Blog dedicado à unidade curricular de Jornalismo Televisivo da Universidade Lusófona do Porto

Terça-feira, 19 de Março de 2013

Texto Pivô:


Teresa Almeida e Celestino Fonseca estavam desempregados quando decidiram criar um negócio com um conceito inovador.

É na Rua das Flores e na Rua Sá da Bandeira que a Chocolataria Equador conta histórias.

 


Reportagem realizada por: Filipa Alves, Luísa Azevedo e Susana

 

 

Voz Off 1:

Foi há 4 anos que o casal decidiu apostar no chocolate de forma não convencional.

Vivo da Teresa Almeida:

Nós fizemos mesmo o processo ao contrário, começamos pela comunicação do produto para o chocolate, com consciência de que ambos tinham de ter muita qualidade para funcionar.

Voz Off 2:

A atracção principal é a junção de dois sabores distintos que se complementam.

Vivo da Teresa Almeida:

O Vinho do Porto e o chocolate harmonizam muito bem e aqui com a Ramos Pinto que é uma marca com a qual temos parceria criamos uma prova especifica de Vinho do Porto e chocolate.

Vivo da funcionária Isa Pereira:

Posso dizer que o nosso best-seller é o chocolate negro com o Vinho do Porto e até é o que os turistas levam mais.

Voz Off 3:

Na Equador, o gosto pelo chocolate é universal…

Vivo da funcionária Isa Pereira:

Na altura do Verão há mais procura dos turistas, mas durante todo o ano são os portugueses na maioria.

Vivo da cliente Joana Bessa:

O facto de ser diferente também atrai bastante e como sou mais ligada ao comércio tradicional opto sempre por vir cá.

Vivo da funcionária

Isa Pereira:

a nossa imagem remete mais para os anos 50/60 e toda a embalagem, todo o grafismo produzido aqui na loja é feito pelo propriétário que é designer gráfico.

É tudo feito de forma artesanal isso também cativa os clientes e todo o chocolate tem uma história bonita por trás.

Voz off 4:

O embrulho cuidado e o fabrico artesanal guardam o segredo desta chocolataria.

 

 

 

publicado por luisaazevedo às 15:19

...

A Chocolataria Equador combina o design com uma das especiarias mais apetecidas, o cacau. Foi fundada há cinco anos e, no Porto, encontra-se sediada na Rua das Flores, na Rua Sá da Bandeira e nas caves Ramos Pinto, no cais de Gaia. Viemos conhecer o produto e o negócio.

 

Texto-pivot 1: Da nata para o chocolate

Texto-pivot 2: Viajámos até à Rua das Flores e descobrimos Equador

Entrevista 1 (Teresa Almeida): “Nós produzimos tudo, todo o nosso chocolate. E temos uma preocupação muito grande com o design porque, inicialmente, era essa a nossa área de formação. E nós partimos dessa parte para o trabalho do chocolate em si”.

Texto-pivot 3: A chocolataria leva o nome de uma das regiões produtoras de cacau

Texto-pivot 4: E dedica-se à venda de chocolates 100% artesanal e 100% português

Entrevista 2 (Teresa Almeida): “O nosso produto é português. Além de promovermos o que é nosso, o que é português, promovemos o facto de ser do Porto, como uma parte constituinte da marca. A chocolataria Equador é uma chocolataria do Porto”.

Texto-pivot 4: A loja é frequentada principalmente por turistas

Entrevista 3 (Mónica Ribeiro): “Para além dos clientes habituais, temos essencialmente turistas brasileiros, espanhóis, ingleses, italianos e, mais recentemente, chineses e japoneses”.

Texto-pivot 5: Mas por aqui também passam clientes portugueses

Entrevista 4 (Joana Sousa): “Passei pela loja, vi que havia uma chocolataria e, como já via alguns estudos e muitos documentários sobre o chocolate consumido comercialmente, tive curiosidade em vir a um sítio especificamente de chocolate para ver se realmente existiam diferenças”.

Texto-pivot 6: Mais do que comprar chocolates, é uma verdadeira viagem pelos sentidos

Entrevista 5 (Teresa Almeida): “Nós tentamos cativar as pessoas pelo aspecto e pela forma como apresentamos o nosso produto. Depois, por todos os sentidos, o paladar, o olfacto, as texturas que sentem em cada chocolate. Portanto, é uma viagem pelos sentidos e pelas memórias”.

Texto-pivot 7: No final da viagem fica um chocolate à espera de ser provado

publicado por joaquimpinto às 13:51

publicado por joaquimpinto às 13:49

Texto pivôt:

 

A eleição do novo Papa foi vivida com grande entusiasmo por católicos em todo o mundo.

Argentinos e Jesuítas foram surpreendidos pela aclamação do primeiro Papa latino-americano, Jorge Mário Bergóglio. 

