Blog dedicado à unidade curricular de Jornalismo Televisivo da Universidade Lusófona do Porto

Terça-feira, 07 de Janeiro de 2014
Texto -Pivô
O sonho é uma experiência que possui significados distintos. São gerados, na busca pela realização de um desejo reprimido.





Voz Off 1
Sonhar. Um ritual comum, diário por vezes banal.

Vivo Entrevistado 1
O meu sonho? Acordado? A liberdade.

Vivo Entrevistado 2
O meu sonho? Era ser milionário.

Vivo Entrevistado 3
Eu, tenho muitos, não tenho um só.

Vivo Entrevistado 4
Ter o meu próprio negócio.

Vivo Entrevistado 5
Encontrar aquilo que eu quero fazer na vida, que eu ainda não sei direito.

Vivo Entrevistado 6
Ter saúde, enquanto for vivo.

Vivo Entrevistado 7
O meu sonho? Era que Portugal estivesse melhor, não tivesse nesta situação. Fazem emigrar os nossos filhos e um dia mais tarde os nossos netos.

Voz Off 2
Por vezes os sonhos são metafóricos, nem sempre conseguimos decifrá-los.

Voz Off 3
Sonhos para os desejados, sonhos para alegrar ou simplesmente sonhos em busca da conquista e da estabilidade no emprego.

Pergunta Jornalista
Tem algum sonho específico para 2014?

Vivo Entrevistado 8
2014, eu sonho que a sociedade encontre um caminho.

Vivo Entrevistado 9
Que entremos numa nova era, mesmo.

Vivo Entrevistado 10
Gostava que me saísse o euro milhões, mas isso é difícil.

Voz Off 4
Já é Natal, e tudo já cheira a Natal, nada melhor do que os Sonhos Doces nesta época.

Pergunta Jornalista
O que tem a dizer acerca dos sonhos doces?

Vivo Entrevistado 11
É um doce tradicional que tem vindo aparecer. Antigamente quando eu era mais pequena não se via com tanto regularidade e agora as pessoas procuram.

Pergunta Jornalista
Costuma comer sonhos doces nesta época?

Vivo Entrevistado 12
Sim (risos) e gosto.

Vivo Entrevistado 13
Sim sempre, todos os natais la em casa e com a família. Sonhos é o prato que tem de estar sempre no Natal.

Vivo Entrevistado 14
Costumo para mal das minhas diabetes, costumo. Muitos sonhos.

Vivo Entrevistado 15
Nunca! Já sou um bocadinho forte e doces demais faz mal (risos).

Voz Off 5
São os doces que para muitos não podem faltar, com mais ou menos inovações.
Não importa qual o sonho, é preciso ação para realiza-los.

Reportagem: Vanessa Nogueira
Imagem e Edição: Luís Sobreiro
publicado por vanessasanogueira às 23:35

Texto pivô:

A Feira da Vandoma, com génese nos anos 70 e primeiramente localizada junto à Sé do Porto, partiu da iniciativa de jovens estudantes, que aos sábados de manhã, vendiam livros, roupas usadas e objetos de decoração. Mas Hoje a Vandoma está a abarrotar, a crise ressuscitou a feira nas Fontainhas e atualmente falta espaço para tantos vendedores.

 

 

 

 

 

 

Entrevistado 1:

Cada vez há mais vendedores, cada vez mais, vêm de todos os pontos do país.

 

Voz off 1:

Os preços são atrativos e mesmo assim, os clientes regateiam.

 

Entrevistado 2:

As pessoas às vezes até gostam do produto, perguntam o preço, mas marralham muito, marralhar é pechinchar.

 

Voz off 2:

Porquê a Vandoma?

 

Entrevistado 3:

Porque às vezes compra-se coisas agradáveis a bom preço.

 

Entrevistado 4:

Encontramos coisas mais personalizadas, por assim dizer e acaba por ser um preço mais baixo.

 

Voz off 3:

Tendo em conta a crise económica, acha que é uma boa alternativa aos centros comerciais?

 

Entrevistado 5:

Nem por isso, eu gosto mais dos tradicionais, das lojas tradicionais.

