Blog dedicado à unidade curricular de Jornalismo Televisivo da Universidade Lusófona do Porto

Quarta-feira, 03 de Julho de 2019

Texto Pivô

O pão de Ló é um dos doces de ovos mais antigos do nosso país. No entanto, nem todos são iguais . Por terras vareiras existe um muito especial que ,ano após ano,  faz as delícias de miúdos e graúdos.

 

 

Voz off1- É na cidade de Ovar que se comercializa um dos doces mais apreciados do país. Com origem conventual, a receita do pão de ló de Ovar chegou aos dias de hoje trazida por freiras da região.

Entrevistado1- Supõe-se , eu digo supõe-se porque não há registo, que o segredo foi trazido por uma freira vareira. Deveria haver aqui conventos nas imediações, não em Ovar, mas aqui por perto, e o segredo foi trazido por uma freira vareira.

Voz off 2- Com vários prémios de prestígio recebidos anulamente, este doce tradicional esconde um grande segredo...

Entrevistado2- O segredo é saber quando é que se tem de tirar o pão de ló. Aí se vai dstinguir a qualidade do pão de ló.Os seus ingredientes, logicamente, e depois saber quando é que está a cozedura feita.

Voz off3-  Para os consumidores finais as diferenças entre o pão de ló de Ovar e os restantes estão bem identificadas...

Entrevistado3- Eu acho que é diferente dos outros, de qualquer outro pão de ló, porque é húmido, é muito saboroso... pronto, acho que é um bolo diferente, um pão de ló diferente.

Voz off4-O processo da confessão deste doce conventual passa por várias etapas. Começa pela declaragem, segue-se o batimento da gema com o açucar e mais tarde adiciona-se a farinha. Termina com o enchimento e posterior ida ao forno... nunca esquecendo a higienização.

Entrevistado1- A higienização é , de facto, um fator muito  importante que todos os mani+uladores devem ter em consideração. A higienização das mãos, uma vez que se trabalha muito com as mãos e a parte final é uma parte em que se tem de ter um cuidado muito apertado.

Voz off5- O natal e a páscoa são os periodos onde se registam maiores vendas e, a continuar assim, muito pães de ló haverá por embrulhar.

Tiago Fonseca

publicado por TF às 00:13

Quinta-feira, 13 de Junho de 2019

Voz off - Atraves da nossa alimentaçao podemos ajudar o nosso ambiente e preservar as especies. O restaurante Vegi contriubui para que isso aconteça há 20 anos. 

 

 

publicado por Bernardo Monteiro às 05:32

Quarta-feira, 12 de Junho de 2019

Texto pivô: O Zoo de Santo Inácio foi inaugurado no ano 2000 em Gaia. O principal objetivo é conservar as mais de 200 espécies que lá habitam e dar a conhecer os animais selvagens.

Voz off 1: Todos os anos recebe cerca de 1,5 milhões de visitantes. A 10 minutos de carro do centro do Porto, o zoo acolhe cerca de 600 animais que agradam os mais curiosos.
 
Entrevistado 1 : Os animais como os leões, os tigres, as girafas, são os mais atrativos. Obviamente tem uma variedade de pássaros, lémures, lontras, tem uma variedade muito grande de animais nesse aspecto acho que o zoo está bom.
 
Voz off 2: Os habitats são pensados e construídos de acordo com as características de cada animal.
 
Entrevistado 2 : Nós tentamos recriar os habitats de origem com as caracteristicas que os animais precisam e que têm no seu lugar de origem mostrando assim os comportamentos genuínos desses animais. Desta forma,conseguimos conhecer melhor estes animais, conseguimos perceber como é que eles andam, correm, quantas horas dormem. Nós não vamos buscar os animais aos habitats de origem, todos os animais que habitam aqui no zoo santo inácio já nasceram noutro zoo da Europa. O zoo Santo inácio pertence a uma associaçao de zoo's e aquários - AEZA. Uma das grandes finalidades desta associação é a troca de animais entre instituições pertencentes a esta associação. Permite a troca de animais com o objetivo do apuramento da espécie com a conservação da genética da espécie. 
 
Voz off 3: A troca de animais é feita sem qualquer custo excepto o do transporte.
 
