Blog dedicado à unidade curricular de Jornalismo Televisivo da Universidade Lusófona do Porto

Sexta-feira, 26 de Junho de 2020

Texto pivô: A pandemia provocou uma forte subida no número de desempregados. As variações foram diferentes considerando cada região do país.

Voz off 1: Em Portugal o desemprego aumentou em torno de 4%. Isso aconteceu de um mês para o outro. O governo lançou medidas de apoio para as empresas. 

António Costa: Aprovamos não só um conjunto de linhas de crédito, que serão acessíveis ás empresas sobre condição de manutenção de emprego. Criamos condições para que os trabalhadores de empresas, que estão a sofrer grandes quebras na sua atividade, possam manter os postos de trabalho, ainda que com alguma quebra de rendimento. Asseguramos aos trabalhadores não só emprego, como também, aqueles que têm de ficar em casa, cuidando dos filhos porque a escola está fechada, uma nova prestação que assegure rendimento.

 Voz off 2:Os dados do Instituto de Emprego e Formação Profissional registam um número de 408 934 pessoas desempregadas.

António Costa: Em dois meses aumentaram cem mil pessoas desempregadas em Portugal. Felizmente, no mes de maio, muito menos.

Voz off 3: O Algarve é a região mais afetada. O que se explica pela falta de atividade no turismo.

Pedro Faria, Valdmiro Quitamba, Rodrigo Matos

 

publicado por Pedro Faria às 17:12

Texto pivô: Com a chegada do verão a ida às praias fluviais pode ser uma boa alternativa, para quem quer fugir à agitação das cidades.

 

Voz off1: Junho trouxe o calor e a vontade de aproveitar a natureza. A praia fluvial de Melres é um dos principais pontos turísticos para quem visita o concelho de Gondomar no Verão.

 

Vivo1 - “Moro mesmo aqui, torna-se muito mais fácil porque eu moro e sou daqui”

Vivo2 - “Eu acho que isto aqui é formidável. Em agosto está cheio, as pessoas vêm muito para cá e o pessoal que emigra, vêm todos para cá. E isso é ótimo aqui”   

 

Voz off2: Esta praia atraiu milhares turistas na época balnear passada, agora, em tempo de pandemia e com regras de distanciamento social, acomodar tantos visitantes pode revelar-se um verdadeiro desafio. 

 

Vivo3 - “As recomendações que nós damos é tentar dar o máximo de distância possível, evitar multidões, ou seja, uma aglomeração de pessoas. Mas mesmo assim, não temos controlo nenhum sobre isso. Nós somos nadadores salvadores estamos aqui para resgatar, não temos que tomar conta do areal.”

 

Vivo David- A inexistência de parques de estacionamento nas proximidades é uma das limitações para os banhistas, mas há mais. 

 

Vivo4- “O facto de em termos de oferta da restauração. Não temos grande oferta” 

Vivo5 - “ A deslocação para cá, que só pode ser possível de carro, não há mais nenhum meio de transporte, que eu conheça. E depois, se for a um domingo, ou a um sábado, o aglomerado de pessoas.”

 

Voz off3: Por agora, resta esperar que os banhistas continuem a respeitar as medidas impostas pela direção Geral de Saúde. 

Trabalho realizado por Bárbara Couto, David Soares e Fábio Costa.

publicado por Barbara Couto, David Soares e Fábio Costa às 14:34

Texto Pivô: A época de saldos está oficialmente aberta. Com as vendas a caírem a pique, os comerciantes sentem o impacto causado pela covid-19.

Voz off 1: A incerteza, a diminuição de receitas dos portugueses e as regras apertadas deixam os comerciantes apreensivos. Nem com o início das promoções os consumidores se deslocam às lojas. 

Entrevistado 1: As pessoas ainda estão em casa, há pouca gente na rua às compras. Ainda não se justifica estarmos a fazer saldos.

Entrevistado 2: As pessoas estão com um bocado de receio porque a nível económico não sabem como é que os seus rendimentos vão evoluir.

Entrevistado 3: As pessoas têm medo de vir às lojas, têm medo de mexer onde outras pessoas já mexeram. É que nem aparecem.

Voz off 2: Os portugueses mostram-se mais cautelosos no consumo. Os bens não essenciais passaram agora para segundo plano.

Entrevistado 4: Não estou com intenção de ir aos saldos porque não preciso e porque não é prioridade neste momento.

Entrevistado 5: As pessoas ficam receio de ir para as lojas, tirando uma minoria que tem para ir para as lojas gastar.

Entrevistado 6: A única coisa que faço é de facto ver as montras, mas não estou a pensar nesta altura minimamente em saldos.

Entrevistado 7: Não. Ainda estamos um pouco em contenção de tudo.

