa Oriental presta um serviço personalizado aos seus clientes.

 

Vivo entrevistado 2

"O comércio tradicional mantém-se, e eu estou a falar em relação à Casa Oriental, derivado à qualidade em que é bastante procurado. E isso faz a casa. Entre outras coisas, a simpatia, o contacto que existe com o cliente que quando quer uma explicação a gente dá-lhe a explicação, ao contrário das grandes superfícies onde nem sabem a quem se devem dirigir."

 

Voz off

Relativamente a apoios ao comércio local, os comerciantes têm posições distintas.

 

Vivo entrevistado 1

"Infelizmente não temos apoio nenhum. O único apoio que a câmara nos fornece é propaganda nas publicações deles, onde vem sempre a nossa fachada."

 

Vivo entrevistado 2

"Isso era ótimo que acontecesse mas não, não há apoios nenhuns" Reportagem: António Pedro Pinto Imagem: Vitor Tavares

publicado por t0pas às 15:50

Texto Pivô

Situado em pleno centro do Porto, o Mercado do Bolhão é a mais típica praça de comércio da Invicta. Erguido em 1914 o espaço degrada-se a olhos vistos e as obras arrastam-se a mais de 10 anos. A vida de quem lá trabalha torna-se cada vez mais triste.





Voz Off 1
Tradicional, emblemático e degradado. Podem ser estas as três principais características do Mercado do Bolhão. Foi em 1984 pela primeira vez equacionada a realização de obras que se arrastou até hoje. Entre andaimes e tijolos o Mercado continua ser ver uma telha mudada. Os comerciantes continuam na certeza da dúvida e não recebem qualquer informação sobre o avanço ao recuo da reabilitação.

Entrevistado 1
Que eu saiba não sei de nada ainda. Não se eles já disseram alguma coisa na Câmara, ouvi dizer que eles que iam fazer obras, que não iam para agora. Vamos lá ver.

Voz Off 2
Para Fátima Teixeira que conhece o Mercado desde os cinco dia de vida, as verbas existiram na presidência de Fernando Gomes porém nunca foram aplicadas no Mercado do Bolhão.

Entrevistado 2
Quando veio o dinheirinho lá do Porto 2001, lá aquela coisa que houve. Parece que era 2001 não era? Já não me lembra muito bem. Também veio dinheiro para o Bolhão. Mas não sei o que é que ele fez que deixou a cidade cheia de buracos e foi lá para a Assembleia

Voz Off 3
Os andaimes a segurar o andar de cima e as fitas vermelhas que interditam a passagem são alguns dos objectos que há muito vivem no Mercado. Manuel Teixeira Pedro deseja a finalização das obras da praça mantendo o carácter tradicional.

Entrevistado 3
Entendo eu que dever-se-ia manter a traça, o edifício e o negócio que cá se faz, o negócio tradicional. Entendo que tirando isso acaba como o Bom Sucesso que é mais um centro de diversão e não um mercado

Voz Off 4
Um parque de estacionamento, um centro comercial ou a reabilitação conservando o seu carácter tradicional são alguns dos projectos que pairam no ar.
Certo é, que, por agora, o mercado usado por todos continuará seguro por andaimes.

Texto: Vanessa da Cunha
Imagem: Suellen Santos
publicado por jornalismovanessacunha às 15:46

Texto Pivôt

 

Con la crisis, el número de personas sin techo aumenta día tras día. A falta de ayudas gubernamentales, las asociaciones de voluntarios cobran cada vez más fuerza. La  C.A.S.A., Centro de Apoio aos Sem Abrigo, reparte comida y ropa de abrigo entre los miles de desfavorecidos de la ciudad de Porto, que ven en ellos su única ayuda.

 

 

 

Voz Off 1

 

Con dos mil personas sin techo, la ciudad de Oporto ve como asociaciones de voluntarios como C.A.S.A., Centro de Apoio aso Sem Abrigo, comienzan a tener una importancia vital.