 

 

 

 

 

 

Voz-off:

Após avistar o fumo branco, a multidão celebrou a escolha do novo Papa na praça de S.Pedro. O cardeal argentino Jorge Mário Bergóglio é o primeiro Papa latino-americano e o primeiro Jesuíta da História. A boa nova surpreendeu os católicos e deixou os argentinos em festa.

 

 

Entrevistada 1:

Quando aparece na janela, realmente foi um estalido de alegria e satisfação por ser argentino, mas é a Igreja que está de festa. Na Argentina, o que nos comentaram foi que realmente gente na rua, tocaram buzina, saíram e muita gente foi às paróquias, as paróquias foram abertas.

 

 

Entrevistado 2:

Esperamos que a Igreja seja mais dinamizada, tenha um novo impulso e tenha um novo fulgor também.

 

 

Voz-off:

Sendo o primeiro Jesuíta a comandar a Igreja Católica, a expectativa cresce juntos dos seus companheiros.

 

 

Entrevistado 3:

Ele traz uma linha informal de proximidade que já é uma coisa que a Igreja precisa, de se desvestir de alguns artifícios, de coisas um bocadinho inúteis. Claro que não se pode fazer isto assim de repente não é? Mas eu estou muito desejoso que seja um tempo de reforma. Reforma interior, de atitudes, de estilo.

 

 

Entrevistado 4:

 Portanto, eu espero sinceramente que ele possa ser um catalisador, que é uma coisa ótima, uma propriedade química, catalisar significa potenciar as capacidades de outros elementos.

Sobretudo na sua primeira aparição fez-nos parecer que fosse mais o S.Francisco de Assis, porque o gesto de pedir a bênção, de contar com todos, de falar continuamente em fraternidade, falar em caminho feito juntos, portanto são assim gestos muito bonitos e palavras que me parecem significativas deste nome, Francisco.

 

 

Voz-off:

Acima de tudo para os católicos, este é um momento de alegria e renovação espiritual.

 

 

Entrevistado 5:

 Muita gente telefona-me, manda e-mail a dar-me os parabéns por este Papa ser o primeiro Jesuíta e eu devolvo esses parabéns e digo "Não, parabéns a ti, por ser para ti também o teu Papa". Deixou de ser só companheiro meu e dos outros 19 mil Jesuítas no mundo, para começar a ser companheiro dos cristãos na terra.

 

 

 

 

 

Reportagem realizada por:

 

Alexandra Alves

António Barroso

Tiago Silva

publicado por alanti às 04:45

Texto Pivôt:

Com a crise, deu-se um aumento exponencial de vendas de raspadinhas por todo o país.


Grupo: Henrique Moreira e Maria Girão

 


publicado por Henrique Moreira às 03:28

 
Texto-Pivot:
Os call-Centre são o novo emprego de recém licenciados e de trabalhadores estudantes.
Fomos conhecer um pouco desta realidade, junto de um call-centre na zona norte cujo nome e localização exata não podemos revelar a pedido da empresa. 
publicado por sergioricardo89 às 01:26


Duração: 00:01:36 h

Grupo: Francisco Miranda, Juliana Moreira e Mafalda Correia.

 

 

 

Texto pivô:


A cidade do porto acolhe mais um inovador projeto. O “1ª Avenida” pretende potenciar novos artistas.

 

 

Voz Off 1:


Arte … Mudança … Criatividade e Imaginação nos corredores do Edifício Axa. O projeto “1ª Avenida” traz inovação e dinâmica à Baixa portuense.

 

 

 

 

00:00:05

Vivo Entrevistado 1 (João Lopes):


Este projeto basicamente tem duas palavras: potenciar … artistas. Que permite, ou tem a ousadia de querer ser, uma espécie de amplificador de talentos. E este projeto vai correr bem não é por se gastar muito dinheiro nas obras e por ser muito bonito. É porque as pessoas que vão entrar verdadeiramente vão ter algo para dizer. Porque verdadeiramente vão ser afetadas pelo espaço. E porque verdadeiramente vão afetar, se calhar, a cidade pelo que estão aqui a fazer.

 

 

 

 

 

 

 

00:00:15

Voz Off 2:

 

 Com as obras a avançar e a inauguração prevista para o próximo dia 20 de Abril. O projeto de residências artísticas, inserido no “1ª Avenida”, irá abrir portas a novos criadores de arte.

 

 

 

 

00:00:50

Vivo Entrevistado 2 (José Maia):


Artistas que tenham atelier e que tenham necessidade de partilhar o seu trabalho, e que queiram apresentar o seu trabalho, encontram aqui, digámos, espaços expositivos, e são diferentes espaços expositivos, entre a black box ou espaços, digámos, para projetos – project rooms. Mas também galerias, galerias de maior dimensão e também galerias de dimensões médias.

 

 

 

 

00:01:00

Voz Off 3:


A cidade invicta acolhe este inovador projeto de olhos postos nos novos talentos artísticos.

