Blog dedicado à unidade curricular de Jornalismo Televisivo da Universidade Lusófona do Porto

Terça-feira, 18 de Junho de 2013

Texto Pivôt 


Em plena baixa do Porto, na rua Formosa, frente a frente, encontramos duas mercearias, a Pérola do Bolhão e Comer e Chorar por Mais, duas casas de comércio tradicional, dois verdadeiros ex-libris da cidade invicta.

 



Vos-off


A mercearia Pérola do Bolhão está instalada num edifício da baixa portuense e a sua fachada é dos principais pólos de atração turística. Esta precisosidade do comércio tradicional distingue-se pela especialização em frutos secos, enchidos, bacalhau e leitão assado.

 


Entrevistado 1

António Reis – Proprietário da “Pérola do Bolhão”


“Foi feita pelo meu pai em 1917, ou seja, há 96 anos. Nós fomos aconselhados a especializarmo-nos em certas coisas e então escolhemos aqui para a parte de baixo: charcutaria, chouriços, presuntos, fiambres e, no balcão do lado direito, temos as frutas secas e também temos, agora, uma secção de sementes; e temos deste lado leitão, que aqui nas redondezas só nós é que vendemos”.

 


Entrevistado 2

Cliente da mercearia Pérola do Bolhão


“Olhe menina, eu só venho mais ou menos por altura assim das festas que é onde encontro assim as amêndoas, no Natal onde compro também as coisas miudezas, tudo,  compro tudo aqui nestas mercearias, porque é tudo muito em conta”.


Vivo Jornalista


Enquanto que a Pérola do Bolhão se mantém fiel nos seus produtos, a mercearia Comer e Chorar por Mais aposta na prova dos vinhos.

 

Entrevistado 3

Proprietário da mercearia “Comer e Chorar por Mais”


“Tudo começou em 1916, está quase com 100 anos; é uma mercearia fina, portanto temos só produtos regionais, só produtos portugueses. Nós tentamos quer nos queijos, quer nos fumeiros, quer no pão, nos vinhos, tentámos ter o melhor que há em Portugal. A ideia das provas dos vinhos já é uma ideia de algum tempo e nada melhor para um cliente poder escolher bem do que no local com a nossa explicação poderem optar por aquilo que verdadeiramente lhes interessa. Se uma pessoa pretender um vinho do Porto de aperitivo,tem de levar um vinho, mas se quiser um vinho do Porto para sobremesa tem de levar outro e, logicamente que as pessoas não sabem escolher a não ser que sejam ilucidadas”.

 

Entrevistado 4

Cliente da mercearia Comer e Chorar por Mais


“Qualidade de preço, muito muito bom, apesar de ser mais caro, mas eu prefiro, prefiro a qualidade e prefiro comprar produto nacional”.

 

 

 


Trabalho realizado por : Maria João Domingues

publicado por mariajoaodominguesblog às 23:40

Terça-feira, 04 de Junho de 2013


Texto-Pivôt:

 

"Vamos propor-lhe um roteiro gastronómico por algumas tascas já conhecidas da cidade do Porto"

 

 

Reportagem: Maria Girão

Imagem e edição: Carla Silva

 

 

 


Voz-off 1  

Um enorme contra-senso, é o mínimo que se pode dizer. Asseada e com muito mais do que sandes

de presunto, a tasca da Badalhoca é famosa na cidade do porto.  

 

Vivo Entrevistado 1 

Manuel Salgado - Cliente Badalhoca  

“A tasca da Badalhoca para mim no Porto é o melhor que há”  

 

Vivo Entrevistado 2 

Joaquim Oliveira : Cliente da Badalhoca  

“Eu não conheço sítio nenhum melhor, não conheço não, aqui é o melhor sítio” 

 

Vivo Entrevistado 3 

Dona Lurdes – Dona da Tasca da Badalhoca  

“Menina eu quando para cá vim há 48 anos, isto já era a Badalhoca. Era pelos Donos antigos, e depois

ficaram a chamar-me a mim até que eu acabei por não me importar tá a perceber? Na altura chateava-me

bastante, agora, oh, até ponho coisas na parede da Badalhoca”   

 

Voz-off 2  

O restaurante gazela com o cachorro quente e original acompanhado da cerveja preta, explica todo o sucesso

do espaço com apenas um balcão em meia lua e 2 funcionários.   

 

Vivo Entrevistado 4 

Cliente Gazela : Pedro Gonçalves  

“Vem cá o meu pai, vem cá os meus tios, e eu vim trazido por eles, para comer um cachorrinho e um fino

preto que é tradicional aqui.”  