Voz off 3: Com muitos negócios em risco, o comércio local enfrenta uma possível crise.

Entrevistado 8: estamos todos a ressentir. Infelizmente algumas já fecharam e aquelas que estão abertas estamos todos numa situação, uns mais que outros, mais complicada.

Voz off 4: O mesmo se passa no comércio do retalho. Para combater a diminuição do consumo, a Associação Portuguesa de Centros Comerciais, vai conceder apoios aos lojistas no valor de 300 milhões de euros. Esta iniciativa prevê descontos, incentivos e ainda a possibilidade de suspender o pagamento das rendas para os anos de 2021 e 2022. (gravação de ecrã)

publicado por Sara Alves às 14:21

Texto Pivot: O verão chegou ainda que tímido em algumas zonas do país. Os portugueses têm aproveitado estes últimos dias para ir a banhos.

 

Voz off 1 - O tempo continua nebulado e com baixas temperaturas para a época.

Entrevistada 1 (Valeria Fangueiro)  – “Esta semana tem estado bom tempo, tenho vindo até à praia com as crianças, também para elas desanuviarem também um bocadinho. Hoje apesar de estar o tempo nublado, está quente, está bom”.

 

Voz off 2 – Há quem não deixe de ir à praia ainda que a Covid-19 seja uma realidade.

Entrevistada 2 (Catarina Pinheiro) – “Medo nós temos sempre, mas tentamos vir com os máximos cuidados, também por causa de distrair um bocadinho os meninos”.

 

VIVO:  O Instituto Português do Mar e da Atmosfera prevê aumentos graduais da temperatura. A Direção Geral de Saúde alerta para um maior cuidado a ter nos dias de calor que se esperam.

 

Entrevistada Graça Freitas – “Todas as recomendações que habitualmente fazemos aplicam-se também a este verão. Não nos podemos distrair de outras coisas além da Covid.”

 

Voz off 3 - "O calor que se faz sentir no verão é sinónimo de férias, descanso e boa disposição. Este ano será diferente para todos numa nova normalidade"

 

Realizado por Bárbara Oliveira | Débora de Sousa | Viviana Fangueiro

 

publicado por Débora de Sousa às 13:26

Texto Pivô: A pandemia causou um desacelaramento no setor turístico em Portugal. O turismo está a ter dificuldades em regressar ao ritmo normal. 

Voz off 1: O turismo em Portugal é um dos setores mais afetados pela Pandemia. Antes do vírus o alojamento turístico encontrava-se em aceleração. Em fevereiro as terras lusas receberam 1,6 milhões de turistas. De um momento para o outro tudo mudou. O mundo da restauração e do turismo foram obrigados a fechar as portas. 

Entrevistado 1: " Este ano tivemos créscimos nunca antes vistos. Históricos. Em relação ao ano passado, com o Covid as nossas receitas desceram quase 100%. Os turistas deixaram de vir. E neste momento estamos a fazer um esforço para conseguir recuperar tudo isso."

Voz off 2: Os turistas deixaram de aparecer. Para compensar as perdas o turismo europeu necessitará à volta de 375 mil milhões de euros.

Entrevistado 2: " Naturalmente todo o setor do turismo tem estado em queda e nós aqui também sentimos esse abrandamento na procura. Temos menos clientes e o negócio caiu um pouco."

Voz Off 3: Após o confinamento, as reservas dos proximos meses são preenchidas pelos portugueses.

Entrevistado 3: " Acreditamos nós que tudo ficará resolvido em breve. Esperamos nós. É esse o nosso desejo. E que consigamos num segundo semestre recuperar uma eventual desacelaração."

Vivo: Resta saber se o Turismo em Portugal vai regressar com a mesma velocidade com que partiu, ou se o ressurgimento será um processo gradual. Uma reportagem de Catarina Aires, Vânia Maio e Inês Silva para a Universidade Lusófona do Porto.

Trabalho realizado por Catarina Aires, Inês Silva e Vânia Maio

publicado por Catarina, Inês e Vânia às 12:42

Texto-pivô: El teletrabajo se ha convertido en el gran aliado de las empresas en los últimos meses. Antes era más inusual pero ahora se está convirtiendo en algo mucho más común.

 

Vivo  1 (María González): “Hola, soy María González, soy directora de Xataka y llevo 12 años teletrabajando”.

Vivo 1 (Raquel Rodríguez): “Hola, soy Raquel y llevo 6 años teletrabajando”.

Vivo 1 (Javier Pastor): “¿Qué tal? Soy Javier Pastor y llevo 12 años teletrabajando”.

Vivo 1 (César Muela): “Soy César Muela y llevo más de 10 años teletrabajando”.