 

Vivo Entrevistado 1

Lidia. Responsable C.A.S.A

 

A comida que estamos a preparar é para dois momentos diferentes. O primeiro momento é para a distribuição de pessoas que estão a nossa espera num sítio específico e que nós distribuímos lá e eles comem lá e alguns levam para casa. Depois fazemos um segundo momento que é entre as onze e as onze e meia e duas, três da manhã que fazemos uma ronda pela cidade nos sítios onde eles estão a dormir e levar também comida, roupa e cobertores, principalmente cobertores nesta altura de frio levamos.

 

Voz Off 2

 

Pero no solo los portugueses ayudan. Decenas de alumnos erasmus, gracias al ESN Social, se suman cada jueves a esta iniciativa. 

 

Vivo Entrevistado 2

Mariana Pinho. Responsable ESN Social

 

Nós queríamos integrar os ERASMUS na comunidade local, ou seja, queríamos que eles contactassem com os portugueses, porque uma coisa que os ERASMUS fazem muitas vezes é fecharem-se num grupo só de ERASMUS e nós queríamos que eles também conhecessem a nossa cidade, conhecessem as pessoas portuguesas. E então, a melhor maneira de o fazer ás vezes é integra-los em instituições de solidariedade.

 

 

Voz Off 3

 

Con más de 150 comidas preparadas o cedidas por restaurantes, los voluntarios salen, ayudados de su furgoneta, a hacer la ronda para la gente sin casa. Pasta, sopa o café son entregados a la medianoche a ciudadanos como Lúcio, que lleva más de 25 años en la calle.

 

Vivo Entrevistado 3

José Lúcio- Sin techo

 

Falta de trabalho, depois o dinheiro, se não houver trabalho não há dinheiro. Pronto, ás vezes são as más companhias.

Se um dia para outro arranjar um trabalho, está difícil, mas nunca se sabe o dia de amanhã, o futuro a Deus pertence e é bem verdade.

publicado por guillealonsof às 14:36

Texto pivó:

En un momento de crisis, cuando todos los sectores culturales sufren en mayor o menor medida por la crisis económica, existen centros donde todavía se promueve la enseñanza de la cultura y del arte. En el corazón de la ciudad de Oporto la pintora Geraldes da Silva lleva más de 10 años intentando difundir a los nuevos pintores de la región.

 

 

 

 

 

 

Voz off 1 

 La galería de arte Geraldes da Silva acoge desde ayer por la tarde la exposición de pintura 'The best of Damião Vieira'. Esta es la primera muestra que el pintor realiza en solitario tras más de 30 años dedicados al mundo del arte. Los cuadros tratan temas de actualidad política desde una perspectiva caricaturesca.

 

Entrevistado 1, pintor Damiao Vieira:

Yo intento transmitir un mensaje de conflicto, de libertad. 

 

Voz off 2:

 La galería no se dedica solo a las exposiciones. También acoge otras muchas actividades como clases de pintura o talleres de cerámica y de guitarra.



Entrevistado 2, Gerente de la galería:

Yo me encargo de contratar artistas, de organizar las exposiciones...

 

Voz off 3:

Una de las actividades más importantes de la galería son las clases de pintura que imparte la profesora Geraldes da Silva.

 

Entrevistado 3: Pintora Geraldes da Silva:

Nosotros hacemos un trabajo expresionista, de manera que no se corresponde a la realidad, si no, a nuestra deconstrucción de la realidad a traves de nuestra técnica.

 

Entrevistado 4: Alumna:

Me gusta a libertad que tengo para pintar aquello que quiero y por supuesto me gusta también la profesora. 

 

Entrevistado 5: Pintora Geraldes da Silva:

Yo soy profesora, profesora de pintura. Mi trabajo comienza con la interacción que tengo con mis alumnos. En esta interacción yo trato de comprender a mis alumnos aplicando las técnicas de pintura más adecuadas. 

 

David Bello e Sofia Campillo

 

publicado por david_9 às 13:18

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