Entrevistado 2 :  O que mais utilizamos é o terrestre mas o aéreo também utilizamos depende das espécie. A éspecie pode ter mais algum calmante ou não, há especies que não interessa dar calmante, há outras por exemplo um felino mesmo para entrar para a tal caixa como nós chamamos para a tal transportadora.  É um animal que precisa de estar mais calmo para aguentar o transporte porque eles não sabem o que se está a passar. Não estimulamos a festinha, o dar a pata, tornando para um animal doméstico porque queremos preservar o seu comportamento selvagem, o seu comportamento natural. Porque o objetivo último do zoo Santo inácio é devolver as especies ao seu habitat de origem.
 
Voz off 4: No verão o Zoo Line facilita a chegada dos visitantes. Por três euros é possível apanhar um transporte direto para o Zoo de Santo Inácio.
publicado por Francisca Rodrigues às 20:37

TEXTO PIVÔ: Existe no município de Lousada um projeto com o objetivo de melhorar o sucesso escolar através da prática desportiva. Para já, são 6 as associações desportivas que abraçam a causa.

VOZ-OFF: É com a iniciativa “Ficar na Escola Compensa” que o Concelho de Lousada pretende combater o abandono escolar. Cerca de 40 alunos fazem parte do projeto. O Desporto é a ferramenta utilizada para fechar as portas ao insucesso.

ENTREVISTADO 1: Tenho melhorado muito as notas e isto ajuda-me a relaxar e a ser melhor aluna.

VOZ OFF: Problemas familiares e falta de motivação são alguns dos motivos que levam ao insucesso escolar. A melhor forma de incentivo encontrada… foi o desporto.

ENTREVISTADO 2: [O projeto] Consiste em aceitar meninos que, na escola têm alguma dificuldade até de concentração e de querer estar na escola e no fundo o desporto é um incentivo para eles mudarem um bocadinho de atitude, ganharem mais concentração, aprenderem outro tipo de responsabilidades.

VOZ-OFF: A prática desportiva leva a um estilo de vida mais saudável e a uma melhoria na saúde dos praticantes.

ENTREVISTADO 3: Baixei o meu peso, o meu estado de saúde está melhor, já tenho uma respiração melhor.

VOZ-OFF: Neste projeto estão inseridos alunos desde o 1º ciclo até ao ensino secundário. Entre as modalidades disponíveis, destacam-se o futebol, a patinagem e a zumba.

ENTREVISTADO 4: Estas aulas são cedidas gratuitamente aos alunos que fazem parte do projeto como um incentivo. Foi-lhes dado a escolher o que é que queriam e poderiam fazer de acordo com a oferta que cá está… De forma a que eles conseguissem manter um certo entusiasmo, é mais ou menos uma recompensa por se manterem na escola.

VOZ-OFF: Para esta iniciativa, o Município conta com a colaboração dos agrupamentos de escolas, clubes e associações desportivas de Lousada, que ajudam a que tudo funcione nas melhores condições.

publicado por Vicente Garim às 15:37

TEXTO-PIVÔ: Os pescadores portugueses e espanhóis retomaram a pesca da sardinha depois de oito meses de paragem. Boas notícias para a comunidade de S. Pedro da Afurada... mas este não é o fim dos problemas.

VOZ-OFF 1: A pesca na Afurada já foi assim. Agora...

ENTREVISTADO 1 (ANTÓNIO LOPES): Está mesmo, mesmo mal. Não há pessoal para ir ao mar. E acabando estes dois, quatro velhos que andam aí, isto acaba.

VOZ-OFF 2: Uma comunidade envelhecida que já não sai tanto ao mar e que começa a ver o turismo a substituir a pesca na economia da freguesia.

ENTREVISTADO 1 (ANTÓNIO LOPES): É pouco peixe que se apanha, e se não der dinheiro, o que é que acontece? Não ganhas nada.

ENTREVISTADO 2 (AMADEU DE TAVARES): Antigamente, a gente fazia a pesca do carapau e dava algum dinheiro. Agora não dá dinheiro nenhum.

VOZ-OFF 3: Na Afurada, a pesca segue de geração em geração. Ou seguia. Amadeu de Tavares tornou-se pescador por causa do pai, mas não passou o testemunho.

ENTREVISTADO 2 (AMADEU DE TAVARES): Um pai ou uma mãe tentam sempre dar o melhor aos filhos. Tentei sempre levar os meus filhos para fora da pesca.

VOZ-OFF 4: António Lopes também já percorreu muito caminho, mas já pendurou a cana.

ENTREVISTADO 1 (ANTÓNIO LOPES): Vens para aqui, pá? Isto aqui é para pior, não é para melhor. Isto aqui é cada vez para menos.

