Blog dedicado à unidade curricular de Jornalismo Televisivo da Universidade Lusófona do Porto

Terça-feira, 23 de Abril de 2013

Texto Pivot: Uma cozinha inovadora. Aberta há mais de um mês, a oficina Pedro Limão, no Porto, alia a gastronomia a um ambiente familiar.

 

 

 

 

 

Vivo Miguel Ferreira: Vir aqui ao pedro limão é como ires a casa de um amigo, a casa da avó. Sentas-te à mesa e não sabes o que vais ter no prato. É essa fantasia que te transporta para um ambiente familiar que não tens num restaurante. Este sítio vive por não ser um restaurante convencional, onde podes participar na confeção e depois descobrir o que fizeste.

 

 

Voz Off: Para além do serviço convencional, a oficina de cozinha oferece outras dinâmicas aos clientes

 

 

Vivo Susana Silva: Durante a semana há muitos workshops, as pessoas vêm especialmente para aprender. Geralmente há muitas dinâmicas, as pessoas querem cozinhar, então parte delas em vez de estarem sentadas e comer e ter um menu, partem para a cozinha.

 

Vivo Pedro Barreiros: Este conceito surgiu através do meu cansaço da restauração clássica. Percebi que não estava como um peixe dentro de água. A partir desse momento percebi que conseguia levar a cabo uma coisa que não é um restaurante. É um sítio onde existem experiências gastronómicas, as pessoas podem  vir aprender a cozinhar, jantar e participar, ou só janta, trazer produtos de casa. O que eu acho que é mais importante aqui é que com este tamanho consigo me mimar, consigo estar atento, há sempre uma conversa,  a minha disponibilidade é total e as pessoas têm saído felizes. É esse o objetivo, que isso continue a acontecer.

 

 

publicado por jonasmota às 15:33

Duração: 2 min
Grupo: Franscisco Miranda, Juliana Moreira e Mafalda Correia

Texto Pivô:

Em 2012 o Porto foi considerado o melhor destino europeu.

Os turistas revelaram as razões que os leva à cidade.

 

Voz Off 1: As paisagens, a história, os monumentos e até o clima são alguns dos fatores que trazem turistas ao Porto

00:00:02

Vivo Entrevistado 1 (Gilbert Lanqerak): Well the most importante thing is the sun, probably, because we love the sun that much, but of course, the city and the river and the people, because we really like portuguese people. So I think there are four reasons: sun, people, river and eating, drinking.

 

 

 

 

00:00:11

Vivo Entrevistado 2 (Catarina Lambert): I think it’s a typical city, with lots of traditions.

 

 

00:00:32

Vivo Entrevistado 3 (Wang Bo): The University of Porto, I’ve been there yesterday and the school uniforme it was so special, and I didn’t see it, any else in the world. It’s a, like a, suit so is tie and rope and its very cool.

 

 

 

00:00:38

Voz Off 2: As tradições e a forma como são acolhidos fazem com que os turistas se sintam em “casa”.

 

00:00:57

Vivo Entrevistado 4 (Cécile Brichet): It’s feel good to be here, it’s a small city so you feel, feel save and, it’s good, it’s a nice city.

 

 

00:01:03

Vivo Entrevistado 5 (António Martins): Eles procuram mais o centro histórico não é? A zona da ribeira, a zona das caves e os monumentos mais importantes. O Palácio da Bolsa, Igreja de São Francisco, a Catedral, a Torre dos Clérigos, avenida dos aliados, é o que eles mais procuram. Os espanhóis são quase todos os dias e depois temos dias específicos em que, temos franceses, temos holandeses, alemães, ingleses, mas é tudo uma mistura. Não se consegue dizer, especificamente ou cem por cento, que há mais espanhóis ou temos mais franceses, isso é impossível de dizer.

 

 

 

 

 

 

 

00:01:13

Voz Off 3: Apesar das diferentes nacionalidades, todos têm algo em comum.

00:01:46

Vivo Entrevistado 1 (Gilbert Lanqerak):

 Eu gosto do Porto.

00:01:50

Vivo Entrevistado 2 (Catarina Lambert):

Eu gosto do Porto.

00:01:51

Vivo Entrevistado 3 (Wang Bo):

Eu gosto do Porto

00:01:53

Vivo Entrevistado 4 ( Cécile Brichet):

Eu gosto do Porto.

00:01:56

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por Beneath Your Beautiful às 14:48

Texto-pivôt:

 

Já chegou ao Porto o primeiro serviço de Car-Sharing.

Esta nova forma de mobilidade urbana, permite o aluguer 

de automóveis à hora.