 

Vivo Entrevistado 5 

Funcionário Gazela : Senhor Costa  

“É feito de salsicha fresca, uma tira de linguiça, queijo derretido com picante.” 

 

Vivo Entrevistado 4 

Pedro Gonçalves 

“Cachorros cachorros só no Gazela.” 

 

Vivo Jornalista  

Com o Optimus Primavera Sound no Porto são cada vez mais os turistas à procura da típica francesinha no Buffet Fase.  

 

Vivo Entrevistado 6 

Bem Bryan – Turista da Califórnia  

Recomendation from a friend, on-line, and from my hostel. Todos eles me disseram que era o melhor da cidade, 

e eu agora concordo com eles, definitivamente.” 

 

Vivo Entrevistado 7 

Filipa - Dona do Restaurante  

Os produtos virem todos os dias frescos, as coisas serem feitas de dia pra dia, e acho que uma das grandes

vantagens que esta casa tem é que o cliente está a ver  as francesinhas a serem confeccionadas e eu acho

que isso lhes dá uma certa garantia. Eles ficam entretidos enquanto estão à espera de mesa, penso que talvez

seja essa um bocadinho, a magia e a mítica desta casa.”  

 

Vivo Entrevistado 8 

Sérgio Oliveira - Dono Conga  

“A iguaria é a bifaninha, já estamos aqui há 47 anos, é uma casa típica na cidade do Porto.” 

 

Vivo Entrevistado 9 

Ângela Matias – Cliente Restaurante Conga  

“Nós somos dos Açores e sempre que cá vimos é uma paragem obrigatória. A bifaninha no prato é o que eu mais gosto. 

 

Voz-off 3  

Estes restaurantes representam as sandes imperdíveis do Porto, que proporcionam refeições simples a qualquer hora do dia.

A casa guedes, com a sandes de queijo e pernil, completa o top 5. A conga, a tasca da badalhoca e a casa guedes vão estar

presentes no Optimus Pirmavera Sound.

publicado por CarlaSilva às 16:59

Francisco Miranda
Juliana Moreira
Mafalda Correia

Grupo: Francisco Miranda, Juliana Moreira e Mafalda Correia

Duração: 2:00 minutos

 

 

Texto Pivô: Pela primeira vez em Portugal está a ser construída, na Trofa, uma casa ecológica e autossustentável.

 

Vivo Jornalista: Já imaginou uma casa feita de latas e pneus? Esta, já é  uma realidade em Portugal. 

 

00:00:04

Off 1: A “Casa Ecofixe”, como é chamada, além de ser amiga do ambiente, promete também ser solidária com os “bolsos” dos futuros moradores.

 

 

00:00:11

Vivo Entrevistado (Marta Santos): “Mais barata do ponto de vista da sua manutenção, o que nos, a nós agradou, obviamente, como proprietários, foi a nossa, foi o que nos levou a ir para a frente. Porque de facto, de início a nossa ideia não era ter uma casa desta, desta natureza”

 

 

 

 

00:00:20

Vivo Entrevistado 2 (Pedro Silva): “A vantagem principal da construção é o comportamento térmico da casa depois, o que se poupa em energia, em comparação com uma casa normal, porque o tipo de materiais, o tipo de paredes e amaneira como a casa é desenhada e construída, permite que o comportamento térmico da casa seja mais estável.”

 

 

 

 

 

 

00:00:33

Off 2: A casa é Inspirada no conceito “Earthship” pelo arquiteto Mike Reynolds.

00:00:51

Vivo Entrevistado 3 (David Araújo): “A construção essencialmente tem haver com o tipo de materiais que estamos a utilizar, uma casa normal é utilizado pilares e vigas em betão e as paredes em albergaria de tijolo ou blocos. Neste caso, utilizamos os pneus e as latas para fazer esse tipo de paredes”

 

 

 

 

 

00:00:56

Off 3: Esta filosofia verde não se baseia só na construção. Todos os pormenor são tidos em conta, desde a futura decoração ao exterior.

 

 

00:01:52              

Vivo Entrevistado 4 (Graça Silva): “Portanto a nível de muros e suportes de terra, vamos usar pneus para fazer isso, vamos usar restos de materiais para fazer aterros, para fazer pavimentos, vamos ter também uma cobertura ajardinada. Portanto as grandes vantagens disto tudo, é que nos conseguimos ter num jardim, neste caso, um espaço pequeno no exterior, conseguimos ter e vamos promover muitas espécies autóctones, portanto, em que conseguimos também trazer a sombra para dentro de casa no Verão e no Inverno deixar entrar o sol.”