 

Entrevistado 6:

Sim, acho que é uma ótima alternativa, porque para além de que nos centros comerciais as coisas são muito caras, aqui, eu acho mesmo que uma pessoa consegue encontrar coisas, que se calhar até vão ter um significado mais simbólico, por exemplo, nesta altura do natal, porque já são coisas usadas, já são coisas em segunda mão, do que num shopping, que basicamente uma pessoa acaba por comprar sempre a mesma coisa, ou roupa, ou sapatos, ou qualquer coisa assim.

 

Voz off 4:

Que tipo de produtos procura nesta feira?

 

Entrevistado 7:

Mais produtos a nível de antiguidades.

 

Entrevistado 8:

Máquinas de furar, rebarbadoras e inconsumíveis.

 

Entrevistado 9:

Livros, muitos livros, aqui consegue-se encontrar livros, que se calhar, numa livraria, eles custam 15, 20 euros. Acabei de comprar um livro do António Lobo Antunes por dois euros.

 

Voz off 5:

Quem compra adquire a preços mais baixos peças que podem ser de marca e até nunca ter tido uso e quem vende, cria o próprio emprego sem precisar de investir muito no negócio.

 

 

 

 

 

Reportagem: Tânia Durães

Imagem e edição: Vítor Pinto

 

 

 

 

publicado por taniaduraes às 21:32

Texto Pivô

 

No centro da cidade do Porto, o Museu de Marionetas tem expostas marionetas que fizeram parte de diversos espetáculos.

Aberto há menos de um ano, este espaço conta com 25 anos de histórias. 

 

Voz Off 1
O Museu das Marionetas do Porto era um sonho do fundador, João Paulo Seara Cardoso e hoje em dia, expõe as personagens que deram vida a 25 anos de história e de actividade do Teatro de Marionetas
Vivo 
Isabel Barros Directora Artistica Museu das Marionetas do Porto
Um ano fantástico porque era um desafio muito grande abrir um museu. Não sabiamos o impacto que poderia ter.
Voz Off 2

De seis em seis meses as exposições mudam. "Miséria" é a única q permanece 

 

 

Vivo 

Isabel Barros Directora Artistica Museu das Marionetas do Porto

 

Aquela exposição é a exposição permanente do museu, o "Miséria" com as suas marionetas e o cenário da próprias peça. Portanto ficará ali, verdadeiramente como um simbolo.

 

 

Voz Off 3

 

Com 3 pisos, o Museu é um lugar de recordações que todos podem visitar.

 

 

Vivo

Jorge Antunes - Visitante do Teatro das Marionetas do Porto

 

O teatro de marionetas, é de facto, para pequenos, para os graúdos. É para toda a gente.

 

 

Vivo

Margarida Antunes - Visitante do Museu das Marionetas do Porto

 

Para mim teve muito a ver com aquilo que também foi a minha infância. Porque eu visitando o último piso reconheci todas as personagens, porque fui ver todas as peças quando era miúda. Foi uma sensação super nostálgica, mas ao mesmo tempo muito agradável.

 

 

Voz Off 3

 

 

O Museu das Marionetas do Porto está aberto de terça a sábado e quem lá passa não pode sair sem deixar a sua mensagem. 

 

 

 

 

 

Reportagem: Catarina Rocha

Imagem e Edição: André Mota

 

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por catarinarocha às 21:23

 

 

 

 [Texto Pivô]

Nas ruas do Porto vêm-se cada vez mais ciclistas.

O aumento do preço dos combustíveis leva a que muitos escolham este meio de transporte para fazerem as suas visagens para o trabalho.

Um pouco por toda a cidade surgem novas lojas e negócios direcionados a esta nova realidade .

 

Off jornalista

O uso da bicicleta na cidade do Porto tem vindo a aumentar. Muitos chegam mesmo a trocar o carro pelas duas rodas.

 

Surgem assim lojas especializadas para sustentar a procura por bicicletas de cidade, acessórios, manutenção ou até mesmo conselhos.

