Blog dedicado à unidade curricular de Jornalismo Televisivo da Universidade Lusófona do Porto

Quarta-feira, 17 de Abril de 2019

Texto-pivô: Já consegue ouvir a bola ? No goalball, a bola tem sininhos e a baliza ocupa toda a linha de fundo. Coloque a venda, porque o jogo vai começar. 

Voz off 1-SILÊNCIO POR FAVOR, QUE SE VAI JOGAR GOALBALL

Entrevistado 1- São 3 jogadores, o ponta direito, o ponta esquerdo e o ponta centro e basicamente temos as balizas e o objetivo como qualquer jogo é marcar golo.

Voz off 2- É um jogo criado completamente de raiz. Precisa de concentração e silêncio, para a bola se fazer ouvir.

Entrevistado 1- É mesmo conseguir, não é ouvir a bola, mas conseguirmos defender a bola porque como não conseguimos ver, pronto a bola tem uns sininhos, e isso ajuda-nos, mas bolas com muita força temos que ter uma rapidez muito maior para defendermos

Voz off - As linhas com um pequeno relevo no chão permitem reconhecer os cantos da casa. Mas o segredo para a vitória está em comunicar entre equipa

Entrevistado 2- Estando lá dentro a maior dificuldade é adaptarmo-nos ao tipo de jogo do adversário porque nós podemo-nos conhecer todos muito bem, jogar todos em equipa todas as semanas, mas quando nos põe elementos novos pela frente temos sempre o período de adaptação eu é mais difícil

Voz off 4- Mas há regras que gostavam que ainda fossem melhoradas

Entrevistado 3- Já tivemos jogos que uma equipa sempre que defendia uma bola pedia para ir lá a mulher da limpeza com a esfregona varrer o chão, porque pronto, para quebrar o ritmo do adversário e para aguentar ali mais algum tempo

Voz off 5- O maior sonho é ir aos paralímpicos. Para já, Na mira do próximo golo está a subida à série seguinte e ir mais longe pela seleção nacional.

publicado por Rosária Gonçalves às 23:42

Quarta-feira, 10 de Abril de 2019

Texto-Pivô-  A barbearia é um negócio em crescimento. Estes são os testemunhos de 2 jovens empresários deste ramo.

V.O.1 - Deixar a escola e iniciar a vida no mercado de trabalho. Algo que bastantes jovens se vêm obrigados a fazer por diversas razões. Hoje fomos conhecer um caso diferente, Tiago évora que se agarrou ao que gostava.

Entrevistado 1-Agarrei-me a alho que gosto de fazer e que graças a Deus me á muito trabalho

Vozoff2 - Ma sno fundo o que ~e ter o emprego de sonho?

Entrevistado 1 - Eu costumo dar o exemplo do Ronaldo, que trabalhou para ter o trabalho de sonho. Acho que temos de trabalhar para o que gostamos.

V.o.3 As mudanças podem aparecfer em fase adulta, um colombiano que abriu a sua barbearia em conjunto com o centro estético da mulher.

Entrevistado 2- Fui para Londres onde estive 3 anos , depois acabei por voltar à Colômbia de onde me mudei para Portugal

Voz off 4 - apesar de estar a viajar para realizar o que sempre quis Jeff enfrentou algumas dificuldades.

Entrevistado 2- ao início foi-me muito difícil captar clientes  e dar-lhes a confiança para vir cortar comigo.

Voz off 5 - Duas idades diferentes, duas nacionalidades diferentes no entanto ambos com o mesmo objetivo. Singrar na arte da barbearia

publicado por Bernardo Monteiro às 16:15

Texto Pivô: O Museu De Lamas é um dos símbolos culturais de Santa Maria da Feira. Teve um grande crescimento nos últimos anos, destacando-se pela diversidade nas exposições.

 

Voz Off 1: O Museu de Santa Maria de Lamas possui características únicas. Seja pela fundação, ou pelas exposições.

Vivo 1: Distingue-se dos restantes, desde logo, pela forma como foi fundado, como foi criado. Graças benemérito da freguesia, o senhor Henrique Alves Amorim, criando um espaço completamente diferente dos restantes pela forma como juntou a sua coleção, portanto, numa aparente falta de lógica, numa aparente falta de organização. Portanto, é exatamente esse caos, entre apsas, que distingue o museu.

Vivo 2: Tem uma enorme variedade de coleções que vão desde a Arte Sacra às ciências naturais, nomeadamente fósseis e minerais, no mesmo espaço.
 
Voz Off 2: Para cativar pessoas de todas as idades, o Museu organiza vários eventos com especial atenção na abordagem.
 