 

 

 

 

 

 

 

 

 

00:01:20

Off 4: Cada vez mais sensibilizados com questões ambientais, vários olhares expectantes e curiosos, aguardam a inauguração prevista em Agosto de 2013, da possível nova moda em Portugal.

 

 

 

00:01:45

publicado por Beneath Your Beautiful às 16:00

Texto-pivot:

O Palácio das Artes, no Porto, acolhe todos os sábados do primeiro mês as Feiras Francas. Trata-se de uma iniciativa promovida pela Fundação da Juventude que procura divulgar o trabalho de jovens criadores. A 37ª edição tem como tema o Dia Mundial da Criança e as festas de S. João.

Reportagem; Joaquim Pinto
Reportagem; Henrique Moreira
Reportagem; Laura Capella

 

publicado por Henrique Moreira às 15:46

Texto Pivôt:

 

Depois de aprovado o projeto de Lei do PS, na generalidade,

a polémica gerou-se à volta da coadoção de crianças por casais do mesmo sexo.

 

 

 

Voz-off:

O Parlamento aprovou o projeto de lei que permite a coadoção de crianças por pessoas do mesmo sexo. A aprovação gerou controvérsia à volta do tema.

Entrevistado 1:

A coadoção é tão simplesmente o direito de reconhecer a esse segundo pai ou essa segunda mãe os mesmo direitos que o outro pela biologia ou pelo facto de já ter adotado singularmente a criança já os tem.

 

Entrevistado 2:

Eu não concordo é que se vá aos bocadinhos, fazia-se uma lei de adoção que fosse funcional, porque a que temos agora em vigor não é funcional, e aí independentemente do casal ser hetero ou ser gay, qualquer uma das sexualidades, independentemente dessa parte, aí sim ia ser feita uma avaliação prévia e ver se aquelas pessoas realmente tinham capacidade, aí eu concordo em pleno porque eu acho que também tenho direito de criar uma criança se eu quiser, eu acho que também tenho a ensinar. O medo é tanto que se está avançar muito aos bocadinhos. Porquê? Porque é que vamos entrar nesta da coadoção? Das duas umas, ou se discute o que realmente é importante. Os Homossexuais vão adotar crianças ou não. Parece que estamos estamos a experimentar e não estamos convencidos daquilo que estamos a fazer.

 

Vivo:

Apesar de ser mais um passo contra a discriminação, o projeto de lei do PS é considerado por alguns ativistas limitativo, no sentido em que, a adoção plena continua a ser vedada aos casais homossexuais.

 

Entrevistado 3:

Só se aprovou a coadoção porque era o mal menor, como se a adoção por casais do mesmo sexo fosse um mal. Então sendo o mal menor, aprova-se este. É inerente, nos queremos educar, muitos de nós somos professores e muitas vezes educadores dos nossos sobrinhos, porque não dos nossos filhos? Para mim a lei é coxa, é uma migalha, é boa para dar aos pombos.

 

Voz-off:

Com 99 votos a favor e 94 contra Rui Duarte mostra-se confiante na aprovação do projeto lei na especialidade.

 

Entrevistado 4:

Diria que o trabalho na especialidade, é um trabalho de malha fina, que tem que acautelar tudo aquilo que é a vontade expressa na generalidade, portanto eu não vejo que a especialidade possa vir a pôr em cima da mesa grandes fraturas ideológicas ou grandes fraturas de discussão que provoquem um retrocesso neste processo.

 

 

 

Realizado por: 

 

Alexandra Alves

António Barroso

Tiago Silva

publicado por alanti às 15:44

Texto Pivô:


A plataforma on-line “Ganhem Vergonha” tem denunciado empresas que colocam anúncios de emprego ilegais. Uma das empresas mais denunciada é conhecida internacionalmente na área do design.

Duas testemunhas deram a cara para que os próximos não passem pela mesma situação.

 

Voz Off 1:

As ofertas de emprego ilegais são cada vez mais comuns. David e Carla são dois dos muitos licenciados que foram enganados por estes falsos anúncios.

Vivo do David Fortuna:

Não recebiamos nada, não recebiamos nem subsidios de transporte nem de alimentação, era tudo ao nosso encargo. Condições de trabalho não havia, tipo era tudo acordos verbais. Tinhamos um horário de tra balho em entrávamosque já não me lembro muito bem acho que era oito e meia, nove e não tinhamos horário de saída.

Vivo do David Fortuna:

Anda tiveram a lata de me dizer que eu é que não tinha força de vontade nem espírito para trabalhar numa empresa como a deles.