 

 

Vivo Daniela Macedo, uma das donas do Urban Cicle Café

“Quando viemos ver a loja surpreendemo-nos que havia de facto um alvará existente de restauração e bebidas. O conceito era, sem dúvida manter a loja de bicicletas mas chegamos à conclusão que se calhar seria um convite para as pessoas entrarem e conhecerem o nosso produto através de um café

 

Temos que pessoas que vêm cá regularmente, primeiro por que sentem-se bem, e isso é o importante.

 

Off jornalista

Para além de espaço de restauração, o Urban Cicle Café é uma loja de bicicletas e uma oficina. Na loja, pode escolher veículos da vasta seleção de modelos e marcas mas pode  ainda customizar integralmente uma bicicleta.

 

Vivo Daniela Macedo

“Ao contrário do carro que a rotina é sempre a mesma: para arranca, para arranca, a bicicleta não. Há experiencias novas todos os dias e isso é que conta, uma pessoa chegar a casa e dizer: Olha hoje conheci uma rua fabulosa no Porto e conheci um loja que nunca passei lá porque o trânsito anda ao contrário e não calha. Acho que é essa a experiencia, acho que é isso que temos que interiorizar, que pode ser uma solução.”

 

Off jornalista

Com o aumento de ciclistas de cidade, que usam a bicicleta para se deslocarem para o trabalho espaços como este começam a chamar a atenção de um maior número de pessoas.

Na europa, cafés deste género são comuns especialmente em cidades com uma cultura de ciclismo mais enraizada como Barcelona ou Amsterdão.

 

 

Off Daniela Macedo

“Se formos ao norte da Europa e na maior parte das capitais europeias já tem um bike café, associado às bicicletas de cidade. Lisboa já tem um e nós somos o primeiro no Porto.”

 

Off Jornalista

 No entanto o cenário tende para uma multiplicação de espaços como o Urban já que em 2012 o número de bicicletas vendidas na europa equiparou o número de carros, chegando mesmo a ser superior em países como a Espanha e Itália. As novas consciências ambientais e de saúde relacionadas com o exercício físico também podem contribuir para que este conceito se espalhe por todo o país fazendo com que o cenário das nossas cidades vá ficando um bocadinho diferente.

 

Texto: Bárbara Rodrigues

Imagem e Som: Joana Almeida

publicado por sessaomeianoite às 21:00

Texto pivôt

 

 

Existem hábitos difíceis de se entranharem na cultura portuguesa. Mesmo quando os preços são tentadores e as ofertas apetitosas.

Os portugueses são dos cidadãos da União Europeia com menores taxas de participação em atividades culturais.

Sermos tão pouco ativos culturalmente é preocupante e é preciso perceber o que está a acontecer com a Cultura, no Porto.

 

 

 

 

 

 

Voz off

Instalado no mercado Ferreira Borges, o hard club é um espaço que se foca sobretudo, nos espetáculos ao vivo. Mas também aqui a crise já bateu à porta.

 

Vivo Entrevistado 1

Ana Póvoas - Diretora de Programação do HardClub

Já desde o final de 2011 temos assistido a um decréscimo da procura, bem como um decréscimo do consumo dentro das salas. Podemos falar, também, de um decréscimo das maiores produções. Portanto a estes três níveis tem-se notado um significativo decréscimo.

 

Voz off

A crise económica explica parte da crise cultural. Diz-nos quem conhece o meio que o problema está muito para além disso. Cristina Regadas, diretora do gabinete de comunicação do ARTES, programa novo no Porto que toca na arte contemporânea, na performance e na música, diz que falta estimular o ensino cultural nas escolas. 

 

Vivo Entrevistado 2

Cristina Regadas - Diretora de Comunicação do Artes

Os portugueses consomem pouca cultura, porque é uma questão de educação ainda. Se calhar tem de haver um outro sistema de educação que aposte mais na cultura e que valorize a cultura. Eu própria já fui professora e sei que a parte cultural é a parte que sofre mais em relação às matemáticas, às ciências.

 

 

Voz off  

Entre exposições contemporâneas e os quadros típicos dos museus, o Museu de Serralves ainda não sentiu a crise no que diz respeito ao número de visitantes.