 

 

 

Voz-off:

 

A nova forma de transporte público individual, Car-Sharing, permite alugar um automóvel à hora através da reserva pela internet ou telefone.

 

 

Entrevistado 1:

 

A primeira coisa a fazer, é registar-se como cliente da www.citizenn.com, em 24 horas nós emitimos o cartão de membro, que depois funciona como chave para aceder aos veículos.

 

 

Entrevistado 1:

 

Depois de efetuar a reserva, o aderente tem à sua disposição uma viatura, numa das estações que estão distribuídas pela cidade do Porto.

 

 

Entrevistado 2:

 

Para mim facilitou-me bastante, uma vez que eu não tenho carro próprio e quando necessito de vir de Porto e se precisar de um carro, tenho sempre à disposição.

 

 

Entrevistado 1:

 

O acesso ao automóvel propriamente dito, é feito passando o cartão-chave no sensor que tem no pára-brisas. Ao passar, vou ver que as portas se vão destrancar e dentro do automóvel, vou tirar as verdadeiras chaves do carro.

 

 

Voz-off:

 

Em tempos de crise, o Car-Sharing é uma solução para os que querem evitar custos fixos, sem prescindir das vantagens de uma viatura própria.

 

 

Entrevistado 1:

 

A chave do Car-Sharing, é ter na mesma a chave de um carro no bolso, mas paga-se em função da utilização. Não se tem nenhum dos inconvenientes e custos associados à posse de um automóvel.

 



Realizado por:
Alexandra Alves
António Barroso
Tiago Silva
publicado por alanti às 13:25

Texto Pivô: 

 

Depois do sucesso nos cinemas, a triologia Balas e Bolinhos passa para os Coliseus. O elenco fez uma retrospectiva sobre os últimos doze anos.

 

 

 

 

 

Reportagem de: Filipa Alves, Luísa Azevedo e Susana Silva 

 

Voz Off 1:

260 mil pessoas viram o último capítulo de Balas e Bolinhos

Vivo do Luís Ismael:

Arrepia pá, porque isto foi um projecto que começou há 12 anos e que nós nunca pensávamos que ia desaguar no Coliseu.

Vivo do Luís Ismael:

É que há pessoas que olharam para nós e disseram assim, é que eu nunca pensei te ver a seres um actor, ou… Percebes? Mas quem nos conhece sabe como nós somos, sabem separar o que é o que é ficção da realidade. Nós não sabíamos absolutamente nada como é que era colocar um filme no cinema, mas queríamos colocar um filme no cinema.

Vivo do Luís Ismael:

O conceito de fazer um filme foi sempre, ok vamos tentar fazer um filme e embora muitas pessoas pensem e avaliem o Balas como um projecto amador, a atitude sempre foi muito profissional.

Vivo do Luís Ismael:

Como é que serão quatro criminosos à portuguesa? Três ainda tinham mais ou menos a consciência daquilo que estavam a fazer e um era quase a mula do grupo, que era o Bino. Era um gajo que estava um bocadinho queimado do sistema.

Um era o líder que era o Tone, que era o génio da cena e o que era quase, entre aspas, um Chico fininho, a olhar pelos cantos, a ver se… Outro que era o Bordalozito, um gajo que tinha a mania que era uma grande personagem, mas não é.

Vivo do Luís Ismael:

É ir buscar uma portugalidade bem nossa, a nossa maneira de estar, o desenrascanço, o gajo que está sempre com esquemas, estás a perceber.

Vivo do Luís Ismael:

Há muita gente que critica o Balas, mas o Balas é uma comédia pá, para as pessoas se rirem meu. O balas não é um manifesto filosófico sobre a vida meu, o Balas é para as pessoas se divertirem, para estarem com os amigos, darem umas gargalhadas, divertirem-se e dizerem assim: isto é português meu, isto é português

 

 

publicado por luisaazevedo às 12:28

texto-pivot: Um bar no Porto, love2dance, incentivou as pessoas a dançar na rua transformando a estação da trindade numa pista de dança.

Voz-off: Na passada sexta-feira, a estação de metro da trindade dançou ao ritmo de África!

 

Entrevistado 1: Eu, e mais dois sócios temos um bar, em que dedicamos um bocadinho à musica africana e também às músicas latinas.

Tinhamos uma necessidade de mostrar as pessoas onde é que ficava, pelo menos mostar aqui às pessoas o que existe.

 

-Entrevistado 2: "Os ritmos, já nos são familiares, mas a iniciativa ao ar livre, este ambiente, é diferente, é novo.
Pergunta: Então aconselhariam amigos e outras pessoas para vir? 
"Claro, sem dúvida!"