Voz en off 1: “El teletrabajo ha sido el gran protagonista en estos últimos meses. La repercusión que ha tenido en España ha pasado del 5% al 34% durante la pandemia. Pero para muchas personas, el teletrabajo ya formaba parte de su día a día previo a la pandemia.”

Vivo 1 (Marta Segura) : “He descubierto que me ha dado bastante libertad a la hora de trabajar. No tener que depender de estar en un sitio físico, a una hora, en un momento o en un horario cerrado. Entonces, de esta forma he visto que he tenido muchísima más libertad horaria. Me puedo adaptar mucho más a mi día a día y trabajar de una manera muchísimo más eficiente, sinceramente.”

Voz en off 2: “Como hemos visto con el caso de Marta, a muchas personas el teletrabajo les permite tener un horario flexible. Esto da la posibilidad compaginarlo con los estudios, exámenes o la vida personal, sin que eso repercuta en su productividad.”

Vivo 2  (Marta Segura) : “Yo por ejemplo estoy teletrabajando, estoy estudiando, tengo vida social. También paso parte de mi tiempo entrenando, porque me gusta mucho el deporte. Entonces yo creo que todo en esta vida es organización, planificación y tener claras las preferencias para que puedas hacer todo lo que te plantees en un día.”

Vivo: El teletrabajo no es algo nuevo, pero el Covid-19 ha influido en gran medida en él. Muchas personas se han dado cuenta de que prefieren el teletrabajo a ir a la oficina, ya que les permite organizar mejor el tiempo. ¿Ha llegado el teletrabajo para quedarse?

Reportagem de: Eduardo Santiago Vinuesa, Gabriela Marques da Silva, María Peciña León

publicado por Gabriela Silva |Eduardo Vinuesa |María León às 08:30

Texto pivô: Durante o Estado de Emergência, o recolhimento foi uma obrigação. Vários são aqueles que vivem na rua e têm enfrentado a pandemia de outra forma.

Voz off 1: Na fase mais crítica da pandemia as regras eram simples. Ficar em casa, manter o distanciamento social e ter cuidados de higiene.

Vivo jornalista: Na altura do confinamento, ter uma casa é um privilégio para passar a quarentena de forma tranquila e segura. Mas como se faz quarentena sem uma casa?

Entrevistado 1: Se não tenho casa, onde é que vou ficar?

Entrevistado 2: Se eles se interessassem, as pessoas que estão na rua, que estavam nos albergues, eles tinham-nos dado o recolhimento.

Voz off 2: Vulneráveis à infeção, é através dos abrigos que procuram apoio. Estes tentam assegurar condições mínimas de higiene.

Entrevistado 3: A gente vinha aqui à rua, quase 20 minutinhos, desinfetávamos as mãos, com a “masquinha”. Desinfetávamos os pezinhos, os pés com líquido.

Voz off 3: Associações como o Centro de Apoio ao Sem Abrigo (CASA) continuaram ativas durante o confinamento. Houve readaptações, mas não deixaram de apoiar quem mais precisa.

Entrevistado 4: Agora são quatro equipas de rua a servir kits e fazem uma maior área da zona do Porto. Por noite são servidos cerca de 150 a 200 kits por noite na rua. E agora estamos a ter zonas mais críticas, por assim dizer, mais desamparadas.

Voz off 4: Muitos são aqueles que resistem ao vírus na rua.

A Covid-19 não assusta quem vive desta forma. Mas a falta de uma casa é o que mais os preocupa.

publicado por Andreia Oliveira; Gisela Silva; Marta Oliveira às 00:16

Quinta-feira, 25 de Junho de 2020

Pivô: Nos últimos anos, o turismo contribuiu para uma transformação na Ribeira do Porto. O espaço acolhe, agora, sons e cores que lhe dão uma nova identidade.

Voz off 1: Há 13 anos, Abdelkader visitou portugal e encantou-se pelo porto. Dessa paixão pela cidade nasce o salão de chá Sahara, na Ribeira.

Entrevistado 1: Eu amo Portugal e decidi abrir um estabelecimento que faça uma grande ligação cultural e histórica entre os dois países: Marrocos e Portugal. Portanto, a minha ideia foi sempre encaixar a decoração marroquina com a arquitetura portuguesa e deu este estabelecimento que está aberto há 13 anos. 

Voz off 2: Os bares e restaurantes da Ribeira empregam muitos jovens, que não encontrando emprego nas suas áreas de formação, vêem na restauração uma saída.

Entrevistado 2: Estou em Portugal há 7 anos, trabalho aqui na Ribeira há meio ano. Gosto de trabalhar na Ribeira porque conhecemos várias pessoas e aprendemos várias linguas também. Damos-nos mais com turistas de qualquer parte do mundo porque o restaurante tem parceria com vários hóteis aqui no Porto.