 

Vivo Entrevistado 3

Marta Morais - Assessora de Imprensa de Serralves

Nós trabalhamos todos os anos para fazer crescer o número de visitantes, embora isso não seja um objetivo em si. A ideia é que a programação seja de tal forma atrativa que as pessoas não possam deixar de vir. Portanto, nós estamos neste momento na casa dos 450 mil visitantes por ano e é um número que queremos continuar a ter.

 

Voz off

Vamos menos ao cinema, quase não visitamos museus. A espetáculos de teatro ou dança vamos muito pouco. Apesar de a crise estar presente, nem todas as instituições a sentem da mesma forma.

 

 

Reportagem: Cláudia Pereira

Imagem e Edição: Filipa Dias

publicado por culturaulp às 18:27

mais sobre mim

Agustina Uhrig Raquel Batista

Ana Chaira e Sara Silva

Ana Luísa do Vale

Ana Martins

Ana Miranda

Ana Miranda

Ana Ribeiro

Ana Rita Azevedo

Ana Rita Azevedo

Ana Rita Castro e Mara Craveiro

Ana Silva

Ana Sofia Silva

Andreia Araújo

Andreia Oliveira; Gisela Silva; Marta Oliveira

Andreia Resende

Barbara Couto, David Soares e Fábio Costa

Barbara Viana da Mota

Beatriz Sousa

Beatriz Walviesse Dias

Bernardo Monteiro

Bernardo Monteiro

Bárbara Dias, Luana Teixeira, Sofia Coelho

Bárbara Dixe Ramos

Bárbara Oliveira

Bárbara Viana da Mota

Catarina Almeida

Catarina, Inês e Vânia

catarinarocha

Cláudia Carvalho, Soraya Évora, Diogo Rodrigues

culturaulp

Daniel Dias | Eduardo Costa | João Rocha

Daniel Gonçalves

Daniela Couto, Marta Andrade, Raúl Gaspar

danipinojtv

David Sancho

david_9

Diana Alves

Diana Ferreira

Diana Nogueira

Diana Pinheiro

Diogo Moreira

Débora de Sousa

Eduardo Costa

Esperança Joaquim

Esther Egea

fabio

Filipa Coelho

Francisca Rodrigues

Gabi Araújo

Gabriela Bernard, Inês Fernandes e Rafael Moreira

Gabriela Ferreira

Gabriela Silva |Eduardo Vinuesa |María León

Guilherme Cardoso

guillealonsof

Inês Fernandes

ivaniadcardoso

Joana Oliveira

Joana Vieira

joaovieiraallan

jornalismotv

jornalismovanessacunha

João Pimenta

João Tavares

Juliana Neves

Juliana Pinheiro

Jéssica Rocha

Leonor Ferraz

Lisandra Valquaresma

Lourenço Lopes

Lúcio Gomes Correia

Mara Craveiro

Maria Ferreira

Maria Flambó

Maria Inês Moreira

Maria João Silva

Marta Andrade

MartaBm

MaríliaGonçalves

Nádia Santos

Palmieri

Patrícia Dias

Patrícia Sofia Pereira

Pedro Faria

Pedro Lorador

Q'queres Morcão?

Rafael Oliveira

Rayne Fernandes

Renata Andrade

Ricardo Marques

Rita Silva

Rosária Gonçalves

Rui JM Fernandes

Sara Alves

Sara Calafatinho

Sara oliveira

sessaomeianoite

Soraya Évora

Susana Moreira

t0pas

taniaduraes

TF

Tiago Ribeiro

Tiago Sá Pereira

vanessasanogueira

Vicente Garim

pesquisar
 
Janeiro 2014
D
S
T
Q
Q
S
S

1
2
3
4

5
6
7
8
9
10
11

12
13
14
15
16
17
18

19
20
21
22
23
24
25

26
27
28
29
30
31


Últ. comentários
https://verdade-rigor-honestidade-diferente.blogsp...
Os portistas estavam muito confiantes, mas este nã...
subscrever feeds

blogs SAPO


Universidade de Aveiro