Vivo 2: Tentamos sempre fazer uma abordagem na perspetiva educativa fazendo uma ponte entre o contéudo da peça, a temática da peça e depois os conteúdos que são abordados na Língua Portuguesa, no Estudo do Meio e até mesmo na Matemática.
 
Vivo 1: É a criação de diversas visitas, atividades de carácter lúdico e pedagógico, através das quais a partir das coleções damos a conhecer o museu ao público, desde os mais novos aos mais velhos.
 
Voz Off 3: O Museu de Lamas procura continuar a ser uma das referências culturais da cidade.
 
Vivo 1: Nós queremos que o museu seja um espaço da comunidade e para a comunidade, daí o envolvimento constante...
 
Vivo 2: Eu acho que este museu é importante, embora a população acha que o museu está estagnado no tempo. À medida que vamos divulgando algumas atividades e que a população vai participando aos poucos está a começar a criar uma nova visão deste museu, uma visão mais dinâmica.
publicado por Eduardo Costa às 15:59

Texto-pivô: “A vida é um teatro”. Foi uma das frases mais ouvidas ao longo da Oficina de Teatro Sénior no Art’Imagem.

 

 

Vivo 1: Chamo-me José Eugénio da Silva Rocha, tenho 71 anos.

Vivo 2: Eu sou a Maria de Lurdes Henriques Ferreira, tenho 74 anos de idade.

Vivo 3: Maria Amélia Cairoga. 76.

Vivo 4: Chamo-me Maria Fernanda Pereira, tenho 76 anos.

 

Voz off 1: Iniciou-se na passada segunda-feira a oficina de teatro para maiores de 50 anos.

Todos provam que a idade não passa apenas de um número.

Alguns já trazem conhecimentos, para outros é a primeira vez.

 

Vivo 5: O bom que o teatro me fez foi abrir mais a minha cabeça, a minha mente e poder falar de mim de uma forma que até antes não conseguia.

Vivo 6: Eu vim para o teatro por curiosidade, embora goste. Mas eu estava numa fase em que estava muito parada, puxaram-me e eu acabei por vir.

Vivo 7: O teatro acho que faz muito bem porque conseguimos transformamo-nos em várias personagens, não é?

E isso traz-nos uma descoberta de nós próprios que não conhecíamos.

 

Vivo 8: Olá, eu sou a Teresa Arcanjo, tenho 32 anos, sou atriz e estou aqui a dar formação de teatro a seniores.

A minha profissão vive da psicologia humana, do humano. Então eu aprendo muita coisa quando mexo com os outros também.

Quando eu vejo como os outros reagem eu aprendo para mim e para o meu trabalho.

 

Voz off 2: As aulas ocorrem à segunda e à quarta feira pela tarde, na quinta da caverneira, na Maia.

É lá que convivem, falam sobre as emoções e partilham o que viveram.

 

 

 

publicado por Agustina Uhrig Raquel Batista às 14:02

Texto-pivô: Aberto há mais de 30 anos o centro comercial de Cedofeita abraça projetos alternativos. Marisa é a responsável por um deles.

 

Voz off 1 : Triângulo é um projeto inovador que se distingue em diversas áreas e também engloba vários outros projetos apenas com um único foco. A comunidade.

Entrevistado : Daí o Triângulo de 3 ângulos e estamos focados como diz ali na publicidade arte, social e style. Acompanhamos também outros projetos artísticos somos ponto de venda de bilhetes para eventos de música eletrónica.

Voz off 2 : Neste momento, é possível ver em exposição o projeto da Mafalda Aguiar “Women with red lips” – a mulher com lábios vermelhos - e também o projeto preencher vazios de Joana Abreu.

Voz off  3 : Na área social têm a parte solidária em que tentam apoiar várias causas e instituições com a sua participação e divulgação para que todos possam ajudar.

Entrevistado : Na parte do style é roupa e os acessórios que agora quase não é segunda mão já é quase tudo novo.

Voz off 4 : Também apresentam tratamentos e serviços alternativos

Entrevistado : Temos 1 vez por semana a Eslana, que é uma argentina, e ela faz  “handpoke” e temos também um projeto de terapias de medicina alternativa chinesa da Inês. Basicamente isto é um projeto de pessoas para pessoas

Voz off 4 : Este projeto prosseguirá para Braga no próximo dia 13 de Abril.

publicado por Catarina Almeida às 13:59

TEXTO-PIVÔ: Agnès Varda faleceu vítima de cancro da mama aos 90 anos. O mundo do cinema europeu perde uma artista inovadora que ajudou a definir uma era.

VOZ-OFF 1: "Morrer em paz é o meu sonho". Foi assim que Agnès Varda terminou uma das últimas entrevistas que deu.

ENTREVISTADO 1 (TEÓFILO RODRIGUES): Ela era despojada de pretensiosismo, mesmo em relação a toda a Nova Vaga Francesa, que sempre foi acusada de elitismo.