Voz off 3: Mas nem so de emigrantes se faz a nova ribeira. Entre diferentes sotaques, ouve-se ainda a voz daqueles que cresceram por aqui. Sérgio Castro tem 34 anos e é gerente do restaurante bacalhau .

Entrevistado 3: Nós iamos lá para o fundo, para os baldes à beira do cubo. Mas era só mesmo isso, não podiamos ir para mais lado nenhum. E mesmo aí, era muito perigoso. Não era nada do que é hoje. A Ribeira era um nicho mesmo muito pequeno de pessoas da Ribeira. Não era muito aberta às pessoas exteriores. Era perigroso para quem era de fora. Para quem vinha de dentro não era minimamente. Era uma familia nossa, a Ribeira sempre foi vista como uma família.

Vivo: A nova ribeira reúne, em si, uma diversidade de gente que chega e vai ficando. Um local com história , mas também com espaço para novas tradições e costumes. Diogo Rodrigues, Claudia Carvalho e Soraya Évora, para a Universidade Lusófona do Porto.

publicado por Cláudia Carvalho, Soraya Évora, Diogo Rodrigues às 22:50

Texto pivô: O Presidente da Federação Académica do Porto foi ouvido no dia 18 de junho no Parlamento. Durante o debate alertou para a necessidade de mais apoios sociais, recursos tecnológicos e alojamento para os estudantes.

Voz-off 1: A transição para o ensino à distância trouxe diversas consequências socioeconómicas. Muitos estudantes foram afetados pelos novos métodos de aprendizagem.

Filipa Freire (estudante): Tive de pedir ajuda à minha família, pois perdi os rendimentos. Era eu que pagava as propinas. Tive de deixar a casa no Porto, pois não tinha possibilidades.

Fernanda Amaral (estudante): O meu psicológico está a ser extremamente afetado por estar sozinha, pela questão económica. Eu cogitei trancar a faculdade inclusive, mas não foi necessário. Não estão sendo momentos realmente fáceis.

Vivo: Num estudo a 2200 estudantes da Academia do Porto, mais de metade perdeu os rendimentos. Velhas questões como o alojamento continuam a precisar de respostas estruturais e novos problemas surgem com a situação atual.

Presidente da FAP: Nós tivemos desagradavelmente mais de duas centenas de pedidos de ajuda  para aceder a equipamentos eletrónicos. Aqui a reposta foi das instituições académicas.

Voz-off 2: A preocupação não se limitou aos estudantes nacionais. A Academia do Porto pretende garantir as condições e a dignidade aos universitários internacionais.

Presidente da FAP: Os estudantes internacionais muitos deles eram trabalhadores estudantes, perderam o emprego e viram-se sem qualquer tipo de apoio social. No caso da Universidade do Porto conseguiu apoiar num montante de 128 mil euros.

Voz-off 3: Parece que o ensino à distância veio para ficar. O Presidente da Federação Académica do Porto realçou a necessidade de se refletir acerca do novo método de ensino. Apelou ainda ao Governo um maior apoio aos estudantes.

publicado por Daniela Couto, Marta Andrade, Raúl Gaspar às 22:35

Pivô: Por conta da pandemia da Covid-19, a Câmara Municipal do Porto adiou os tradicionais festejos do S. João para 2021.

voz-off 1: A noite de São João é um marco para a cidade do Porto. Conhecida por ser uma festa democrática, mistura, há anos, pobres e ricos, turistas e locais.

testemunho 1: Nós tivemos que vir aqui, porque é muito melhor do que o Santo António em Lisboa. E, honestamente, não dá para comparar, porque são duas festas completamente diferentes.

Voz off 2: Da Ribeira aos Aliados. Da Boavista à Foz. A cidade está vazia. Sem o colorido dos martelos. Sem o cheiro à sardinha. Sem as luzes dos brinquedos. Nem filas pras farturas.

testemunho 2: Obviamente, que dadas as circunstâncias que estamos a passar, acho muito bem que não se realize o São João. Porque não há necessidade de voltarmos atrás no percurso que já fizemos para a frente. O importante é que as pessoas estejam protegidas, protejam os outros, e que se divirtam em casa delas à sua maneira.

voz off 3: Os turistas não vieram. E a festa dos portuenses será em casa. As mudanças afetaram o comércio tradicional da época.

testemunho 3: Quer dizer, afetou toda a gente. Os manjericos, os (?), a cidreira, tudo, afetou tudo. Afetou mesmo tudo, mas o que nós queríamos é que isto passasse. De resto, não há este ano, há para o ano, se Deus quiser, não é?

vivo: A festa que acontece desde o século XVIII, desta vez, ficou para o ano que vem. Beatriz Palmieri, Andreia Araújo e Esperança Joaquim para a Lusófona do Porto.

publicado por Andreia Araújo às 19:58

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