 

-Entrevistado 3: "Eu acho que é uma boa iniciativa, mas as pessoas ainda estão assim um bocado a olhar, a dizer 'o que é isto?'

 

- Entrevistado 4: "Já tenho aquele bichinho dentro de mim. Já há muito tempo que danço e adoro! E é só isso que tenho a dizer."


Pergunta: E até agora já arranjaste um bom par?
"Já!"

-Entrevistado 5: "Vim dar apoio aqui ao 'love2dance'. Há muita gente agora que tem frequentado aulas de quizomba, música afriacana e a gostar. E achamos que este evento havia de ser feito mais vezes."

 

Entrevistado 1: "tivemos a ideia de nos juntar aqui nesta praça, que é uma praça grande, em que passa muita gente por causa do metro, e então surgiu a ideia de junto com os amigos, com o dj, com outro pessoal que para lá no bar, que já está habituado a dançar sem ter vergonha de virmos para a rua mostrar as pessoas um bocadinho do que se faz lá no bar. "

publicado por sergioricardo89 às 11:22

Texto-Pivôt:

Uma nova forma de ganhar a vida invade a baixa do Porto. São artistas de rua, e são várias as artes que se podem assistir.

Grupo; Henrique Moreira, Maria Girão e Carla Silva

 

 

publicado por Henrique Moreira às 03:40

Segunda-feira, 22 de Abril de 2013

Daqui a duas semanas realiza-se no Porto a Queima das Fitas.

A casa das Luvas é uma loja de tradições académicas e já começa a vender os primeiros artigos para a maior festa dos estudantes.

 


Reportagem de: Marta Sobral e Sara Gomes

Imagem de: Luís Santos

 

Voz-off

 

A duas semanas da Queima das Fitas a Casa das Luvas traja-se a rigor para vender os artigos académicos.

Vivo-entrevistada 1

 

Funcionária da Loja - É uma das alturas em que vendemos mais um bocadinho.

Pergunta Jornalista

 

Quais são as expectativas para este ano?

Vivo-entrevistada 2

 

Funcionária da Loja – Más. Até agora tem sido muito fraquinho. Já o ano passado se vendeu bastante menos e este ano está mau. Eu sei que ainda faltam duas semanas mas, de qualquer maneira, estamos a vender muito menos.

Voz-off

 

São vários os símbolos universitários comprados pelos estudantes ou até mesmo oferecidos pelos familiares.

Vivo- Entrevistada 3

 

Funcionária da Loja – Nesta altura é mais as cartolas e emblemas, sobretudo os emblemas.

Vivo- Entrevistada 4

 

Cliente – Vim comprar para oferecer ao meu filho uma cartola, uma caneca e um castiçal.

Voz-off

 

Quem oferece as peças preocupa-se em saber qual o seu significado.

Vivo-Entrevistada 5

 

Funcionária da Loja – A Senhora veio comprar uma cartolinha porque o filho é finalista, veio comprar um castiçal porque é o símbolo da amizade e comprou também a caneca porque é o símbolo dos estudantes. Depois aplica-se uma fita da cor do curso e coze-se junto dos emblemas, no meio dos emblemas.

Voz-off

 

Simbologias e superstições ficam também assim a cargo da Casa das Luvas.

Vivo- entrevistada 6

 

Funcionária da Loja – Geralmente, as pessoas, oferecem aos estudantes que é para dar sorte e então nós damos explicação do significado das pecinhas.


publicado por On-and-off às 23:56

Texto-pivot  O comércio justo propõe um maior equilíbrio nas relações internacionais entre produtores e consumidores. Trata-se de um tipo de comércio assente nos valores do diálogo, transparência e respeito. Foi fundado na Holanda, na década de 60, e pretende alcançar um desenvolvimento sustentável e melhorar a condição de vida de produtores e trabalhadores. Estivemos em dois estabelecimentos de comércio justo, no Porto, para compreender este modelo.

 

Voz-off  O comércio justo é uma parceria comercial, estabelecida entre produtores e consumidores, com vista a um maior equilíbrio do comércio internacional

Voz-off  O conceito nasceu na década de 60, na Holanda

Voz-off  Entre os objectivos contam-se garantir um maior desenvolvimento sustentável, bem como os direitos de trabalhadores e produtores

Entrevista1  (Sara Fonseca) 2:34 – 2:56 “É sobretudo acabar com as desigualdades que existem entre norte e sul; ajudar, através de um comércio sustentável e justo, os pequenos produtores do sul do mundo, que muitas vezes são marginalizados e são muito frágeis, porque estão sujeitos a leis do mercado internacionais que são incontroláveis e com as quais eles não conseguem lutar”