VOZ-OFF 2: Varda foi uma das principais figuras do cinema francês nos anos 60. Realizou filmes na mesma era de Godard ou Truffaut, e tornou-se uma ícone feminista.

ENTREVISTADA 2 (NATÉRCIA BRAGANÇA): Há realmente irreverência e a originalidade com que aborda os diferentes temas.

ENTREVISTADO 3 (LUCAS NORONHA): Acho que a influência dela no cinema feminista é brutal. Uma mulher está completamente despojada das características que lhe eram impostas, e então acho que é completamente rico o trabalho dela.

ENTREVISTADA 4 (CONCEIÇÃO MENEZES): E ela foi muito responsável por dar a ideia que as mulheres naquela altura podiam fazer exactamente o que queriam, tanto quanto a imaginação e a criatividade lhes permitissem, e que eram aceites e o trabalho era reconhecido como o dos homens.

VOZ-OFF 3: Na manhã de 29 de março deu o último adeus. Para trás fica a obra influente da artista que dizia: "ou coloco filmes nas fotografias ou fotografias nos filmes".

Daniel Dias e Susana Oliveira.

publicado por Daniel Dias | Eduardo Costa | João Rocha às 12:32

Texto pivô: Na segunda farmácia mais antiga do Porto encontra-se um museu escondido. O museu da Farmácia Moreno, fundado em 2016, testemunha mais de 200 anos de história.

Voz off1: É no largo de São Domingos que podemos encontrar a Farmácia Moreno, esta que aparenta ser uma farmácia comum, tem, na verdade, um museu escondido, de entrada gratuita, que fica no primeiro andar.

Entrevistado 1: Portanto, achamos que as pessoas que vem cá nem todas conhecem o nosso museu, agora, mais recentemente, têm feito já mais perguntas, curiosidades, mas a ideia que temos é que não.

Voz off2: O proprietário da Farmácia Moreno destaca a falta de divulgação do museu que impede que os clientes conheçam a história do espaço.

 Entrevistado 2: Se calhar o museu é capaz de ser alguma coisa em separado e eu não conheço. Conheço ali as coisas antigas e não sei que mais, de resto não sei.

Voz off3: Esta farmácia reconhecida pela produção e comércio de medicamentos, preservou durante dois séculos alguns dos materiais que eram utilizados.

 Entrevistado 3: Temos publicidade antiga, temos um espólio diverso de produtos que eram cá produzidos e, portanto, estamos a falar dos produtos da própria farmácia. E depois temos equipamentos, propriamente ditos, equipamentos diversos ligados à produção, muitos deles encontram-se em muitas farmácias, mas outros são já muito mais curiosos.

 Voz off 4: No museu, criado há dois anos, também se pode encontrar muitas das máquinas antigas que eram utilizadas pelos médicos e farmacêuticos que trabalhavam na Farmácia Moreno.

 Entrevistado 3: E nós já temos descritos e temos documentado que aqui se produzia medicamentos, nomeadamente, o medicamento muito característico para a ténia, a ténia é um parasita intestinal. Medicamento esse que, em determinada altura, salvou a Rainha D. Maria II e, portanto, existe essa documentação sobre esse medicamento que veio a ser produzido pela Farmácia Moreno durante alguns anos.

 Voz off 5: Fica a promessa do proprietário de recuperar a história do edifício e da própria Farmácia Moreno através deste museu.

 

publicado por Ana Rita Castro e Mara Craveiro às 11:05

Texto pivô: Se nunca imaginou uma florista, uma loja de decoração e um café num só espaço,saiba que alguém o fez por si.

Um antigo armazém em Matosinhos junta os três conceitos.

Entrevistado 1: Onde eu trabalho tenho um café que também é vegano/vegetariano ao lado.

Mas eu por acaso gosto de vir aqui, talvez seja a amplitude deste lugar.

Eu gosto muito deste tema floral, arvores e aromas. Acho que é uma coisa que enriquece muito o estabelecimento.

Voz-off 1: Uma estufa num espaço urbano.  Um habitat com 340 metros quadrados, para quem quer fugir da vida citadina.

Entrevistado 2: Toda a conjugação destes 4 conceitos, no fundo, que são: café, decoração, plantas e florista. Eu acho que é esta envolvência toda que cria uma atmosfera única que as pessoas ficam impressionadas e não estão habituadas a ver.

Voz-off 2: Um conceito naturalista, que se foca na cozinha vegetariana.

Entrevistado 2: Opções sem glúten, opções sem açúcar. É 100% vegetariana. A base é mesmo a diversificação e a variedade dos alimentos.