 

00:01:27



publicado por Beneath Your Beautiful às 01:03

Segunda-feira, 18 de Março de 2013


Texto Pivô - Quase a completar dez anos, a Anémona Gigante é símbolo de inovação e destaque.
A historia contada através de quem lá passa.


Reportagem - Inês Pacheco e Miguel F. Sousa

 

 

 

 

Estrutura da Reportagem:

 


Voz-off I - "Anémona gigante. Um dos mais emblemáticos cartões-de-visita de Matosinhos."


Vivo do Entrevistado I

Ilídio Silva - "Este monumento é uma das imagens típicas de Matosinhos e foi construído com a requalificação aqui da marginal do Polis, e veio dar - não só a anémona em si - mas toda a área veio dar muita vida a esta marginal."


Voz-off II - "E é com esta obra de mão dada com o mar, que Matosinhos presta homenagem à sua comunidade piscatória."


Vivo do Entrevistado II

José Freitas - "A anémona é baseada no mar."


Vivo do Entrevistado III

Álvaro Pereira - "Aquilo é uma rede para os pescadores em homenagem aos pescadores, tal como lá em baixo está aquela escultura das viúvas, de u um naufrágio que ali houve."


Vivo do Entrevistado IV

"Matosinhos é uma terra por excelência do mar, nós portugueses somos marinheiros e portanto isto é um símbolo do mar. E de facto isso é uma progecção e uma relevância e uma homenagem a todos aqueles que se dedicaram à vida do mar."

 

[parte da música Senhor de Matosinhos de Quim Barreiros]

publicado por cmiguelfsousa às 22:25

Com a crise, o comércio mais antigo, faz de tudo para sobreviver. As duas livrarias mais antigas da cidade do Porto vêem o futuro dos seus negócios de maneira completamente diferente.

 

 

 

 


Guião da Reportagem

 

Voz off 1

 

Páginas e páginas de História. A livraria Lello é um símbolo da cidade e um ponto de paragem obrigatória para os turistas.

Vivo do entrevistado 1

 

Antero Braga (administrador) É óbvio que, hoje em dia, quem vier ao Porto e não visitar esta casa é a mesma coisa que ir a Roma e não ver o Papa.

Voz off 2

 

Galardoada com vários prémios, esta livraria é para Antero Braga um exemplo de prosperidade.

Vivo entrevistado 2

 

Antero Braga- Portanto eu sou daqueles que acredita que o ser humano é capaz de transformar as dificuldades em virtualidades.

Pergunta Jornalista 1

 

Então acredita que daqui a 10 anos este espaço ainda possa existir?

Vivo entrevistado 3

 

Antero Braga- Se eu estiver cá, com certeza que sim.

Voz off 3

 

A poucos metros encontramos a livrarias Moreira. A segunda mais antiga da cidade. Mas para Felício, este negócio de venda de livros já teve melhores dias.

Vivo entrevistado 4

 

Felício ( empregado mais antigo da loja)- Teve a sua época e foi famosa. Isto há 80 anos. Foi editora e teve uma certa projecção, na época. E claro, com os tempos, isto foi-se alterando para pior. Porque a crise é grande e com a Internet a leitura imediatamente modificou-se.A pessoa vai à Internet e tem quase tudo lá que pretende.

Pergunta Jornalista 2

 

Na sua opinião o que é que acha que pode vir a acontecer às livrarias?

Vivo entrevistado 5

 

Felício - Na minha opinião as livrarias tendem a desaparecer.

Voz off 4

 

Duas histórias, duas livrarias com rumos diferentes.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Reportagem de: Luis Santos, Marta Sobral e Sara Gomes.

publicado por On-and-off às 18:55

Texto Pivot

Aberta há mais de 30 anos, a livraria Chaminé da Mota, no Porto, é um exemplo de sucesso. A variedade de produtos, bem como a música como pano de fundo, ajudam a definir um alfarrabista.

 

 

Voz Off 1
À entrada a música já se ouve. Mas afinal o que é um alfarrabista?

 

Vivo 1:
Alfarrabista é uma pessoa que vende livros em segunda mão e mais antigo possível. Nós aqui, na livraria Chaminé da Mota, restauramos os livros que compramos. Muitas vezes compramos livros para atender pedidos de clientes e às vezes aparecem em péssimas condições. E nós damos um pequeno restauro para que o livro esteja apresentável ao cliente.

 

Vivo 2:
Cada vez nota-se mais pessoas que tentam vender os livros, que vão guardando ao longo dos anos e que com a crise tendem a vender esses mesmos livros.

 

Vivo 3:
São quatro andares com livros. Muita variedade de temas, livros, revistas, fascículos. Toda uma variedade de publicações que temos.

 

Vivo 4:
Não se consegue conciliar as duas coisas, a profissão com o gosto. Temos de gostar da profissão que estamos a exercer.

 

Voz Off 2
Com 23 anos de casa, João Paulo reconhece as dificuldades do negócio. Ainda assim, as portas da livraria mantêm-se abertas, desde a década de 80.

publicado por jonasmota às 17:53

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