VOZ-OFF 5: Os pescadores em S. Pedro da Afurada dedicam-se agora à pesca da sardinha. Foi preciso parar em setembro do ano passado para permitir a renovação da espécie.

ENTREVISTADO 2 (AMADEU DE TAVARES): Vá lá que deu outra pesca. Deu muito biqueirão. E foi aí que os pescadores ganharam alguma coisa. Senão, era uma miséria. Não havia sardinha, era uma miséria.

ENTREVISTADO 3 (FRANCISCO SARAIVA): Há esses momentos em que há o defeso, em que é proibida a pesca de determinadas espécies, para que depois haja, de facto, espécies para pescar. Obviamente, a comunidade nunca gosta de não poder pescar, porque isso afecta claramente o seu rendimento.

VOZ-OFF 6: Santos de casa não fazem milagres, mas em terras de S. Pedro, reza-se por tempos melhores.

Daniel Dias e Susana Oliveira.

publicado por Daniel Dias | Eduardo Costa | João Rocha às 15:17

Pivô: Trabalham para entreter o público. Mas antes do espetáculo começar...a vida de um artista de circo é na estrada.

Voz-off 1: Por detrás da tenda, do palco e dos holofotes...existe uma forma de viver…onde aqueles que entram, não querem sair.

Vivo 1: Eu não sei o que é que poderia fazer sem ser o circo, não é. O bicho está sempre aqui dentro. Poderia sair, mas uma pessoa acaba sempre por voltar. Tem de vir sempre para casa.

Voz-off 2: A arte de entreter e animar… de quem não tem morada fixa.  

Vivo 1: Eu já nasci nisto, para mim é completamente normal mudar de sítio. A gente está habituada a andar sempre de terra em terra. Conhecer novas gentes, novas pessoas e novos lugares…a andar sempre de um lado para o outro. Tipo como um futebolista, é assim a nossa vida.

Voz-off 3: Um lar sob quatro rodas…que não leva apenas os que ainda atuam.

Vivo 2: Deixei há três anos. Eu era aramista e aerialista…os números de altura. Fiz de tudo um pouco. Agora sou relações públicas. Dá uma certa tristeza, mas pronto, chega uma altura em que temos de nos retirar…e entram os mais novos.

Voz-off 4: Os aplausos ficam para trás… mas os artistas que se despedem das fantasias e maquilhagens, ainda mantêm uma função próxima com o palco.

Vivo 2: E a vida do circo sempre será a minha vida. Dentro de pista ou fora de pista, há sempre muito para fazer.

Voz-off 5: As luzes apagam, as cortinas fecham… é hora de seguir viagem.

Trabalho realizado por: Ana Patrício, Luisa Vale, Patrícia Dias.

publicado por Patrícia Dias às 15:10

Texto-Pivô- As tatuagens fotorrealistas dão uma ilusão de ótica em três dimensões. Filipa Silva é especialista na categoria.

 

Voz off 1: Filipa Silva é uma tatuadora portuguesa reconhecida por ter vencido prémios a nível internacional e distingue-se nas tatuagens fotorrealistas.

Vivo 1: O que fica na pele é as duas dimensões não é? Mas dá para criar uma ilusão de ótica e depois da tatuagem estar terminada tirar uma fotografia a parecer que é tridimensional mas na verdade não é.

Voz off 2: Ian é tatuador no estúdio de Filipa. Acredita que as tatuagens são uma marca de existência e estão em constante evolução.

Vivo 2: A modernização dos equipamentos, de tudo, desde as máquinas, impressoras, tintas. A tatuagem está sempre evoluíndo e consequentemente os tatuadores também, fazendo tatuagens cada vez melhores por causa disso.

Voz off 3: As tatuagens são memórias que marcam e muitas vezes associadas a estereótipos negativos no mercado de trabalho.

Vivo 1: Se alguém te disser que tu não podes trabalhar com tatuagens é a mesma coisa que estar a apontar o dedo por seres negro, por seres gay, por seres lésbica, é a mesma coisa.

publicado por Eduardo Costa às 14:24

Texto-pivô: Prometeu é um espaço no Porto dedicado ao artesanato. Neste local, o cliente pode estar em contacto com os artistas que criam as peças.

Voz off 1: Aqui pintam-se azulejos e encontram-se peças de cerâmica e bijutaria. Este espaço distingue-se por caracterizar a história da cidade.