Vivo da Carla Martins:

Fui contratada para falr e escrever o francês para trabalhar com o mercado de França, mas já estava a trabalhar com o mercado de França, mercado americano e já estavam a tentar com que eu fizesse o mercado russo também quando eu não sei russo.

Vivo da Carla Martins:

Havia pessoal lá há seis meses em estágio profissional que ainda não tinha recebido o dinheiro, pessoal num cubículo fechado, numa mesa sete, oito pessoas, dez conforme a trabalhar só com portáteis, o ambiente era péssimo. Aquilo não era trabalhar, aquilo é... Eu já trabalhei e aquilo é exploração.

Vivo da Luísa, Filipa e Susana:

Contrariamente ao que uma das empresas afirma os estagiários nunca forma encaminhados pelo IEFP. Muitos deles nem sequer estavam inscritos no Centro de Emprego.

Voz Off 2:

A plataforma “Ganhem Vergonha” denuncia este tipo de casos. A ideia partiu de um jovem licenciado em Novas Tecnologias da Comunicação.

Vivo do Francisco Ferreira:

Eu estou desempregado desde Dezembro e pronto foi... Estava cansado de estar sempre a enviar curriculos e a tentar arranjar emprego e ir a entrevistas ridiculas e surgiu num dia de raiva. O objectivo principal é contribuir para a discussão deste tema, para a discussão dos anúncios de oferta de emprego e tentar fzer com que surja uma legislação efectiva, ou seja, uma legislação que regule estas ofertas de emprego.

Vivo do Francisco Ferreira:

Desde o inicio, logo nas primeiras ofertas de emprego que eu publiquei comecei a receber ameaças... Mas normalmente essas ameaças terminavam sempre porque nós diziamos que a partir do momento em que nos provassem que aquelas ofertas de emprego eram legais, no momento em que nos provassem que era legal, nós imediatamente tirávamos a informação do site.

Voz Off 3:

Apesar das várias tentativas, nenhuma das empresas se mostrou disponível para prestar declarações.

 

 

 

 

 

publicado por luisaazevedo às 14:51

PIVOT: O mercado do bolhão, no Porto, está aberto há mais de 100 anos. O espaço tem vindo a degradar-se deixando os comerciantes descontentes e revoltados.

 



 





OFF: Alcino Sousa é um representante dos comerciantes. No ano passado, desagradado com a situação do mercado, pediu ajuda ao Presidente da República … através de uma carta


ALCINO SOUSA

 Isto é lamentável!

(CARTA) Qual é a imagem que levam desta minha querida cidade do porto, deste meu Portugal? A DESGRAÇA E A RUINA! Não temos vergonha de apresentar isto ao mundo?


VIVO: Desde 2005 que Bolhão está à espera de obras. Os comerciantes têm a esperança que a situação se altere … mas até hoje … nada foi concluído.

 

Maria Conceição (comerciante) 

Assim sem obras, esta tudo às moscas. Era fazer as obras, estão dois projectos marcados para aqui. Um está marcado, mas obras não se vê nenhumas, isto já continua assim, com estes andaimes há 7 anos para cá. E as obras, tudo promete tudo promete, mas obras não chegam cá ao mercado do bolhão. O mercado é muito bonito, e para nós o mercado do bolhão não pode acabar.


Ermelinda Monteiro (comerciante) 

É assim, acho que eles vão resolver isto porque realmente não pode continuar assim, está muito degradado. Depois isto é um mercado muito especial, é um mercado que já tem cem anos, acho que realmente merece ser arranjado. Isso eu acho que o Rui Rio, sinceramente, foi só para nos enganar, dizer que isto ia para obras, por que nunca mais houve nada, nunca mais avançou.

 

Alcino Sousa (Associação de Comerciantes) 

As obras tardam a chegar. E com o tempo o que é que acontece? Acontece a degradação do edifício, a degradação do sector. Além disso, os comerciantes quando sentem que não têm condições de trabalho, nem temos novos clientes que é mesmo assim, derivado às condições do mercado, começam a abandonar porque não tem condições de trabalho.

publicado por jonasmota às 13:51

Os Bombeiros Espinhenses adoptaram um novo tratamento.

A música funciona como terapia nas ambulâncias estabilizando a ansiedade cardíaca dos pacientes.

 

Reportagem de: Marta Sobral e Sara Gomes

Imagem de: Luís Santos

 

 

 

 

Guião Reportagem

Voz off 1

A ambulância sai para mais uma missão de socorro. E neste transporte a música é um elemento essencial.