Voz-off 3: O projeto é pioneiro no país e nasceu de um retiro espiritual, em Itália.

Entrevistado 2: Surgiu principalmente pela vontade diferente de estar no mundo, mais concretamente na parte da alimentação e do ser humano, como ser consumidor desta era principalmente. Posso dizer que 98% dos nossos clientes não são vegetarianos e vem cá habitualmente.

Voz-off 4: Não é uma florista tradicional. Também se dedica à decoração, e, entre arvores e plantas, esconde-se um café.

Realizado por : Ana Patrício, Ana Vale e Patrícia Dias.

publicado por Patrícia Dias às 10:21

Texto Pivô: A Associação Olhar Futuro apoia as crianças mais desfavorecidas. Aqui são realizadas várias atividades onde todos se podem divertir, embora o principal foco seja a aprendizagem.

Entrevistado 1: Que é isso que nós fazemos, nós somos uma família para eles.

Voz Off 1: Olhar Futuro é uma Associação de Solidariedade Sem Fins Lucrativos em Vila Nova de Gaia. Com a principal missão de ajudar os mais desfavorecidos a viver com dignidade e respeito, a associação foca-se no acompanhamento educativo, insucesso escolar, delinquência, bullying e violência doméstica.

Entrevistado 1: Aquilo que fizemos foi fazer em primeiro lugar o trabalho. Nós criamos primeiro as instalações, do nada. Com esta casa, onde já tínhamos uma professora, uyma psicóloga e dois auxiliares. Foi assim que começou a instituição, e já com menores aqui, posso dizer que no primeiro período alguns tinham 6, 7 negativas e neste momento têm 1 ou 2 negativas.

Entrevistado 2: Frequento associação à sete anos e vim para aqui porque tinha más notas. (E em que sentiste que a Associação te ajudou?) Na escola (Essencialmente na escola?)

Voz off 2: Durante o dia, a associação Olhar Futuro recebe várias crianças e adolescentes dos 6 aos 16 anos. Investem também em casos mais problemáticos, como tentar ajudar em tribunal, os jovens que tiveram problemas com roubo, drogas, ou mesmo para tentarem que alguns deles não sejam retirados aos pais.

Entrevistado 1: Um deles é o Hugo, ele foi retiro aos pais porque a mãe deixou-o 3 dias na rua e nós tivemos que fazer intervenção imediata. Aos 18 anos ele ligou para nós a pedir apoio, ele queria ser modelo. Entretanto, quando ele fez 18 anos, fui ter com ele, nós conversámos e conseguimos. Ele é modelo da Fátima Lopes, trabalha diretamente com a Fátima Lopes. Por isso é um caso de sucesso.

Voz off 3: Normalmente, esta Associação é avisada pela junta de freguesia de Mafamude das necessidades da população. Fornecendo alimentação e bens essenciais a 125 famílias.

publicado por Gabriela Bernard, Inês Fernandes e Rafael Moreira às 09:00

Texto-pivô - A crise económica em Portugal levou a uma mudança nos hábitos de consumo dos portugueses. O comércio é um fator importante de crescimento e de organização das cidades.

Voz-off - A Pérola do Bolhão é do tempo em que o dominó era moda e o vinho bebia-se em tigelas…

 

Entrevistado – Esta casa quando abriu só vendia chás e cafés, depois com a concorrência fui metendo mercearia e confeitaria, charcutaria, leitão assado, para sobreviver.

 

Voz-off - Com a expansão do comércio, aprendeu a adaptar-se, apostando na diversidade e na especialização.

 

Entrevistado – Quanto à concorrência, dá para todos, dá para os supermercados, dá para as mercearias, dá para todos. Nós ao balcão temos de estar sempre bem dispostos, não discutir “futebóis” e ser agradável, que é o que o cliente exige de nós.

 

Voz-off - Este espaço permite-nos fazer uma viagem ao passado. Seja pela disposição dos produtos, a marcação manual dos preços, a venda avulso e as máquinas tradicionais.

 

Entrevistado – Os clientes tinham um livrinho, quando vinham à mercearia traziam o livrinho e a gente em vez de passar talão escrevia no livrinho e ao fim do mês pagavam.

 

Voz-off – Ainda que o negócio não tenha sofrido grandes alterações, nota-se uma falta de interesse das gerações mais novas por este tipo de comércio, o que leva a uma maior perda de clientes.

 

Entrevistado – Os nossos clientes já são antigos e vão desaparecendo com a vida, os novos já não são tão dedicados como os antigos.

 

Voz-off - O desafio é grande… respeitar e preservar a herança e a história dos espaços mais emblemáticos do Porto.  Quanto a esta mercearia, desde 1910 que fica na memória das muitas pessoas que por lá passam.

publicado por Inês Fernandes às 01:13

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