Entrevistado 1: Não há muitas lojas com esta dimensão e com esta decoração. Normalmente, são assim aquelas lojas mais de lembranças, com postais, e esta loja traz mais o artesanato do Porto.   

Voz off 2: Cada artista tem uma dinâmica diferente, mas em conjunto procuram retratar de uma forma original... o Porto. 

Entrevistado 2: Fazemos o vidrado, colocamos por cima da cerâmica, do azulejo em cru, pintamos por cima do vidrado ainda em pó e depois vai ao forno a 1000 e tal graus, dependendo também qual é o tipo de chacota e o tipo de vidrado que necessitamos para o trabalho.

 Voz off 3: Para aqueles que colaboram com este projeto o importante é manter as raízes.

 Entrevistado 3: Aprendemos a ter um bocado o contacto mais histórico com a própria técnica em si, mas é principalmente isso... o interesse pessoal na minha raiz.

 Voz off 4: Os azulejos do Porto são uma das tradições mais características da cidade. A missão da Prometeu é que os artistas nunca deixem o pincel parar.

publicado por Ana Rita Castro e Mara Craveiro às 13:24

Há mar e mar, há ir e voltar. Entre ventos e marés, os pescadores continuam a enfrentar problemas. A
tecnologia melhorou mas a pesca é ainda a arte da incerteza. 

"É o meu caso o barco é do meu pai, senão não sei se estava aqui (…) O ir botar redes ao mar diz-se largar (...) Aquilo que eu ouço antigamente havia mais peixe (...) Tem haver muito com o tempo e com as águas (…) Há dois anos tivemos 28 dias sem ir ao mar (…) É quando o peixe desova mas a gente coisa apanha a desovar e é muita cria que se perde (…)"

VOZ OFF: Há peixe a ser descarregado, redes a serem limpas, barcos a partir e outros a chegar. A pesca já lhes estava no sangue para nunca mais sair. Nasceram na praia, cresceram no mar foram criados nos barcos e nas redes de pesca brincaram.

Entrevistado 1 (Júlio Pereira): Há dias de muito, há dias de pouco tem dias, as vezes vai-se e não se faz nenhum e outros dias compensa.

Entrevistado 2(Fernando Brito): A modernice ajudou muito, aparelhagem, modernice melhorou em base de físico, fisicamente no nosso esforço, agora sobre o trabalho o que era antigamente também é agora

Entrevista 3 (Maria de Belém): Há artes em que fazemos o defeso. Há meses que não podemos ir às navalheiras, há meses que não se pode apanhar raia. (E porque acha que não há nova geração?) E porque acha? Porque isto é uma vida muito ingrata. 

Entrevista 1(Júlio Pereira): Aqui antes, aqui nesta praia já teve 120 barcos (e agora tem quantos faz ideia) agora profissionais tem dezassete.

Entrevista 2 (Fernando Brito): O ir sei que vou, pra já, agora o vir só deus sabe.

 

 

publicado por Patrícia Sofia Pereira às 12:40

Texto Pivô: Más de 1.500 voluntarios se reunieron el pasado sábado en Matosinhos para una mega limpieza de playa.

Vivo entrevistado 1: Tenho aqui uma camisola. Vários plásticos, paus e principalmente lenços.

Voz Off 1: Por el Día Mundial de los Océanos el centro Sea Life de Oporto organizó la recogida de basura más grande hasta la fecha.

Vivo entrevistada 2: Por que eu gosto muito de fazer praia e não gosto de chegar à praia e vê-la suja.

Vivo entrevistada 3: Queremos um oceano mais limpo.

Vivo entrevistada 4: É muito importante salvar o meio ambiente e conseguir coletar o máximo de lixo possível.

Voz Off 2: Se recogieron 220 kilos de envoltorios, 90 kilos de cuerdas y redes de pesca y más de 17.000 colillas. En total, 720 kilos de basura.

Vivo entrevistado 5: O plástico vai ser reciclado, as beatas vão ser contadas e depois vão para o indeferenciado, as garrafas de plástico também irão para o plástico e também serão recicladas. E todo o indiferenciado é queimado.

Vivo entrevistada 6: Quero ajudar o planeta e também garantir que ele tenha um futuro tão ou melhor do que o meu.

Vivo entrevistado 7: Nós andamos até agora na última meia hora à procura de lixo e já não conseguimos encontrar nada portanto diria que foi um completo sucesso.

publicado por Agustina Uhrig Raquel Batista às 12:26

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