 

Vivo Jornalista

 

Depois do paciente consentir a musicoterapia é tempo de relaxar. Mais calmo o doente fala um pouco sobre os efeitos deste tratamento inovador.

 

Vivo Entrevistado 1

Sim, a música relaxa o paciente. A gente se for transportado e ouvir sempre barulho não relaxamos, assim com a música o paciente relaxa.

 

Vivo Entrevistado 2

 

Pedro Dias (Adjunto de Comando) – Este conceito era praticado nos Estados Unidos, nomeadamente em salas de emergência e outro tipo de urgências no hospital e achamos interessante trazer este conceito para Portugal e perceber qual o efeito que tínhamos nas nossas vítimas. Achamos que os bombeiros devem estar na linha da frente em tudo e como não existe nenhum estudo de fundo na musicoterapia, nos tomamos essa iniciativa e somos pioneiros a nível nacional. O objetivo será que nós quando vamos a casa da vitima estamos a ir à zona de conforto da mesma, o que acontece é que nos vamos retira-la dessa zona de conforto, vamos aumentar o nível de ansiedade. Aquilo que pretendemos é que pelo menos durante o transporte aumentar ou prolongar essa zona de conforto até ao hospital, diminuindo o estado de ansiedade e que vai obviamente diminuir também a frequência cardíaca, a frequência respiratória que vai promover algo que nos não queremos durante o transporte ou seja influenciar negativamente o estado clínico da vítima.

 

Voz off 2

A música é devidamente selecionada e os seus efeitos positivos refletem-se para além da vítima.

 

Vivo Entrevistado 3

 

Pedro Dias (Adjunto de Comando) – A música foi pré selecionada por uma musicoterapeuta. São músicas clássicas, muito calmas para promover o retorno à calma da própria vítima que pode influenciar nos parâmetros vitais.

 

Vivo Entrevistado 4

 

Sara Silva (Condutora de Ambulância) – O facto de irmos a ouvir esta música deixa-nos muito mais relaxados e mais atentos para aquilo que nós estamos a fazer.

 

Voz off 3

 

A primeira etapa do estudo está prestes a terminar. Na segunda fase será colocada na ambulância uma câmara, para se observar, quais as reações das vítimas à terapia musical.

 

 

 

publicado por On-and-off às 11:19

Texto-pivot: No mercado do Bolhão, no Porto, os comerciantes sentem-se descontentes com a falta de clientes.
                     Centenário, este comércio já viu melhores dias.

 

 

 

MONICA FERREIRA:

 

 

 

 DIANA SANCHES:

 

 


SÉRGIO BRITO:







Voz-off 1


 

A variedade de produtos que em tempos traziam centenas ao Bolhao já não é suficiente para atrair tantos clientes como antigamente.

 

Entrevistado 1:

 

Eu só venho esporadicamente, quando quero alguma coisa fora de época, que aí sim, encontro aqui, mas realmente a preço mais caro.

Entrevistado 2:

 

 


Vivo Sérgio/ Diana/ Mónica:

 

O número de barracas a fechar no Mercado do bolhão, é cada vez maior.

Para os comerciantes, a grande responsável por esta situação é a câmara municipal do Porto.


Entrevistado 3:

 

Tem decaído muito, muito as vendas. Derivado à crise. Não há aqui onde estacionar, não tem onde por o carro. O horário também não é muito fácil para as pessoas hoje em dia que trabalham, isto fecha as cinco da tarde e às cinco da tarde a maior parte das pessoas ainda estão a trabalhar não é? A minha mãe, já vendia cá desde os 12 anos de idade, por motivos de saúde teve que se ausentar, por isso eu estar aqui. Enquanto ela for viva, portanto se ela entretanto falecer já não tenho direito à banca.        

Entrevistado 4:

 

Agora não temos tantos clientes como antigamente. Antigamente não havia shoppings, não havia as grandes superfícies a vender produtos baratos, nem sei aonde é que eles vão buscar as coisas, mas não tem tanta qualidade como no bolhão.


Entrevistado 5:

 

Olhe, eu já estou aqui praticamente desde que nasci. Eu nasci e vim para aqui. A minha já aqui trabalhava e eu fui criada aqui no Bolhão. Foi aqui que eu passei a minha infância. Portanto o Bolhão antigamente (fala com cliente) era onde as pessoas se vinham abastecer, não havia supermercados, não havia nada e portanto naquela altura era o bolhão. Era aqui montes de gente que nem se podia passar. 

publicado por sergioricardo89 às 00:55

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