Voz-off  Pelo mundo fora estão espalhados perto de 3000 estabelecimentos de comércio justo

Voz-off  No Porto podemos visitar dois. Um deles é o Bar do Mundo e localiza-se na Rua Mouzinho da Silveira

Entrevista 2 (João Pinheiro) 35 seg: 59 seg “A cooperativa que gere o Bar do Mundo é a Equação, que é uma Cooperativa de comércio justo, que vende produto faz também distribuição de produtos de comércio justo em Portugal. Trabalhamos com uma cooperativa italiana, que é a Automercato, que nos faz a venda dos produtos de comércio justo, chás, bolachas, entre outras coisas, e depois esses produtos podem ser encontrados aqui no Bar, e servimos em menus, entre outras coisas”  

Voz-off 6 O outro fica no Parque da Cidade e vende, maioritariamente, produtos alimentares

Entrevista 3 (Sara Fonseca) 3:44 – 3:55 “Posso dizer que são mais ou menos três: chocolates, cafés e chás. Mas se calhar o café e o chá, e o chocolate se calhar, sejam os três mais procurados na loja do Parque da Cidade”

Voz-off  Produtores e consumidores encontram benefícios no comércio justo

Entrevista 4 (Sara Fonseca) 3:06 – 3:34 “Ao nível do consumidor o principal benefício é saber que estamos a comprar um produto que foi feito à base da justiça, da ética e através da transparência. Ao nível do produtor o que acontece é que acaba por conseguir trabalhar, produzir matérias-primas, e consegue ser mais ou menos autónomo e independente e conseguir ter um rendimento viável do seu trabalho”  

Voz-off  No essencial, procura-se semear novos valores e ideias e tecer uma rede de produtos biológicos e de alta qualidade

Voz-off  Tudo isto, de forma a contribuir para um mundo mais justo e, quem sabe, mais sorridente

publicado por joaquimpinto às 21:31

Terça-feira, 16 de Abril de 2013

Texto-pivôt:

São cada vez mais os turistas a viajar com a Yellow Bus para conhecer a Invicta. Com o custo de 12 euros, o passageiro tem a oportunidade de conhecer o porto antigo, o porto dos castelos e ainda o porto das pontes.

Grupo; Henrique Moreira, Maria Girão e Carla Silva

 

 

publicado por Henrique Moreira às 14:42

Texto Pivô:


A recente Praça das Cardosas, no Porto tem sido palco de concertos gratuitos. Os espetáculos são promovidos pela Casa da Guitarra.

 

 

Vivo do Agostinho Rodrigues:

A Casa da Guitarra é uma loja de instrumentos musicais. Um sítio onde as pessoas se encontram para trocar opiniões sobre instrumentos ou sobre dicas para tocar instrumentos e simultaneamente promover um espaço em que as pessoas se sintam bem, quando entram e que sejam capazes por exemplo, de pegar num instrumento e estra a tocar com uma pessoa que não conhecem de lado nenhum e que de repente se juntam ali e começam a tocar.

Digamos que é isso que tem acontecido um pouco por aqui…

 

Voz Off 1:

Este sábado, o público foi convidado a ouvir Nôs Guitarra. Um grupo que junta a tradição lusófona num só som.

Vivo do Telmo Sousa:

Ora, “Nôs Guitarra” surgiu como uma vontade de explorar a guitarra portuguesa e a sua versatilidade nos diversos estilos musicais e, pronto, visto que eu toco música brasileira e cabo Verdiana e o João toca música portuguesa e outras coisas, folk também, achamos que seria interessante abordar essas coisas num formato só com guitarra e guitarra portuguesa.

 

Vivo do João Martins:

O que a gente quer é distanciar um bocado a guitarra portuguesa do fado sem a distanciar de Portugal. Ainda há uma falta muito grande de preservar os costumes portugueses e musicalmente isso sente-se ainda.

 

Vivo do Edgar Pimenta:

A iniciativa da Casa da Guitarra eu acho óptima por promover uma coisa que é muito portuguesa e os concertos gratuitos e a meio da tarde acho uma iniciativa muito boa para trazer as pessoas facilmente a aderirem.

 

Vivo de Ana Aguiar:

Nestes tempos de crise temos de aproveitar estes pequenos eventos que vão havendo e não deixar de ouvir música, acho que isso é a parte mais importante, porque dá alegria à nossa vida

 

Voz Off 2:

Os concertos gratuitos atraem e despertam a curiosidade  dos ouvintes para os instrumentos tradicionais.

 

 

publicado por luisaazevedo às 09:47

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